Mostrar mensagens com a etiqueta Almofadas brique. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Almofadas brique. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Enquanto o doce de chila...



ganha ponto, trato de organizar o post de hoje, depois de ter respondido aos comentários (queridos) de ontem.
É coisa demorada, que exige tempo para cumprir as várias fases da sua preparação.


Aqui está ela, a chila, cozida e desfiada como convem.

O açúcar ferve até atingir ponto de espadana, sem pressa, no seu ritmo.

A chila, mergulha na calda borbulhante, impregnando-se no açúcar.

Devagarinho, fervilha, até que, cremosa e pronta, salte para os frascos onde permanecerá ( por pouco tempo, se a memória não me falha...)

Novas alterações.
 As mesmas almofadas desceram do quarto para a sala.

Se tivesse procurado propositadamente o tecido, não encontraria uma tão perfeita conjugação.

Nova descoberta de um trabalho antigo.
Deste não tinha memória.

Mas, uma vez que estou em maré de desenterrar tesouros, este caminho vai cobrir uma mesa onde se alinha uma coleção de pequenas caixas.
Claro que vou mostrar.

Beijos
Nina

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Almofadas


Vou mudar a colcha da minha cama.
É uma necessidade imperiosa que, de vez em quando, me assalta e à qual não posso nem quero fugir.


Feita, tenho desde há meses, uma colcha, que nunca usei.




Nunca a utilizei porque o resultado final me parecia excessivamente rústico.
Certo, certo é que não me agradava.
Guardei-a esperando inspiração que sabia, acabaria por chegar.
Parece-me que, finalmente, chegou.
Precisa de almofadas.

Posto isto, fui às compras.
Arranjei, na Feira dos Tecidos, três retalhos que poderão funcionar ... só vendo.
Vou, pois, meter as mãos na massa e, por tentativas,  chegar a uma conclusão  feliz.


Não tenho dúvidas quanto aos dois estampados cor de telha.
Já o verde petróleo, não me convence e, quando assim é, quando a empatia não é imediata, raramente vem a sê-lo.


A loja está repleta de  opções e de tentações.
Se tiver que lá voltar, será um enorme prazer.

Beijos
Nina