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domingo, 25 de novembro de 2018

Só eu?

Será que só eu me recuso a embarcar na voragem alucinante do Black Friday?

Na periferia dos Shoppings não se circula, porque as filas para entrar no estacionamento são compactas e anárquicas. Uma loucura!
Há já quem chame ao Black Friday o Black Fraude, uma vez que os preços, em muitas situações,  são inflacionados ao longo do último mês para permitir o abatimento hoje, ficando provado que, em alguns casos, os artigos ficam ainda mais caros neste dia de todas as tentações, em  relação ao seu preço normal. Recebi a informação da DECO. Quem sou eu para duvidar?

Vi , por exemplo, ontem, em algumas lojas o anúncio - descontos até 50% - o “até “ deixou-me imediatamente com a pulga atrás da orelha, porque permite ao comerciantes toda a espécie de manipulação. Desconfio e não adiro.

É certo que existem situações vantajosas, em lojas de marca, com página na WEB onde é possível analisar e comparar todos os preços, verificando se existe falcatrua.
Na Zara, onde compro muitas vezes,  verifiquei que  nesta bendita sexta-feira se pratica rigorosamente o desconto de 20%.

Por isso, online, comprei:

SAIA COM EFEITO PELE E TACHAS
Esta saia ...


CARDIGAN OVERSIZE COM TEXTURA - Disponível em mais cores
Este casaco ...

SWEATER BÁSICO DE GOLA SUBIDA - Disponível em mais cores
... e esta camisola básica.
Receberei a encomenda dentro de um ou dois dias e, se não gostar, devolvo.
Assim, fácil, fácil.

Ocorre que para mal dos meus pecados, algumas lojas situadas num shopping próximo de minha casa decidiram alargar o período dos descontos durante todo o fim de semana, pelo que,  a circulação continua caótica - mas, ainda assim, pacífica, se comparada com as imagens que vi no telejornal, recolhidas numa grande superfície nos EUA.
Aí, sim!
A convicção relativamente às compras com desconto, provoca feridos e mortos.Uma verdadeira guerra onde vale tudo - até arrancar olhos - para conseguir o que se procura.
Cruzes!

Tenham uma boa, pacífica e nada consumista semana.

Beijo
Nina

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Compras online

Já repetidamente tenho afirmado que gosto de fazer compras online. Gosto.
Gosto do conforto de poder ver a coleção completa - que nunca assim está na loja  - de encomendar, e de receber sempre com entusiasmo e expectativa a chegada da encomenda, assim como quem recebe uma prenda, esquecida do pagamento antecipado logo no momento da transação.

A maioria das vezes acerto. Outras - muitas - não.

O próprio tamanho não é uma aposta ganha, embora eu faça pontaria para o M, este varia.
Acabei de ter essa experiência, quando encomendei umas calças cor camel ( para combinar com branco, preto ou jeans) , calça essas sempre esgotadas na loja.


Imagem 8 de CALÇAS À BOCA DE SINO da Zara


Chegaram.
Lindas e macias como imaginara, mas ... o M não me servia ( mal passavam a altura dos joelhos, as antipáticas).
Devolvi-as sem dramas, sem complicações, sem constrangimentos. Encomendei o tamanho L.
Chegaram.
Imensas, enormes, disformes, podia nadar dentro delas.

Então? O que é isto? O M não serve, é pequeno e o L é gigantesco, disforme, monstruoso!

Lá devolvi de novo o pacote.
Irritada, frustrada e desagradada, que fazia questão de umas  calças camel.

Acontece. Repetem-se as devoluções. Este é o preço a pagar pela comodidade no line.

Entretanto, esta tarde, na loja encontrei um M, outro modelo (que não experimentei por pura preguiça) e que pode muio bem resolver o problema

Se em relação ao vestuário - sapatos incluídos - sou fã do método online, já em relação a lãs e outros materiais para tricotar, a coisa muda completamente  de figura, porque já tive as minhas decepções - ou a cor não é exatamente a que imaginava, ou o toque, ou a espessura ... um mundo de pormenores que arruinam a compra.

De momento, estou a terminar uma camisola/blusa, cujo fio da Drops, foi adquirido online - e, lá está ... - teria sido prudente "senti-lo" antes de o comprar.
Claro que não é um drama. É apenas um ensinamento, que aprendi à minha custa.

Se terminar - como penso que terminarei - esta noite, amanhã visto camisola/blusa nova.
Parece-me que poderei exibi-la.
Parece-me que está bonita.
Veremos.

Beijo
Nina

domingo, 11 de novembro de 2018

Fim de semana frio chuvoso ...

... mas, ainda assim muito bom, com saídas enfrentando a intempérie e muitas séries, muitos filmes em casa.

Sábado, estava particularmente agreste, com uma ventania fortíssima, que não foi impedimento para almoçar no LAGAR EN EIRAS,  no restaurante do meu amigo Miguel, como documento no INSTAGRAM, sem grandes legendas, pois faltam-me as palavras para descrever a experiência - sublime.

Domingo, por outro lado, foi quase completamente caseiro:

Com chuva copiosa ...

... muito tricô - consegui as luvas de algodão que não impedem os movimentos e protegem a pele.
 Procurei em duas lojas chinesas as tais agulhas plásticas e até as encontrei. Só que o número ( 5 1/2) não existia.
 Pelos vistos não têm meios pontos.
Quando renovar o stock adaptarei o fio à espessura da agulha, escolhendo a mais conveniente.

Repetindo-me, assisti a vários filmes, com esta tentação diante dos olhos - uns bombons de praliné que nos transportam ao céu.

Para compensar (?) muito chá de tília ...

Houve ainda tempo para confecionar este bolo - de claras, guardadas congeladas no frio.

Substitui a manteiga por iogurte (o pecado quase se desvanece) e polvilhei com uma mão cheia de passas.


Cheira bem que só ele!
Ao jantar só como sopa e, quando muito uma fatia de bolo com um queijinho que está ali a olhar para mim.

Tenham uma boa semana.

Beijo
Nina

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Liliane


Nunca nos vimos, mas estamos em permanente contacto.

Liliane!

Gosto muito de Liliane, com o seu jeito único de ser. Frontal, direta e muito amiga.
Às vezes trocámos umas coisinhas, importantes na medida em que representam o que nos liga.
Nem sempre é fácil que os correios são caprichosos e nem sempre fiáveis (além de muito caros), mas, às vezes, os astros entram naquela conjugação ideal e os quase milagres acontecem.
Foi o que ocorreu!
Ontem, por um (simpático, muito, muito simpático portador - obrigada José Godinho! Oxalá um dia eu possa também ser-lhe útil ...) recebi este mimo, este doce, este afago:

Babá de Moça ...

... um doce de côco verde ...

... delicioso!
Nunca tinha provado.
É uma espécie de côco fresco cortado em fatias finíssimas, mergulhado numa calda pouco doce.
Come-se assim mesmo, ou combinado com queijo (eu que inventei), ou regando uma bola de gelado (invenção minha) ou recheando uma torta (de novo, eu!), ou ...
Sempre será ocasião ideal para dar umas colheradas nesta maravilha.

Obrigada, muito obrigada, querida Liliane.

Acrescento que, nas minhas andanças pelo mundo nunca deixo de visitar (maravilhada) mercados e supermercados em busca de revelações, de descobertas que alegram o palato e rasgam e alargam horizontes - tanto quanto uma visita a um museu.

Disse e mantenho.

Beijo
Nina

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Alergia ...

Tenho o enorme azar de ser alérgica - severamente alérgica - a nível de pele. Picadas de insetos, sejam eles meros mosquitos, desencadeiam em mim reações assustadoras, com sintomas imensamente incomodativos.
Tinta de cabelo, nem pensar! Por isso optei pelas madeixas já que nesse procedimento o produto não entra em contacto direto com a pele.
Metais, como os que são utiliuzados em correntes, brincos ou colares de fantasia, simplesmente aboli.

Sabendo do que a casa gasta, não me exponho mesmo e só acidentalmente , como no caso das picadas de insetos, não consigo evitar a 100%.
Todas as outras situações, pura e simplesmente, fujo delas.

O que nunca me tinha acontecido foi isto:






Comecei por sentir desconforto.
Depois surgiu uma ligeira erupção que rapidamente cresceu
 acompanhada por coceira e vermelhidão!
 O que é isto? - interroguei-me!

Não toquei em detergentes, não usei aneis nem pulseiras contendo níquel, não fiz nada!


Depois lembrei!
Fiz isto!
Comecei a tricotar uma nova camisola/ blusa, utilizando agulhas circulares, em plástico, mas  ...


... com a extremidade em metal!

Não posso crer!
Depois de tantas, tantas, tantas peças tricotadas, resolvo fazer alergia às agulhas!

Acho que devem exirtir agulhas sem qualquer metal. De certeza que existem e até já procurei numa loja chinesa perto de casa. Infelizmente não havia o número que procurava.
Por isso, enquanto não descubro as tais agulhas sem metal, vou tricotando de luvas.

Ridículo, bem sei, mas, para já, é o único meio que encontrei.

Procurei também luvas fininhas em algodão , que sei existirem ...
 De novo, sem sucesso.

Ficam portanto duas questões:
- Existem de facto agulhas inteiramente em plástico? Onde?
- E as tais luvas em algodão? Alguém sabe onde posso encontrá-las?

Para já, enfrento o incómodo do corticoide que aplico em busca de alívio e das luvas em pele que me atrofiam os movimentos, mas sei que seguramente existem alternativas - que eu espero ansiosamente receber das meninas que me lêem.

Fico à espera.

Beijo
Nina








sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Fim de semana (muito) prolongado



Feitas as contas, o fim de semana começaria na 5ª feira, feriado e, fazendo ponte na sexta, podíamos contar com quatro dias a vaguear pelo norte, onde os bosques são mais densos e , nesta altura, mais dourados.

Havia até a possibilidade de subir até Oviedo, lá nas Astúrias e continuar pela costa do Cantábrico. Tudo dependia do tempo, porque, com frio não há impedimento algum, mas com chuva é um tormento. Não vale a pena sair para se ficar fechado num qualquer hotel. Fechado por fechado, fico no conforto da minha casa.
 E foi o que aconteceu porque ainda não parou de chover.
Para amnhã há esperança de um dia de sol - a ver vamos.

Entretanto estes dois dias foram mesmo caseiros e aproveitei para pôr ordem nas gavetas, coisa que repito constantemente, seja para destralhar, seja para reorganizar.
Desta vez enchi um saco com sapatos e até umas botas e desfiz-me de algumas camisolas/blusas e calças..
Valeu imenso o esforço, porque vai ajudar quem receber e reorganizou o meu espaço.

Ainda assim continuo a achar que tenho roupa a mais, roupa de que gosto , mas que visto pouco.
Vou dar-lhe uma última oportunidade este Inverno e a seguir seguirá outro rumo que não o meu roupeiro.



Este casaco é uma dessas peças.
 Vou vesti-lo pela última vez este Inverno.
 Depois obrigo-me a cortar os laços e dou-lhe outro destino.


A túnica, saia e botas têm também  o destino traçado ... É a última oportunidade que lhes dou.

O colete de franjas é daquelas peças intemporais.
 Já é antigo, mas não creio que alguma vez me desfaça dele

O mesmo se passa com esta echarpe.
 Comprei-a numa feira de rua em Itália e somos as melhores amigas do mundo.


Continuando a rodar, descobri umas peças em cinzento , uma cor sempre polivalente.
Gosto de a combinar com branco ... embora, na verdade, ligue bem com quase tudo.


... e, no caso, com esta saia azulada/acizentada ...

O casaco já valeu plenamente o dinheiro que dei por ele.
Tenho-o vestido  muitas vezes ... Já foi muito lavado e já mostra sinais de borboto, que vou "tosquiando" conforme o encontro.

A camisola/blusa de caxemira veio da Zara e sendo fininha como eu gosto é muito confortável.

Fácil seria repetir este esquema, mas não!
 Quero obrigar-me a variar, a dar uso a tudo e, se não der, é sinal que deve ser despachado a grande velocidade, destralhando-me o meu espaço, que, como se sabe, quanto maior é, mais atravancado fica.

Para amanhã, já compus a fatiota.
Vou misturar novo com antigo e cumprir a promessa que fiz a mim mesma. Se resultar, mostro.

No fim do Inverno, imagino a razia nos meus armários  e a alegria de ter espaço e motivação para coisinhas novas.

Bom fim de semana.

Beijo
Nina

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Muito, muito frio!

 A convite de uns amigos, no último sábado, rumámos a Castro de Aire, onde almoçámos, em modo "A cidade e as Serras", tudo muito simples, muito genuíno.
Estava um frio de rachar, com um vento cortante que nos atravessava até aos ossos. Foi o primeiro dia verdadeiramente gelado e não houve casaco que nos valesse, porque, apesar dos avisos, incrédulos, saímos de casa muito mal agasalhados.


Mal deixámos o inerior quente do  carro, só aqui, numa zona de imensos pedregulhos que inexplicavelmente semeiam esta região, saímos por breves instantes.


Por todo o lado, ninguém ou quase ninguém, sinal do despovoamento do interior

Cá estão eles, os enormes penedos que parecem ter chovido do céu

O céu azul e a cor das árvores transmite uma sensação térmica que não corresponde à realidade

Quem me mandou vestir-me assim?

Chique, mas arriscando uma valente constipação

Espreito, despenteada que o vento era forte

... mas as cores, lindas!
Até me parece que combinam bem com o meu casaco - tudo previsto!

No solo, flores ...

Crescem e multiplicam-se indiferentes à presença ou ausência do homem.

Deixo o registo do passeio e declaro que não me constipei.
Sou uma mulher do norte e não é um qualquer vento gélido que me derruba.

Beijo
Nina

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Desta vez, lilás!

O bom ou o mau destas unhas chamadas de gel ( que não são! São minhas com um tipo de verniz que endurece quando submetido a um determinado tipo de luz...) é que permanecem impecáveis faça-se o que se fizer, mas ... ao fim de 2 semanas exigem assistência técnica - retirar o dito verniz (com lixa) e repetir o procedimento.

Tento prolongar o bom aspecto (aspeto? não me parece bem, mas se calhar sou eu que continuo a reagir à nova ortografia. Adiante ...) "remendando" a parte nova da unha com uma cor similar. Se fica bem?
Não!
Escapa!
Apenas.

Outro lado agradável é que de cada vez que aplico o tal gel, disponho de uma imensa panóplia de cores, ali, dando sopa.

Hoje escolhi esta:

Lilás!

Inspirei-me nas mãos de uma menina que me atendeu na Zara.

Gostaria, vendo bem,  que fosse mais intenso ...

Dentro de duas semanas, acertarei na cor exata. Ou não. Pode muito bem ser que esteja virada para o bordeaux - que sei eu?

Beijo
Nina

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Unhas de Verão



Chamo-lhes "unhas de Verão" porque se trata de uma cor exuberante, chamar-lhe-ia "framboesa", nem vermelho, nem rosa, localizando-se algures entre ambas.




A anterior era um discretíssimo nude, porém ... vejo unhas tão flamejantes que decidi sair da minha zona de conforto e arrisquei e gostei.



Para já, com um dia de vida estão impecáveis ...

... e assim espero se mantenham por duas semanas ...


... quando, dado o crescimento da unha, se impõe a manutenção
Quando falo em "exuberância" da cor, tenho plena consciência de que nada sei do assunto, porque, EXUBERÂNCIA a sério, seria algo assim:



Pinterest
 Ou assim ...


Pinterest
Ou ainda assim ...
Pinterest

Que medo!
Não são unhas, são garras, são armas letais!
Ou, noutra perspetiva, são obras de arte.
Eu, não! Definitivamente, nunca, jamais, em tempo algum, ostentaria tal absurdo.
Contento-me com as minhas discretas, bem cuidadas, unhinhas de tamanho pequeno e cor alegre.

Pergunto-me, aliás, se as detentoras de tais "apetrechos" usam as mãos nas mais comezinhas tarefas sem correrem o risco de se ferirem ou arrancarem um olho ... ou, o que é muito pior - ferirem ou arrancarem um olho ao vizinho.

Beijo
Nina

terça-feira, 10 de julho de 2018

Cebola crua com sal e broa - de novo!





Terminei a leitura do livro com título tão original e antes de tecer considerações sobre ele devo admitir um certa má vontade contra o autor, fruto de algumas atitudes  que, de momento, não me apetece desenvolver, fugindo à sensação de que "estou a bater no ceguinho", já que tudo foi dito sobre o mesmo.

Acontece que depois de ver o livro numa prateleira da FNAC, assisti à Grande Entrevista na RTP3 e fiquei muito curiosa.

Decidi matar a curiosidade.






O livro está naturalmente bem escrito, com uma redação clean, própria de um jornalista - não, não é uma maravilha de texto poético, mas é conciso e , muitas vezes, bem humorado, com potencial para prender, para agarrar  o leitor ... agarrou-me, admito.

A sequência temporal de capítulos no plano político é lógica, eloquente e corajosa.
Bravo!

Simultâneamente MST expõe as suas vivências como andarilho, viajante, eterno explorador.
Gostei!
Não que quisesse para mim a sua vida, não!
Mas como não admirar os Indiana Jones da vida?

Sinto que é um livro importante, que desmistifica mentiras e clarifica a história.

Acho que vale a pena ser lido.

E por aqui me quedo, eu que em tempos jurei não mais ler nem aconselhar este autor - pelos vistos, tal como ele próprio a dada altura confessa, também sou maioritariamente  incumpridora das minhas juras.


Beijo
Nina


domingo, 17 de junho de 2018

Fui ali a Bristol

Fui ali a Bristol, mas já cá estou!

Foi uma viagem curta, mas muito importante, como são todas as viagens de afetos.
Três dias quase reduzidos a um e meio, dado que as vigens de avião impõem uma logística severa.

Da cidade, que conheço razoavelmente dadas as repetidas incursões, aprecio principalmente a calma e o ritmo lento de arredores aprazíveis, verdes até ao infinito e deliciosamente antiquados, com comércio tradicional, cafés e casas de chá como só existem em Inglaterra.


Aqui, o ritual do café a meio da manhã, num desses locais únicos e tão especiais

Aproveito para praticar a minha atividade preferida - visitar as lojas de caridade, abastecidas pelos locais, com finalidade altruísta - e lá, onde se encontra um pouco de tudo, com particular abundância de vestuário, resgato tesouros, como ...


... esta  cesta, tipo bandeja, em metal branco - perfeita para uma cómoda onde depositar relógio, aneis e o que mais calhar

No tampo da mesma cómoda, uma coleção de caixas em porcelana, que, noutras viagens, descobri. A coleção não para de crescer - desta vez, infelizmente, não encontrei nenhuma que me agradasse.


Outra cesta ...

... no mesmo material. Esta mais bonita que a anterior

... e ainda outra.
Acrescento que os preços, de tão baixos, acabam por ser simbólicos.

Precisaria de muito mais tempo para aprofundar a pesquisa, ainda mais porque tenho companhia - uma doce companhia - com quem partilho este e muitos outros gostos.
Ainda assim, ainda que  com tempo escasso, trouxe comigo, além das compras,  pedaços de momentos deliciosos.
Qualquer dia volto.
Um destes dias.
Brevemente.
Para mais compras, para mais abraços, muitos beijos, muito riso e malas e malas de afagos.

Beijo
Nina