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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Almofadas


Bem sei que está calor, que as noites convidam a sair, etc. etc.
Mas será que não sentem um certo formigueiro na ponta dos dedinhos?
Daquele que só passa pegando em fio e agulhas? 
Não?
Não, mesmo?

Pois eu sinto!
Imenso formigueiro.
Para o acalmar vagueei pelo Pinterest e descobri ...
ISTO!




Pinterest
Nada de projetos megalómanos. Não!
É coisa simplezinha - quadradinhos que nascem, brotam sem se dar conta e que se vão acumulando num recanto qualquer.
Nem exigem compras. É só utilizar restinhos de fio. Nada mais.
Depois, mais tarde, quando este clima de férias acalmar, escolhe-se uma cor linda para os ligar - no meu caso será branco, sempre e só branco. E pronto, sem esforço, eis que surgem lindas almofadas.
Gostei da ideia.
Já comecei a dar-lhe forma.
Nada como passar do sonho à sua concretização.

Beijo
Nina

terça-feira, 8 de maio de 2018

Uma almofada que já foi camisa ...


Aprendi, por puro acaso, que o tecido com que são feitas as camisas de homem tem excelente qualidade e que é uma pena não o aproveitar quando as mesmas se encontram imprestáveis, pois têm o péssimo hábito de se estragarem no colarinho e nos punhos.
Ouvi dizer que é possível "operá-las", isto é, praticar uma certa cirurgia , virando as partes doentes. Não estou para isso, até porque não sei ( nem quero saber) como se faz.
Logo, assim que a dita apresenta sintomas de "maleita" é retirada do roupeiro e segue para o cesto dos tecidos.
Duas esperavam vez, esperavam que eu me dispusesse a dar-lhes destino.
Acontece que a costura, como tudo na vida, corre melhor quando apetece.
Esperei pois que o apetite se anunciasse.
Então, tratei de as cortar em partes - mangas, frentes e costas. Passei-as muito bem e comecei a medir e a cortar.




Aproveitei um quadradinho em tempos bordado e, a partir dele fiz crescer a capa da almofada.
O tecido rosa  bem como o verde às pintinhas foram aproveitamentos de retalhos. Apenas o xadrez  pertencia à camisa.

Depois de costurar as diferentes tiras, coloquei manta térmica para dar "corpo e forrei. Só então liguei as duas partes da almofada.

Tenho ainda diversos bordadinhos guardados, parecidos com este. São ternurentos e valorizam a peça onde se costuram-

A parte de trás da almofada..
Aproveitei os botões e as "casas" da própria camisa

Ficou perfeito!
Sem fechos, sem complicações

Não sei como não tinha pensado nesta solução há mais tempo ...

Pronto! Cá está ela!

 Sobraram ainda vários pedaços deste xadrez e uma outra camisa.
Comecei a recortar quadrados e dentro em breve nascerá uma toalha para a mesa da cozinha, que não deixarei de  - vaidosa - exibir!

Decididamente, encontro-me em "modo" costura. Há que fazer render a onda.

Beijo
Nina

terça-feira, 9 de maio de 2017

Declaro oficialmente aberta ...





... a temporada do crochê - embora não me surpreenda nada se voltar a reincidir no tricô.
É só o calor não apertar, que lá estarei eu com a dança das duas agulhas ( quatro não, ainda não, não sei se alguma vez, que não me entendo com tantas!)

Então é assim:
-Terminei as quatro almofadas em tricô de que já muito falara AQUI!
Sobrou imenso fio e eu não gosto de sobras, de restos e restinhos que me atafulham gavetas. Iniciar nova almofada em tricô seria demasiado projecto para tão pouco fio.
Lembrei-me do crochê, em que apenas executo a parte da frente da almofada. Para tanto, o fio chega!

Procurei inspiração, no Pinterest, em revistas, livros  e, finalmente, achei!

Aqui!
É um livro interessante que não me arrependi de ter comprado - pleno de sugestões e modelos, sempre nele acabo por encontrar o que me agrada.

Desta vez, decidi-me por este quadradinho, simples, mas de grande efeito.

Este o esquema - sem mistério.

No livro achei a aplicação deste motivo, numa almofada.


São necessários 9 quadrados - fazem-se num instante!
Pelo menos 1 por serão o que equivale a dizer que a almofada estará concluída dentro de uma semana.


De momento, tenho prontos e ligados, dois quadrados.

Depois de cosidos entre si - vou pegando à medida que os acabo, que essa é, para mim, a parte menos interessante da função -
receberão, a toda a volta um remate, que para já, não imagino como venha a ser... qualquer coisa me há de ocorrer!
Posto isto, considero salvos os meus serões!
Confesso que os aguardo mesmo com alguma ansiedade, como quem espera a hora do recreio, depois de um dia pleno de azáfama!

Quem quiser acompanhar-me, não hesite!
Teremos as almofadas mais bonitas do país ( ou, já agora,- por que não? -  da Europa)!

Beijo
Nina

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Restos de lãs


Embirro com restos, com sobras!
Irritam-me!
Não posso nem vê-los.
Uns novelitos mínimos, que nem novelos são, uns metros de fio que teimam em sabotar a ordem que impera nas minhas gavetas e cestos , mexem-me com os nervos.
Deitá-los ao lixo, nem pensar! Fora de questão desperdiçar material.

Perante tão dilacerante dilema, que fazer?

Cada um(a) terá o seu método.
O meu é reuni-los num saco que, aos poucos, se vai enchendo.
Quando me parece que a quantidade é suficiente, faço assim ...



Granny squares, do mais simples que existe ...
Produzo um atrás do outro e ligo-os à medida que os crocheto 

E o saco vai-se esvaziando ...


Continuo, sem preocupação com espessura e qualidade do fio ...

Até que, vitoriosa, verifico que os restinhos terminaram.


A seguir, crocheto umas voltas em ponto baixo, a toda a volta, terminando com umas conchinhas.


Pronto!
Eliminei uma razoável quantidade de sobras.
E nasceu o tampo para uma almofada.





A parte de trás será em tecido!
E será lindo!


Agora é aguardar que o ciclo recomece, que isto de sobras e restos é uma inevitável condenação para quem gosta de tricotar.

Beijo
Nina

domingo, 31 de maio de 2015

Costurando, produzindo!


Costurei parte da tarde.
Bainhas em duas calças e uma almofada.

As calças, em tecido muito fino, são, para uma aprendiz atrevida - o meu caso! - um sério desafio.

O tecido "foge", esgueira-se à tesoura.
Obriga a muitos, muitos alfinetes  e, mesmo assim, a tarefa é ingrata.
Com muita paciência, devagarinho, consegui levar o barco a bom porto e as calças estão prontas a ser vestidas, depois de vários dias de espera, em que olhavam para mim e eu olhava para elas sem disposição de meter a mão na massa.
São muito, muito largas junto ao pé, simulando uma saia comprida. Este é um modelo muito simpático para vestir nos dias de calor.
Tentarei não esquecer de fotografar, assim que as ponha.
Arrumadas as calças, passei para outro departamento:
- Uma almofada.


Este é o meu (genial) modelo favorito, em envelope, dispensando fechos ou botões.
 O tecido é antigo, de uma "colheita" com alguns anos. Trata-se de um retalho imenso, que comprei por quase nada e que já entrou em vários projetos.


Muito largo, desconfio que se destinava a cortinas para quarto de criança.
 A cor - rosa bebé - calhou ser exatamente a que procurava para terminar este trabalho:


Teci, em tons pastel nove AFRICAN FLOWER GRANNY ...

...rematadas em ponto baixo ...

... e com "conchinhas"

Seguidamente será necessário pregar, com ponto invisível, o crochê ao tecido.

O resultado foi o que as imagens documentam.
Adorei!

Quando comprei o fio - 1 novelo de cada cor - pretendia iniciar uma manta, mas, pareceu-me que a espessura era excessiva.
Daí ter feito a almofada que ainda não sei qual o destino que terá.
O importante é que desencalhei três tarefas que colidiam com o meu horizonte visual. Assim, arrumei as pendências e, por acréscimo, ganhei detalhes úteis e giros.

Gostaram do tecido ingénuo e parolinho?
Por mim, sou fã incondicional deste estilo.

Boa semana!

Beijo
Nina

terça-feira, 12 de maio de 2015

O patinho feio!


Quem não ouviu, em criança, a história do patinho feio, o mais feiinho de todos os irmãos, o mais desdenhado, o menos querido? Quem?

Afinal, o patinho feio cresceu e revelou ser um belíssimo cisne!
Moral da história ... há que ser comedido nas avaliações!

Quando, uns dias atrás, mostrei o início de uma almofada resultante de sobras de fio, acreditei piamente que a coisa não resultaria, porque, " o que nasce torto ..." - preconceituosa, eu!



Mas lá que era pouco ou nada promissora, a tarefa era!

Pois enganei-me!
Redondamente!



E, uma vez mais, o patinho feio, superou-se!

Deu origem a este monte de flores coloridas que alegrarão qualquer canto, qualquer sofá, qualquer cama, por mais soturnos e tristonhos que sejam, porque, às vezes um nada basta para iluminar o ambiente.


A toda a volta, uma carreira em azul turquesa,em ponto baixo,  e, a seguir, umas conchinhas em verde limão - uma das minhas combinações cromáticas favoritas.
 Depois, a costura.

Aplicando o método do "envelope", uma maravilha que dispensa fecho ou botões, cortei o tecido de modo a criar uma almofada que, no tampo, receberia as florzinhas de 1000 cores.

Depois, foi só alfinetar e coser todo o perímetro.

Estava pronta.

"Recheei-a"  devidamente e instalei-a num sofá branco ...

... fazendo companhia a uma irmãzinha mais velha, também ela muito colorida.
 Depois foi um tal inventar de situações:


Com a manta de corações como pano de fundo, assim mesmo, pousada e não milimetricamente arrumada, que as casas e os espaços querem-se vivos e vividos, com o desalinho próprio de quem neles se movimenta.

O tecido, todo ele salpicado por corações e pintinhas, funcionou muito bem neste casamento, onde não queria sobriedade, mas divertimento.

Se ainda não sabem confecionar almofadas de "envelope", há que aprender.
 A dificuldade é de grau zero e o efeito fantástico.

Aqui, vê-se muito bem a dobrinha do "envelope" que envolve completamente o enchimento / recheio / miolo ... seja lá como for que se designe!
 E pronto, está pronta!

Só  mais esta pose, de perto, e esta ...

... de longe  ...

... e a última que me deslumbra.

Confesso que ainda não parei de admirar o conjunto.
Sempre que consigo um resultado satisfatório, fico assim, criança deslumbrada.

E vocês?
Não gostam de lamber a cria, uma e outra vez?

Beijo
Nina