sexta-feira, 17 de junho de 2011

TIMANFAYA

"Timanfaya ou Montanhas de Fogo fazem parte uma ampla zona afectada pelas erupções vulcânicas ocorridas em Lanzarote, entre 1730 e 1736 e, com subsequentes erupções em 1824.
Este longo processo de erupções mudou drasticamente a morfologia da ilha, ficando praticamente sepultada um quarto da sua superfície, sob um espesso manto de lava e cinza."

São estas as informações contidas no folheto fornecido pelo Centro de Arte, Cultura e Turismo de Lanzarote.
As fotos esclarecem mais que um milhão de palavras.


O trânsito  é interdito  ao público.
Todas as viaturas particulares são obrigadas a aparcar neste local.

Painel informativo.

Até onde a vista alcança, é assim ...

Ao fundo montanhas áridas.
Em primeiro plano, lava solidificada.

Camelos aguardam visitantes que, no seu dorso, fazem um percurso turístico de 20 minutos

Eis um grupo que chega.


A estrela da companhia?

Os turistas são conduzidos num bus do parque, seguindo esta estrada.
De sublinhar que a vida persiste em se manifestar, através de uma incipiente vegetação, mesmo quando tudo indica  a sua impossibilidade.

Fendas no solo expelem fumo.

Mato seco incendeia-se,espontaneamente, face às elevadíssimas temperaturas.

Nichos, na parede rochosa, funcionam como fornos.

Um leitão, quase assado, comprova o calor expelido do interior da terra.

Aviso desnecessário!

Símbolo do Timanfaya!
( Impossível encontrar melhor!)

Tudo negro e calcinado.
Ao fundo o mar de um azul profundo.

A estrada corre entre penhascos de lava, na rota dos vulcões.

Montanha encantada.

Caprichos da natureza!

Fim do percurso.
Uma questão acompanha o visitante durante todo o tempo que dura a viagem:
-Quando acordará de novo o vulcão?
Daqui por um século, amanhã, agora?
Por isso, e não só, ninguém fica indiferente perante esta amostra de pujança da natureza.

Beijos,
Nina

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Selinhos








Acabei de ganhar da Maysa do maysameudocelar.blogspot.com estes 3 selinhos.

À querida Maysa agradeço, reconhecida, o carinho e a amizade.

Tratarei de fazer circular estes símbolos da nossa união e do afecto que nos liga, através da dificílima escolha que terei de realizar.
Tenho tentado distribuir os selinhos, contemplando todas as amigas que têm vindo a tornar a minha vida mais doce e mais rica.
Beijos,
Nina





Hotel Princesa Yaisa




Foi neste hotel que nos instalamos, no sul da ilha, na zona de Playa Blanca.


Em termos de arquitectura, é uma construção impressionante de originalidade e bom gosto, perfeitamente vocacionado para uma região extremamente quente e seca, com amplos corredores abertos, ligando as diferentes áreas do hotel.


Nesses corredores, estão localizados os quartos, rodeados de vegetação exuberante.


 Os bares e restaurantes são, também, na sua maioria, abertos para o exterior.


 Ao fundo, as varandas dos quartos virados sobre as piscinas.


Os jardins continuam nas zonas cobertas, escondendo estátuas entre as plantas.


Topo de um corredor, com a praia ao fundo.


Detalhes da decoração.
Este cadeirão, em madeira e couro pintado, ocupa um recanto junto a um dos restaurantes.
Por trás, vemos uma antiga carroça carregada de flores.


Este é o hall principal, onde se localiza a recepção.
Vê-se, ao fundo uma espécie de mezanino, cujas paredes estão recobertas de quadros com gravuras antigas.



Adoro pinturas murais.
Queria eu ter arte para as realizar, que não hesitaria...
Esta, junto a um restaurante italiano, retrata uma  curiosa cozinheira.


 A porta de um restaurante é disfarçada  simulando uma entrada medieval.


 Aqui, uma falsa videira cresce no teto, deixando ver um céu azul com pequenas nuvens brancas.
Uma maravilha!


Uma das piscinas.
Esta é profunda e com água do mar constantemente renovada.

Em termos arquitetónicos, esta é uma construção fabulosa!
O serviço, inexplicavelmente, fica-se pela mediania, o que é uma enorme pena.
Devemos estar face a uma flagrante falta de quadros.
Não significa isto que não haja qualidade.O que acontece é que, face à construção invulgar, se criam expectativas de um serviço do mesmo nível, o que não ocorre.

Balanço?
Positivíssimo!!!

Se voltaria e/ou recomendaria?
Sem hesitar, de olhos fechados.

Beijos,
Nina


Partida para Lanzarote

O voo não é directo.
Embarca-se no Porto, fazendo escala em Barajas, Madrid


Para conseguir a ligação, sai-se do Porto às 7 da manhã, o que equivale a estar no check in às 5 ... é obra!


 No terminal 2 do aeroporto de Barajas, não existe muito oferta em termos de compras, porém esta loja - Lafiore - que vende peças de vidro artesanais é espantosamente bonita.


O formato e o colorido das peças é irresistível!


Os preços são, em relação à originalidade e qualidade dos produtos, acessíveis.

 A dificuldade do comprador reside, essencialmente, na escolha, tão rica e variada é a oferta.

 Para além de peças decorativas, existem também as de uso pessoal, como os colares.
Cabe-me acrescentar que a portuguesíssima Marinha Grande, se comparada com esta marca, faz-lhe frente com igual categoria.


Tapas, presentes em todo e qualquer "rincon" espanhol!


(Pobre) Vista aérea de Madrid!


O meu companheiro de viagem --  Rocco, um cachorro mínimo, transportado num saco apropriado, morto de medo, coitadinho! Era propriedade de uma jovem galega que regressava ao trabalho em Lanzarote, depois de uma estadia na Galiza.
Por lei, deveria fazer a viagem completamente enclausurado no saco, mas não hesitei em incitar a dona do bicho em quebrar as normas, o que muito contribuiu para o apaziguamento do cachorrinho, fera com menos de 10Kg, a quem, por esse facto, lhe era permitido viajar na cabine e não no porão.


2 horas e 20 minutos após a descolagem, eis que chegamos:
 Lanzarote!

Prossigo, amanhã, reunindo por temas, a documentação fotográfica da viagem.

Hasta mañana!
Beijos,
Nina

terça-feira, 14 de junho de 2011

Acabadinha de chegar ...

Depois de uma viagem, aparentemente inocente, que acabou por se revelar tormentosa.

A partida de Lanzarote estava prevista para as 13h 15m, sofrendo o "ligeiro" atraso de 2 horas.

Chegados a Madrid, ponto de escala, o voo para o Porto estava na fase de embarque.
Por milagre não perdemos o avião e a viagem de 50 minutos decorreu sem sobressaltos ...mas o pior estava para vir:
A bagagem não embarcou no avião para o Porto, estando eu, portanto, sem computador, sem fotografias, sem malas, sem paciência para o absurdo de situações que ocorrem gratuitamente, sem consequências para os prevaricadores ...


Prometeram-me que, amanhã, no avião que chega às 10 h, chegam as malas.
Aguardemos.
Tenciono ir o aeroporto para as levantar e, aproveito para desabafar a minha insatisfação no livro de reclamações, porque, acho, que não devemos deixar passar estes episódios, em brancas nuvens.
No fundo, o importante é que adorei, foi tudo muito lindo e eu estou feliz, de volta, morta de saudades, com montanhas de novidades para compartilhar.

Beijos, beijos,
Nina

sábado, 11 de junho de 2011

LANZAROTE...


... no arquipélago das ilhas Canárias.
É onde me encontro neste momento, com uma dificuldade incrível de postar o que quer que seja, qualquer que seja o motivo.
Estou, assim, meio prisioneira no paraíso!
Regresso na próxima 3ª feira, relaxada, mas carente, muito carente ... tornei-me dependente de cada um dos meus amigos virtuais.
Vou tendo acesso aos vossos blogs, mas comentar ... é quase missão impossível.
Saudades!
Beijos!
Nina

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Reproduzir plantas

Ontem, foi-me completamente impossível postar o que quer que fosse.
Fazia-me jeito esticar o dia!
Hoje consegui um tempinho e vou mostrar um processo muito simples de reproduzir plantas, a que recorro frequentemente:

Este caule lenhoso foi trazido do Brasil há anos, com cerca de 30 cm.
 Mergulhado em água, produziu raízes, sendo, então, plantado num vaso com terra.
 Cresceu até tocar o tecto.

Quando tal acontece, como foi o caso, podo-o drasticamente.

Retiro-lhe parte da folhagem ...

Mergulho os caules em água ...
Espero que surjam raízes, sendo esse o momento da plantação.
Enquanto espero, tenho uma bela folhagem verde e fresca.

Esta mesa de apoio ao sofá, foi pintada na mesma cor das paredes.
Ainda não tem puxador, porque não quero utilizar os originais.
Aos abat-jours dos candeeiros quero aplicar o tratamento ensinado pela Edna, da Casa da Fífia.
A rãzinha é um cache pot que está comigo desde sempre.
A plantinha roxa são Violetas de Parma, que oferecem uma nota de cor contrastante com o ambiente. 
Esta mesa está também revestida com vidro, o que facilita a colocação de plantas.

A decoração prossegue, porém, como já avisei, bem devagar...

Beijos
Nina