sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

O mais hilariante


Do blog da minha amiga Carla Renata, que pode ser visto AQUI, transcrevo o mais delirante, mais engraçado, mais criativo texto, formulando votos de bom ano novo ... ou de qualquer outra coisa:




De cada vez que releio, rio, rio perdidamente!
Obrigada, Carlinha!
O mesmo para você!

Beijo
Nina

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FELIZ 2016








Para 2016, prontinho a entrar, desejo a quem me acompanha, o mesmo que para mim própria desejo:

- Amem-se!
- Amem-se acima de tudo e de todas as coisas!
-Acarinhem-se!
-Mimem-se!
-Ofereçam o vosso imenso amor apenas a quem o merece!
e
-Sejam felizes!

Feliz 2016!

Beijo
Nina

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Crepes


Não são exatamente crepes.
São Galettes, uma espécie de crepe, uma folha de massa muito fininha, recheada à vontade do freguês.
A farinha utilizada é trigo negro, daí a coloração escura e a densidade da massa.
Gosto.
Uma vez, no máximo duas.
Depois escolho outra coisa.


Esta com cogumelos, fiambre e ovo ...

Esta com queijo, bacon e alho francês ...
.. e esta, igual à primeira, mas com molho de tomate.

Aqui, na Bretanha, em todas as cidades, não faltam creperies.
Estão sempre cheias porque são refeições baratas.

Pessoalmente, como com entusiasmo.Numa primeira vez.
Na segunda, é porque não há outra coisa.
E na terceira, passo.
Não é que não seja bom. É muito bom. Mas é também muito denso, pesado mesmo.

Costumam acompanhar com cidra e, como sobremesa, crepes doces.
É crepe a mais para meu gosto.

Desta vez, repeti a receita em dois almoços.
Atingi o meu limite.
Porque devo ser bem esquisitinha a comparar com a vontade voraz dos outros comensais.

Já provaram?
Refiro-me às Galettes!
E já as cozinharam?
Contem-me tudo!

Beijo
Nina

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Em Nantes



Seguindo o tal  risco verde de que falei AQUI! acaba-se por chegar a um espaço recomendadíssimo -  LE PASSAGE POMMERAYE, um shopping center em bom, em lindo, em chique, em requintado!
Ainda lembra as Galerias Vitorio Emanuel em Milão, sendo como elas, ocupado por lojas que são montras de luxo no seu expoente mais elevado.


E há espelhos, cristais, tetos e paredes pintadas, pavimento em mármore e fofos tapetes vermelhos.
As decorações de Natal são profusas bem como a incontornável música de fundo.

Nantes é uma cidade fria e chuvosa, pelo que as galerias fazem todo o sentido.
Já as vi, com igual finalidade em Hamburgo, no norte da Alemanha, onde se desenrolam quase como uma cidade protegida, paredes meias com as gélidas temperaturas exteriores.


Escadarias ligam os diferentes pisos que, por sua vez, se abrem para diferentes ruas.

E, devo confessar, que mentalmente associei a sua arquitetura a um templo - de consumo, no caso.

Mais que as montras, hipnotizou-me o cenário em geral.

Ainda assim, fotografei ...



Estas jóias - macarrons aos montes, de todas as cores e sabores ...

E ainda ...

Estas delícias, um misto de palmiére, rabanada, pastel de natas ...
Não, não provei!
Era hora de almoçar e preferi outros sabores - que amanhã mostrarei.

Beijo
Nina

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Pela Europa!



A seguir ao Natal, para acabar em beleza o ano, costumo dar uma volta pela Europa, não muito longe que o tempo é curto, mas, sabe muito bem mudar de ares.
Neste momento, em Nantes, conheço a cidade caminhando, que é a melhor maneira de conhecer uma cidade.
Curiosamente, existe um risco verde, pintado no pavimento que conduz os visitantes a todos os locais dignos de serem visitados.
São 15 Km! 
Haja pernas!
Mas vele a pena.
Aliás, tenciono contactar o autarca da minha cidade, responsável pelo turismo, deixando-lhe esta sugestão.



Não tem como enganar, é seguir o risco verde e olhar as inúmeras placas que sinalizam a direção a tomar, indicando o tempo  necessário para percorrer o percurso.
São mesmo espertos, estes franceses!

Andei, andei e voltei a andar.
Atravessei pontes ...

... muitas pontes, que o local é cruzado por 3 rios navegáveis que deram a Nantes estatuto de cidade portuária.

O tempo é o que se vê - enjoado, cinzento, mas ao menos não chove.
Este veleiro encostado a um dos muitos cais sugere corsários e piratas ...

... enquanto este, psicadélico, espanta pelo colorido.


Nantes foi local de nascimento de Júlio Vernes.
Por isso, existe um parque com réplicas das suas máquinas ...


Como este elefante gigantesco, totalmente mecanizado, que, em horário determinado se desloca.

Aqui, nas Machines de l'ìle, o sonho, a ficção científica, acontecem.

Ei-lo desgovernado, deitando fumo pelas ventas - que medo!

A arte é uma constante:



É uma planta?
É um animal pré-histórico?
Não sei!
 E no final do cais, os anéis!


Muitos, muitos, alinhados ao longo do rio ...

Este o autor ...

... este o efeito!
O risco verde continua!
A dada altura pensei que não teria fim.
Foi então que parei para um café!
(Continua)

Beijo
Nina

domingo, 27 de dezembro de 2015

Comida!

Este tema tem sido particularmente recorrente nos meus posts o que não deixa de ser sintomático e preocupante.
Esta é uma época de comida. Cruzes! Parece que não se come ao longo do ano!
Fiz o jantar de natal em minha casa e verifiquei que os comensais fizeram justiça à cozinheira - eu! O que foi muito bom, muito reconfortante, fazendo-me sentir que me saí bem da incumbência.
Ele era tanto bacalhau, tanto polvo cozido, tantas batatas e legumes a acompanhar, tantos, tantos doces para sobremesa e ... doces sobraram, mas do prato principal, quase nada.
Quanto a mim, comi pouquinho de tudo! Não posso dizer que tenha cometido qualquer excesso. E não engordei, o que foi muito bom.
Ainda assim, repito, ultimamente, o tema principal dos meus escritos tem sido a comida!
E para variar, hoje repito.
Queria, ao jantar, um crepe! Apetecia-me!
Entrei em três ou quatro locais especializados. E saí! Todos cheios! Toda a gente com vontade de crepe.
Como opção, entrei num restaurante vietnamita e foi tão bom,,,
- Pato com bambu e frango como molho de caril!
Já experimentaram?
Foi a minha segunda vez! Haverá outras! A comida é leve, deliciosamente temperada, e não tem nada de "fast".
A sério! É de arriscar, sem risco.

Beijo
Nina

La Coruña - Passeio Marítimo




Parece-me que foi já há imenso tempo que estive na Corunha e, contudo, passou apenas uma semana.
Acho que esse é um dos sortilégios de sair de casa, de viajar ainda que para perto, de mudar as rotinas - o tempo, literalmente, estica.

Na Corunha, onde gosto sempre muito de regressar, repito os passeios, caminho na orla do mar. 
Desta vez estava muito bravo.
A vista era esta:



A praia foi quase destruída pelas tempestades sucessivas ...
É o que dá a ação destruidora do homem. Desconfio que, num Inverno mais violento, as ondas alcancem a avenida marginal.


No passeio esta escultura moderna que, a mim, sugere uma onda.

A todo o redor da baía, as construções crescem.
Não me espanta - a vista é deslumbrante.

De perto, as voltas e contra voltas desta escultura ...

...e ainda outra vista do mar revolto.

Ouvi dizer que no dia anterior a tempestade se abatera provocando ondas com 12 metros.

Assim me despedi da Corunha.
Já festejamos o Natal.
O ano novo aproxima-se.
E depois Janeiro de que tanto gosto.
É um mês  de recomeço, pleno de esperanças e promessas.

Entretanto vagueio aproveitando esta espécie de férias.
Darei notícias.

Beijo
Nina