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domingo, 17 de junho de 2018

Fui ali a Bristol

Fui ali a Bristol, mas já cá estou!

Foi uma viagem curta, mas muito importante, como são todas as viagens de afetos.
Três dias quase reduzidos a um e meio, dado que as vigens de avião impõem uma logística severa.

Da cidade, que conheço razoavelmente dadas as repetidas incursões, aprecio principalmente a calma e o ritmo lento de arredores aprazíveis, verdes até ao infinito e deliciosamente antiquados, com comércio tradicional, cafés e casas de chá como só existem em Inglaterra.


Aqui, o ritual do café a meio da manhã, num desses locais únicos e tão especiais

Aproveito para praticar a minha atividade preferida - visitar as lojas de caridade, abastecidas pelos locais, com finalidade altruísta - e lá, onde se encontra um pouco de tudo, com particular abundância de vestuário, resgato tesouros, como ...


... esta  cesta, tipo bandeja, em metal branco - perfeita para uma cómoda onde depositar relógio, aneis e o que mais calhar

No tampo da mesma cómoda, uma coleção de caixas em porcelana, que, noutras viagens, descobri. A coleção não para de crescer - desta vez, infelizmente, não encontrei nenhuma que me agradasse.


Outra cesta ...

... no mesmo material. Esta mais bonita que a anterior

... e ainda outra.
Acrescento que os preços, de tão baixos, acabam por ser simbólicos.

Precisaria de muito mais tempo para aprofundar a pesquisa, ainda mais porque tenho companhia - uma doce companhia - com quem partilho este e muitos outros gostos.
Ainda assim, ainda que  com tempo escasso, trouxe comigo, além das compras,  pedaços de momentos deliciosos.
Qualquer dia volto.
Um destes dias.
Brevemente.
Para mais compras, para mais abraços, muitos beijos, muito riso e malas e malas de afagos.

Beijo
Nina

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Nas ruas de Bristol



Como já antes afirmei, o coração de Bristol é um ninho de formigas, só que sem elas - as formigas!
é gente, muita gente enlouquecida com as compras. E carros, muitos carros, num para arranca cansativo.
As lojas, são amostras do que por aqui encontramos, as grandes marcas planetárias. Não acho graça nem tenho paciência, e, para piorar, a libra vale 1,5 €, uma barbaridade!

Logo, não fiz compras e tratei de escapar ao formigueiro, esgueirando-me para ruas fora do centro, essas muito mais interessantes.



Numa, o edifício da Universidade ...

Depois ...

Galerias de arte ...
... com as mais diversas exposições:



... como esta, sobre arquitetura americana.


A seguir, lojas, lojas muito interessantes.
Nada de H&M, Zara, Mango, CA e outras que tais.

Por exemplo, vi lojas de decoração com ofertas irresistíveis.
Ah! Se eu tivesse viajado de automóvel, nem a disparidade cambial me detinha.


Que beleza!


Descobri ainda o culto pelo vintage!
A propósito, atrevo-me a declarar  - uma blasfémia! - que o vintage, principalmente no vestuário, não me seduz minimamente. Para ser absolutamente franca, direi, com todas as letras:
- Não gosto!

Mas, quem sou eu?
Há mais quem goste!



Como prova este cartaz ...

... e este ...
... incluindo livros e discos.
Na mesma loja, as roupas, os rádios ...


Vistoriados detalhadamente por clientela apaixonada ( que não eu, repito!)
Preferências à parte, estes são locais de verdadeiro culto e pela sua dimensão, um investimento seguro a quem não falta compradores.

Muito livro, muito disco, muito disto, muito daquilo ...
E para que não restem dúvidas e não passe desapercebida, na rua, sobre o passeio, o convite.
Na mesma loja - FRISKA - toma-se café, chá e outras bebidas, num bar situado à entrada, que também serve bolos e snacks.


Para recordar ...
... se, um dia em Bristol ...


...procurarem VINTAGE CLOTHING ...

e ...

Records and Books!

Vale a visita ainda que, como eu, se fiquem apenas pelo café!

Beijo
Nina

terça-feira, 23 de junho de 2015

A Ponte!



Não é, de modo algum,  apenas mais uma ponte.

 Não!

 Esta é A Ponte

Uma extraordinária obra-prima da engenharia, que, vista de longe, desafia toda a credibilidade, de tal modo parece ser impossível que o seu tabuleiro, atravessando um vão de 214  metros, consiga, elegantemente, vencer as leis da física.

As imagens que apresento foram captadas  no acesso e sobre a própria ponte.

AQUI , de um outro ângulo,  um conjuntos de imagens, que merecem ser vistas!


O tabuleiro:
- Suspenso, leve, etéreo, pairando no ar!
Fá-lo de uma forma tão elegante, que a ponte continua sendo um polo magnético de atração de artistas plásticos.


Dir-se-ia feita de renda!
 Renda de ferros que se cruzam , sempre de uma forma translúcida, quase transparente.

A Ponte ergue-se a uma altura de 75 metros sobre o curso do rio Avon.




No último domingo, refletia um céu enublado e dele tinha a cor.
Curiosamente, nesse dia, na margem do rio, decorria uma prova desportiva,
 pelo que o tráfego se encontrava fechado.

Para atravessar o tabuleiro, é paga uma portagem - 1£ por veículo.
Aos peões não é exigido qualquer pagamento.


Neste ângulo, bem visível a leveza da estrutura.

Por razões de segurança, a ponte é fechada ao tráfego, quando o vento é forte!


Segurança acima de tudo!
Para observar os dois panoramas visíveis partir da ponte, é necessário percorrê-la até ao fim, só então sendo possível atravessá-la.
Anualmente, a ponte é cruzada por 4 milhões de veículos.

A vista é deslumbrante, vendo-se, do lado esquerdo a cidade e, do lado direito ...



...o Canyon do rio Avon !
... ladeado por floresta, numa margem e, por penhascos, na outra.


Para completar a "pintura", no alto de um penhasco ...


A torre de um castelo!

A partir do centro de Bristol, chega-se sem esforço, a pé, ao destino, mas, para os mais cansados, um autocarro faz o percurso num instantinho!

De Bristol, tenho, ainda, uns quantos flashes  que só os locais conhecem.
Por me parecerem interessantes, não tardarei a mostrá-los!

Beijo
Nina


segunda-feira, 22 de junho de 2015

Bristol, voos lowcost, fim de semana e outras cositas mas!


BRISTOL

Fui a Bristol.
Fui sexta feira e regressei domingo.
Num voo lowcost da Easy Jet, com duração de 2 horas.
Um instante, portanto.



Edifício da Universidade
Só que ...

O voo é, efetivamente, muito rápido, muito descomplicado.

No avião, é-nos permitido o transporte de uma mala  ( a mais pequena de todas ...) onde cabe, perfeitamente, tudo o que é necessário para um fim de semana, desde que se tenha em atenção os líquidos, que devem obedecer a tamanho muito reduzido, sendo mostrados separadamente, à autoridade de segurança.
Existe ainda a possibilidade de transportar malas de porão, o que encarece um pouco a viagem, mas facilita a vida a quem desejar transportar maior peso.

A viagem, se marcada com antecedência é, em termos de preço,  muito acessível.

Temos, portanto, que em 2 horas, nos pomos em Bristol!



Rio Avon
Só que ...

Quem transporta bagagem de porão deverá apresentar-se no balcão com 2 horas de antecedência;
Do centro da cidade ao aeroporto, é prudente contar com 1 hora;
O que, em números redondos, faz com que a duração da viagem suba para as 5 horas.

Pode ser ainda um pouco mais longa, como aconteceu no regresso, quando o avião se atrasou 1 hora!
E, assim, de repente, gastam-se 6 horas!
O que continua a ser pouco, bem sei!

Só que...

Eu não gosto destas esperas, nem de aeroportos, nem da ansiedade que inevitavelmente em mim provocam e, por isso, o que eu gostava mesmo era- muito louca! - de ir de carro - demorando, no mínimo, 48 horas a chegar ao destino! ( bem sei!)

Tenho para mim que um fim de semana de 3 dias é muito pouco tempo de estadia para o tempo exigido na deslocação e, que regressei cansada e com muita pena e com muita, muita vontade de continuar em Bristol.


Os jardins, os prados, os verdes ...
Verde everywhere!
Tanto verde assim, só no Reino Unido!
Aprendi que, na próxima deslocação, esticarei a permanência! 

Agora, falemos de Bristol.
Uma cidade com cerca de 450 000 habitantes com uma economia pujante.
Lá se situam fábricas de aeronáutica e da indústria automóvel.

O centro, que se desenvolveu ao longo do rio Avon é pujante!
Comércio variadíssimo e compradores empenhados, como provam os sacos de compras nas mãos!
Multidão que se acotovela, ávida por gastar libras!

O trânsito caótico! Muito carro para pouca estrada!

Não gostei do centro.
Já os arredores, onde se localizam as boas áreas residenciais, os arredores, esses,  são paradisíacos.


Muito espaço para viver ...

... para deambular ...

... com ou sem destino ...


... aqui, vive-se bem, vive-se muito bem, respira-se ar puro.

O conjunto de edifícios históricos localiza-se no centro, sendo que, a meu ver, não é particularmente interessante.
A excepção, a jóia da coroa de Bristol, em termos arquitetónicos é a Ponte pênsil de Clifton, mas, atendendo que a descrição vai longa,  a ponte esperará pela próxima  postagem.

Beijo
Nina