na minha vida, na minha casa.
As orquídeas cumpriram o seu ciclo de vida, perdendo as flores.
Continuam belas, na sua folhagem irreverente, que foge ao padrão bem comportado de outras espécies.
| Num vaso cilíndrico, convivem outras tantas. E eu aguardo... |
| A taça é étnica, de cor forte. Alegra o meu olhar. |
| Opacas ou translúcidas, as folhas banham-se na luz. Ao fundo, árvores gigantes, nuas. |
| No quernte da sala, contemplam o outono rigoroso, às vezes, disfarçado de inverno feroz. E eu aguardo... |
| Não são verdadeiras, mas parecem. São flores do campo, papoilas e outras que não identifico. Misturam-se, dançam com a pintura que se exibe no quadro de fundo. |
| Não são verdadeiras, mas, enquanto aguardo, entretêm a minha impaciência, enganam a minha pressa. |
Beijos
Nina