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segunda-feira, 20 de abril de 2015

É sempre possível melhorar!

É sempre possível melhorar a decoração das nossas casas, muitas vezes sem necessitar de compras, de artigos novos, de despesas.
É só saber sentir a casa, estar atenta, olhar para o espaço com olhos de ver.
Uma alteração aqui, uma mudança ali, e o nosso mundo ganha vida, ganha vitalidade.
Considero-me atenta e, por isso, a mudança ocorre permanentemente.

Hoje, por exemplo, do jardim da casa dos meus pais, trouxe uma maravilhosa orquídea amarela.
Decidi-me pela sua colocação no meu quarto, muito embora se diga que não é espaço para flores.
Que não seja.
Ficou lindo!


É apenas um ramo, um cacho de incríveis flores amarelas.

Misturei-as com uns raminhos "verdes" e, sobre uma cómoda, iluminam todo o quarto.
Tive de intervir no local mais crítico de toda a casa, um vão que existe no cimo das escadas, que, por ser sombrio, mata todas as plantas, mesmo as que toleram sombra, como a avenca.
Pois a minha linda avenca começava a secar. Acudi-lhe a tempo. Cortei as folhas secas e mudei-a para o "hospital", uma zona envidraçada que simula o ambiente de uma selva tropical.
Lá tudo se revigora, tudo se cria, tudo cresce.


No lugar da avenca, este clorofito ...

... uma das plantas mais resistentes que conheço.
Pega de estaca e aguenta tudo - excesso de rega, seca, e o que mais vier.
Ainda por cima é bonita, com as suas folhas lustrosas e o monte de "filhotinhos" que vai oferecendo.

Na sala, mudei tudo!
As orquídeas que enfeitavam a mesa dos sofás, juntaram-se num só cachepot, com muita graça, muita elegância:


Sobre uma cómoda, num canto da sala.
Esta cómoda - informo - tem os dias contados!
Não me vou desfazer dela.
Vou pintá-la!

E vai ganhar alma nova!
A hidrângea branca, baixinha e gordinha, passou para a mesa de apoio.

Um arranjo que muito me agrada.
Gosto deste tipo de composição em que as flores têm hastes curtas, não mostrando o caule.

Funcionalmente, são perfeitas, já que não impedem a visão da TV.
São plantas com floração muito duradoura e resistentes ao ambiente do interior da casa.
Se começarem a apresentar sinais de debilidade, mudam-se imediatamente para o exterior, que recuperam num instante.
Enquanto florescem, enchem a casa - e a alma - de alegria, por pouco dinheiro.
Amanhã vou comprar mais!

Beijo
Nina

quarta-feira, 25 de março de 2015

Verde dentro de casa


Chegada que foi esta primavera envergonhada - com um vento gelado ...- é  altura de prestar atenção às plantinhas que animam o interior das nossas casas.
Não gosto, em termos decorativos, de  plantas espalhadas, plantadas aqui e ali, aonde calha, só porque se pretende trazer a natureza para dentro, para alegrar os olhos e criar a ilusão de casa com jardim ou quintal. Prefiro que à sua disposição esteja subjacente uma lógica, uma ordem, uma organização.

Gosto, por exemplo de as ver no peitoril das janelas! Também nas casas de banho que disponham de luz natural. Se têm flor, como as orquídeas, podem ocupar lugar de destaque em mesas.
Enfim, cada caso é um caso e só depois de avaliar , me decido ou não pela sua distribuição.

Para iluminar a decoração de uma sala mobilada com móveis muito, muito antigos - que ainda não tive coragem de repaginar - resolvi recorrer às folhas verdes e gostei muito do efeito.
Ora vejam:



Sobre esta mesa de apoio - que está na minha lista para ser modificada - compus um pequeno jardim, misturando o verde das plantas com o azul predominante na decoração.


Quando subo as escadas, a primeira perspetiva é esta.

São plantinhas banais que fui multiplicando a partir de uma planta mãe, sem gastos, sem qualquer investimento, para além da atenção - uma vez por semana rego moderadamente e aparo qualquer folha velha que entretanto surja.

Nova é esta gardénia.
Trouxe-a ontem do Leroy Merlin.
Sei que é sensível e melindrosa - já me morreram algumas - mas, ainda assim, comprei-a.

É planta de pequeno porte com flores brancas, a sua mais valia!
 Têm um perfume suave e doce que inunda a casa.
Enquanto durar, não passará desapercebida.
Tenho a sorte de dispor de um espaço interior onde as plantas crescem e se reproduzem como se numa estufa estivessem. Aí, não tenho grandes preocupações estéticas, é a minha selva, o meu jardim de inverno e para lá viajam as fraquinhas, as doentinhas.
De resto, repito, não me agrada tropeçar em vasos e vasinhos.
Manias!

E vocês, já começaram a tratar das vossas plantinhas de interior?
Já as agruparam em núcleos verdes?

Quero saber tudo, aprender tudo, inspirar-me muito!

Beijo
Nina