domingo, 16 de fevereiro de 2020

Pronta

Gola pronta.
Foram umas, muitas, carreiras em liga.E ficou pronta.

Desde que descobri a possibilidade de tricotar as golas separadamente tenho repetido a estratégia que funciona muitíssimo bem. Uso ou não conforme me apetece.

Claro que poderia tricotar a gola fixando-a ao decote, mas esta possibilidade oferece imensas possibilidades e pretendo repetir.





Aqui está ela.



Boa semana.

Beijo

Nina

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

A gola

A camisola/ blusa que ontem mostrei, veste muito bem. Fiquei muito satisfeita com o resultado e hoje, que estava menos frio, saí sem casaco, combinando a camisola/ blusa com calças brancas. Achei elegante e primaveril. Acontece que, como é um pouco decotada, usei uma camisa branca  que combinei com um lenço dentro das mesmas cores, sob a camisola/blusa.
Senti que lhe faltava uma gola.
E para quê contrariar os meus sentimentos?
Já pus mão à obra e com um novelo sobrante comecei a dita gola.
Fotos?
Ainda não!
Não tive oportunidade de fotografar. Talvez amnhã.

Tenham uma boa noite.

Beijo
Nina

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Acabadinha ...

Acabadinha de sair das agulhas.





Andei a empatar, mas finalmente terminei.
Uma camisola/blusa oversize que vou vestir amanhã, faça sol ou faça chuva.

Depois mostro.

Beijo

Nina 

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Domingo

Raramente saio de casa ao domingo, mas hoje abri uma exceção, porque, depois de dias consecutivos de chuva, finalmente tivemos sol.








(


Rumando a norte, cheirei a Primavera nas margens do rio Minho.
Já quase esquecerá as suas cores e odores.

Céu azul, rio tranquilo, pássaros cantando e crianças brincando é um cenário prometedor.
 Em breve será Primavera.
Seguramente.
As primeiríssimas flores silvestres estão aí.



Tenham uma feliz semana.


Beijo 
Nina 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Uma espécie de patchwork

Por aqui o tempo continua uma desgraça com chuva miudinha, frio e nevoeiro. Só é bom para ficar em casa, um luxo para quem pode.
Em casa, agora que os invasores desapareceram e tudo entrou de novo nos eixos, “ta-se bem ...”
Apetece fazer bolos, ler, assistir a séries e filmes, tricotar e costurar.
Eu não sei costurar. E não é falsa modéstia, não senhora. Queria eu, mas não sei mesmo. Tal não me impede de me aventurar no mundo dos panos, agulhas e linhas e, no meu currículo constam umas coisinhas de que muito me orgulho.








Já a tinha mostrado . Foi o resultado de uma inúmera quantidade de quadradinhos de tecido, ligados por faixas brancas - essa é a parte divertida do projeto. O mais penoso foi construir a colcha, utilizando uma espécie de manta térmica que lhe dá corpo. Isso exige paciência, pois terá que ser feito manualmente ( experimentei a máquina de costura e resultou quase em desastre).

Hoje, neste dia feio, olhando a cama, senti uma súbita vontade de repetir a experiência.

Vou sentar- me ali.
Vou ler.
Meditar.
E esperar que a vontade passe.

Beijo
Nina 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Tudo pronto

Ao fim de uma semana que pareceu uma eternidade, hoje demos por encerradas as hostilidades que é como quem diz, tenho a casa pronta.
Tudo limpo, tudo arrumado.
Paredes e tetos impecáveis, madeiras brancas lacadas! Muito agradável.








Reorganizei e  compus um canto todo em azul.
Não me canso de olhar e voltar a olhar.

Vou olhar de novo.

Boa noite.
Beijo
Nina 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

A minha alegre casinha


Tenho uma estranha ligação com “obras”, assim tipo amor/ódio.

Explico:




Ando eu, muito sossegadinha, no ramerrame dos dias, curtindo o meu espaço, o melhor local do mundo, com conforto, qualidade de vida, prazer estético para os olhos, quando, do nada, emerge um desassossego, uma inquietação que, aos poucos se materializa. É aquela parede, aquele estore, a iluminação, ou o pavimento... de repente, a implicação toma forma com uma força tamanha que me deixa sem saída. Tenho que agir. Atuar. Eliminar o “irritadiço”. Fazer obras.




Converso com o "meu" especialista na matéria, combinámos datas, recebo orçamento e começo a operação obras. Há que guardar toda a traquitana não vá o diabo tecê-las . Retirar quadros. Enrolar tapetes. Eliminar cortinas e reposteiros. Uma trabalheira insana.


Depois, na data prevista, chegam os entendidos (sempre na data prevista. Por isso amo o meu especialista).
Revestem o pavimento com cartão, isolam rodapés, cobrem com plástico móveis e sofás.
Até parece simples! E eficaz! Não parece?
Mas não é!
Há sempre uma maldita poeira que se insinua, invadindo os mais impensáveis recantos.
E há estranhos circulando, apesar de discretos.
E há música no ar. Sim! Música! Porque esta gente só trabalha com fundo musical.
Por isso odeio obras.
Na mesma medida em que amo os resultados.

Dentro de dias (poucos) tudo estará terminado.
E lá vamos nós remontar a casa, sabendo antecipadamente, que dentro de meses, a atração pelo abismo, mais forte do que eu, me lançará em nova aventura/suplício.

Beijo
Nina