Terminarei hoje a publicação de imagens referentes à viagem ao Vietname, Cambodja e Laos, não porque tenha esgotado as fotografias, mas porque não pretendo eternizar o relato. É o que aconteceria se tivesse a veleidade mostrar tudo. Não mostro. Mostro o essencial. Se é que é possível eleger o essencial numa experiência que foi, a todos os títulos empolgante.
Um dos últimos percursos realizados foi o que nos conduziu de Hanoi à Baía de Halong.
Dessa baía já vira imagens, imagens belíssimas, imagens de calendário.
Porém a realidade superou tudo o que vira e imaginara.
Este é um local único, um local encantado.
Um outro mundo.
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A Baía de Halong está classificada como Patrimónioda Humanidade, pela Unesco, devido à sua incrível beleza natural. |
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Conhecida pelos vietnamitas como o Dragão Descendente ... |
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... é composta por 1969 ilhotas de calcário ... |
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... emergindo do mar. |
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Um mar que é um espelho ... |
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... verde esmeralda ... |
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... refletindo a vegetação que reveste cada ilhota. |
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Por entre elas navegámos ... |
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... de olhos pasmados!
Foi a bordo de um junco que se realizou o cruzeiro. Numa paragem, escalámos uma colina e entrámos na Gruta Surprising e, mesmo eu que não deliro com aventuras subterrâneas, aderi ao convite dado que a gruta era ampla e iluminada.
Numa segunda paragem, desembarcámos na Ilha Ti Top. Porém, antes de nós, haviam chegado os chineses:
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Tantos! |
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...taaaantos ... |
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Tantos!!!! |
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A fronteira com a China fica a 150 Km, daí a invasão! |
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Ao fundo, os juncos ... |
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... e mais chineses! |
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Nada como a amplitude silenciosa e deserta da baía. |
Não há dúvida que gente a mais perturba, como se viu na Ilha Ti Top. Oxalá as autoridades responsáveis sejam capazes de controlar o turismo selvagem enquanto nada está estragado. Oxalá!
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Beijo
Nina