terça-feira, 15 de maio de 2012

Tecidos, mais tecidos ...




Aqui, http://www.marthastewart.com/277001/diy-decorating#/272002, na fabulosa Martha Stweart, encontrei esta sugestão absolutamente fascinante, um estore estampado, teatral, que transformará a mais insignificante janela, num palco sobre o mundo.

Uma vez que o DIY é fornecido, não há que temer. É meter as mãos na massa que o resultado promete.

Na próxima semana, tenciono fazer uma incursão de caçadora, no meu território favorito, um armazém de tecidos, com este projeto na manga  e, presumo, então,  tudo pode acontecer.

Beijos
Nina


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Tecidos, almofadas, almofadas ...


sofa with paper art

Quando publiquei este post,repeti, uma e outra vez, as potencialidades dos tecidos, na decoração. 
É que um apontamento muda tudo, inclusivamente, o ar tristonho do sofá de todos os dias.
Este conjunto de almofadas, pareceu-me esplendoroso, particularmente a que ostenta uma capa presa com lacinhos.
A página, pode ser vista aqui:

Ficou,portanto, arquivado na minha cabeça, que copiaria o modelo e, ontem, domingo, dia de costura, lancei-me ao projeto, utilizando os derradeiros retalhos verdes que casam harmoniosamente com o cenário de fundo.

Forrei, então uma almofada quadrada.

Queria, contudo, por em prática o método que aprendi com a Helena Compagno http://minhaprimeiracostura.blogspot.pt/
e, no blog   fabuloso da Re Batista,  onde aprendi a confecionar almofadas tipo envelope que dispensam o (tormento) do fecho.
É  um método extremamente simples e que funciona na perfeição.

E cá está a parte de trás da almofada!

Seguidamente, sem PAP, a olho, copiei o modelo da Martha Stewart e, ousadia das ousadias, ainda o incrementei com uma rendinha.

Cá estão os laçarotes ...

... e a almofada, catita, no meu sofá branco.
Ainda vou forrar outra, utilizando o mesmo modelo, mas aplicando tecidos diferentes, porque a graça da costura reside na liberdade absoluta de inovar.
Quando a irmãzinha  desta nascer, creio que farei uma pausa em termos de almofadas. Só não sei ainda em que direção irei disparar.
Tenho a certeza que, entretanto, algo me ocorrerá, graças a este pensamento que( tanto) viaja.

Se quiserem copiar o modelito, sentir-me-ei muito honrada por ter sido fonte de inspiração.

Beijo
Nina

domingo, 13 de maio de 2012

Este ...


... é o vale dos fetos, mas parece muito mais ser o vale das fadas.
Localiza-se  no   Bussaco (Buçaco) e configura um mundo à parte, dentro do mundo em que nos movemos.
Tudo quanto o olhar alcança é verde; tudo quanto o ouvido capta é murmúrio, murmúrio de vento entre os ramos, murmúrio de asas que batem algures, murmúrio de água deslizando. Os próprios visitantes, intimidados, neste templo verde, murmuram.
O ar adoça-se e o peso da atmosfera ameaçando tormenta, dissipa-se. O ar é leve e fresco e ameno e suave.
Estamos no Buçaco (ou Bussaco).
Estamos fora do mundo.
Estamos noutro mundo!



Imponentes, as árvores elevam-se, crescem em direção ao céu.
Por nesgas, a luz do sol penetra, risca o verde e em riscos retos atinge o solo.

Fetos gigantes imperam...

... e, de quando em quando, a ramaria tinge-se de amarelo.

O solo é um imenso tapete verde ...


... caprichosamente rasgado por relâmpagos de cor, laranja ...

... roxo e ainda todas quantas  irrompem de combinações misteriosas.


Este é todo o céu que é possível observar...

... enquanto, cá em baixo, serpenteiam caminhos!
Ontem, sábado, voltei ao Buçaco!
Foi destino repetido uma e outra vez, quando criança.
Deve ser por isso, pela força das minhas memórias de menina, que continuo, expectante, esperando que um bando de fadas me acolha, neste palácio verde onde, tenho a certeza absoluta, habitam.
É o vale das Fadas.

Beijos
Nina


sábado, 12 de maio de 2012

Agora ...

... que dei por terminada a saia e o top de crochê, neste cantinho, no meu sofá em frente à televisão, dei início a um novo desafio.
Lá ao fundo, A anatomia de Gray, desenrola-se  à volta de um episódio repetido até à exaustão.



Feito o novelo, desfolhadas revistas, escolhido um modelo, há que começar.

Um fio de algodão mesclado em tons de branco e azul, vai ganhando forma.
Também este é um projeto fácil, que não requer conhecimentos para além do básico e pouca concentração.

A minha mesa de centro é, com toda a propriedade, uma mesa de apoio, uma mesa viva, onde a beleza das flores, os jornais diários, as revistas de tricô, o trabalho recém iniciado e tudo o mais que a rotina diária exija, convivem pacificamente.

Nesta página, no canto superior esquerdo, espreita uma túnica castanha que me serviu de inspiração.
Vamos ver como resulta neste fio diferente.

Para já, o trabalho é muito agradável, cresce sem dificuldade e parece corresponder ao conceito do modelo.
Evidentemente que fornecerei todos os pormenores às interessadas.
Com o entusiasmo dos primeiros pontos, não me apetece parar e vou, portanto, fazer que assisto à televisão, enquanto crocheto umas voltinhas mais e, se o entusiasmo não decrescer, terei rapidamente que encontrar outra ocupação para estas horas mortas.

Beijo
Nina

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Silenciosamente...




... discretamente, sem fazer alarde, à noite, depois de jantar, em frente à televisão que, invariavelmente debita programas de qualidade duvidosa, com um olho no ecrã e outro no trabalho entre mãos, prossigo, heróica, sem adormecer vencida pelo tédio.
É a hora do tricô ou do crochê, que, mecanicamente se processa sem exigir demasiada atenção.
Agora que o tempo começa a aquecer, as lãs tornaram-se incompatíveis e, alegremente, abasteci-me de novelos de fio de algodão.

Em Março, postara aqui uma proposta de trabalho que me agradara e, como já disse, de mansinho, tranquilamente, terminei-a ontem e ficou assim:



Saia (a exigir, urgentemente, um forro...) e blusa.
As cores, bege areia e branco creme.
Tudo em filé, tudo simples, tudo fácil ... tudo lindo, para meu gosto!


Cavas, decote e orla da saia com um remate que, embora simples, funciona.

Apenas a frente do top é trabalhada. As costas são lisas, uma simples rede.

O cinto  complementa o conjunto.

Entretanto, já iniciei um novo desafio que, a seu tempo, mostrarei.
Este, encheu-me as medidas. Acho-o francamente lindo para usar nas noites quentes de Verão assim como durante as férias.
Explicações detalhadas para a sua execução?
É só consultar o link.

Beijo
Nina

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Tive uma ideia !


É da minha natureza esta inquietação, este desassossego, esta vontade de inovar.
Por isso penso e repito que a decoração de uma casa nunca está concluída, uma vez que esta é bem mais que um local de abrigo. Para mim é um local com alma que reflete, como um espelho, os seus habitantes. Como eles, uns dias parece melhor, noutros pior, tendo anseios de inovação.
 Como, então, mantê-la inerte, imutável?
Seria o mesmo que determinar que, dado que tenho roupa mais que suficiente, a usaria indefinidamente até que ficasse imprestável.
Daí o meu desassossego, a minha inquietação.
Quando menos espero, tenho ideias!
E não descanso enquanto as não concretizo.


Na minha gigantesca garagem repousam móveis.


Sabiamente, com eles, não pratico o desapego.
Guardo-os, esperando a ideia que, mais tarde ou mais cedo, surgirá.
Acontece que a minha relação com tintas, diluente, lixas e pincéis, não é boa.
Eu, que destemida, enfrento desafios com agulhas, das tintas, quero distância.
Por isso, neste capítulo, tenho um fiel ajudante que jamais  nega o corpo às balas.

E aqui está o resultado da sua intervenção.


Tudo no mesmo verde chá ...

... tudo no tom que recobre as paredes do meu jardim de inverno.

A secretária, depois de receber um tampo em vidro, acomodará a minha máquina de costura.
A cadeira receberá a almofada em retalhos verdes que já mostrei.
A estante, será depósito de panos e paninhos, revistas e tudo o mais que a costura exige e, na parede, o espelho com moldura verde, fará, espero, um brilharete.
Está tudo pronto e só ainda não foram transferidos para o local escolhido, porque o cheiro a tinta persiste.
Mais um dia e mostrarei o resultado da ideia.
Mostrarei, portanto, o meu atelier!

Beijos
Nina

terça-feira, 8 de maio de 2012

A Costa Rica...

... fica no outro lado do mundo.
8 ooo kms é a distância que separa esse país de Portugal.
Uma encomenda postal demora quase 1 mês a percorrer essa distância.
Por outro lado, com um clique ponho-me em contacto, quase instantâneo com os "Ticos", como são conhecidos os seus habitantes.
Dessa região, conheço o México e alguns outros países que formam as Caraíbas.
Com muita pena, não conheço (ainda...) a Costa Rica.
De lá trouxe artesanato criativo e muito colorido, além da certeza de que aí habitam pessoas diligentes e com elevado sentido artístico, criando maravilhas a partir de quase nada.
Não sei dizer como cheguei à fala com Alexandra Abarca, a querida Ale,dona deste blog, sei apenas que nunca mais deixamos de nos visitar.
Por uma feliz coincidência, fui a vencedora de um sorteio que comemorava  o aniversário do blog.
Eu que nunca na vida ganhei nada, já fui contemplada duas vezes desde que entrei neste mundo mágico da  blogosfera.
O presente chegou ontem e deixou-me muito feliz!

Demorou quase 1 mês, mas, finalmente, ei-la nas minhas mãos.


Um paninho que me desafia para novas aventuras. Um paninho lindo e ´
unico. Garanto que , por muito que procurasse, aqui não o acharia.
E muitas coisinhas ...

Uma revista repleta de ideias ...

esquemas, sugestões e mais coisinhas ...

Para não me intimidar com o ponto de cruz, um passarinho, com linhas e tudo.

E um avental!
Precisava mesmo dele.
Adoro!

Olha o bolso com a referência ao paraíso ecológico que é a Costa Rica!
Querida Ale, publicamente, repito o meu agradecimento.
Fiquei a dever-te momentos de grande alegria e, como sabes, a alegria não se compra, não tem preço.

Beijos
Nina