quinta-feira, 9 de maio de 2013

Querem ganhar esta bolsa?

Quando, orgulhosa e feliz,  mostrei ontem, este projeto bem sucedido, acabadinho de fazer, não imaginei que seria tão bem recebido, a avaliar pelos comentários que têm chegado.
Mas foi!
Foi muito, muito bem recebido!
O que me fez ficar ainda mais contente.

Resolvi, então, que quero oferecer  esta beleza.

Vou, pois, fazer um sorteio.
Que nunca fiz. Nem nos aniversários do blog.
O sorteio será aberto a todos, independentemente do país onde residam, pois para isso existem os Correios.
Quem quiser concorrer e habilitar-se a ganhar a bolsa verde pode, pois, fazê-lo! 


Com renda branca!

As condições para concorrer são as seguintes:

1- Ser minha (meu) seguidora (seguidor)
2- Deixar um comentário neste post, incluindo o mail de contacto.


Com renda laranja!

O apuramento e divulgação do nome da (do) vencedor(a), será feito no próximo dia 1 de Junho, terminando a inscrição às 24:00H do dia 31 do mês de Maio.
Assim, fácil e simples!

Não foi premeditado. A ideia surgiu assim de repente, como é costume acontecer com as boas ideias.
E, como gosto muito da bolsa, o prazer de a oferecer é ainda maior.
Se tomo o gosto à brincadeira, ameaço que repetirei.

Beijo
Nina


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Alguém me explica ...

... como foi possível viver bem, tantos anos, sem blog?
Alguém?
É que, atualmente, criei uma verdadeira dependência desta atividade. É muito estimulante.
Mexo-me para "fazer coisas" para o blog.
Pesquiso os blogues amigos e aprendo técnicas, adquiro competências, inspiro-me em projetos que me atrevo a reproduzir.
E assim cresço que, tenho para mim,  se pode sempre crescer, alargar horizontes e enfrentar desafios. 



Em dezenas de blogues encantei-me com o patchwork.
Trabalho rigoroso, fascinava-me e intimidava-me em doses iguais. Logo eu que nem coser à máquina sabia!

O que é verdade é que se aprende com os erros e imprescindível será não permitir que o erro se transforme em fracasso.
Assim, caindo e levantando, sem angústias, sem aflições, sem desmedidas ambições, lá fui progredindo.
Comprei até uma base de corte, ferramenta milagrosa que vale cada cêntimo que custa.

Como princípio básico, aprendi que não existe lixo, desperdício ... que o mais ínfimo retalho pode ser aproveitado, tal como faziam as mães da técnica, as pioneiras, as colonizadoras da América.
E que uma rendinha de nada pode e deve ser aplicada a favor do resultado final.

Se em vez de uma se aplicar duas, melhor. Importante é aproveitar os recursos a favor de um feliz resultado final.

Aproveitei restos de restods de tecidos em que predominava o verde, cor mestra de um espaço cá em casa.
Mas os restos eram mesmo restos. Não chegavam para completar o projeto. Foi então que recorri a esta chuva de flores em que um apontamento verde acena alegremente.
E a bolsa tomou forma.
Como?
Através da JU
Aprendi!
Num PAP impecável, aprendi!
E se eu aprendi, todos podem aprender que as minhas ferramentas em termos de costura são quase nulas!

Com os tais restos de restos de tecidos, nasceu esta bolsa.


Forrei-a com a tal chuva de flores ...

... aplicando TODAS as indicações fornecidas pela Ju (obrigada, obrigada, amiga!)

Cá está ela, forrada, mas ainda sem alças. Ainda pensei deixá-la assim , um cesto para acolher os mil trabalhos em que me meto.

Depois pensei ...
Achei que não, que o melhor seria transformá-la, definitivamente, em bolsa ...

--- com duas faces distintas, duas rendas, que as exíguas quantidades assim determinaram.

Tratei de  lhe aplicar alças, duas, distintas, que o tecido para mais não deu.
Usei botões enormes, os que tinha ...

E gostei, tanto de um lado ...

...como do outro!


A bolsa confunde-se com as almofadas, já que, como repeti, foi feita com sobras ...
... e ficou assim, linda, enchendo de luz o meu dia!

Beijo
Nina

terça-feira, 7 de maio de 2013

Bordados ...

A minha mãe bordava, bordava muito bem. Lembro das tardes calmas em que ela, sentada na sua cadeira predileta, fazia deslizar a agulha através do pano, levemente, docemente, assim como quem afaga.
Estimulada pelo exemplo, quis dar também uns pontinhos.
Eram pêras enormes com duas folhas no topo; maçãs redondas; cachos de uvas; e algumas flores.
Tudo em ponto de pé de flor! Tudo desenhado pela minha mãe em pedaços de tecido. Foram tardes e tardes de companhia, de conversa e de doces silêncios.
Depois cresci e desinteressei-me.
Esporadicamente, um ou outro motivo em ponto de cruz que rapidamente transformave em quadro. Quase sempre copiado da Rakam, revista italiana de todas as maravilhas.
Ao ponto de pé de flor não voltei mais.
Até encontrar a  Nina Dias.

Com ela, repeti o caminho de aprendizagem. Porque há pessoas assim como a Nina, maravilhosas, absolutamente generosas.

Enviou-me o esquema ...
... todos os detalhes ...
... que me limitei a copiar.

Agora, a medo, com todos os cuidados vou ensaiando os primeiros passos, inseguros, titubeantes, mas, ainda assim, passos.
Bordo!
Tão lindo, tão bom!
É quase um regresso à infância. Sem pêras gigantes, sem maçãs redondas, sem cachos de uvas, é certo, mas não faltam as florzinhas, as borboletas, o anjinho com chapéu, casinhas e passarinhos.
Vai ser um quadro!
Pode ser que não perfeito. Não importa. A delícia da experiência, essa, é minha. E tudo porque há pessoas assim, com a Nina Dias, maravilhosas e de uma generosidade sem limites.

Beijo
Nina

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Primavera ...

... finalmente! Ainda que hoje ... céu enevoado e mesmo alguns pingos de chuva, que andei na rua e bem os senti. Mas, enfim, a temperatura deu, de facto, um salto e no último sábado, à noite, poderíamos pensar numa noite de verão.
Por isso, saquei das reservas estivais:
-  Calças finas;
- Tops decotados;
- Sandálias;
-E, finalmente, o meu casaco novo!
(made by MIRA!)



Conjunto mais primaveril não há.
O top é composto por uma sobreposição de duas peças, sendo que a visível tem um encantador remate em renda e um colar de pérolas suspenso que, sim, faz parte do top!!!!
Vestir esta roupinha depois de meses de agasalhos é uma injeçao de energia incrível!

O casaco cai lindamente, com as mangas a 3/4 , atualíssimo ...

... fechando com colchetes escondidos, enquanto que o conjunto de botões apenas decora.

As sandálias são, para meu gosto, intemporais.
Vieram de um Outlet italiano há 2 ou 3 anos.
Estão novas, impecáveis.
O único pecadilho é que não servem para grandes caminhadas.
São sandálias de restaurante, digamos!

Aqui o detalhe dos botões.
Quem diria que estas 6 preciosidades custaram, no conjunto, menos de 1 €, sim, quem diria?

As contas estão feitas. A roupa de grandes marcas atinge preços proibitivos apenas porque é de grandes marcas.
É que a marca paga-se! E como se paga!
Não quero com isto dizer que não tenha qualidade. O que me parece é que a relação custo/benefício  é lesiva para o bolso do comprador. Parece-me, ainda, que o facto de se usar apenas grandes marcas, não garante elegância e bom gosto ... que, a meu ver, são coisas que não se compram!

Beijo
Nina

domingo, 5 de maio de 2013

Domingo ...

... rima, sem rimar, com costura. 
Digamos que provoca uma imediata associação de ideias.
As longas tardes de domingo que, de tão preenchidas se esvaem no ar, são blocos de tempo em que me permito afastar-me  para, sem interrupção, concluir obra inacabada.

Este é o recheio para uma almofada. Paciente, esperava que o terminasse. Comprada a manta térmica, coloquei o desejado ponto final no projeto.

Já está! Já enche a última almofada de crochê fruto das sobras daquela mantinha linda.
Delicio-me com detalhes como este, florzinhas botão, em vários tons de azul, fazem questão de alindar o conjunto.

A parte de trás, toda em azul bebé, muito simples, só com uma faixa verde que assim deu uso a um restinho de fio.

A frente inventada ao sabor da inspiração do momento ...

... em abertos e fechados ...

...em  pequenos leques ...


... em listas de ponto baixo!
mais simples, mais fácil, impossível!
O resultado é, na minha opinião, muito agradável.
 Mostrarei o efeito final logo que esta saleta esteja pintada, os móveis renovados como imagino e o conjunto tão lindo como pretendo.
Para o efeito, passarei, já esta semana, à compra de tintas. Um primeiro e importante passo a dar, agora, que o tempo melhorou e o calor favorece estas intervenções.

Costurando, seguindo os conselhos das minhas muitas amigas peritas na matéria, uni retalhos, restos de tecidos, que, "NUNCA devem ser postos no lixo!"

O resultado foi este!

Dois grandes retângulos em tonalidades verdes ...

... que enfeitarei com renda amarela ...

... e branca!

Estas florzinhas serão o forro necessário.
A ver se levo o barco a bom porto.
O que vai nascer daqui?
Um saco, uma bolsa ... não tenho ainda a certeza!

Beijo
Nina

sábado, 4 de maio de 2013

Sábado ...

... de sol e calor. Tão bom! Foi tempo de rumar ao norte, a Cerveira, é claro e depois, atravessando o rio Minho, a La Guardia, em Espanha.
Cerveira fervilhava.
Espanhóis, uma multidão de espanhóis invadiu-a, alegre e barulhenta, numa azáfama de compras e de intervalos de cerveja gelada nas mesas das esplanadas. Nestes dias Cerveira, além de linda, fica alegre. Gosto muito!
Na feira, com uma amiga, tentei-me com irresistíveis ofertas de peças alegres, fininhas, próprias para o verão. Mas não comprei! Não comprei porque, acabei as mudanças de roupas verão/inverno esta semana, tendo concluido que tenho uma quantidade escandalosa de roupa. Haja contenção!
Limitei-me aos tomates.

4 pezinhos por floreira!

Dentro de dias, a diferença será notória.
Dentro de semanas, quilos de tomates! Espero!

Na área das agriculturas, abasteci-me de mudinhas de tomate coração de boi (assim me garantiu o vendedor) que já estão plantados nas floreiras e devidamente regados.
Agora, exige-se atenção e rega diária, que a fase é crítica!
Tenho tido muito sucesso com estas experiências agrícolas, pese embora a minha ignorância. Acho que compenso a falta de conhecimentos com carinho e atenção e tenho esperança que da próxima vez que aqui fale tomates, seja para mostrar a sua evolução, crescimento e,( quem sabe?), a sua colheita.
Esta fase, quando o inverno se vai, é maravilhosa. Tudo verde, tudo em flor, num hino impressionante à vida.
O meu jardim em vasos, está assim:

O limoeiro...

... a macieira ...

... a cerejeira ...

... os morangos ...

... e este bolbo que anualmente me surpreende numa explosão de cor.

É a natureza a despertar!
É empolgante!
Vital!

Beijo
Nina

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Queridas, queridos ...


... muito obrigada pela colaboração.
 Consegui clarificar, com a vossa preciosa ajuda, esta pobre cabeça!

Assim, conclui que:

1º - Se me é posta, diretamente, uma pergunta, poderei deixar a resposta aqui ... ou, por outro lado, ir responder ao blog de quem me questiona;

2º -Raramente os comentadores vêm reler o post publicado o que, portanto, transforma as respostas assim dadas em perfeitas inutilidades;

3º - Se responder no próprio blog, tal poderá ser interpretado como tentativa para aumentar o número de comentários;

4º - Responder aqui e no blog de quem comenta é trabalho insano e escravizante;

5º - Quem comenta e visita o blog, espera que a gentileza seja retribuída;

7º - Para não repetir respostas num mesmo post, poderei deixá-las no meu;

6º - Poderei fazer o que bem entender sem me sentir obrigada a seguir esquemas rígidos;

Neste caso, como em tudo na vida, conclui-se, o importante é o bom senso.
Não pretendendo dar a impressão que deixo as pessoas falando sozinhas, sempre, respondo ao comentário, visitando quem se deu ao trabalho de me comentar.
A excepção aplicar-se-à, apenas, nas situações em que os posts dos comentadores, já foram por mim comentados. Nesses casos, deixarei a resposta aqui mesmo!

Esta era uma questão que volta e meia surgia.
Tenho amigas que deixam as respostas no próprio blog.
Outras que, além de as deixarem, me visitam duplicando as respostas.
Tenho outras que me lêem diariamente, mas só esporadicamente comentam.
Outras, ainda, que lêem e nunca comentam, mas que estão lá, atentas e atenciosas que o número de visitantes não engana.

De tudo isto, concluo que, para a questão não existe uma, mas várias respostas.
E que viva a pluralidade e diversidade!

Beijo
Nina