foi na Burda, que compro, religiosamente, todos os meses, com a convicção profunda de que, um dia, ainda vou saber costurar.
Concretamente, nesta cuja capa mostro, encontrei uma sugestão que muito me agradou.
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Esta saia de malha, estampada com motivos étnicos.
Embora a combinação com a camisa de flanela em xadrês gigante não me" caísse no goto", a saia, oh! a saia, achei linda!
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| Logo a seguir, desfolhando a Elle francesa, reencontrei-a, em cores diferentes, é certo, mas inspirada no mesmo estilo, designada com "La jupe ethnique", voilá! |
Foi então que os deuses da moda resolveram favorecer-me.
Sem que nada procurasse, em especial, entrei na multinacional C§A, cadeia que nem costumo frequentar e que considero até uma feira, no pior sentido da palavra.
Procurava, agora me lembro, uma T-shirt preta, básica, nada de especial.
Encontrei-a sem dificuldade e já me dirigia para a caixa, para pagar, quando, do nada, avisto esta beleza.
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Num cabide, entre cabides, lá estava a que viria a ser "minha" saia étnica.
Em duas versões, com fundo preto e estampado cinza ou fundo castanho com estampado bege. |
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Lembrei-me deste cardigan cinza, que há várias estações repousa no fundo de uma gaveta.
Pareceu-me que esta era uma boa oportunidade para o usar.
Resultou assim! |
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Conjuguei a saia com a T-shirt preta.
Completei com um lenço de seda cinza.
Rematei com um cinto de cabedal preto.
E, para quebrar o ar enlutado, as botas vermelhas que, para aí há 7 anos habitam o meu armário, foram chamadas à cena. |
Estamos em crise!
Falemos, pois, em preços.
A saia marcava 19€ e a T-shirt 5 ou 6, não estou segura.
A loja oferecia 25% de desconto sobre todas as compras.
Não chegou a 20€ o valor total da compra.
Se aprovaram, corram à C§A e façam um vistão, por pouco dinheiro.
Para não falar já no benefício a nível psicológico.
Uma comprinha é muito melhor antidepressivo do que o que se arranja na farmácia.
Beijos
Nina