sexta-feira, 7 de junho de 2013

Devagar, bem devagarinho ...

... o esquema vai ganhando forma e o  novo quarto/ saleta azul, vai sendo ocupado.
As pinturas têm sido feitas na garagem que eu, obsessiva,  não convivo pacificamente com a desordem.
Por isso, paredes e tecto pintados, despachei o pintor porta fora.
Ele tem dado muito bem conta do recado e só aparece, ufano, com a obra concluída, perante a minha entusiástica aprovação.


Gosto muito de cestos. São decorativos e organizam a bagunça !
Estavam ao natural, mostrando o vime de que são feitos.
Ainda que bonitos, decide pintá-los, assim, branquinhos, para guardarem novelos, ou vasos com plantas ou o que quer que seja.
Se calhar, os que destino às lãs, receberão forro de tecido, ganhando estatuto e elegância.
Logo veremos.


O armário feioso, pesadão, sem graça, ficou assim.
Foi desmanchado e transportado em pedaços.
Tudo muito bem, muito fácil, muito genial ... para desmanchar.
Já quando foi necessário montá-lo ... foi um filme de terror!
Sobravam parafusos, as portas não fechavam, a pintura esmurrou-se.
Depois de hoooooras de monta e desmonta, lá se encaixou o puzzle!
Valeu muito o trabalho, pois o resultado não poderia ser mais bonito.

Gosto muito de espelhos.
Na arrecadação estava este, com uma medonha moldura dourada.
Optei, sem hesitar pelo branco.
Assim branquinho e lindo, enfeitará, contrastando, a parede azul.

Para já continua no solo, ao lado dos cestos, esperando vez para ocupar a parede.

Será na próxima semana.
Os restantes móveis estão prontos, secando.
Faltará, apenas, mudar o estofo de uma cadeira.
Depois, a apoteótica inauguração.
Nisto, como na maior parte das circunstâncias  da vida, a pressa é má conselheira!
Então, com calma, devagar, devagarinho, se ensaia um passo de cada vez.

Beijo
Nina

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Preguiçosa e sortuda!


Tenho a informar que a carninha com cerveja  e sopa de cebola foi um mega sucesso.
É que estava mesmo boa!
Resolvi cozer uma embalagem de macarrão para acompanhamento.
Al dente, é claro, que não suporto massa espapaçada.
Cozi-a, pois, em muiiiiita água com um pouquinho de sal (1 colher de café, para ser exata!).
Atenta, retirei-a do calor no ponto que me agrada, rijinha, inteira, em suma, al dent.
Seguidamenete, na panela onde cozinhara a carne - que entretando fora fatiada e colocada no prato de servir - despejei o macarrão que fervilhou ainda um pouquinho nessa calda espessa.

Polvilhei então a superfície com uma mistura de três queijos ralados ...

... o que constituiu um divino acabamento.
Servi!
Comeram!
Repetiram!
E repetiram novamente, perante o meu olhar embevecido.
Ainda assim sobrou.
Iupi!!!!
Sobrou o suficiente para eu não ter de me preocupar com o jantar de hoje, um delicioso jantar de macarrão
com três queijos e carne estufada com cerveja e sopa de cebola.
Quem é sortuda, quem é?

Beijo
Nina



quarta-feira, 5 de junho de 2013

Preguiçooooosa ...

... não me apetece fazer o jantar!
Mas como não se vive de apetites, espreitei o que havia e elegi juma embalagem com cerca de 1,5Kg de carne para estufar.
Decidi-me, preguiçooooosa, por uma carninha que quase só exige ser colocada na panela.
Depois, sozinha, resolve-se.

Uma cebola grande picada com 4 dentes de alho, fritam num pouco de azeite.

Junta-se-lhe a carne até dourar ...

... acrescentando 2 tomates grandes, maduros, em cubos ...

... continuando no bronze!

Temperamos com 4 colheres de sopa de molho de soja ...

... assim ...

... e ainda assim.
Vira-se e volta-se a virar a carne, coisa de escassos minutos.
Está dourada.

Momento para o ingrediente secreto!

Um pacote de sopa de cebola ...

... que será regado com uma ...

...  e outra cerveja (mini).
Tapa-se a panela e deixa-se que coza em lume muiiiiito brando, controlando o nível do líquido, que não quderemos que a carninha estorrique agarrada ao fundo do tacho.
Sal?
Se fizer falta.
Para meu gosto, o molho de soja e a sopa de cebola são suficientes, mas cada um sabe de si!
Daqui por 1h30m, presumo, estará no ponto, apta a ser servida com arroz branco, uma pasta que casará lindamente com o molho, ou o que muito bem apetecer, desde que não dê trabalho.
Preguiçooooosa!!!!

Beijo
Nina

terça-feira, 4 de junho de 2013

E vão três!

 Aqui está o terceiro esquema concluído.
Neste dei asas à imaginação e fui mudando a cor do fio ao sabor dos meus impulsos.
Acho muito lindinho!
Pequenininho e lindinho!
Vou enviar a foto à Nina Dias, promotora da iniciativa, esperando ansiosamente o quarto esquema.
Depois, moldura neles e é encaminhá-los para a parede.



O tema mantem-se. Uma fadinha/anjinho, com direito a asas, botas nos pés e estrelas aos montes.
 Figura de conto infantil, agrada seguramente.
Gostei imenso de participar neste desafio e até descobri que sou capaz de dar uns pontos bem certinhos.
Concluído este, tenciono participar noutros desafios semelhantes, que se realizam sem pressas, são rápidos, muito acessíveis, garantindo horas de agradabilíssimo relax!
Não sei que mais diga para que outras participantes se juntem a nós!
Vá! Participem!

Beijo
Nina


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Não sei se é o melhor dos métodos ...

... mas é o meu!

Fitas, elásticos, rendas e o que mais aparecer, arrumo em frascos de vidro transparentes, que acomodo nas gavetas da mesa que sustenta a máquina de costura e não tem que enganar.
Se não encontrar ali o que procuro, significa, apenas, que não tenho.
 Porque na costura,  os seus aviamentos, têm o hábito irritante de não aparecerem quando deles se necessita.
E são coisinhas miúdas que, se à solta, se enroscam umas nas outras em nós cegos.
Abrindo gavetas desordenadas, tenho sempre a sensação de que vou ser atacada por um inimigo desconhecido, indomável, na balbúrdia reinante.
Bem basta, o que na vida não consigo controlar, o que, à socapa me abate.
Rendas e fitas, não. Essas eu controlo, domadora atenta.

O mesmo se aplicada aos fios e linhas.
É deixá-los à solta que logo se emaranham feito ninho de cobras.
Nesta caixa, originalmente de vinhos, existem três compartimentos. Não sendo perfeita é muito aceitável.
Estão ali todos, sossegadinhos e bem comportados como se espera.
Abre-se a caixa e sem surpresa, sem sobressalto, elege-se a cor necessária.
Ainda assim, vez por outra, insubordinam-se.
Daí a necessidade de, de tempos a tempos, passar revista às tropas.
Foi o que fiz ainda há pouco.
Venha agora o ímpeto da costura que o material em formatura impecável está pronto para entrar em função.

Beijo
Nina

domingo, 2 de junho de 2013

Este domingo de sol ...

... tem sido intensamente vivido!

Pela manhã, um passeio pelo Porto velho, seguindo a rota de centenas de turistas que, desde 2005, duplicaram a sua presença na minha cidade.
Estranhamente, os locais  (nos quais me incluo), vêem  por alto, sem atentar nos detalhes de todas as maravilhas que a cidade tem para oferecer. Foi por isso que resolvi seguir a rota turística partindo de uma das zonas mais emblemáticas: a Catedral.
Situada num ponto alto, oferece esta vista deslumbrante sobre o rio, a ponte de D. Luís e o casario.

A margem que se avista é Vila Nova de Gaia, a margem das caves, onde se degustam vinhos.

A montante, a Ponte do Infante e, mais ao longe, a de D. Maria, também em ferro.
 São cenários únicos que vejo e revejo sempre com emoção.
Virando as costas ao rio, focalizámos a atenção na área antiga, medieval, que rodeia a Catedral.

De frente para uma das fachadas, o guerreiro Vimara Peres, personagem importante na história do burgo.

A própria designação das ruas nos remete para outras eras.


Do terraço da catedral, avista-se uma teia de ruelas, fechadas ao trânsito, descendo até ao rio.

No exterior, as fachadas em granito, pedra de todos os monumentos do Porto, são embelezados com magníficos painéis de azulejos, cada um contando a sua história.

Enquanto que, imponentes, as torres se elevam.


No centro do terreiro, esta imponência...

... ricamente ornamentada.


E, nas cercanias, a muralha fernandina que, outrora, rodeava e protegia a cidade.
 Da Sé Catedral, seguimos para o tabuleiro superior da Ponte de D. Luís, atualmente apenas aberta ao trânsito do Metro e aos peões.

Daí a vista é absolutamente esmagadora.

O rendilhado de ferro que constitui a ponte, projetado, em sombra , sobre o Douro.

Atravessada a ponte, há que apanhar o teleférico que, em voo livre, nos conduz ao magnífico cais de Gaia ...

... num percurso deslumbrante, que ...

... envergonhada, confesso, nunca tinha realizado!

Como é possível correr mundo, visitar "Seca e Meca" e ignorar o próprio património?

Pois bem, hoje essa lacuna foi preenchida.
Foi um percurso de mais de 3 horas realizado na companhia de gente das mais diversas origens, atendendo às línguas faladas.
Tenciono continuar este deambular pela minha casa.
Vale muito a pena. Vale o tempo investido. Vale cada cêntimo gasto. Vale o exercício físico "puxado"!
A seguir ao almoço, um pouco mais de exercício no transplante de suculentas ontem compradas e depois, o descanso do guerreiro, num multiplicar de pontos tendendo a completar o terceiro esquema.


Este multicolor, porque sim!
E depois desta breve pausa atualizando o blog, regresso ao bordado.

Beijo
Nina 

sábado, 1 de junho de 2013

O vencedor ...


Queridas, utilizando o RANDOM TRUE NUMBER GENERATOR, cabe-me anunciar que a bolsa, a bela da bolsa vai para ...




True Random Number Generator  9
... que corresponde a ...

Carla Renata Galassi!



Carla, entrarei em contacto contigo, via e-mail.

Fico muito feliz vendo a linda bolsa verde voar para as tuas mãozinhas!


A lista ordenada poderá ser consultada aqui!

Beijo
Nina