domingo, 4 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
A cidade e as serras!
Gosto muito de descobrir os cantos das cidades, de me aventurar por ruas e ruelas. Gosto.
Acontece que há mais, muito mais quem goste e inevitavelmente esbarro com grupos mais ou menos organizados de turistas.
Não gosto de grupos. Não gosto que me agrupem. Daí que crio uma certa fobia em relação a locais que, ainda que belíssimos, sejam excessivamente explorados.
| Impossível não gostar do centro de Riga, da estátua de Rolando ... |
| ... da Casa dos Cabeças Negras ... |
| ... exuberante no seu gótico holandês ... |
| ... nos detalhes e detalhes que a enriquecem. Gosto! Mas canso-me e fujo. |
| De mapa em punho, mergulho em parques ... |
| ... alamedas ... |
| ... cruzo pontes ... |
| ... sentindo o verdadeiro pulsar do país. |
| Bastam uns poucos quilómetros ... |
| ... e estamos sós ... |
| ... longe da turba ... |
| ... da máquina de explorar turistas. |
| Aqui, a beleza limita-se a ser ... |
| ... por que sempre foi ... |
| ... desde o princípio dos tempos ... |
| ... sem objetivo de lucro ... |
| ... sendo ... |
| ... apenas! |
| Apetece tocar ... |
| ... gravar ... |
Sou pessoa de Serras, muito mais do que de Cidade.
Beijo
Nina
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Perto ...
... as 3 repúblicas ficam relativamente perto umas das outras. A distância entre elas não ultrapassa os 300 Km. São, porém, quilómetros duros de roer. Rendem, numa velocidade sempre baixa, decorrendo, maioritariamente, em belíssimas estradas florestais.
| Deixando a Lituânia para trás, avança-se para a Letónia, com Riga por capital. |
| Pertencendo, embora, à União Europeia, os dois países não aderiram ao €, possuindo moeda própria. O custo de vida é extremamente elevado. |
| O turismo é, seguramente, uma importantíssima forma de fazer entrar dinheiro. Turistas, são bandos permanentes, vogando em ruas estreitas ... |
| ... repletas de obras de arte. |
| A música é presença constante e de elevadíssima qualidade em cada canto, em cada esquina. |
| Jardins e canais, como na Lituânia, semeiam a cidade. |
| A old town é território para explorar com vagares, de nariz no ar e máquina fotográfica sempre a postos. |
| Nesta rua, um artesão medieval compunha uma cota de guerreiro ... |
| ...enquanto que aqui, se exibia a fachada de um restaurante que garante o seu nascimento em 1221. |
| Lado a lado convive o antigo e o moderno, como prova esta ponte em linhas atuais. |
Beijo
Nina
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Castelos
Há-os para todos os gostos, bem ou mal coservados, mais antigos ou mais modernos. Abundam.
E estes povos, com uma apurada noção de história e cultura, preservam-nos.
Como testemunho ...
| Não tanto de glórias. Muito mais como acusação perante as sucessivas agressões. A última, a que terminou em 1991, da autoria da Rússia que, durante anos, como potência invasora, os dominou. |
| Mas não foram apenas os russos ... |
| ... os suecos, os civilizados suecos, noutras eras foram também invasores. |
| Será por isso que noto uma certa agressividade, um certo azedume no tratamento social destes povos. |
| Os mais jovens, os que cresceram depois da reconquista da independência, esses que já interagem através do Programa Erasmus, esses limitam-se a ser jovens afáveis, jovens do seu tempo- |
| Os mais velhos, repito, os que sofreram a experiência na carne, esses permitem-se a desconfiança, exteriorizam naturalmente o azedume. |
Estas imagens foram colhidas na bela Vilnius, no seu "Castelo de Cima" que oferece vistas magníficas a perder de vista.
Nelas sobressai a mancha verde, imensa, maravilhosa.
E os telhados e as construções primorosas.
Assim é Vilnius.
Beijo
Nina
quarta-feira, 31 de julho de 2013
E quando o dia chega ao fim ...
... impõe-se uma pausa.
Uma mesa e um jantar.
O almoço até pode ser improvisado, comido a correr, às vezes a andar, qualquer coisa que encha o estômago.
Mas o jantar, o jantar, não!
O jantar exige tempo e disposição, comido sem pressas, com muita conversa, com vagares de quem durante o dia "deu o litro".
Lá, em Vlinic, a comida era excelente, a preços moderados, inferiores aos dos restaurantes portugueses.
| Muitos legumes, um peito de frango e uma espécie de croquete envolvido em bacon. Pouco sal e muitas ervas. Excelente! |
| Gelados. Sempre um final de jantar fantástico. |
A pausa para jantar é a cereja no bolo de um dia de descobertas.
Descobrir os saberes e os sabores de cada povo, um desafio e um ensinamento.
Aprendo sempre com estes momentos. Às vezes não passam de combinações inusitadas, mas acaessíveis, que até registo para em casa repetir.
Beijo
Nina
terça-feira, 30 de julho de 2013
Vilnius
É a capital da Lituânia.
Uma cidade encantadora, repleta de tesouros de arte.
| Começa-se a visita da cidade velha entrando por esta porta, a Porta da Alvorada ... |
| ... que sobre ela suporta uma capela ... |
| ... que, de janela escancarada ... |
| ... expõe uma imagem de Nossa Senhora, tida, aqui, como particularmente milagrosa. A imagem é belíssima. |
| Não as nomearei. Aliás, na minha memória não estão catalogadas. São tantas e tão lindas. |
| Esfusiantes de luz ... |
| nas suas nuances pastel ... |
| ... nos seus arcos e arcadas sobrepostos. |
| Esta é a Catedral ... |
| ... especialmente notável, com a Torre do Campanário, especialmente bela, especialmente única. |
| Igual às católicas. Igual como reduto de fé. Só mudam alguns intervenientes. |
Percebi porquê.
Beijo
Nina
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