sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Chegou!!!!


Chegou a encomenda da Zara Home!
Muito gosto eu deste tipo de compras em que tudo me chega às mãos, depois de calmamente ter sido escolhido e sem sair de casa.

Desta vez, encomendara toalhas.
Toalhas de rosto.
Em branco, bege e areia, cores da minha predilecção.
Para uma casa de banho social, agora, toda em tons neutros ... já esteve em incandescente vermelho, outrora,  fruto de diferente humor!


Chegou assim, perfeitamente empacotada e eficientemente despachada com os artigos que encomendei.


No caso, como já disse, toalhas!



Fofas, densas e suaves ao mesmo tempo... e muito baratas!
50% de desconto, é obra!

A minha referência para estes produtos é a Feira de Cerveira, onde compro excelentes atoalhados por muito bom preço.


Estavam marcadas a 10€!

Paguei 5€!

Gosto muito do efeito, desta combinação de cores.

Por isso, não as guardo no armário ...

Prefiro exibi-las assim!

Aviso que no site ainda há muitas ... toalhas e uma enorme variedade de produtos.
Por agora, recuso-me a repetir a visita para não me tentar.

Ao mesmo tempo, da Zara, chegou uma outra encomenda com roupinha linda, a preços inacreditáveis.

Senti-me criança na manhã de Natal!
(É que nem parece que paguei tudo antecipadamente ... Mesmo bom!
E, convenhamos, muito perigoso! )

Beijo
Nina

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Arroz de Pato



Adoro arroz. Acho até que em mim vive uma chinesa,
E gosto muito de pato. De todas as maneiras - assado com laranja, magret - que mais não é que o peito grelhado e fatiado - coxas com mel e laranja e arroz de pato. Estas são as formas que conheço e domino.
Porém, o pato, esse bicharoco corpulento, é um bluff!
Parece imenso, mas, depois de cozinhado, fica quase um passarinho - descontando o exagero da comparação.
Ainda assim, um pato é suficiente para um almoço ou jantar de seis comensais, se for preparado em arroz.
Este é um dos meus pratos fetiche, um super prato, para receber amigos, sem se necessitar de permanecer na cozinha quando chegam os convidados.
Não há nada mais deprimente do que uma anfitriã que deixa a sala para terminar o jantar, apresentando-se, à mesa, descabelada e cheirando a refogado.
Muitas, muitas vezes incorri nesse pecado. Era cozinheira e dona de casa de primeira viagem, sem discernimento para eleger a ementa correta. Hoje, muitos desastres volvidos, raio a perfeição - sem falsa modéstia.
Escolho pratos que podem ser preparados antecipadamente e, quando os amigos chegam, fico na sala, como se na cozinha reinasse  uma cozinheira profissional.
Para o efeito, repito, o ARROZ DE PATO é simplesmente perfeito.

Tem as suas coisas, que tem!
Exige umas tantas voltas, que exige!
Mas, no fim, é um sucesso garantido.

Faço assim:
Começo por cozer o pato em água temperada com sal, pimenta em grão, 1 cebola onde se espetam 4 cabeças de cravinho e 1 folha de louro.
Ao mesmo tempo cozo 1 orelheira de porco.


Depois de cozido e frio, retiram-se todas as peles, todos os ossos, deixando inteiras as pernas e coxas.
Corta-se a orelheira em pedaços e reserva-se.


O líquido da cozedura será utilizado para fazer o arroz.
Esse líquido encontra-se  CARREGADO de gordura. Não queremos essa gordura. Não queremos entupir as nossas preciosa artérias, pois não?
Oh! dilema terrível!
Vamos, então, colocar esse líquido no frio.
O que acontece?
A gordura congela à superfície e é só retirá-la com uma colher. Lixo com ela!


Cá está o líquido precioso da cozedura, muito bem temperado e (quase) totalmente desprovido de gordura!


Depois, não tem que saber ...



Frita-se cebola picada, alho e tomate ...

Até ficar transparente

Acrescenta-se cenoura ralada e refresca-se com um pouco de vinho branco.

A seguir, entra o pato e a orelheira.
A água da cozedura é utilizada na proporção clássica - 2 medidas de líquido para uma de arroz.



As pernas inteiras são dispostas à superfície - dão um ar mais suculento ao prato e, como se sabe, os olhos também comem.

Pode concluir-se a cozedura no fogão ou no forno ...

É para lá que se leva a panela, com muito queijo ralado ...


Quando o queijo derreter ...
Está pronto!

Temos pois os seguintes passos:

- Cozer e desossar o pato;
- Desengordurar  o líquido da cozedura;
- Fazer o refogado base para o arroz;
- Juntar as carnes;
- Juntar o arroz;
- Gratinar o queijo;

Podemos (e devemos) antecipar os primeiros quatro passos, deixando os dois últimos para 30 minutos antes de servir o jantar.

Que será um sucesso, com a cozinheira linda e perfumada.

Beijo
Nina

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Mais uma mantinha ...


Mais uma mantinha, desta vez tricotada com um fio comprado em saldos e que veio a provar porque razão estava em saldos com 50% de desconto.
Prometia ter qualidade com a sua composição de linho e seda, mas não.
Depois de feito o novelo a partir da meada, dei conta das imperfeições, apresentando-se muito sarapintado com fiapos pretos - impossível dali nascer coisa de jeito.
Comprei, por isso, uma meada rosa, outra lilás e outra azul que misturei alternadamente com o original e fui tricotando uns quadrados em pontos diversos e, se não serviu para mais, a compra levou-me a testar pontos novos, todos eles muito fáceis, não exigindo atenção nem perícia.



Liguei-os e o efeito até  é engraçado.

Aqui uma combinação em rosa, no ponto pipoca ...

... aqui em azul num ponto que nem ponto é - é uma invenção de momento ...

... tal como este ...

Este pretende ser um ponto inglês em versão principiante ...

... e este, fruto igualmente da (falta de) inspiração do momento. 

Apostei ainda nas tranças ...
... e, quando o fio base acabou, dei por concluído o projeto.
Hoje rematarei pontas, concluindo com uma carreira em ponto baixo em todo o perímetro.
A manta já tem dona.
A dona ainda não sabe que a vai receber.
Será que  gosta?
Oh! dúvida cruel!

Beijo
Nina

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Modas, compras, combinações ...



Desde que, pela primeira vez, fiz compras online, não quero outra coisa.
Dispenso idas a lojas superlotadas, desarrumadas, com a maior parte dos artigos esgotados e outros transtornos semelhantes.
No site da marca, mesmo em altura de saldos, está lá tudo, a coleção completa e é ó escolher.Às vezes, alguns tamanhos estão esgotados, mas também na loja estariam.
Quando a encomenda chega, no prazo de 3 a 5 dias, é só provar.
Se não é o que esperávamos, devolve-se sem qualquer constrangimento.
Mesmo simpático.
Esperando que o furor dos primeiros dias de saldos abrande, é um gosto ver os preços baixarem- tenho adquirido peças com 70% de desconto.
Escolho sempre clássicos de boa qualidade e nunca me arrependi. Aliás, nunca devolvi nada.

Acabei agora mesmo de receber um email anunciando a chegada da minha última encomenda -
Assim, fácil, sem qualquer complicação.

A seguir é só procurar inspiração.
Para isso, gosto muito de vir AQUI!


Pernille Teisbaek is wearing a quite classic combo here: loose denim with a belt around her waist, a blouse, sandals and a bag. What makes it special? The fact that she chose a green blouse instead of white, the bag is one of the most wanted it-bags of the season and her sandals makes a pop of colour that still goes perfectly with the rest of her ensemble.  GET THE LOOK:




Natasha Goldenberg took this statement skirt and let the colours in it decide for the rest of her outfit. Green stripe = green shoes. Blue stripes = blue shirt. Brown stripe = brown bag. This is a very smart styling trick for whenever you wear a colourful statement piece.  GET THE LOOK: 


Anya Ziourova is wearing black jeans and a black and white striped turtleneck sweater. Quite basic, yes. But then she added this happy yellow coat and that definitely takes her outfit to the next level.  GET THE LOOK: 


Gosto das combinações originais que dão graça a básicos.
Gosto particularmente deste casaco amarelo (tenho um) combinado com preto e branco, gosto dos jeans largos, com dobra, usados com sandálias de salto alto e gosto da saia midi com chinelas.

Assim, às peças clássicas se dá nova cara.
Isto é uma arte!
Que muito admiro!

Beijo
Nina

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Peru do Natal



Repete-se todos os anos a mesma "cena" - sobra sempre imeeeeeenso peru, no Natal.
É que os bichos são corpulentos - não admira, portanto, que por muito esfaimados que estejam os comensais, não conseguem acabá-lo.

Pessoalmente, não simpatizo com peru!
Acho a carne desenxabida  e seca, mas tradição é tradição.

Portanto, para além de comprar uma ave "monstruosa" que exige horas e horas de permanência no forno - 1 hora por quilo! - dou-lhe um tratamento que se inicia dois dias antes do dia do cozinhado.
Primeiro, fica 24 horas de molho, coberta por água temperada com vários limões cortados em rodelas e muitas folhas de louro.
Depois, há que deixar que escorra completamente, há que secá-la com papel absorvente e, só depois a temperar com uma pasta de margarina, sal, pimenta, colorau, muito alho picado e vinho do porto.
Requer outra etapa de 24 horas para que o tempero atue.
Só depois - 48 horas volvidas - é que está pronto para entrar no forno e, então enche-se-lhe a cavidade abdominal com o recheio ou - outra possibilidade - com limões e cubos de caldo de aves.

Seguem-se as horas de assadura exigidas de acordo com o peso do animal.

Enfim, é uma logística muito trabalhosa, muito demorada, para quem, como eu, não morre de amores pela criatura.

De tal modo a nossa relação é fria e distante que decretei acabar com o peru no natal e,
no próximo ano,  quebrarei a tradição sem o menor problema de consciência.



Este ano, porém, comeu-se peru e sobrou peru.
Congelei-o!
Fui utilizando porções, espaçadamente, de modo a evitar um motim!
Lá consegui terminá-lo e ontem preparei canelloni com recheio de peru!




Fervi os canelloni durante 5 minutos, antes de os rechear, porque - diz-me a minha experiência - se recheados crus, embora mergulhados em bechamel podem apresentar horríveis fragmentos duros e encruados.





O peru tem uma curiosa particularidade - reeeeeende, rende muito!
Por isso, com as sobras das sobras, consegui várias porções de canelloni!

Congelei e cozinhei estas duas para o jantar de domingo.

Estavam bons, os canelloni!
E ninguém suspeitou que eram de peru.
Como convem!
Não precisam de saber tudo, pois não?

Adeus peru!

Beijo
Nina

domingo, 17 de janeiro de 2016

Muffins de mirtilhos



Mais um domingo de chuva e muito frio.
Apetece apenas ficar em casa, frente à lareira, muitos jornais, algumas revistas, um qualquer trabalho entre mãos, chazinho e, se possível, bolo para acompanhar,

Desta janela qur mostra o mar , ao fundo, hoje apenas névoa e uma insistente chuva miúda.

Passeando pela net, dei de caras com esta receita de Muffins:

INGREDIENTES


195 g de farinha
150 g de açúcar + açúcar patra polvilhar ( não polvilhei, esqueci-me)
1/2 c. de chá de sal
2 c. de chá de fermento
80 ml de óleo vegetal
1 ovo
100 ml de leite magro
1 colher de chá de essência de baunilha ( substitui por 1 embalagem de açúcar baunilhado)
170 g de mirtilhos frescos ( substitui por compota de mirtilhos, colocando 1 colher de chá em cada forma)

PREPARAÇÃO

Num recipiente juntar todos os ingredientes secos, misturando-os com 1 garfo;

Noutro, misturar o óleo + o ovo + o leite;

Seguidamente juntar esta mistura aos secos, até incorporar bem.

Antecipadamente ligar o forno a 200 graus.
Num tabuleiro com cavidades, colocar forminhas de papel e sobre elas despejar a massa. Para o efeito utilizei uma colher de servir gelado que provou vir a ser a quantidade certa - não queremos muffins minúsculos, mas também não queremos que a massa transborde.



Enchi as 6 cavidades, mas continuou a sobrar massa ...

Consegue ver-se aqui, o tamanho das forminhas 
 Com a massa sobrante ...


Enchi ainda 3 forminhas, pelo que se conclui que esta quantidade de massa permite assar 9 muffins.


Estes pretendiam ser Muffins de  mirtilhos, que não tinha. Em sua substituição utilizei compota.


1 colher de chá de compota sobre a superfície da massa ...

... que assim decorada seguiu para o forno ...

... assando num instante - cerca de 20 minutos.
 A vantagem das forminhas em papel canelado é esta:


Desenformam sem acidentes e não sujam as de silicone ...

Do tabuleiro, retirei os restantes 6.


Em cima da mesa da cozinha arrefecem ...


Perfumando toda a casa ...

Mais logo, a meio da tarde, já frios, acompanharão um belo chá!


Têm um aspeto delicioso e para completar a perfeição não dão o menor trabalho!

Vá!
Vão para a cozinha!
Não têm mirtilhois?
Não faz mal! Usem banana às rodelas, ou fatias de maçã, ou apenas açúcar e canela!
Ficarão igualmente deliciosos.
Bom domingo!

Beijo
Nina

sábado, 16 de janeiro de 2016

Uma nova vida - A NEW LIFE!

Tenho, neste percurso que iniciei em 2011, encontrado e feito sólidas amizades, em Portugal e no Brasil, principalmente, mas também por esse mundo fora.

Na Aústria, conheci Traude, uma mulher interessantíssima e já uma amiga com quem interajo periodicamente.

E quem disse que a língua é entrave?
Não é, não!
Ela fala alemão, que eu não domino. Eu falo português que ela desconhece completamente. Por isso, quando nos contactamos diretamente usamos o inglês, sem o menor problema.
Quando se trata de traduzir os respetivos posts, "a coisa" complica-se ou não fosse o Google translator uma completa anedota. Ainda assim, anedota à parte, conseguimos entender-nos muito bem.

Ocorre que a Traude decidiu iniciar uma rubrica com o nome A NEW LIFE, focada na defesa do meio ambiente e, em última análise , na defesa de nós todos.

No post que pode ser lido AQUI, Traude lança um desafio a todas(os) as (os) leitoras (leitores) - pede testemunhos do esforço de cada um feito no sentido de preservar e defender o meio ambiente, facultando um link através do qual podemos publicitar uma postagem em que o objetivo de preservação está presente.
No meu caso, "linquei" uma receita de bolo na qual, os iogurtes empregues haviam sido salvos do caixote do lixo por aproximação da data do termo de validade, através da congelação. Forneci este exemplo como poderia ter fornecido muitos outros uma vez que, há muito, interiorizei a necessidade imperativa de um consumo responsável.
Acho que esta preocupação é a de muitas (os) das (dos) minhas (meus) leitoras ( leitores). Tenho a certeza que é.
Venho, por isso, deixar o convite para que visitem o blog da Traude. Através dele chegarão a muitos outros blogs o que só enriquecerá a experiência pessoal de cada um.




Será para mim uma enorme alegria ver o vosso nome na lista dos links publicados pela Traude.
Ainda que não falem inglês.
Publiquem os vossos textos.
O google translator lá está para iluminar o conteúdo ainda que de uma forma primária.
O importante é participar, espalhar a ideia e o princípio que a orienta.
Participem.
Façam-se notar.
Tornem-se conhecidos (as)..

Vou lá espreitar a vossa participação.
Coisa mais gira não há!

Beijo
Nina