quarta-feira, 15 de junho de 2011

Partida para Lanzarote

O voo não é directo.
Embarca-se no Porto, fazendo escala em Barajas, Madrid


Para conseguir a ligação, sai-se do Porto às 7 da manhã, o que equivale a estar no check in às 5 ... é obra!


 No terminal 2 do aeroporto de Barajas, não existe muito oferta em termos de compras, porém esta loja - Lafiore - que vende peças de vidro artesanais é espantosamente bonita.


O formato e o colorido das peças é irresistível!


Os preços são, em relação à originalidade e qualidade dos produtos, acessíveis.

 A dificuldade do comprador reside, essencialmente, na escolha, tão rica e variada é a oferta.

 Para além de peças decorativas, existem também as de uso pessoal, como os colares.
Cabe-me acrescentar que a portuguesíssima Marinha Grande, se comparada com esta marca, faz-lhe frente com igual categoria.


Tapas, presentes em todo e qualquer "rincon" espanhol!


(Pobre) Vista aérea de Madrid!


O meu companheiro de viagem --  Rocco, um cachorro mínimo, transportado num saco apropriado, morto de medo, coitadinho! Era propriedade de uma jovem galega que regressava ao trabalho em Lanzarote, depois de uma estadia na Galiza.
Por lei, deveria fazer a viagem completamente enclausurado no saco, mas não hesitei em incitar a dona do bicho em quebrar as normas, o que muito contribuiu para o apaziguamento do cachorrinho, fera com menos de 10Kg, a quem, por esse facto, lhe era permitido viajar na cabine e não no porão.


2 horas e 20 minutos após a descolagem, eis que chegamos:
 Lanzarote!

Prossigo, amanhã, reunindo por temas, a documentação fotográfica da viagem.

Hasta mañana!
Beijos,
Nina

terça-feira, 14 de junho de 2011

Acabadinha de chegar ...

Depois de uma viagem, aparentemente inocente, que acabou por se revelar tormentosa.

A partida de Lanzarote estava prevista para as 13h 15m, sofrendo o "ligeiro" atraso de 2 horas.

Chegados a Madrid, ponto de escala, o voo para o Porto estava na fase de embarque.
Por milagre não perdemos o avião e a viagem de 50 minutos decorreu sem sobressaltos ...mas o pior estava para vir:
A bagagem não embarcou no avião para o Porto, estando eu, portanto, sem computador, sem fotografias, sem malas, sem paciência para o absurdo de situações que ocorrem gratuitamente, sem consequências para os prevaricadores ...


Prometeram-me que, amanhã, no avião que chega às 10 h, chegam as malas.
Aguardemos.
Tenciono ir o aeroporto para as levantar e, aproveito para desabafar a minha insatisfação no livro de reclamações, porque, acho, que não devemos deixar passar estes episódios, em brancas nuvens.
No fundo, o importante é que adorei, foi tudo muito lindo e eu estou feliz, de volta, morta de saudades, com montanhas de novidades para compartilhar.

Beijos, beijos,
Nina

sábado, 11 de junho de 2011

LANZAROTE...


... no arquipélago das ilhas Canárias.
É onde me encontro neste momento, com uma dificuldade incrível de postar o que quer que seja, qualquer que seja o motivo.
Estou, assim, meio prisioneira no paraíso!
Regresso na próxima 3ª feira, relaxada, mas carente, muito carente ... tornei-me dependente de cada um dos meus amigos virtuais.
Vou tendo acesso aos vossos blogs, mas comentar ... é quase missão impossível.
Saudades!
Beijos!
Nina

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Reproduzir plantas

Ontem, foi-me completamente impossível postar o que quer que fosse.
Fazia-me jeito esticar o dia!
Hoje consegui um tempinho e vou mostrar um processo muito simples de reproduzir plantas, a que recorro frequentemente:

Este caule lenhoso foi trazido do Brasil há anos, com cerca de 30 cm.
 Mergulhado em água, produziu raízes, sendo, então, plantado num vaso com terra.
 Cresceu até tocar o tecto.

Quando tal acontece, como foi o caso, podo-o drasticamente.

Retiro-lhe parte da folhagem ...

Mergulho os caules em água ...
Espero que surjam raízes, sendo esse o momento da plantação.
Enquanto espero, tenho uma bela folhagem verde e fresca.

Esta mesa de apoio ao sofá, foi pintada na mesma cor das paredes.
Ainda não tem puxador, porque não quero utilizar os originais.
Aos abat-jours dos candeeiros quero aplicar o tratamento ensinado pela Edna, da Casa da Fífia.
A rãzinha é um cache pot que está comigo desde sempre.
A plantinha roxa são Violetas de Parma, que oferecem uma nota de cor contrastante com o ambiente. 
Esta mesa está também revestida com vidro, o que facilita a colocação de plantas.

A decoração prossegue, porém, como já avisei, bem devagar...

Beijos
Nina

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Mais costuras!

A saga continua:

Esta cama, permanece mais tempo dentro do que no terraço.
Estas riscas não funcionavam.

Forrei-a esta tarde, no tecido da toalha

Vi-me e desejei-me para fazer as fitas que prendem o colchão à estrutura de madeira

Forrei uma almofada velha com o mesmo tecido

Retirei da mesa a cobertura em crochet


Estamos numa espécie de estufa, toda envidraçada, o que dificulta a decoração, mas estimula loucamente as plantas que crescem até tocar o tecto.

A estrela da companhia:
O sofá!

Lá ao fundo, o terraço

A coisa vai.
Devagarinho, por tentativas, vou chegando ao resultado que me agrada.
O prazer de fazer com as próprias mãos é incrível.
Claro que sem a máquina de costura, nunca o conseguiria, o que prova que foi uma excelente aquisição.

Beijos,
Nina

domingo, 5 de junho de 2011

O segredo mais bem guardado da costa Galega

Não, não é nenhum destino exótico situado no outro lado do mundo.
É a costa galega, numa das muitas reentrâncias formadas pelas Rias Altas.
Estive lá ontem, em MUROS.
Almocei neste restaurante, mesmo no centro da povoação, uma velha casa com paredes de granito, decorado com motivos marinheiros:




Chama-se, conforme ostenta na pintura mural, Don Bodegon.


Tem um segundo piso, sustentado pelas colunas de granito, material corrente na zona.
O serviço é simpático e diligente e a qualidade da comida, irrepreensível, como mostrarei na Cozinha da Nina


A povoação cresceu nas margens da Ria de Muros e, aí, encontra-se uma pequena marina recreativa, além do porto piscatório.


A arquitectura é uma amostra daquela que podemos encontrar em qualquer cidade da Galiza: as frentes dos edifícios, envidraçados, delimitam varandas fechadas.


Os cardumes de peixes, sã visíveis na ria, apresentando dimensões consideráveis.


Saindo do centro do Pueblo, pela estrada marginal, aparecem as maravilhas, praias de areia branca, mar em vários tons de azul, protegidas do vento pela costa, que em concha as rodeia.


 Praias quase desertas.
 Ao fundo, os recortes da costa, dando a ilusão que contemplamos um lago.


Alguns, poucos, banhistas, combateram o calor, mergulhando nestas águas (não muito quentes, convenhamos...) transparentes.



 Ao fundo, aninhada no sopé da colina, outra aldeia de pescadores.


 Apesar de impolutas, as praias possuem equipamentos de apoio e meios de preservação das dunas, como este passadiço na Praia de Lira.


Neste cartaz, avisam-nos que nos encontramos em terreno de Reserva Natural.


Eu diria que estamos no paraíso.
Fica a 300Km do Porto.
Dispõe de equipamentos básicos para quem pretender instalar-se, pequenas "pensiones" e casas particulares.
E merece, oh! se merece a viagem.

Beijos,
Nina


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Toalha de Mesa

Eu já tinha ameaçado que me ia lançar na costura, não tinha?
Então, façam o obséquio de observar:
Fui à Feira dos Tecidos e com 30 € fiz a festa.
Chegada a casa, lancei-me à obra.

Coloquei a toalha velha ,dobrada ao meio, sobre o tecido também dobrado.

Marquei, a lápis o contorno do molde, com uma margem suplementar de 5 cm, por onde depois cortei.

Rematei a toda a volta com zigue-zague.
Depois fiz uma bainha de 1 cm que cozi.

A cor de fundo é branco pérola, com grandes flores em tom laranja e folhagem verde.

Sobre o tecido coloquei esta toalha de crochet laranja, que muito amo, mas que ainda está à experiência.

Um círculo de vidro, completa o quadro


o vidro é de grande utilidade, dado que sobre a mesa co-habitam plantas

A decoração deste espaço prossegue, ainda por tentativas.
Relativamente ao tecido, estou muito satisfeita porque  a cor combina maravilhosamente com o conjunto.
Comprei tecido igual para forrar almofadas e, claro que quando tudo estiver como quero, vou mostrar.
Orgulhosa, mas mesmo muito orgulhosa, estou com a minha toalha..
Nunca imaginei que fosse capaz de tal façanha.
Deve ser por isso que dizem os cientistas, que apenas 20% do cérebro está explorado!

Beijos,
Nina