sexta-feira, 28 de junho de 2013

Cozinhando ...


... por atacado!
Acontece!
Cheguei do supermercado e, em vez de congelar as embalagens de carne, resolvi cozinhá-las.
Cebolas e alhos, ingredientes indispensáveis, mas chatinhos de manipular dado o cheiro que deixam nas mãos, já estavam descascados, guardados hermeticamente no frio.
Meio caminho andado, portanto.
Com uma cama com eles feita, parte-se para a confeção de uma imensa variedade de pratos.

Começando pelo chique boeuf bourguignone.
Com tomates maduros, vinho tinto e temperos arrojados, assim está, fervinhando devagarinho, até que a carne atinja a consistência desejada.
Antes de servir, receberá uma chuva de cogumelos salteados, sendo o molho então engrossado, de modo a que escorra, preguiçoso da colher, ensopando o arroz branco que o acompanhará.

 Noutra panela, Caril de frango.

Será servido com fatias de fruta fresca e um arrozinho apaziguador do picante.

Comprei moelas.
Gosto muito, com fatias de pão torrado e um voluptuoso molho de cerveja.

Estagiam na panela, sem necessitarem da minha douta presença...
... o que é muito agradável e libertador.
Libertadores vão ser os próximos dias com almoço e jantar preparados, esperando no conforto do frigorífico.
Se demorou muito?
Não! coisa de meia hora e, panelas tapadas, é deixar que os sabores se apurem sem a intervenção da cozinheira.

Beijo
Nina

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Nada aquece o coração como um velho amigo!


É a mensagem deste bordadinho.
O esquema chegou-me da  Nina Dias (obrigada, querida!), sendo um adorável entretenimento.
É um bordadinho simples, despretencioso, facílimo de realizar, ideal para as noites de televisão de Verão.
Conclui-se rapidamente e poderá ser aplicado numa enorme variedade de projetos.

Enfeitando almofadas, sacos, painéis ... enfim, tudo o que a imaginação sugerir.

Já recebi o segundo esquema que não tardarei a iniciar.
Até ao dia 30 de Junho podem inscrever-se neste desafio, mesmo quem apregoa que não sabe bordar.
É que se aprende a bordar, bordando, e se os primeiros pontos nascem hesitantes, rapidamente ganham rigor e acerto, garanto, eu que não domino a técnica.
Limito-me a gostar, que nisso, sou boa!

Beijo
Nina

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Finalmente ...

... consegui que os quadros saíssem do chão e voassem, como estava previsto, para a parede.

Mede aqui, acerta ali, marca acolá... foi uma epopeia colocá-los nos locais que me agradavam e acertá-los de acordo com o esquema.
Não foi fácil, mas, finalmente, depois de muito pó, muito barulho e muito acerto, lá conduzimos o barco a bom porto.
Ficou assim:

O espelho dourado, virou branco e foi, apartir da sua localização, que se desenvolveu todo o esquema.

Os quadrinhos!
Ficaram maravilhosos com a moldura. Gosto tanto deles que não me canso de agradecer à Nina,
graças a quem fui capaz de tal proeza.

Tinha, há muito tempo, um conjunto de bordados em ponto de cruz que, permaneciam escondidos, incompatíveis com a decoração que, entretanto, desenvolvera.
Resolvi resgatá-los.

São três.
Ingénuos e despretenciosos ...

... ocupando agora esta parede azul.

Mais virão, que o conjunto agrada-me.

Entretanto, a cadeira recebeu o novo estofo e assim, sem pressas, o conjunto vai tomando forma.
Tudo azul. Tudo azul e branco.
Como gosto!
Como imaginei!

Beijo
Nina

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Melhor ...

... Cada dia, melhor. Assim tem evoluído o tempo. Dias cada vez mais limpos, mais livres de vento, mais calmos e mais azuis.
 Tem sido uma praia deliciosa. Até mesmo a temperatura da água do mar subiu um pouco.
O areal imenso está quase deserto.
Um ou outro casal e alguns cães, felizes, sem trela, numa felicidade plena de louca liberdade.
É aproveitar agora, que dentro de dias, com as enchentes em férias, aos cachorros será interdito o acesso ao areal.
E olhando o mar, o céu, o vazio, ouvindo as ondas, cheirando o sargaço e sentindo o bafo quente do sol, têm transcorrido estes dias. Sem relógio, nem horário, nem telefone.
Um pouco mais  e voava, solta e liberta. Feliz.
As noites quentes permitem jantares ao ar livre, em esplanadas perto do mar.
Dele nos chega, fresco, imaculado, o peixe, apenas grelhado, apenas peixe.
E depois a cerveja, muito gelada, borbulhante.
E o silêncio da noite calma, ainda deserta da agitação de Verão.
Assim , seguramente que assim, será o paraíso.

Beijo
Nina

sábado, 22 de junho de 2013

Chegou!

Com um dia de atraso, é certo, mas chegou!
Chegou de mansinho, silencioso, sem fazer alarde, mas chegou!
Chegou o Verão!
Chegou em toda a sua glória, com um profundo céu imaculadamente azul.
Sem réstia de nuvem, sem ponta de vento.
Chegou ameno. Chegou delicioso.
E nós, tontos de incredulidade, entregámo-nos aos seus afagos, feitos de doces brisas, de suave voo de aves.
Deitados na areia, olhos semicerrados, olhando o vazio, respiramos o Verão.
Tão bom, tão desejado!
Foram nove meses de frio, de céu cinza, de tanta chuva.
Agora, é só entrega.
Entrega sem reticência, entrega plena ao arzinho quente que nos toca a pele.
Hoje foi assim.
Hoje chegou o Verão!

Beijo
Nina

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A banhos ...

Hoje, primeiro dia de Verão, fugi para o sul. Num fim de semana que tentarei esticar!
A banhos, como outrora se dizia.
Sol, algum.
Vento, mais do que seria desejável ...
Mar feito lago.
Água gelada, agressiva, quase assassina, de partir o osso.
Ainda assim, valeu a pena.

Deixarei meros apontamentos.
Depois, muitas fotos e histórias e o que mais surgir.

Beijo
Nina

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Prosseguindo a remodelação ...

... a passo de caracol, dado o infeliz precalço que sofreu o pintor, dou-me tempo para tomar decisões.
Numa ou duas horas,brevemente, tudo estará concluído.
Os móveis estão prontos e pouco mais haverá a fazer.


Esta, que em tempos funcionou como lavatório, é a mesa onde localizei o meu PC.
Tem tampo em mármore, numa preciosa combinação de brancos e cinzas.
Sobre este tampo, na sua origem, existia um conjunto de bacia e jarro que solucionava as necessidades higiénicas básicas, em tempos distantes, quando numa moradia existia apenas uma casa de banho.
Em cada quarto era obrigatória a sua presença.
Esta mesa pertenceu a meus remotos antepassados e foi-me oferecida pelos meus pais.
Apresentava-se na sua cor primitiva de mogno, que tratei de eliminar com a pintura.
Ficou bem mais leve , bem mais harmoniosa.

Para além do PC, umas caixinhas recicladas que vesti em tonalidades de azul ...


Acontece que este tampo de pedra é extremamente frio, extremamente desconfortável, ao fim de um certo tempo de uso, em contacto direto com os braços que nele se apoiam.
Daí que resolvi vesti-lo, em nome do conforto.

Farei um caminho, utilizando sobras de tecidos aplicadas na sala.
Gostava que fosse um patchwork fácil e simples.
Gostava que fosse um patcwork para iniciantes.
Gostava de receber ajuda, sugestões, links.
Gostava que me ajudassem.
Vá!
Ajuda, precisa-se!

Beijo
Nina