terça-feira, 30 de julho de 2013

Vilnius

É a capital da Lituânia.
Uma cidade encantadora, repleta de tesouros de arte.



Começa-se a visita da cidade velha entrando por esta porta, a Porta da Alvorada ...

... que sobre ela suporta uma capela ...

... que, de janela escancarada ...

... expõe uma imagem  de Nossa Senhora, tida, aqui, como particularmente milagrosa.
A imagem é belíssima.
 Esta é a primeira. Seguem-se dezenas de outras, Católicas e Ortodoxas, todas maravilhosas no seu esbanjamento de artifícios barrocos.



Não as nomearei. Aliás, na minha memória não estão catalogadas.
São tantas e tão lindas.

Esfusiantes de luz ...

nas suas nuances pastel ...

... nos seus arcos e arcadas sobrepostos.

Esta é a Catedral ...

... especialmente notável,  com a Torre do Campanário, especialmente bela, especialmente única.
 As ortodoxas não se mostravam compatíveis com a fotografia. Proibiam explicitamente. Numa, porém, em que a proibição não era visível, registei a medo o colorido interior.


Igual às católicas.
Igual como reduto de fé.
Só mudam alguns intervenientes.
Chamam a Vilnius a capital do barroco.
Percebi porquê.

Beijo
Nina

domingo, 28 de julho de 2013

Mar na montanha!


Não é bem mar ...

... é um lago!

Cruzado por dezenas de barcos ...

... e nas suas margens, a praia.
 Não é bem montanha, é um planalto, cruzado por rios, semeado por lagos.


Com pontes, portas e comportas, estradas aquáticas super ocupadas.


Água transparente, céu azul e espelho de água.

Não admira que aqui aterrem, às dezenas, polacos sedentos de mar.


Com o seu estranho e impronunciável nome, situa-se ao norte da Polónia, a caminho da Lituânia e eu chamo-lhe, apenas,  Paraíso.

Beijo
Nina

sábado, 27 de julho de 2013

zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz


Avião às 6, check in às 4, alvorada às 3!
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!!!!
Uma canseira! Taralhouca, bêbada de sono, não entendo nada.
zzzzzzzzzzzzzzz, zzzzzzzzzzzzzzz, zzzzzzzzzzzzzzz!
20horas. Quero uma cama. e silêncio. E escuro.

Num jardim de Varsóvia ...


... quente ...

... como só conseguem ser os países de eternos e gélidos Invernos.


Quando chega o calor, é inferno.
São lindos estes imensos verdes. Lindos e vividos e aproveitados com avidez.
E eu, zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz! Morta de sono!
Amanhã, composta, recomposta e refeita tratarei de me misturar nesse profundo verde.

Beijo
Nina

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Malas!

Refiro-me às de viagem, às que é suposto encher de uma forma racional, às que mantêm comigo uma incontornável relação de amor/ódio.
É que não nos entendemos.
Precisamos uma da outra, mas não nos entendemos.
Em suma, não sei fazer malas.
Já li tratados, conselhos, avisos... em vão. Nada resulta.
Levo tralha a mais, que regressa amachucada, imprestável, pronta para a lavandaria ou para a máquina.
Levo tralha a menos. Passo frio de rachar por falta de um agasalho. Apanho molhas monumentais, por falta de guarda-chuva.
Compro sapatos para me acudirem em aflições de chuvadas diluvianas.
Compro roupa fininha, assada no calor tropical que, inusitadamente, de propósito, na hora em que chego, incendeia os países nórdicos.
Sempre, mas sempre, se alguma coisa tem que correr mal, corre no momento da minha chegada.

Já fiz malas por cores.
Tudo a combinar com tudo. Tudo em declinações de bege e branco.Tudo insuspeito.
Nem assim!
Ou está demasiado calor, ou demasiado frio.

Aprendi - foi essa a última aprendizagem - que o esquema é , deve ser outro:

Jeans, escuros, sempre jeans. Casando com t-shirts lisas que se mudam diariamente.
Um agasalho, tipo sweater, um impermeável, um guarda-chuva, ténis e sandálias, um par de cada.

Assim me organizei. Cega, sem pensar em combinações, sem pensar em ocasiões especiais de jantares elegantes.
Nada.
O princípio é estar limpa e confortável.
O bom gosto, o estilo fica para depois.
Na mala, metade de metade da tenda que costumo carregar.
Se faltar, para uma ocasião especial, algo insubstituível, olha, azar, compro!

Sinto-me rebelde, hippie e liberta.
É bom!
A ver como corre.

Beijo
Nina

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Tricotando


Esta manhã, chovia. Não uma chuvada de inundação, não! Uma chuvinha miúda, que caía de um céu cinzento. Frio, não. Não estava frio. Ainda assim, a chuvinha fina exigia braço tapado.


Lembrei-me deste casaco em tricô.
Fio de algodão, agulha muito grossa ...

... e o resultado é uma quase renda.

Excelente para o Verão. Quase tapa, quase agasalha, como se necessita.

Visto de perto descobre-se o grau de dificuldade:
Zero!

A isto se resume o modelito:
Um retângulo grande, que colocado à volta do tronco o envolva, mais que o necessário, em sobreposição excessiva.
Calcula-se, ( a olho, pois então!), o local das cavas.
Aí nascerão 2 fendas que, no final, receberão as mangas.

Este, é meu há muitos anos.
Veio de Santiago do Chile (sim, Angélica, de Santiago!) e é o ovo de Colombo dos tricôs, na sua absoluta simplicidade e look exótico.

Veste muito, muito bem. Compõe o mais simples visual. Ideal para o Verão. Faz-se com uma perna às costas.
Nenhuma desculpa para não pegar imediatamente nas agulhas.
Vou pôr mãos à obra!

Beijo
Nina






quarta-feira, 24 de julho de 2013

E as regas?

Consegui contornar a obrigação da rega diária das plantas de exterior graças a este dispositivo:

Um relógio, uma mangueira e muitas saídas de água!
Foi a melhor aquisição que poderia fazer.
Programado para regar 1 ou 2 vezes por dia, à hora escolhida, não falha, sendo de uma comodidade inexcedível. Acabaram-se as preocupações com hora de rega e com disposição para a fazer, que, admito, às vezes a preguiça impera.
Assim, não há que pensar. Certinho, como relógio que é, dispara o sistema de rega gota a gota, sem lapsos, sem equívocos.

A mangueira viaja sobre vasos e floreiras ...

saciando sedes e necessidades ...

... na conta certa.
Um descanso, no dia a dia e nas férias.
Principalmente nas férias!

O pior são as plantas de interior.
As pobrezinhas não aguentam ausências superiores a uma semana. Por isso, sempre ou quase sempre, conto com uma ajuda amiga que garante a subsistência das minhas meninas.
A não ser que a tal ajuda amiga se encontre ausente e distante.
Então há que agir.

Antes de sair, rego-as exageradamente, abundantemente, deixando que alguma água se acumule no cachepot ou no prato que as sustem. Ainda assim, é pouco.

Então, recorro a um truque que minimiza os prejuízos.

O gargalo de uma garrafa cheia de água é enterrado na terra ...
... e, aos poucos, vai libertando a água armazenada.
Não sendo uma garantia 100% eficaz, proporciona um período de tempo alargado que permite a sobrevivência das bichinhas até que mão amiga lhes acuda.

Enquanto não chegam as férias, acumulo garrafas que serão utilizadas neste contexto.
Já aplico o truque há muitos anos e, embora, infelizmente, não possa garantir a ausência de baixas - sempre, uma ou outra mais frágil, acaba por sucumbir -  as perdas são muito minimizadas.

Depois, em Setembro, Outubro, o ciclo reinicia-se, com plantas novas, tratamento das antigas e imensa expectativa numa futura radiante floração que nunca falha.
Tenho p'ra mim que as plantas pressentem quando são amadas!

Beijo
Nina

terça-feira, 23 de julho de 2013

Nasceu o novo bebé real ...

... roubaram-me o iPAD, o sol voltou, descobri novas dicas culinárias.

Assim feita a resenha do dia, desdramatizo o choque que foi o roubo do meu iPAD.
Foi mais uma coisinha que ocorreu entre as mil que constituiram o meu dia. De gente viva. De gente sujeita a dissabores. pois, como dizia o outro, estar viva é uma atividade de altíssimo risco.

Então, foi assim ... numa distração de poucos minutos, o meu iPAD foi roubado, na mesa do shopping onde tomava café.
Culpa minha que facilitei e, já se sabe, "a ocasião faz o ladrão".
Foi um choque, um desgosto.
Nem é pelo valor monetário implicado. Nem é , em primeiro lugar, pelo dinheiro. Não! É pela agressão, pela invasão, pela violação dos meus direitos. Deixou-me imensamente incomodada, sumamente perturbada. Confesso, que 24 horas volvidas, não recuperei ainda do choque e, incrédula, alimento disfarçadamente a ilusão de que tratou de um equívoco que será esclarecido.
Tola!

Mas o mundo prossegue, indiferente, o seu curso.
E nasceu o bebé. O primeiro filho de William e Kate.
Deixei, sem esforço, que o acontecimento me animasse.
Em Inglaterra, é o delírio.
Fico feliz pelos pais, por todo um povo, pelo mundo que agradece notícias felizes.

Entretanto, depois de quase três semanas de brumas, o dia nasceu azul, com sol aberto, sorridente e definitivamente estival.
Muito bom! Muito bom que se cumpram as permissas esperadas. Verâo é sol e calor. Não são dias sombrios e tristes.
Há que aproveitá-lo.
A praia está cheia.
Divirtam-se.

Eu, ainda aguardando as férias, mantenho as rotinas.
Almoços e jantares caseiros, horários, compras e tudo o mais que uma família necessita para subsistir no dia a dia.
Para o almoço de hoje, Cozido à Portuguesa. Excelente na sua absoluta simplicidade.
Sempre sobra muito. Não há como evitar. E as sobras sempre são sujeitas a uma espécie de restyling, em feijoada, ou no que a imaginação de momento determinar.
E o caldo, aquele rico e suculento caldo? Que destino lhe dar?

Verto-o em frascos ...

... que etiqueto ...
... e frio com eles.
Será utilizado em arrozes, massas, sopas, molhos e o que mais calhar, que isto de cozinhar é um processo vivo em permanente descoberta e reinvenção, nunca concluído, nunca fechado, como prova o exemplo acima citado.

Beijo
Nina