quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Ontem, hoje ...

... passado rico e preservado!

Na arquitetura, testemunho intocável.
Assim é Tallin, capital da Estónia a última capital a ser visitada, a que fica mais longe, mais a norte, paredes meias com a Rússia.
A moeda é o euro, o que permite avaliar sem qualquer dúvida o custo de vida.
É caro, muito, muito caro.
Porém, o que se vê nas ruas é pessoas vivendo bem.


As mulheres são lindas e muito elegantes. Caminham valentemente pelo empedrado medieval das ruas, montando estes tacõezinhos vertiginosos.
Num jogo de "ontem/hoje", circulam lindas e modernaças, pela ruelas, onde, na Idade Média, outras mulheres circularam.

Beijo
Nina

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Rússia?


Não!
Tallinn, capital da Estónia!

Igreja ortodoxa

Exterior absolutamente exuberante, de uma beleza que nos deixa sem fôlego.
Testemunho indesmentível da permanência russa nestas paragens.

Beijo
Nina

P.S.
Perdoem a não resposta aos comentários. Logo, logo porei a escrita em dia.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

De Itália ...

... só coisas boas.
Ou bonitas.
Ou bonitas e boas!

Sopa de tomate, temperada com queijo, perfumada com manjericão.
 E, a meias, uma espantosa pizza...


De rúcula, pinhões e presunto de Parma.

Um jantar!
Um poema!
Um jantar que foi um poema!

Beijo
Nina

domingo, 4 de agosto de 2013

Casas comigo?


Sim!

E foram felizes para sempre!
Assim, em Tallin, simplesmente, sem convidados, sem festa, sem confusão, sem despesa!

Gostei!

Beijo
Nina

sábado, 3 de agosto de 2013

A cidade e as serras!


Gosto muito de descobrir os cantos das cidades, de me aventurar por ruas e ruelas. Gosto.
Acontece que há mais, muito mais quem goste e inevitavelmente esbarro com grupos mais ou menos organizados de turistas.
Não gosto de grupos. Não gosto que me agrupem. Daí que crio uma certa fobia em relação a locais que, ainda que belíssimos, sejam excessivamente explorados.



Impossível não gostar do centro de Riga, da estátua de Rolando ...

... da Casa dos Cabeças Negras ...

... exuberante no seu gótico holandês ...

... nos detalhes e detalhes que a enriquecem.
Gosto!
Mas canso-me e fujo.

De mapa em punho, mergulho em parques ...

... alamedas ...

... cruzo pontes ...

... sentindo o verdadeiro pulsar do país.

Bastam uns poucos quilómetros ...

... e estamos sós ...

... longe da turba ...

... da máquina de explorar turistas.

Aqui, a beleza limita-se a ser ...

... por que sempre foi ...

... desde o princípio dos tempos ...

... sem objetivo de lucro ...

... sendo ...

... apenas!

Apetece tocar ...

... gravar ...
... para nunca esquecer.
Sou pessoa de Serras, muito mais do que de Cidade.

Beijo
Nina

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Perto ...

... as 3 repúblicas ficam relativamente perto umas das outras. A distância entre elas não ultrapassa os 300 Km. São, porém, quilómetros duros de roer. Rendem, numa velocidade sempre baixa, decorrendo, maioritariamente, em belíssimas estradas florestais.

Deixando a Lituânia para trás, avança-se para a Letónia, com Riga por capital.

Pertencendo, embora, à União Europeia, os dois países não aderiram ao €, possuindo moeda própria.
O custo de vida é extremamente elevado.
 Em Riga, mais do que em Vilnius, nota-se que os preços são fogo.

O turismo é, seguramente, uma importantíssima forma de fazer entrar dinheiro.
Turistas, são bandos permanentes, vogando em ruas estreitas ...

... repletas de obras de arte.

A música é presença constante e de elevadíssima qualidade em cada canto, em cada esquina.

Jardins e canais, como na Lituânia, semeiam a cidade.

Referência incontornável, uma espécie de coração da cidade, é a praça da liberdade com o seu obelisco monumental.
E sim, as mulheres são lindas, elegantes, modernas, chiques e extremamente bem cuidadas.




A old town é território para explorar com vagares, de nariz no ar e máquina fotográfica sempre a postos.


Nesta rua, um artesão medieval compunha uma cota de guerreiro ...

...enquanto que aqui, se exibia a fachada de um restaurante que garante o seu nascimento em 1221.


Lado a lado convive o antigo e o moderno, como prova esta ponte em linhas atuais.
Riga é uma delícia a degustar lentamente, como exigem as verdadeiras delícias.

Beijo
Nina

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Castelos

Há-os para todos os gostos, bem ou mal coservados, mais antigos ou mais modernos. Abundam.
E estes povos, com uma apurada noção de história e cultura, preservam-nos.
Como testemunho ...

Não tanto de glórias.
Muito mais como acusação perante as sucessivas agressões.
A última, a que terminou em 1991, da autoria da Rússia que, durante anos, como potência invasora, os dominou.

Mas não foram apenas os russos ...

... os suecos, os civilizados suecos, noutras eras foram também invasores.

Será por isso que noto uma certa agressividade, um certo azedume no tratamento social destes povos.

Os mais jovens, os que cresceram depois da reconquista da independência, esses que já interagem através do Programa Erasmus, esses limitam-se a ser jovens afáveis, jovens do seu tempo-

Os mais velhos, repito, os que sofreram a experiência na carne, esses permitem-se a desconfiança, exteriorizam naturalmente o azedume.

Estas imagens foram colhidas na bela Vilnius, no seu "Castelo de Cima" que oferece vistas magníficas a perder de vista.
Nelas sobressai a mancha verde, imensa, maravilhosa.
E os telhados e as construções primorosas.
Assim é Vilnius.

Beijo
Nina