sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

1009 - O peixe ...

... nosso de cada dia!
Tento comer peixe um vez por dia. Porque sim, porque é saudável, porque há que cortar na carne que, quanto menos, melhor ...  por tudo isso e porque, entre carne ou peixe, peixe, definitivamente, sempre peixe!
Então invento, fujo do óbvio cozido/gralhado/frito e improviso.


Com muitos, com todos os legumes disponíveis, preparo uma base ...

... neste caso, com muita cebola e alho, vários tomates e um pimento verde ...

... que devagarinho - acredito nos vagares na cozinha - cozem/fritam a descoberto ...

... recebendo, quase no final, uma chuvada de vinho branco.

Nesse banho entram as postas de pescada, temperadas com sumo de limão, sal e pimenta.
Como toque final, umas folhinhas de manjericão.
Cozem lentamente e não mais que 5 minutos.
Servem-se com arroz branco e muito, muito molho de legumes.
Não é que seja gourmet, que não é!
Assumindo a simplicidade e nenhuma sofisticação, é, mesmo assim, uma muito agradável variante do triste peixinho cozido.
É favor experimentar .

Beijo
Nina

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

1008 - Cesto em Trapilho

Só posso dizer que crochetar com trapilho é uma atividade altamente viciante!
Começando, difícil se torna parar.

Como ontem mostrei, tratei de crochetar um retângulo para a base (cerca de 30 pontos, por 15 carreiras.
Terminada a base, verifiquei que a agulha era excessivamente fina, o que tornava o trabalho muito cansativo.
Parti, pois, para uma agulha bem grossa, uma de tricô, número 10.
Dei-me conta também, que teria de segurar agulha não como quem faz crochê, mas mais como quem segura uma pá. A sério! Como quem segura uma pá, envolvendo o cabo com a mão fechada. Assim o exige o trabalho e, desde que optei por essa mudança, tudo se tornou muito mais fácil.
Portanto, e recapitulando, agulha de tricô número 10, manipulada com se de uma pá se tratasse.
Espero ter-me feito entender.


Num serão ficou pronto o cesto.

Nele repousam revistas que, soltas na mesa do sofá, me perturbavam a estética!

Usei 3 novelos e do terceiro sobrou perto de metade.

No meu quarto azul, o cesto novo, integra-se como peixe na água ...

... mesmo bem, na perfeição, diria.

Confesso que não segui à risca as instruções da Helena , mas, apesar disso, resultou.
Numa próxima experiência, porei em prática os ensinamentos da mestra.
Desta vez, feito o retângulo da base, crochetei à volta do perímetro, matando uma ou outra malha para dar forma ao cesto e terminei com as asinhas opostas.
O resultado final é excelente e não tardarei a repetir a experiência, noutros voos.

Beijo
Nina

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

1007 - Trapilho!


É um sucesso!
Dada a espessura do fio, a obra avança a uma velocidade nunca vista em trabalhos de crochet!
Um pouco exigente com a mão, dada que a pressão exercida nos dedos é considerável, mas, suponho, que exige  apenas.habituação. 
Ontem à noite, crochetei umas carreirinhas e, sem saber como, vi-me com o fundo do cesto para revistas concluído! 

Não sei se a espessura da agulha será a ideal. Palpita-me que poderia ser mais grossa.
Perguntarei à Helena!

Entretanto constatei que o meu painel de seguidores desapareceu.
Alguém me pode esclarecer? Roubaram-me /raptaram-me os seguidores?
Pago resgate! Quero os meus seguidores de volta. Já!

Beijo
Nina

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

1006 - Lai, lai, lai, lai ...

... lai!
Cantarolo! Feliz!
Fui às compras:
- Fio para uma camisola e ... trapilho!
O fio para a camisola (blusa) veio da loja de sempre: Brancal!
O trapilho, da loja chinesa.
Estas lojas não são, nem pouco mais ou menos, a minha praia! Desconfio delas, da qualidade duvidosa, do mau gosto e até, em certos casos, do mau cheiro!
Porém, descobri uma, bem perto da minha casa, diferente, arrumada, organizada, cuidada, quase clean!
Entrei por acaso e surpreendi-me.
Depois vi uma imensa sucessão de prateleiras com novelos de trapilho, organizados por cor, um espanto, quase um arco-íris. E comprei! 3 cores, 3 azuis, que sou dada a esta tonalidade:

Cá estão eles ...

... no sofá azul, do quarto azul ...

Vão virar "cesto" ...

... como vi no blog da Helena , que sempre visito com prazer e espanto, porque merece todas as visitas!

Acho que se deve divulgar o que merece ser divulgado e que esta "coisa" de estar vivo é redonda, que volta para mim, tipo boomerang, o bem e o mal que pratico ... e que a qualidade dos outros não me faz sombra, só me engrandece e que bebo nela para aprender e todos os dias crescer um pouquinho ...
Por tudo isto e por muito mais ...

Vão lá e comprovem!

Beijo
Nina

domingo, 15 de dezembro de 2013

1005 - Compota, mais compota!

 Comprei meloa, não melão, que a meloa é mais doce e não decepciona e blá blá, blá blá!
Do Brasil, assegurava o rótulo.
E eu não gosto! Não gosto de comprar o que quer que seja que, para chegar às minhas mãos, atravesse o oceano e estagie no frio e no calor e seja tudo menos o que se espera que seja.
Mas precisava! Para acompanhar presunto, é a minha desculpa.
Então, hoje ao almoço, fui-me a ela, à meloa!
E saiu-me uma coisa meio dura, meio sem gosto, meio sem aroma, incomível!
Um desconsolo!
Bem feito, para não ser teimosa e insistir no erro!
Porém, para que o desgosto não seja completo e a perda total, a dita, a meloa, com uns tantos kiwis vai virar compota!
E parece-me bem!


A proporção mantem-se:
- Açúcar e fruta em pesos iguais!
Ferver, fervinhar, melhor dizendo, sem pressa até se alcançar o ponto, o tal ponto, o Pontode Estrada.
E assim nem tudo está perdido.
Acontece que confiei demasiado na sorte ( uma vez mais ...) e não prestei a devida atenção à panela.
Distrai-me e se há coisa que as compotas não toleram é a distração!

Carentes, exigem atenção e companhia.
Deixe que a mistura fervesse um pouco mais que o necessário. Consequência? A compota ganhou consistência de quase rebuçado!
Tudo perdido?
Não!
Juntando, aos poucos, um copo de água quente, mexendo sempre para que a mistura fique homogénea, readquire-se o ponto desejado.
Mas fica o aviso:
- Compota exige açúcar, fruta e atenção, tudo em doses iguais:

Ficou assim!
Beijo
Nina

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

1004 - Acessórios!

Eu acho que os acessórios são fundamentais!
Falo de cintos, lenços, echarpes, chapéus , luvas e malas.
É disso que falo.
Mais do que entrar na voragem consumista do vestido novo, acho que a utilização dos acessórios dão cara nova ao mais antiguinho vestido.
Daí que me parece sensato comprar pouco, mas de qualidade.
A Zara, por exemplo, recebe mercadoria à segunda e à quinta-feira:
- Isto é uma provocação perversa, sem tamanho... tipo aranha à espera da mosca incauta.
A pessoa entra, gosta, tenta-se, até porque " ... não é caro" e no final descobre que o armário está repleto de peças cansativas e de má qualidade que, ao fim de meia dúzia de utilizações perdem a graça e mostram a sua verdadeira face, a face do "farrapo".
Não é que uma comprita ou outra, na Zara ou noutra loja do mesmo nível, não faça sentido, porque faz.Na verdade, às vezes, basta um detalhe (baratinho) para dar alma nova a um conjunto.
Contudo, fujo da quantidade e privilegio a qualidade.
Aliás, nada me aflige mais do que um armário a abarrotar de tralha.
Neste, como em tantos outros domínios,não há dúvida de que o menos é mais.

Voltando, então aos acessórios, tenho-os em elevada conta e, confesso, em elevado número!
No nosso Inverno rigoroso, quase é possível fazer uma viagem no tempo, uma viagem ao tempo em que as mulheres usavam luvas, punham chapéu e não dispensavam os glamorosos lenços em volta do pescoço.
Assim, ainda que vistamos jeans, botas e blusão motard, as luvas que vestem as mãos, na minha opinião, elevam o conjunto.
E os lenços, que dizer dos lenços envolvendo o pescoço?

Este, muito colorido, numa seda pesada, alegra  qualquer conjunto por mais tristonho que seja.
Além disso, transmite uma mensagem ... a mensagem de que a dona do lenço é pessoa que se cuida, que atenta no aspeto, que preza o que é bonito. 
Além de gostar de acessórios, por todas as razões que já enunciei, gosto muito de gente cuidada, que cultiva o bom gosto, que é uma opção de vida.

Nenhum filme, nenhuma série, me agrada mais do que os chamados " de época"!
Por exemplo, o Downtown Abbey,  é insuperável!
Bem sei que nesse caso, o bom gosto aparece associado ao dinheiro, mas, tenho a ingenuidade de acreditar que não se trata apenas de uma questão de dinheiro.
Ou será que o bom gosto se compra?

Beijo
Nina

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

1003 - Ponto pipoca ou rosinhas de Portugal


Referi ontem o Ponto Pipoca, depois deste me ter sido aconselhada pela minha amiga Rosa ( http://arosanajanela.blogspot.com.br/), a minha/a nossa fada madrinha, sempre disponível para partilhar, ajudar, ensinar.

Da Teresinha, a minha querida Teresinha ( http://dasmaosdateresinha.blogspot.pt/ ), que sabe os segredos, os truques todos do tricô, chegou-me o esclarecimento de que, o Ponto Pipoca, mais não é que o ponto Rosinhas de Portugal!
Curioso, não é?

Designação à parte, o importante é preservar e divulgar o ensinamento.
Parti, pois, para o lado prático da coisa!


Começamos por montar um número de malhas múltiplo de 4, mais duas  malhas para as orlas.
Feito!

Congeminamos, então o pontinho, propriamente dito, assim:
Na primeira malha, fazemos 1 ponto meia, 1 ponto liga (tricô  no Brasil) e um ponto meia.

Seguidamente, tricotamos juntos, em liga (tricô) os 3 pontos seguintes, alternando esta operação até esgotar os pontos.
A carreira seguinte será toda em liga (tricô).
Na 3º carreira, começaremos por tricotar juntas 3 malhas e, na seguinte, repetimos: 1 malha em meia, 1 em liga (tricô) e 1 em meia, continuando a sequência até acabar a carreira.
A carreira seguinte será, novamente, toda em liga (tricô).
E assim, sucessivamente.

Sendo extremamente simples, obtem-se um resultado muito satisfatório, já que,  muito vistoso, valoriza o mais simples dos fios.

Estou desejosa por passar da amostra à realidade de uma peça completa e as ideias fervilham na minha cabeça inquieta!
Amanhã, já que hoje, a esta hora tardia, não é possível, comprarei o fio e depois é só deixar que as ideias se concretizem.
Quem me acompanha?

Beijo
Nina