quarta-feira, 14 de maio de 2014

1109 - Tão fresco, tão leve!

... tão colorido, tão simples, tão delicioso!
Uma entrada perfeita!

Precisamos de folhas da alface, das interiores, quase côncavas, quase conchas!
Vamos enchê-las com uma salada russa, uma mistura variada e colorida de  muitos legumes ...

... que envolvemos em maionese!
Com um copo de vinho branco gelado, é a entrada perfeita, a espera deliciosa pelo prato principal.
Em vez de sopa!
Substituindo a clássica salada!
Adoro!

Beijo
Nina


terça-feira, 13 de maio de 2014

1108 - Azul e amarelo


Afinal, a chamada meia-estação não morreu, nem sumiu!
Vivêmo-la, pelo menos aqui, no Porto, junto ao mar, em toda a sua pletnitude.
Temos dias de sol, dias bonitos, mas temperados com uma nortada feroz!
Logo, agradece-se um casaquinho, um agasalho leve, que na rua, faz frio. 


Adoro a meia-estação! Esse intervalinho entre os rigores do Inverno e os furores do Verão!
Aposta-se na conjugação colorida e eu, doida por amarelo, sinto-me realizada.
Do armário saiu esta bolsa amarela, claro!
Comprei-a no Outlet de Vila do Conde a um preço muito convidativo, apesar da marca XPTO!


Nos pés, estes sapatos quase arco-íris que trouxe do Brasil.
Nas pernas,nas alvas pernas, meias!

Combinei amarelo com azul, que como se sabe é uma combinação perfeita.
A saia é H&M e blusa (já anteriormente exposta) veio da Zara)

Ainda sem vento, que a nortada cresce à tarde, posei, discreta, para a foto.

A saia é levezinha, transparente, de um tecido que não amarrota, daquelas maravilhas que estão sempre impecáveis.

Completei com um blazer azul, peça polivalente, que combina com quase tudo.
Aqui, compus um conjunto azul e amarelo, mas, brevemente mostrarei outro de que sou igualmente fã:
O navy, o marinheiro com riscas em azul e branco, muito, muito adequado à meia.estação.

Beijo
Nina

segunda-feira, 12 de maio de 2014

1107 - Dá-me favas com chouriço ...


Foi tudo quanto retive deste HORROR que, como uma maldição, me assalta por associação de ideias.
Agora, então, que estamos no tempo das favas, a coisa persegue-me.
Gosto muito delas, das favas, mas não havia necessidade deste apêndice mais que pimba.

Esqueçamos a música ignóbil e vamos comer favas, de cultivo local e da época.
Comprei-as e assisti à operação de as colher, ali para os lados da Apúlia, numa "amiga" minha que me fornece estes mimos.
Um luxo, bem sei!


Fiz sopa, com  alho, alho francês, abóbora, cenoura, cebolas e batatas, resultando num aveludado e delicioso puré.
Com chouriço, não gosto!
Para meu gosto resultam demasiado condimentadas, muito calóricas e indigestas.
Ainda assim, sendo um prato tipicamente português, a receita pode ser encontrada AQUI!

Beijo
Nina

domingo, 11 de maio de 2014

1106 - O Pouso do Guerreiro


Por puro acaso,  quase por engano, cheguei aqui!
Num desvio da estrada principal, num caminho mal alcatroado que desaconselha o avanço, cheguei!
No meio de campos de flores silvestres, num aglomerado de figueiras, escondido, dissimulado, achei: 


São 4 o  5 casinhas brancas,  debruadas com o azul bem algarvio, uns quantos painéis de azulejos, céu cobalto, ar quente e o canto das cigarras.
À vista, ninguém!

Só para fim de semana e férias, seguramente!
Os proprietários descobriram este tesouro e, como se faz com os tesouros, guardaram segredo.

É só deles este espaço. Um mundo à parte! Precioso, único!

Contra o branco das paredes, cactos  poderosos, que não exigem cuidados para florescerem.

E sardinheiras de todas as cores e pinheiros e silêncio.

Não são palácios ...

... são casinhas modestas, provavelmente compradas a agricultores locais desejosos de um moderno apartamento.

E o perfume?
Já falei do inebriante perfume da madressilva?

À noite, a luz difusa de um lampião ...

... que a Utopia não casa com modernices-.

Aqui, simplesmente, está-se!

E, como no paraíso perdido, os frutos vêm diretamente das árvores ...

...e a vista perde-se nas paredes, nos muros de flores.

Quando eu for grande, também quero achar a minha UTOPIA!

Beijo
Nina


sexta-feira, 9 de maio de 2014

1105 - Eu queria ser vegetariana ...


... mas não sou!
Evito (mas não excluo) as carnes vermelhas!
Prefiro peixe, sempre peixe, à carne!
Como muita sopa!
Adoro saladas!
À sobremesa, 99,9% das vezes, escolho fruta!
Embora no bom caminho, recuso-me a comer apenas ervas!
Ponto!

E, seguindo essa linha de conduta, A-D-O-R-O uma feijoada de camarão!

Com umas gotinhas de piri-piri ...

... e um apontamento de arroz branco!
Com cerveja gelada, é claro!
No Algarve, onde mais poderia ser?
Com montes de coentros perfumados!

E, no momento, perante esta irresistível tentação,  já não estou tão certa de que gostaria de ser vegetariana!

Beijo
Nina

quinta-feira, 8 de maio de 2014

1104 - Era uma vez uma linda princesa ...

... chamada Violeta, nome de flor, flor perfumada e nome de cor!
Menina e moça, adolescente sonhadora, tecia quimeras cheirando violetas. 
Violetas especiais!
 Daquelas que nos chegam às mãos trazidas pelo moço tímido e imberbe, príncipe pretendente, que num assomo atabalhoado de ousadia, as comprava para mim!

Por isso, Aqua di Parma é e sempre será o meu perfume.
 O Perfume!
Cheira a violetas, sendo que a mim, o olfato é a ponte perfeita para viagens no tempo.
 Diria, se distraída, que tenho outra vez 15 anos!

Feita que foi esta divagação,informo que nasceu uma menina chamada Violeta!
Cheira a bebé e, admito, um pouco à flor que lhe deu o nome.
Para além de cheirosa, é doce e linda!
Antevejo cortejos de trémulos príncipes prontos a enfrentar dragões ( como nesse tempo era o meu pai!) para a conquistarem.

Para ela, teci este casaquinho.
Teremos, pois, uma Violeta vestida de rosa.


De novo e sempre, a receita que nunca falha:
-Manga Raglan!

Preferindo um Casual Look, tricotei uma miniatura de casaco de adulto.
Violeta brilhará, pois, numa versão desportiva, já que as princesas, nos dias que correm, multifacetadas, vestem rendas e brocados, sem desdenharem dos jeans!
Beijo
Nina

quarta-feira, 7 de maio de 2014

1103 - Pecados!

Gula!
 É como se chama este!
Parece que é grave!
Ainda assim ...

No Algarve existem  incontornáveis tentações, por muito rígida que seja a disciplina, por muito a sério que se leve o controlo calórico:
Chama-se DOM RODRIGO e a receita  pode ser vista AQUI!
Não me passaria sequer pela cabeça, tentar executá-la!
É trabalhosa e conduz a doces exageros de pesados remorsos.
Por isso, só os como no Algarve.
Um por dia! Nem mais, nem menos! 

Uma espécie de sagrado ritual, quando saio da praia, tonta de calor, exausta de banho de mar, de pele quente, garganta seca e um anseio de doce que só se então se apazigua.
IMPORTANTE,  IMPORTANTÍSSIMO:
A cerveja deverá estar estupidamente gelada!

O docinho chega-nos assim, em fios de ovos, com toques de amêndoa e um banho de caramelo e canela.
Desaparece em duas colheradas!
Sem culpa, nem remorso!
Por isso, no dia seguinte, lá estou de novo,sem medo,  de peito feito, pronta a reincidir!

Beijo
Nina