sábado, 14 de junho de 2014

1132 - Moda Low cost!

Deram-me corda!
 Fizeram-me crer que eu percebia qualquer coisita de moda e, agora, ninguém me aguenta!
 Exibida! 
Mostro ao mundo os meus talentos. 
Assim:


Umas coisinhas compradas na feira de Cerveira, reduto de todos os tesouros, como não me canso de repetir.
A saber:
- Saia comprida plissada
-T-shirt branca estampada.

Apesar do grande efeito, tudo baratíssimo.

Em cores que dão as boas vindas ao Verão, que, finalmente, chegou!
O que de facto eleva o conjunto, são as sandálias  e a mala., ambas brasileiras, ambas caras, ambas, por isso mesmo, intemporais.
Daí que, me parece excelente investimento, uma ou outra peça de grande qualidade, daquelas que permanecem imperturbáveis face à moda e às tendências.

Rematei a t-shirt, excessivamente ampla, com um cinto branco, fininho, que gosto de amplitudes  e estreitezas nos sítios corretos e previsíveis.

Acho que não é preciso muito para obter um look agradável à vista.
Exige-se apenas um cuidado q.b. e alguma imaginação.

Para as brisas mais frescas, uma malha levezinha sobre os ombros.

A saia verde água e o casco azul turqueza  convivem em perfeita harmonia.
Este, veio também dos elegantes escaparates da Feira, pela astronómica quantia de 10€.

Ainda não é hoje que mostro as aquisições do Outlet, pois, de acordo com os princípios do marketing, a espera aguça o apetite.
Sou mesmo má!

Beijo
Nina


quinta-feira, 12 de junho de 2014

1131 - Outlet de Vila do Conde



De vez em quando, quando me lembro, vou lá.
Às vezes não encontro nada que me interesse, mas essas são as excepções, pois descubro, infalivelmente, fatalmente,  uma ou várias tentações.


Hoje, finalmente, o dia amanheceu quente, muito quente e, para enfrentar os calores, decidi-me por esta blusa, quase túnica, em crochê, feita há muito tempo e quase esquecida.
Já aqui disse que não sou grande adepta do vestuário em crochê, já que tem a irritante característica de crescer.
Lavando-se, depois de usado (em água fria!), recupera o tamanho inicial - valha-nos ao menos isso!

Com calças rosa , sapatos brancos e bolsa rosa, compus o conjunto.
A bolsa transparente, quase praieira, foi-me oferecida na compra de produtos Guerlain, numa qualquer perfumaria. 

Com as muitas pulseiras da praxe, dei por conseguido o outfit - como agora se diz - e lá fui , rumo ao Outlet.


Um espaço amplo, moderno, com um imenso parque de estacionamento e uma incrível variedade de lojas, constitui uma alternativa imbatível aos preços praticados nas chamadas lojas de primeira linha.

O conceito é simples:
-Vendem por metade do preço e, às vezes com um desconto ainda maior, restos das coleções da ´
ultima temporada.

Faça chuva ou faça sol, este é um espaço extremamente acolhedor.
Ao fim de semana torna-se impraticável, tal a afluência de famílias que aqui fazem programa.

Porém, hoje, o ambiente mostrava-se absolutamente desafogado.

Não têm parado de abrir novas marcas.
Esta, a Michael Kors, é irresistível para quem necessitar de uma boa carteira, de excelente fabrico e materiais de primeira, clássicas no modelo, para que não passem de moda.
Entrei e gostei muito do atendimento solicito e atencioso, sem ser chato.
 Não comprei porque não preciso.
 Porém, quem desejar adquirir uma carteira para a vida, a preço muito, muito convidativo, este é o destino.

Se fiz compras?
Então não houvera de fazer!
Compras lindas, irresistíveis, que mais tarde mostrarei.
Por agora, só as embalagens, para aguçar os apetites curiosos.

Beijo
Nina

quarta-feira, 11 de junho de 2014

1130 - My fair lady...


A sério! 
Não sabia que as calças com rasgões tinham tantos anticorpos!
Por mim, nada contra!
Acho giras e dão um ar moderno e engraçado ao fim de semana.
Refiro-me às do último post que usei com sapatilhas porque ia caminhar.
Se fosse jantar, seriam acompanhadas por saltos altos, sedas e rendas!
Porque acho engraçado o contraste e isto de gostos, já se sabe ... não se discutem.

Hoje, porém, dia de trabalho, de entrevistas e encontros, virei My Fair Lady!
Também gosto ... 

... muito embora não seja nem metade do divertido que é calçar MBT, o cúmulo do conforto!
Uma senhora, lá fui,  às obrigações fazendo boa cara.
O casaco, made by Mira, saiu hoje, porque gosto muito dele e também porque receio que o calor que se aproxima impossibilite agasalhos.

Combinei com vestido Zara (antigo), sapatos que apesar de altos, são cómodos ...

... e unas cositas más!


... que o pormenor é que compõe a paisagem!

A parte divertida do dia foram as compras de fios!

Como eu gosto de visitar a loja das lãs!
Trouxe este vermelho liiiiindo, que será bolsa para uma amiga!
(Mas, na verdade, apetecia-me trazer tudo!)

Vem em meadas. Para as transformar em novelo, inventei a técnica das cadeiras!

À falta de braços que me ajudem, assim me torno auto-suficiente.

A bolsa ficará escandalosamente bonita.
Já a comecei e sei que chorarei "baba e ranho" para dela me separar, mas promessa é promessa.
Depois, mostro!
(Para que se roam de inveja, que sou muito má!)

Beijo
Nina

terça-feira, 10 de junho de 2014

1129 - A Moda e eu!


Mantemos uma relação pacífica, eu e ela, a MODA, no sentido em que não nos hostilizamos.
 É mais uma coisa assim, "vive e deixa viver".
 Nem eu sou uma lutadora a favor ou contra os seus desígnios, nem ela, a Moda, desempenha  papel de importância na minha vida.

Por isso, a designação Fashion Adict é - como dizia o outro ...- "uma cena que não me assiste!"

Mantenho-me ao corrente das tendências, apenas porque tenho olhos para ver, mas estou nos antípodas de me deixar escravizar.
Aliás, como repito a cada passo, não percebo nada de moda.

Acontece que gosto de roupa.
 Gosto imenso e invisto, sempre que posso, sempre que me apetece.

Mando fazer algumas peças, compro outras e, ainda, eu própria realizo outras, no campo do tricô e do crochê!

De modo que, tenho muito por onde escolher, até porque sou do tipo que cria laços, afeições!
Associo peças a situações, a pessoas e não há como desfazer-me delas, muito embora, em cada mudança de estação, encha sacos que ofereço com gosto.

Tenho para mim que não é necessário, (nem possível!) gastar fortunas para vestir bem.
É como o cozinhar e como quase todas as outras coisas na vida - se feitas com carinho, com gosto e com amor, resultam seguramente.

Deixo a quem me lê o julgamento deste conjunto.
Pessoalmente agradou-me plenamente.
E nasceu assim:

- Hoje, 10 de Junho, feriado nacional, fui tomar café, ler o jornal e caminhar ao meu local predileto:
-O cais do rio Douro.

A partir do lenço que pus ao pescoço, nasceu o "boneco":
- Calças Zara (desta estação)
-Polo Gant (dos últimos saldos)
-Casaco de malha sem mangas, em algodão grosso, da Zara (muito antigo)
-Bolsa azul da Zara (Antiiiiiga)
-Lenço Tous (Feira de Cerveira)
-Sapatilhas para caminhada MBT

Brincos, relógio, anéis e pulseiras, completando o ar desportivo, ma non troppo!

E foi bom ...

... e confortável ...

.. e único, garanto, que a construção foi minha e só minha!
Conclusão!
Tapar, agasalhar, acumular cegamente tendências, parece-me pouco, parece-me pobre!
Ainda inicio um blog de moda.
Isto é um aviso, melhor, uma ameaça -  logo eu que de moda não percebo nada.

Beijo
Nina

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Mas que tempo doido! - 1128


Faltam duas semanas para começar o Verão!
Parece?
Não, não parece!
Parece muito mais que estamos no Outono e que o Inverno se aproxima!
É que choveu muito durante a noite e pela manhã, estava frio e um céu ameaçador prometendo dilúvio!
É chato!
Para contrariar, dediquei uma especial atenção à vestimenta, sendo que a vontade mais não era do que aderir aos bons e velhos jeans!
Pois não foi assim!
Resolvi contrariar os elementos com um je ne sais quoi, fashion! 


Fotógrafo?
Nem vê-lo!
Mas improvisei!
Leggings cinza, sapatos ciclamen, muito antigos. Vieram duns saldos no Corte Inglês!

Túnica mesclada em várias cores e um colar comprado num mercado em Madrid!
Pareceu-me que iluminaria o dia.

Grandes argolas em prata, para provar ao distinto público que o outfit deu que pensar ...

... nada de abrir o roupeiro, às cegas! Foi calculado, provado e estudado.

O ausente fotógrafo é inteiramente culpado da má qualidade das imagens, que o flash refletido num espelho, dá isto, uma espécie de relâmpago.
(Reparar que tenho umas sabrinas muito cómodas, muito lindas,  da Bimba e Lola, que ninguém é de ferro e saltos o dia inteiro, despedaçam-me!)

Para completar o conjunto,já  que não podia sair à rua sem proteção, esta espécie de gabardina, linda, linda, linda!
É Carolina Herrera e cheguei-lhe porque a encontrei no Outlet de Vila do Conde.
Oh! minhas amigas e meus amigos, acreditem, às vezes é preciso ter sorte e encontrar um tesouro como este que salva a honra de qualquer convento.
É minha há anos e sempre que a visto sinto-me - permitam o exagero - sinto-me gira!
E bem vestida!
E a chuva não interessa nada!
E o tempo acabará por se compor como acontece a todas as coisas nesta vida.

Beijo
Nina

sábado, 7 de junho de 2014

1127 - Comidinha e muito amor!


 Quando falei da Casa do Polvo - AQUI - limitei-me a descrever o espaço, cozy e super bem conseguido.
Muito concorrido, recomenda reserva de mesa, principalmente no fim de semana.
Ora, nada acontece por acaso e, por isso mesmo, o espaço não é "muito concorrido" porque sim, mas porque merece a distinção.
Como o nome deixa adivinhar, o polvo é rei, numa terra - Santa Luzia - que a si mesmo se intitula  "A capital do Polvo".
Pois, neste espaço come-se polvo de muita qualidade e cozinhado das mais imaginativas formas.



Refira-se, por exemplo, o extraordinário  Caril de Polvo ...

... os Filetes, que não sendo particularmente originais, são excepcionalmente tenros, cozinhados no ponto certo ...

... e o Polvo no Forno, com Batatas a Murro, igualmente delicioso.

Cozinhar é uma atividade como qualquer outra, podendo ser banal, correta ou excepcional, se inspirado com o golpe de asa que faz a diferença.

No caso, tenho para mim, que aqui se come assim, divinamente, porque por detrás da cozinha, mora uma invulgar história de amor.

Nicole e Eduardo, os donos, são os protagonistas.
Ela alemã, ele português.
Numa das curvas da vida , encontraram-se.
E, há mais de 20 anos levam o romance, o negócio, o projeto, a vida, de mão dada, construindo esta história que só pode ter um final feliz.

Beijo
Nina

quinta-feira, 5 de junho de 2014

1125 - Bolsinha

Sempre com o espírito formiguinha, dera destino a uns restos de fio mesclado, crochetando esta bolsinha, coisa simples, com um ponto descoberto ao acaso, que imita um conjunto de conchinhas encaixadas.
Concluída, guardei-a.
E esqueci-a.

Até que, ao organizar a mala para o último fim de semana no Algarve a reencontrei e, assim, do nada, descobri-lhe o destino.
Excelente para transportar óculos, telefone, lápis - indispensável para a fazedora de palavras cruzadas que sou - baton e outras miudezas.
A tiracolo não se sente, leve como uma pena!

Descobri-lhe, até, o encanto ingénuo de um forro branco salpicado de pequenas flores.
Revelou-se de uma utilidade a toda a prova ...

... de tal modo que, repetirei a experiência com outros fios e outras combinações de cores.

Fora de casa, deambulando por aí, nada me cansa mais do que a clássica mala ao ombro.
Ao fim do dia, derreada, acredito ter carregado toneladas.
E, se no dia a dia da cidade, não é, de facto, o cúmulo da elegância ...

... em férias, revela-se uma preciosidade.

Devo confessar que, nesses períodos de lazer, faço questão de usar vestuário com bolsos, muitos bolsos, por onde distribuo o imprescindível, dispensado malas, bolsas e mochilas.
Convencida da utilidade e praticidade desta coisinha simples, gloriosa, sinto-me como se tivesse descoberto a pólvora.
Nem mais!

Beijo
Nina