segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Era uma vez um menino ...




Era uma vez um menino chamado Fernão, universalmente conhecido pelo seu nome completo, Fernão de Magalhães.

Ora esse menino, cometeu um feito que mudaria o ritmo da evolução do conhecimento no seu tempo, realizando a primeira viagem de CIRCUNNAVEGAÇÃO!

Fê-lo ao serviço do rei de Espanha, apenas porque, em Portugal, o monarca da época - D. Manuel I - decidiu não apoiar a iniciativa!

Polémicas à parte, diz-se, deste menino, que poderá ter nascido em Sabrosa, uma terrinha perdida no Douro.
Diz-se ...
Certezas não as há!
Ainda assim, depois de ter concluído a leitura do livro de Miguel Cadilhe - NOS PASSOS DE MAGALHÃES - onde bebi esta informação, decidi que, estando no Pinhão, poderia e deveria visitar Sabrosa, conhecer a casa onde (se diz) nasceu Fernão de Magalhães, bem como o monumento edificado em sua honra.

Para já o livro:



Merece ser lido, sim!
Sem hesitação!
Rigoroso q,b., com ritmo e muito humor.

Pois bem, recapitulando.
Da leitura do livro ficou a vontade de conhecer a "terra" do navegador.





Deixei o Vintage House Hotel, com pena e ainda "roubei esta flor"

E parti!


 
Sempre com os socalcos do Douro por companhia.

Já sem uvas, que as vindimas terminaram ...

... mas, ainda assim, a curta viagem decorreu num cenário de sonho.

Até que chegámos a Sabrosa, uma terra pequenina, branca, organizada e limpa.
E vimos:


A rota de Magalhães!

 

E a escultura exibindo um Fernão menino, brincando com um barco!

Fácil, muito fácil de encontrar - no centro da povoação, junto à Câmara.

Nesta espécie de lago, rodeado por esta espécie de árvores, brinca o menino ...

Que dá nome a rua ...
E, nesta parede, com o brasão de Magalhães ...
 
 

Se certifica ...

... que nesta casa ...

... nasceu Fernão de Magalhães.


Temos, portanto, que este passeio valeu cada quilómetro percorrido:
- Com paisagens deslumbrantes!
- Comida do outro mundo!
- E história, conhecimento dos passos que os antepassados deram até chegarmos aqui, no ponto da evolução em que nos encontramos!

Beijo
Nina

domingo, 11 de outubro de 2015

Vintage House Hotel

 
Fica no Pinhão e é perfeito!
 
Vintage House Hotel!
 
 
 
 
 
Esta a sala de jantar, sóbria e requintada.
Nas paredes, murais representando cenas ligadas ao tema "Vinho do Porto"

No centro da sala, esta mesa, expondo decantadores, jarros, copos e o que mais se relacionar com o vinho.
O anjinho metálico, no centro, completa o conjunto.




Para abrir o apetite ...

Para acompanhar o almoço ...

Perfeito!




Risoto de gambas e grelhado de porco preto!

Lombo de porco preto caramelizado em vinho do Porto!

Sobremesa:


Demi cuit de caramelo com molho de maracujá

e ...
Éclair com gelado de coco.
 
Café, para encerrar ...

Com um miminho de frutos vermelhos.

Sem palavras que descrever a perfeição não é para o meu talento.
Assim se come no Vintage!
Se é caro?
É!
Mas vale a experiência!

A seguir, salas com sofás convidam à preguiça.


De um bom gosto absoluto ...

Lareira para os frios intensos desta região ...

E, para onde quer que se olhe, a perfeição.



Perfeição também nos detalhes ...

No exterior, o paraíso, com um jardim impecável que se estende mesmo sobre o rio.
 
 

Também aqui são servidas refeições ...

... o que torna difícil a escolha.
Dentro ou fora?
 



Aqui, o rio!

E tangerineiras anãs ...





E a identificação do local.

Do jardim, com cais próprio, pode embarcar-se para passeios curtos ou cruzeiros.





É só escolher.




Este é um post sem texto, repito!
As imagens bastam!

Bom domingo

Beijo
Nina




sábado, 10 de outubro de 2015

Douro Vinhateiro



Ontem, ainda com sol - pese embora o céu pouco azul - decidi-me pela derradeira volta na região do Alto Douro Vinhateiro, antes que  a chuva, o vento e o frio, arrasem com o dourado das vinhas em contraste com o verde profundo do rio.

As imagens que colhi, nem de perto, nem de longe, se aproximam do esplendor  que só os dias de pleno céu azul, oferecem.

Ainda assim, o passeio foi belíssimo, com uma primeira etapa até à Régua (Peso da Régua, esta a designação correta da cidade).



Cresce na margem direita do rio Douro, de dimensão reduzida, mas já com alguns sinais inquietantes de um progresso que não se pretende - para quê os edifíos de andares? Para quê, senhores?
Para quê essa  (rídicula) ostentação?
Vamos preservar a ruralidade encantadora da cidade!
 Por favor!

Confirmando genuinamente a sua natureza, junto à estrada crescem laranjeiras.

O rio , quase lago, em consequência das muitas barragens, convida a passeios de barco.
À direita um cais para barcos pequenos.
 Em tempos naveguei, num deles, com uma adorável sensação de paz e liberdade, por companhia.

Na margem esquerda, um hotel!
Presumo que as estadias serão magníficas, com o aliciante programa:
NÃO HÁ NADA PARA FAZER -
Tirando as caminhadas, os passeios no rio, as imensas horas de leitura, a comida magnífica e o vinho da região!

 Aqui, na Régua, o rio é atravessado por três pontes:


A mais elevada e também mais feia, é a mais moderna que dá acesso à auto estrada.
A segunda, liga a margem direita à esquerda ...

Enquanto que esta, em ferro, onde me encontro, é peatonal.
Foi reconstruída recentemente, tendo sido usada, em tempos idos, para permitir que carros puxados por bois, atravessassem o rio.



Aqui, as três pontes!

E aqui, a mais antiga, a que atualmente é apenas peatonal.

A partir dela, fotografei as outras duas ...

... e dado que o rio é quase um lago, o efeito espelho é este!



E este!
 Na minha opinião, espetacular!

Depois é escolher o destino.
No caso, o Pinhão, que se alcança ao longo da margem esquerda , em direção à nascente.

Encontrei um imenso barco de cruzeiros que, numa eclusa, esperava  para prosseguir viagem:


Quase vazio, que estamos no outono e, a qualquer momento, a chuva estraga o passeio.

Este o seu nome ...

... e estes, alguns dos seus ocupantes.



Concluída a operação de nivelemento, seguiu viagem.

Eu também, só que de carro, pela estrada, em direção ao Pinhão onde almocei num dos mais espetaculares locais que me foi dado conhecer.

Amanhã, amanhã, mostro o restaurante / hotel, o tal local de outra esfera, de outro universo!
Amanhã!

Tenham uma feliz noite de sábado.

Beijo
Nina

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Preparando a casa para o outono



Daqui a pouco, liga-se o aquecimento e , à noite, acende-se a lareira
. Daqui a pouco ... ou talvez não! 
 Pode muito bem acontecer que o calor decida reaparecer e, então, nada de aquecimento, nada de lareira.


Para já, trago apontamentos do outono para dentro de casa ...

... como são estes bugalhos!

Em criança, no meu grupo de amigos, apostávamos que dentro das bolinhas cresciam moscas, mas, como nunca o comprovei, com elas, visto a casa.


É pouco, quase nada, mas apetecem-me mudanças!


Começando pelas almofadas. velhas, gastas pelo muito uso.


Tive a sorte de descobrir um tecido fabuloso:


Este!

Com ele me tenho divertido, feita costureira - costureira a sério, daquelas que enfrentam a máquina de fecho / ziper em punho!
E tem corrido bem!
E duas almofadas ganharam já cara outonal!
E quando a obra estiver concluída, mostro, exibo, pavoneio!
Prometo!

E aqui está a prova da façanha!

O que é que eu sempre digo?

- Que se aprende tudo, desde que se queira aprender!

Beijo
Nina

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Esta manhã ...



Esta manhã, junto ao mar ...

Caminhei 1 hora.
Estava calor!

Ao fundo o terminal de desembarque dos cruzeiros que aqui fazem escala ..
 Não gosto nada  da arquitetura!.

Esta é uma zona excecionalmente bonita, com amplo areal e áreas verdes. 

O percurso passa mesmo ao lado do Castelo do Queijo ...

Atravessando a ponte levadiça entra-se no recinto fechado onde, frequentemente, se realizam exposições.

Muito bem preservado, ali, juntinho à praia, faz parte das minhas memórias de menina.

Hoje, o mar estava assim, revolto, assustador!
 


...com ondas brancas, ferozes, cobertas de espuma.


Tem humores, o mar!
Mas não deixa nunca ninguém indiferente.

Nasci aqui.
Vivi quase toda a minha vida junto ao mar.
Não consigo imaginar-me longe dele!
Por isso, por muito sedutoras que sejam as cidades do interior, têm, para mim, esse defeito imperdoável:
- Não têm mar!

Beijo
Nina