quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Lete ...




Não sei dizer ao certo desde quando nos conhecemos.
Sei que ela, ainda sem blog, me lia, sem que eu desse por ela.
 Disse-me que não lhe parecia bem comentar como anónima ... porque,  é assim a Lete, uma pessoa especial, cheia de cuidados no trato,  carinhosa, amiga e solícita.

Depois, criou o BORDALINHAS .

Chegámos à fala,  através do blog e também em privado, por email!

Logo se disponibilizou para ceder esquemas dos bordados  em que é exímia, em fornecer tutorial para  tricotar as meias maravilhosas que repete,  em enviar materiais para costura, em ser prestável e amiga e exemplo a seguir.

A Lete é perfeita, de uma exigência, de um rigor que transforma o que quer que faça em verdadeiras obras de arte.

A Lete é generosa.
Adora as costuras, adora os bordados e neles põe todo o seu cuidado, todo o seu rigor.
Depois, vendo-os concluídos, oferece-os.
Assim, sem mais!
Que o prazer é todo dela.
Que adora dar!
Que a contrariam possíveis retribuições.

A Lete, de mansinho, entrou na minha vida e sinto a sua falta quando não comenta e sei que tem o seu tempo e tenho a certeza que brevemente reaparecerá. 
Porque a Lete nunca decepciona.

Como se fosse pouco, a Lete superou-se, a Lete surpreendo-me, a Lete tornou o meu dia num dia lindo .








Não legendo.
 As palavras - pobres palavras! - não estão à altura do gesto!

Foi assim:
A meio da tarde avisaram-me que uma encomenda me esperava.
Fui ver!
E lá estava!
A coisa mais linda que me poderiam ter oferecido. 
De propósito para mim. 
No silêncio das suas horas...
 A Lete decidiu que sim, que queria oferecer-me o seu tempo, o seu talento e um pedaço da pessoa única que é!

E para tornar única e insubstituível, a Lete  eternizou, pontinho a pontinho, o nome do meu blog.




Deu-se ao incómodo de tornar absoluta a surpresa - e estas, as absolutas, são as únicas verdadeiras surpresas - conseguindo o meu endereço, que não conhecia, através de uma amiga comum.





Assim que olhei o pacote identifiquei o remetente e foi, emocionada, com mãos trémulas, que encarei este mar de flores.




Nada foi feito por acaso.
Não!
A Lete escolheu o tecido "porque tem tudo a ver contigo"- disse.




A Lete é assim!
Atenta aos detalhes, não deixa nada ao acaso.




Já conversámos!
Pela primeira vez ouvimo-nos!
E foi tão bom!




A Lete fez com que eu me sentisse especial!
A Lete  é assim...
A Lete é única!
Obrigada, Lete!

Espero ter sido capaz de expressar toda a minha gratidão.
Espero estar à altura do carinho da Lete.
Sempre!

Beijo
Nina

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Vestido em crochet laranja


Neste título - VESTIDO DE CROCHET LARANJA - existem duas incompatibilidades:

- Um vestido, nunca, para mim, pode ser de crochet!
- Um vestido, nunca, para mim, pode ser cor de laranja!

E explico:
 O crochet tem o irritante hábito de crescer, de crescer muito, de crescer sempre, de não parar de crescer nunca!
É chato!
Pensa uma pessoa que tem uma blusa e, afinal, tem uma túnica, que rapidamente se transforma em vestido!

Pensa uma pessoa que tem um vestido curtinho, daqueles que funcionam como saída de praia e, vai-se a ver, tem um midi com tendência para maxi.

Quanto à cor, aí sou mesmo radical!
Cor de laranja?
Credo!
E não falo do "laranja" por qualquer embirração particular!
Não!
Falo do laranja por ser especialmente gritante para quem, como eu, sempre, mas sempre, prefere o branco!

Temos pois um vestido de crochet laranja, que terá seguramente nascido num contexto muito especial durante o qual os meus sensores estéticos estariam off!
O que é certo é que, contra todas as possíveis previsões e todos os anti-corpos o vestido nasceu ...




Aqui está ele afiançando o que digo!

Esclareço que se encontra pronto há muito tempo, acondicionado, dobradinho na sua gaveta - nunca me convenceu, o pobre!

Outro dia, num acesso de arrumação/ organização, da dita gaveta retirei um top (de crochet ...) e o vestido que exibo.
Fui-me ao top e desmanchei-o sem dó nem piedade, dando origem a um enorme novelo com destino muito mais de acordo com as minhas preferências.
Seguiu-se o vestido!
Mas ...
Não sei o que ocorreu! Eu olhei para ele, ele olhou para mim ... tudo num diálogo surdo, está bom de ver - e, guardei o desmanchador!
Poupei-o de morte certa!
Olhei-o de novo e vesti-o!
Conclusão:

É verdade que obedecendo às inelutáveis leis da física (e do crochet ...)  o dito crescera - chega-me agora a meio da perna, mas, não está mal, não senhor! Vejo-me perfeitamente a usá-lo, lá pelo  o Algarve ( onde ninguém me conhece ...), como saída de praia. 

Com esta resolução adiei a execução do vestido e - o que é verdadeiramente espantoso! - passei a considerar a repetição do modelo em branco!


É que, se bem observado, nem é feio de todo!


O corpo e parte da saia mais não são do que uma sucessão de "quadradinhos" abertos e fechados - perdão pela incorreção da terminologia que não domino ...
A nível da cintura, duas carreiras de "quadrados" simplicíssimos ligados entre si.

No remate da saia, uma sucessão de "ananases" - juro que assim ouvi designar este ponto ...

Sei que copiei o modelo de uma revista.
Sei que não sei onde a dita para.
Sei, contudo, que está guardada e não seguiu para o lixo.
Sei, portanto, que estou disponível para fornecer uma cópia das instruções a quem por ventura se interessar.

É só dizer.

Beijo
Nina



terça-feira, 16 de agosto de 2016

Céu de incêndio



Felizmente, agora que as temperaturas desceram consideravelmente, o flagelo dos incêndios parece também ter abrandado.
A região norte do país foi particularmente fustigada e, embora na minha cidade - Porto - não se tenha registado qualquer sinistro, o fumo e as cinzas transportadas pelo vento chegaram até nós e, nesses dias terríveis de calor sufocante e ventos fortíssimos soprando de leste, aqui onde vivo, junto ao mar, o azul do céu ficou totalmente encoberto por uma densa nuvem de fumo.
Nesses dias tornou-se impossível abrir janelas já que, lá fora, o ar e o forte cheiro a queimado tornavam irrespirável a atmosfera.
Varandas, terraços e peitoris de portas e janelas ficaram cobertos por cinzas.
Foram dias terríveis!

O pôr do sol transformou-se num assustador quadro pintado de negro, cinza e vermelho!



Esta a vista - um misto de belo/horrível!
O mar e a praia ficaram igualmente cobertos por este manto aterrador ...


... quando o sol mergulhava no horizonte

Passou!
É tempo de lamber feridas!
Mas, acima de tudo, tempo de tomar medidas para que o inferno não regresse no próximo Verão.

Beijo
Nina

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Das compras ...


Das compras que faço, colho quase sempre alegrias, porque, normalmente não compro por impulso!

Na minha lista de projetos de compras constava uma mala (modelo) Chanel, ainda que não fosse uma legítima, uma exclusiva, daquelas que exigem figurar em lista de espera - para além de uma quantia absurda - de modo a ficar de posse de um exemplar.

Tirando pois a questão da absoluta legitimidade da marca, queria uma Chanel!
Que fosse pequenina, mas com espaço suficiente para o indispensável - carteira, diversas chaves e telefone.
Queria que possuisse uma alça comprida o suficiente para usar a tiracolo.
Queria que fosse vermelha.
Queria que fosse acolchoada.
Queria que tivesse corrente dourada.


E, tal como queria, tal aconteceu!


Comprei-a em Espanha, em Pamplona, no Corte Inglês local, durante a viagem!


A marca?
Carolina Herrera!

Não sendo barata, não atinge o absurdo de uma legítima Chanel.

Fiquei muito feliz!

Até que ...

Comecei a vislumbrar áreas da pele - da minha pele - avermelhadas, quase com aspeto de escaldadas! Não percebia! O que poderia estar a causar tal alergia?

A irritação não parava de agravar! Até que se fez luz!

Era uma alergia ao metal da corrente!
Em todos os pontos em que o metal tocava diretamente na pele, crescia uma área avermelhada muito feia e muito incómoda!
Maldição!
Então não posso voltar a usar a mala?
- Posso!
- Posso, mas com manga comprida, com vestuário que impeça o contacto direto com a minha pele.

Sou assim!
Extremamente chique ...
Faço alergia à Carolina Herrera!


Beijo
Nina

domingo, 14 de agosto de 2016

Continuando a viagem ...


Monte Perdido is the name of a natural park near Huesca. This is a protected area which can only be reached via a bus , since the traffic of private cars is sealed . The village of Ordesa is the basis for the operation of the park where you can find overwhelming cascacatas , vertiginous slopes that attract a large number of climbers and a whole preserved landscape, rich in unique specimens of fauna and flora.



 Continuando a viagem de 10 dias realizada  pelo norte de Espanha, retomo o caminho depois da etapa que relatei AQUI,
Dei prioridade, como então referi, a percursos em que predominava a beleza natural, procurando escapar aos ajuntamentos, às aglomerações das grandes cidades para as quais tenho cada vez menos paciência.
Por isso privilegiámos destinos intocados, até agora, pelo terrível dedo do turismo de massas.
Rumei, pois, às montanhas, aos amplos espaços, às paisagens protegidas e, depois do Montsec, perto de Lérida, dirigi-me ao Monte Perdido, partindo de Huesca.

A povoação mais próxima é Ordesa, uma localidade rural, muitíssimo bem preservada.
Aí chegados, visitamos a aldeia , almoçámos e programamos a partida para o Monte Perdido.
Esta obedece a regras, estando o percurso vedado a veículos privados, Por isso, necessário se torna comprar a passagem para o parque do Monte Perdido que se realiza por meio de um autocarro que sai da povoação a cada 15 minutos.
Chegados ao destino, pode cada um seguir o trilho que pretender, visitando o majestoso parque, avistando cataratas e outras belezas naturais,
Viajar até ao Monte Perdido implica disponibilidade de tempo, já que os percursos pré-estabelecidos são extensos e muito demorados.

Porém, ainda que não se realizem esses percursos, a visita é absolutamente imperdível face às preciosidades que a natureza gratuitamente oferece.

Comecemos pela visita  a Ordesa, antes de se rumar ao Monte Perdido.





O "pueblo" constituído por casas em granito  convida a um passeio a pé ...

... seguindo as suas ruelas ...

... descobrindo detalhes a cada passo!

Tem vestígios do passado ...

... e convites para o presente.

Tem hotéis ...

... e o verde ...

... sempre muito verde.

Tem restaurantes, bons restaurantes, que, como todos os espanhóis, apenas serve a partir das 13:30!


Porém, - como a imagem comprova - valeu a pena esperar!

Terminado o almoço, entrámos no autocarro, seguindo para o Parque do Monte Perdido!


O percurso, de pouco mais de 10 minutos, oferece paisagens deslumbrantes!
O monte que abruptamente, a pique, se eleva do arvoredo é desafio para alpinistas que continuamente pretendem escalá-lo.

Haverá imagem mais desafiante, mais apelativa?
Creio que muito dificilmente!
Este é um local que desafia a nossa resistência, que espevita a nossa curiosidade, que impele a ir, a andar um pouco mais, a olhar, a descobrir ...

Tudo é motivo de espanto - desde as humildes flores silvestres que desabrocham porque sim, às encostas mais vertiginosas que acordam o explorador primitivo que habita no fundo de cada um de nós ...



Muitos - bichos da cidade como eu ... - aceitam o apelo e ocupam veredas, redescobrem um mundo primitivo e puro e, se calhar, descobrem-se a si próprios neste silencioso mar verde!

O s percursos encontram-se perfeitamente sinalizados, incluindo até o tempo que cada um deles exige. Essa é a única marca da civilização.
Depois, cada um dos aventureiros é deixado livre, à sua sorte, descobrindo horizontes ou meros detalhes  ...

... que, em última análise, pacificam, ajudando a descobrir momentos únicos de ...

,,, paz!

Cada um decide, então, perder-se à sua maneira ...

... no verde imenso ...

... ou no leito pedregoso de um rio!

Por aqui, livres, incontroláveis, selvagens ...

... correm muitos!

Convidam à contemplação  ...

... convidam à meditação e ao encontro com nós próprios!

Do Monte Perdido sai-se em paz ...

... de bem com nós próprios!

Estes os dividendos!

Afinal,  perante este cenário, nada da vidinha quotidiana merece metade da importância que se lhe atribui!

A prová-lo está o Monte Perdido, ali, impassível, imponente, majestoso há séculos e por todos os séculos que ainda estão por vir!

Beijo
Nina

sábado, 13 de agosto de 2016

Por aqui ...


Por aqui, muito calor!
Sufocante, com o céu carregado de fumo dos muitos incêndios que devastam florestas.
Decididamente não gosto de calor, ainda mais quando vem associado à catástrofe dos fogos!

Pouco tenho saído e embora a praia esteja aqui ao lado, o areal encontra-se superlotado e, para além de não gostar do calor excessivo, também não gosto de multidões.
Se, por acaso, durante a manhã, passo pelo Shopping, não reconheço o espaço - vejo a maioria das pessoas em trajes de (quase) praia e uma percentagem elevadíssima falando francês - são os emigrantes que no mês de Agosto nos visitam!

Enfim, o local mais aprazível continua sendo a minha casa.

O blog está quase parado. Recebo pouquíssimas visitas e os amigos que acompanho durante o ano, não publicam ou publicam muito pouco.
 É a silly season em toda a sua expressão. 
Perante este cenário de quase círculo vicioso, não escrevo porque não tenho leitores e não tenho leitores porque (quase) não escrevo, vai decorrendo o tempo.

Nada de dramatizar, porém,  porque este cenário repete-se cada mês de Agosto.

Tinha prometido falar de compras, vertente incontornável em cada viagem.
Normalmente sei o que vou comprar e onde, mas todas as surpresas são possíveis.





Por exemplo, estes MBT, os não sapatos.

Os MBT são mais do que ténis/ sapatilhas, mais que sapatos.
São uma mistura de ambos. De um conforto insuperável, com funções curativas a nível de postura.
Apareceram em Portugal há, p'ra aí, 10 anos e, a princípio tive relutância em adquiri-los, dado o preço absurdamente elevado e o design discutível - eram mesmo feios, mesmo pesadões, mesmo horríveis!
Mas, como diz o outro, "primeiro estranha-se, depois entranha-se" e rapidamente fiz deles os preferidos para caminhadas.

Devido certamente ao preço - cerca de 200€, ou mais ... - as lojas implantadas em Portugal foram fechando sucessivamente e até o Corte Inglês deixou de os vender, aqui e em Vigo, onde já os tinha encontrado.
Conformei-me face à evidência - os MBT tinham desaparecido!

Por puro acaso, em Bilbao, perto do Museu Guggenheim, avistei uma loja!
Lá fui, averiguar!
Encontrei este par, em rosa!
Gostei deles - Ainda mais porque se encontravam em rebajas com cerca de 50% de desconto!
E agora são meus!
E somos muito felizes!

Esta foi uma das compras. Uma inesperada compra!
Uma fantástica compra!

Na agenda levava a compra de uns óculos!
Tenho vários, mas nunca digo não a nova proposta.



Estes Rayban, modelo aviador - o meu preferido - vieram de Andorra onde a oferta é descomunal

Acho que são mais baratos que em Portugal dado que não são onerados com o absurdo IVA de 23% e - o que realmente importa - são do meu total agrado.

Em Andorra costumo abastecer-me de cosmética, perfumes e produtos afim, só que, possuindo ainda uma remessa por gastar, abstive-me de outros investimentos.

Ainda em Andorra, a oferta em termos de vestuário, sapatos e malas é de uma qualidade e de uma variedade que não se encontra facilmente por aqui. Por isso, é um excelente local para compras de "qualidade" que, não sendo pechinchas, correspondem àquilo que se procura, sendo que a melhor altura é Setembro e Março.
Quando por lá passei, o comércio era dominado pelos saldos de Verão, que não me seduziram, por isso, nada de compras.

Artigos de decoração são, uma tentação a que dificilmente resisto e, portanto, comprei. Não muito. Umas coisinhas. Tudo em branco, tudo em promoção. Tudo encantador, para meu gosto.
Logo que a decoração esteja completa - o que leva o seu tempo, ou não fosse eu dada a "falar e a ouvir" os objetos - logo que a decoração esteja pronta, dizia, mostrarei as novidades.

E pronto! É o que temos!
Será que alguém me vai ler?
Está aí alguém?
Será?

Beijo
Nina


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Dormir e Comer ...


As viagens são feitas de mil detalhes que ultrapassam absolutamente o que se vê e o que se visita.

Para mim, o prazer da viagem inclui o hotel onde nos instalamos, que se quer confortável, imaculadamente limpo, tranquilo, com garagem - por imposição do "motorista" de serviço - com wifi de qualidade e pequeno almoço variado, com produtos indiscutivelmente bons e - muito, muito importante - com sumo de laranja natural, que não sou pessoa para bebericar pacotes.

Aprecio roupas de cama e de banho em cor branca, a tal que não disfarça o menor deslize em termos higiénicos.

Valorizo os produtos postos à disposição na casa de banho e, ultimamente, tendo dada preferência aos hotéis da cadeia HN, maravilho-me com a coleção Terra, que inclui champô, condicionador, gel de banho, sabonete, hidratante para o corpo e creme para as mãos.

Temos, portanto, que os Hotéis valorizam incontornavelmente a viagem.
Os que referi são classificados , de um modo geral, com  4*, sendo que a relação qualidade preço é muitíssimo satisfatória.
Deixo a dica!

A seguir ao hotel, vêm os restaurantes.
Estes desempenham um papel importantíssimo no momento de se avaliar a viagem. 
Neles, para além da alimentação, temos momentos de descanso, de relax, de conversa, enfim, momentos amenos.

Nem sempre acerto, mas geralmente, sim!
Antes de entrar, "tiro-lhes as medidas", avaliando o aspeto, a decoração e a carta, obrigatoriamente exposta no exterior.
Tenho como norma, chegar cedo, de preferência, ser a primeira a entrar e, consequentemente, a primeira a ser atendida  - quando a cozinheira ainda está fresquinha e com paladar apurado.

Em Espanha, diferente de todo o mundo gastronómico, come-se tarde, come-se mesmo muito tarde - os almoços são servidos a partir das 13:30 e o jantar nunca antes das 21:00!
Confesso que embirro com esta particularidade, mas, que fazer?
- Em Roma sê romano!

Avaliando hotéis e restaurantes frequentados durante esta viagem, o balanço é francamente positivo!
-Tive sorte e "olho" que isto já são muitos anos de estrada.

Deixo, como ilustração, um menu de 15€, servido num jantar em Huesca, uma das bases para a nossa divagação.

Ora vejam:





Uma entrada:
-Salada de rúcula com lombo de porco, queijo de cabra e mel!

Gostei da combinação imaginativa e até requintada, com a vantagem de ser extremamente fácil de reproduzir aqui em casa.

Depois, o prato principal:



Secretos de porco com molho de barbecue e pimentos!

Muito, muito bom!
Terminámos com um excelente  gelado!

Depois deste jantar, imperioso se tornou dar uma grande, uma muito grande volta a pé!

Falei de hotéis. Falei de restaurantes. Falta-me falar de compras, as incontornáveis compras!
Qualquer comprinha feita "lá fora" tem o potencial incrível de nos permitir viajar no tempo e no espaço, através de um processo de associação de ideias que nos devolve àquele lugar e àquele tempo.
Impossível não fazer COMPRAS!
Delas  falaremos mais tarde!

Beijo
Nina