quinta-feira, 9 de março de 2017

De onde veio a inspiração?

DAQUI!






Refiro, claro está, à inspiração para tricotar a minha CAMISOLA/BLUSA VERMELHA que, neste momento, está quase pronta.

Tive a sorte de encontrar o fio  conveniente. Depois foi só dar às agulhas, pensando já num próximo projecto.
Vi no Pinterest o preço absurdo que atingem - mais de 200€ - o que de imediato me levou a pensar na próxima... Assim o calor tarde!

Beijo
Nina







quarta-feira, 8 de março de 2017

Já é Primavera?





Não, não é, mas hoje pareceu mesmo que era!
Esteve uma dia de sol fantástico que permitiu sair, abrir janelas, arejar quartos e salas, tirar casacos, expor braços e pernas ao calor do sol.
Aliás - nada de esquecer! - a exposição solar depois de um frio, chuvoso e prolongado Inverno é essencial para repor a vitamina D indispensável para que funcionemos sem achaques.
Bem sei que podemos tomar umas gotinhas diárias, mas nada chega ao sol que, ainda por cima é gratuito.

Pois pensando nisso tudo esta manhã passeei regalada junto ao mar e foi muito bom.

Depois, em casa, tive ainda 30 minutos no meu solário particular também conhecido pelo nome prosaico de terraço.



Para compor e completar o cenário, as flores, até hoje tristinhas e apagadas, resolveram abrir, numa espécie de festa da Primavera antecipada.
Assim:












 


 





As boas notícias prosseguem, pois vamos continuar com sol por toda a próxima semana.
Vamos lá espanar os mofos e os bolores deste Inverno que ameaçava não ter fim, porque eu, embora goste muito da sequência das estações já não aguentava abrir a janela pela manhã e dar sempre
de caras com chuva e/ou nevoeiro!

É certo que à noite e pela manhã faz muito frio, mas é só vestir um casaco ...  há que ser razoável - o sol durante o dia aquece-nos a alma.

Beijo
Nina

terça-feira, 7 de março de 2017

Para encerrar a temporada do tricô ...



Para encerrar a temporada do tricô, tenho entre mãos uma fofa, quente e gira camisola/ blusa vermelha.

Encerrar, por quê? -  perguntarão.
- Porque com  calor é impossível tricotar - esclareço.

Só se for algodão, que é fresquinho, mas algodão não tem graça!
O que eu gosto mesmo é de uma muito quente lã que durante o serão me ocupa as mãos, impede que eu adormeça e cresce que é um gosto -como o caso presente em que uso agulhas nº7 e um fio de mohair  fofo.



Queria muito uma camisola/blusa vermelha e, se bem se lembram, cheguei a comprar uma na Zara, utilizando o infalível método "a olho" ... que falhou redondamente.
A dita camisola/blusa até que era gira, lisa e oversize.
Comprei o tamanho M.
Quando em casa a vesti senti-me perdida dentro do saco da dita, de tão exageradamente enorme que era.
Devolvi-a!


Depois, encontrei por acaso o tal vermelho!
Não hesitei!


Comecei por tricotar uma amostra - sem a qual estamos a investir no escuro, correndo o sério risco de não acertar no tamanho ... eu que o diga que sou perita em desmanchar!


Feita a mostra, feitas as contas, determinei o número de malhas e, sem medo, iniciei as costas.

Queria uma "oversize", mas coisa que se visse que era minha e não do monstro das bolachas ...

Decidi não fazer qualquer tipo de cava, tendo assim, para as costas, apenas um rectângulo! Mais fácil, impossível!


Recordo que assim tricotei as primeiras camisolas/blusas, não por opção, mas por total incapacidade de talhar as cavas e o decote. Aos poucos fui aprendendo, porque tudo se aprende desde que se queira.


Neste momento tenho costas e frente completas. Na frente desenhei um amplo decote de onde nascerá uma farta gola. Este foi o único "corte" que fiz.

Vou começar hoje as mangas, também elas dois simples rectângulos, soltos e amplos..
Com este tipo de fio que requer agulhas grossas gosto de optar por este modelo.
Sendo amplo, permite que se vista qualquer ou quaisquer peça(s) por baixo, já que os casacos não se adaptam a tal amplitude. No caso, parecem-me muito bem as écharpes, cachecóis ou xailes!
Espero ter ainda oportunidade de vestir a minha oversize camisola/blusa e, assim sendo, é claro que a (me)  vou exibir.

Beijo
Nina

segunda-feira, 6 de março de 2017

Ave madrugadora ...

... pode perfeitamente ser a classificação que a mim se adapta, embora quando refiro a "madrugada" ela comece sempre depois das 8 da manhã.
Ainda assim, sou madrugadora no sentido em que gosto de "matar" o trabalho logo pela manhã, ficando com a tarde livre de obrigações horárias.
De manhã há menos movimento, menos gente nas lojas e faço tudo com grande calma.
Hoje, porém, com a manhã ocupada com obrigações inadiáveis, reservei a tarde para sair e enfrentar a confusão.

Comecei pelo banco!
Neste, perto da minha casa, não costumo encontrar ajuntamentos - hoje, de tarde, encontrei. Encontrei fila e desesperada - tinha deixado o carro mal estacionado - esperei que me fartei.
O funcionário que me atendeu - deveria estar tão farto quanto eu - quando achegou a minha vez, sem me olhar, disse:
-Nós?
- Nós? repeti!
A custo lá formulou um "boa tarde" entre dentes e tratou o meu pedido.

Depois passei pela Fnac.
Estava sem leitura desde anteontem e não me apetecia prolongar a abstinência.
Terminara "Ana e o homem andorinha" e escolhi o último de Isabel Allende, "O amante japonês", porque me apetece prosa levezinha. Foi uma rápida decisão. O pior foi pagar. Na caixa uma fila imensa - estive mesmo para deixar o livro e voltar amanhã. Não deixei. Esperei e esperei.

Seguidamente passei pela Uterque  - só uma funcionária para várias clientes. Esperei. Queria fazer uma devolução. Continuei à espera.

Por fim, entrei na HM para trocar umas calças. Encontrei uma multidão. E nenhuma funcionária disponível que me ajudasse.
Para piorar tudo, um calor de morrer. Eu de casaco no braço, sacos de compras, telefone que entretanto resolveu tocar e nova fila na caixa, mas, já que tinha esperado ... continuei a esperar.

Na agenda constava ainda uma ida ao supermercado, mas não fui. Adiei, Vou amanhã, de manhã, nas calmas. E, no que depender de mim, de tarde nunca (ou quase nunca ...) mais.

Quanto a mim, está provado - de manhã é que começa o dia!

Beijo
Nina

domingo, 5 de março de 2017

Monogramas

Voltando ao tema monogramas que já expus AQUI, iniciei com grande entusiasmo , mas com velocidade moderada - as pressas conduzem, infalivelmente, à asneira - iniciei, dizia, a tarefa guardanapos e monogramas a eles associada.

Não é que seja difícil, que não é, mas tenho gasto o seu tempo cortando os ditos... confesso que para a facilidade do corte muito contribuem as riscas - é só segui-las ou tê-las como guia que a tesoura prossegue sem incidentes ou desastres.

Comecei pois por cortar, tendo como medida os 50 cm que pretendia para tamanho dos ditos.

Cortados os três primeiros quadrados surgiu a dúvida quanto à bainha.
Informei-me ...
Assisti a vários vídeos até me considerara capaz de por em prática a técnica do "canto mitrado"




É fácil e o resultado muito satisfatório, dando uma acabamento profissional às costuras.


Suponho que optando por uma dobra maior - no caso esta tem 2 cm - o resultado será ainda mais agradável.

Cortado o primeiro guardanapo escolhi o monograma.
Este é simples visto que terá de caber no quadradinho "quadriculado"., mas o que eu gostaria mesmo era de bordar letras "rococó" exageradamente enfeitadas e retorcidas.
O desejo ficará em standby para uma próxima investida - que ainda não imagino qual seja, mas que tenho a certeza acabará por surgir.


Cada letra borda-se num serão, num instante fica pronta ...

 Neste momento estão concluidos três guardanapos ...

Já os posso imaginar compondo a mesa, com familiares e amigos sentados à volta - os momentos muito bons, aqueles que perduram e que apetece repetir, são o resultado de pequenas coisas que podem ou não passar por guardanapos bordados.
Mas, estando ao meu (nosso) alcance investir num trabalho que contribui para esses momentos únicos, seria uma pena neles não investir.

A letra veio DAQUI e está à disposição dos vossos impulsos!
Bordem!
Vão gostar!

Beijo
Nina








quinta-feira, 2 de março de 2017

Portas do Rodão


Depois de duas noites na Covilhã, tínhamos previsto uma noite - domingo - em Castelo Branco, porém, dado que a experiência no Hotel D. Maria - da cadeia Tryp - havia sido desastrosa e que um hotel da mesma cadeia seria o nosso destino, decidimos cancelar ( para todo o sempre ...) a estadia  programada.
 Acabámos por vir dormir a casa, mas o domingo foi muito bem aproveitado como já referi no post anterior.
Já quase ao final da tarde, olhando o mapa, num impulso, decidimos visitar VILA VELHA DE RODÃO 

Para além da particularidade de se situar junto à fronteira com Espanha, a localidade em si, é pouco interessante, tendo, no entanto, nos seus arredores um monumento natural único - refiro-me às
PORTAS DO RODÃO, uma vertiginosa e profunda garganta por onde corre o RIO TEJO.



Era fim da tarde, a luz decrescia e o céu estava encoberto ...

... ainda assim, a grandiosidade é evidente!
E no silêncio ...



... barcos de pesca cruzavam as águas.



A partir de Castelo Branco o trajecto é curto!
Mas, que fosse longo ...
Vale a pena olhar e sentir estas "portas".

Beijo
Nina

quarta-feira, 1 de março de 2017

Belmonte e Sortelha

 Não faltam localidades interessantes para visitar nos arredores da Serra da Estrela, entre as quais destaco Belmonte e Sortelha.

De BELMONTE junto as imagens que privilegiam principalmente o medieval O CASTELO . 

















 
 

Belmonte encontra-se GEMINADA com várias cidades por esse mundo fora, mas, predominantemente, com cidades brasileiras, talvez por ser o berço de Pedro Alvares Cabral que em 1500 chegou ao Brasil.
A bandeira brasileira hasteada numa das torres faz, portanto, todo o sentido.

Depois de almoço rumámos a Sortelha.
Antes porém de passear por essa incrível aldeia, falemos do almoço.
Foi em Casteleiro na Casa da Esquila e foi portentoso - um buffett de comida tradicional portuguesa fantástico, com tudo bom, tudo delicioso, tudo em quantidades astronómicas.
Provámos e petiscámos o que muito bem quisemos e no final pagámos 21€ ... a sério!

É um restaurante vocacionado para grandes, mas exigentes  comilões.

Além do buffett oferece um serviço gourmet, mas, infelizmente, não disponível no almoço do último domingo.
Porém, a avaliar pelo que testei, o gourmet deve ser fabuloso.
A experimentar infalivelmente.

Feita esta imprescindível chamada de atenção, sigamos pois para SORTELHA, uma aldeia granítica perdida no tempo.



















Aqui termino a narrativa sobre o fim de semana na Serra da Estrela, sabendo que apenas explorei uma pequena porção do muito que há para ver.
Voltaremos.
No Inverno com o encanto branco da neve, durante o restante ano - já sem multidões - com a calma de lugares distantes do bulício... sempre existem argumentos para revisitar esta região.

Como disse, repito:
-Voltaremos. Voltaremos uma e muitas vezes.

Beijo
Nina