quarta-feira, 19 de abril de 2017

Monforte de Lemos

Pretendendo realizar parte da rota RIBEIRA SACRA , saindo de Ourense rumei a MONFORTE DE LEMOS, de que jamais ouvira o nome.
Foi por acaso que descobri esta rota e por acaso também me decidi a percorrê-la ainda que só parcialmente.

Na wikipédia, reza assim:

"Ribeira Sacra é a designação dada a uma área no sudeste da comunidade autónoma da Galiza, no noroeste de Espanha delimitada pelos rios Sil e Minho, que se estende pelo norte da província de Ourense e sul da província de Lugo. Usualmente considera-se a cidade de Monforte de Lemos como capital da área."


A cidade, pequenina, apresenta um interessante núcleo monumental, dispondo até de um Parador - onde, infelizmente não consegui alojar-me por se encontrar lotado.
Deixo imagens, começando pela 





Parador

Vista da cidade a partir do castelo



Parque no centro da cidade 



... muito frequentado - era feriado!


Embora com o céu encoberto, estava calor ...

Sabia bem a vizinhança da água.

A cidade em si não oferece grandes motivos de interesse, mas dada a sua situação, é o local ideal para partir percorrendo a rota da RIBEIRA SACRA, que realizei parcialmente e, essa sim,  oferece locais paradisíacos, com verdadeiras paisagens de filme.
Trata-se de uma rota ideal para quem apreciar caminhadas e outras atividades  - na montanha ou náuticas, dado que rios, lagos e barragens são uma constante.

Beijo
Nina

terça-feira, 18 de abril de 2017

Vermelho


Para intervalar - dando uma pausa à descrição do fim de semana - mostro uma inesperada opção no que ao vestuário diz respeito.
Vermelho!
Redescobri o vermelho, começando timidamente com uma blusa.
 Gostei. 
Gostei tanto que mergulhei no vermelho.

Descobri guardada em standby, uma parka do tempo da Maria Caxucha (?) .
Aproveitando as amenas temperaturas, resgatei-a do seu sono de muitos anos e vesti-a!





Aproveitei para reutilizar esta pulseira esquecida.





Combinei com calças e t-shirt brancas.
Juntei o colar ...





Saí airosa e arrojada ...


Nos pés - claro ... - sapatos vermelhos ...






... e vermelho nos óculos!



O colar usei-o a medo, que a minha tendência para alergias é coisa do demo ..



A t-shirt (relampejante) veio de Cerveira, da feira, é claro, onde encontro grandes achados ...




E o conjunto agradou.
Acho até que fiz as pazes com o vermelho, vermelhão!

E vocês, ousam?
Arriscam em tanto vermelho?

Digo que a sensação é engraçada, revigorante mesmo.
Vou continuar a apostar nos meus monos de estimação e em cores inusitadas.

Beijo
Nina


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Ourense


A seguir a Pontevedra, segui para Ourense, onde também já não ia há muitos anos.
Ourense é uma cidade moderna, pujante de vida, um grande centro de produção de vestuário onde se encontram as grandes marcas espanholas de pronto a vestir.
Possui ainda um típico centro histórico, à volta da Catedral, local onde se situam alguns dos melhores restaurantes - come-se muito bem em Ourense.

A seguir ao almoço, impõe-se um passeio a pé e o acaso levou-me até ao rio, o rio Minho, aqui cruzado por várias pontes e rodeado por belíssimos parques.

Pontes para todos os gostos, desde as mais modernas às antiquíssimas:


A informação abunda - tudo sobre as pontes.

Ei-las!















A ponte velha em toda a sua glória!


Sob os arcos da ponte, parques e passadiços ...

... e o verde, o intenso verde sempre presente - aqui um espigueiro!









Mais informação, mais história ...



Ao fundo a cidade ...

... que se mira no rio/espelho.

Em Ourense a oferta gastronómica é, como já atrás dissera,  de alta qualidade.
Por tradição, frequento sempre o mesmo restaurante, o S. Miguel ...



... um espaço agradável ...

... com comida de elevada qualidade ...

... tanto pela matéria prima excelente ...

... como também pela elaboração requintada - sendo que o preço se situa a nível dos restaurantes portugueses

Desta vez, estive em Ourense de passagem, a caminho do Lugo, de que falarei mais tarde.
Fiquei com muita vontade de voltar, de ficar sem pressas.
Em breve será!

Beijo
Nina















domingo, 16 de abril de 2017

Pontevedra

Estive em Pontevedra - dá para entender que me encontro em quase estado de paixão pela Galiza!

Aproveitei o feriado de sexta-feira e pus-me a caminho, porque o percurso é curto e muito fácil, seguindo sempre por autoestrada.

Pontevedra é uma cidade antiga, com um casco antiguo muito interessante que permite muitas horas de deambulação a pé, seguindo o emaranhado de ruelas exclusivamente peatonais, repleto de lojas, bares, restaurantes e monumentos.

Desta vez, porém, levava um objectivo bem definido - queria visitar o Parque Arqueológico do Campo do Lameiro, situado a 20 Km da cidade.

Antes, merece a pena referir o local onde almocei, por puro acaso, no centro da cidade, com muita qualidade e a muito bom preço.


Foi aqui, no El Cafetin, muito perto da Praça de Espanha.
Ofereciam um menu por 16€, incluindo um aperitivo, uma entrada, um prato, uma sobremesa, vinho e café.


O espaço é confortável e agradavelmente situado sobre um jardim


Enquanto se esperava, uma espetada de queijo e tomate cherry

Depois, a entrada ...
  


Uma tosta de bacalhau com queijo ...

... e uma massa recheada com cogumelos
 O prato principal foi uma carne fatiada e a sobremesa um gelado.
Avaliação positiva.

Terminado o almoço, rumámos a Campo Lameiro, viagem curta, muito bem sinalizada.

Levava grandes expectativas que, infelizmente, não se concretizaram.
O local é um parque vedado e a entrada custa 5€.
No momento estava a iniciar-se uma visita conduzida por um arqueólogo, que  contextualizou o local em termos de tempo .

Vimos ...





Réplicas de animais que habitaram o local ...

... réplicas das cabanas onde viviam as pessoas ...



... réplicas dos locais onde eram armazenados os víveres ...

... muitas indicações que guiavam os visitantes.

O mais interessante foram as lages onde figuravam inscrições 


... como esta - a mais importante de todas as existentes.
As restantes mostram inscrições quase imperceptíveis só interessantes para estudiosos.

Francamente, achei a visita decepcionante.

De volta a Pontevedra, com tempo encoberto e chuvoso, aprovei para desfrutar do quarto do Parador - esse sim, muito agradável.

Para jantar , na Casa Digna, em frente ao porto, um belo prato de peixe grelhado, fresquíssimo.




No dia seguinte, rumei a Ourense, uma cidade linda, surpreendente, que mostrarei proximamente.

Beijo
Nina

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Galiza ...


Galiza é destino certo para uma escapadela.
Então para nós que vivemos no norte, é quase "casa", tão perto, tão acolhedor.

Estando em Vila Nova de Cerveira está-se na Galiza, por assim dizer, dada a existência de uma ponte que atravessa o rio Minho, a travessia de portugueses e de espanhóis é constante.
Atravesso permanentemente essa ponte - quase todas as semanas, porque gosto de comer na outra margem, gosto de lá fazer compras - compras de supermercado, onde encontro produtos diferentes - gosto de percorrer o seu litoral, começando en La Guardia e, seguindo para norte, terminando em Baiona ou em Vigo.
É uma costa incrivelmente bonita, com um mar imenso, muito azul e muito bravo.
Evidentemente que com todo aquele mar, o peixe é de uma frescura sem igual e o marisco tem o sabor verdadeiro do mar, não o sabor de pacote congelado que se encontra no supermercado.

Nesta costa, existe uma localidade maravilhosa ( são todas fantásticas, enfim!), de que já falei AQUI e AQUI - OIA!

No último sábado fui reincidente - e muitas mais vezes serei.
Estava sol, calor e apetecia peixe fresco e "zamburiñas" as nossas vieiras.


Tratando-se de uma quase baía, aqui o mar além de transparente é também bastante calmo.
Acho que no Verão me atreverei a mergulhar nestas águas.



Convento de Oia



... sobrevoado por um parapente que terá partido do alto da montanha .



Por aqui se passeia...




O indispensável chapéu comprei-o na feira de Cerveira (onde se pode comprar tudo ou quase tudo)

Começou o almoço ...



... com zamburiñas ...

Disseram-me que vinham de Pontevedra onde abundam ...

Continuámos com peixe ...


Merluza á la plancha - tão boa!

E o olhar sempre perdido nesta gloriosa paisagem ...








Qualquer dia volto!
Voltarei uma e outra e outra vez, que o paraíso nunca cansa, pois não?

Beijo
Nina