segunda-feira, 10 de julho de 2017

Para terminar ...


Para terminar o relato sobre Menorca, de entre muitas, muitas, mas mesmo muitas fotos, escolhi estas.
 


As cidades (?) ou apenas meras povoações que visitámos, apresentavam-se muito limpas e cuidadas ...



... com plantas, flores e sombra de muitas árvores que apaziguam os rigores do Verão tórrido

... com uma filosofia de vida bastante saudável!


Depois há aquelas coisinhas do demo, a que ninguém consegue resistir ...






As menorquinas!
Comprei umas brancas.



Por todo o lado, artesanato, pulseiras, colares, brincos ...


Eu que gosto de pulseiras ...



Oh!
Cobri os pulsos ...
... e enfeitei as orelhas, e mergulhei nas túnicas (todas tão lindas!) e nos vestidos. Que as Baleares têm uma produção imensa com estilo muito próprio, irresistível!

Na paisagem abundam os faróis, em cada cabo, em cada golfo ... muitos, muitos faróis.



Para descansar, olhar e relaxar, não faltam bares e esplanadas.
O serviço sempre muito simpático. 
 


 Vista a ilha por terra - que é muito pequenina - pode-se ainda entrar em excursões de barco que, oferecem a paisagem a partir do mar.
Os ricos, os muito, muito ricos, têm barco próprio e não se misturam com o comum dos mortais.
Esses navegam ao largo e frequentam praias que apenas têm acesso por mar.



Sem barco, limitei os mergulhos à piscina do hotel que, na hora em que foi feita esta foto estava deserta, só para mim.
 Pena que era quase noite ...

Quando escurecia, é que o espaço ficava perfeito ...


E por aqui me quedo na narrativa acerca da ilha.
Foi bonito.
Foi diferente.
Valeu a pena.

Mas não para repetir.

Tenham uma boa semana.

Beijo
Nina

domingo, 9 de julho de 2017

Pompons

Tinha prometido mostrar o PAP dos pompons que rematam a minha manta:






DAQUI, trouxe a inspiração e o PAP.

Existem, no entanto, muitos outros sites onde se pode consultar a técnica.
O que indico está em inglês, mas as imagens são claras sem necessidade de legenda.

Acrescento que executo os pompons pelo avesso do trabalho porque me agrada mais o efeito final.


Neste caso usei algodão ...

... rematando uma almofada





Tenho usado os pompons sempre que preciso de um remate e cada vez gosto mais do efeito




Bom domingo

Beijo
Nina

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Menorca, sim ou não?


Menorca aparece associada à ideia de turismo de qualidade, com restrição nas entradas  e proteção do meio ambiente. Assim aparecia na minha cabeça.
Sabia que não tinha grandes praias, dado que a costa é muito rochosa, mas que, em contrapartida oferecia pequenas calas paradisíacas.
Sempre senti alguma resistência em ir, porque gosto de grandes areais onde me permito não ter vizinhos.
Porém, a ideia de poder associar estadias na praia - não gosto de piscinas - com passeios pela ilha acabou por ser o argumento decisivo - durante a manhã praia, à tarde passeio com carro alugado.

O que verifiquei?
Que o turismo se massificou! Completamente!
De tal modo que já há voos directos a partir do Porto - anteriormente era obrigatório fazer prolongada escala em Barcelona.
De modo que parti do Porto num avião superlotado.
O esquema - presumo - repetir-se-à nas  mais variadas cidades europeias.
Tive a sensação que os turistas chegavam e eram desembarcados às "pazadas".

Este contínuo despejar de gente reflecte-se inevitavelmente nas praias que durante a manhã se encontram absolutamente a rebentar pelas costuras.
Não gosto.

Depois de almoço, com a "siesta" a situação melhora, mas, ainda assim ...  que saudades do meu Algarve único.

A piscina do hotel torna-se então uma alternativa, mas ... também aí parecemos sardinha em lata, vizinho colado ao vizinho numa intimidade super chata.

As tardes foram reservadas para conhecer a ilha que, para além da Cidadela e dois ou três outros locais, pouco ou  nada tem para oferecer.

Sei que existem propostas para quem pretende conhecer a ilha de forma mais radical, fazendo apenas percursos a pé - chamam-lhe a rota dos cavalos - mas, definitivamente, essa não é a minha praia.

A Cidadela, antiga capital é , sem favor, um local muito agradável e lá passei duas tardes, passeando, fazendo compras e fotografando.
Assim:


A praça principal onde encontrei um mercado de artesanato muito variado e onde fiz algumas compras

A arquitectura lembra muito a italiana, com cores ocre e muitas gelosias

Esta uma das igrejas, não sei se a mais importante 

Ruas empedradas vedadas aos automóveis e muita gente, sempre.


 

Poderia ser Itália, ou Marrocos ou Tunísia ...


 Muitos, muitos restaurantes, sempre cheios, sempre a despachar os comensais.
Não é caro, mas também não é nada de especial - come-se!





 Em todos os lugares marcados no mapa como dignos de visita, o mais bonito sempre é o porto. Aqui, o mar entra por profundo canal até à cidade, até ao porto velho, onde além de embarcações de recreio se encontram as dos pescadores.

- Menorca, sim ou não?
- Nim!
- Definitivamente!

Não voltaria, mas gostei de visitar para assim fechar o ciclo das ilhas Baleares, agora todas vistas, todas conhecidas.

Amanhã, mais fotografias, mais argumentos a favor e outros tantos contra, que assim é a vida!

Beijo
Nina

Menorca


Estive em Menorca, uma das ilhas do arquipélago das Baleares.
Já anos antes visitara Ibiza e Maiorca.

(Para ser sincera, não sou grande entusiasta por ilhas - perdoem-me amigas queridas insulares .
Sinto um não sei quê de claustrofóbico. É isso! Mas, na verdade tenho conhecido ilhas belíssimas.)

Voltando ao que vim- estive em Menorca e foi a duras penas que tentei atualizar o blogue, que a rede era mesmo irritantemente fraca.

Fotografei imenso, apanhei algum sol - que choveu copiosamente durante 2 dias - passeei pela ilha e eis-me de volta.


Vamos às imagens, que a seguir discorro sobre a experiência:


Dos saldos, a fatiota com que fiz a viagem - muito rápida, com voo directo do Porto, não chega a 2 horas.
A parka foi útil e até necessária, porque, como já disse choveu.


Menorca vive essencialmente, do e para o turismo, de modo que os hotéis, apartamentos, restaurantes e bares são imensos.
Escolhemos o regime de meia pensão, jantando sempre no hotel.
O almoço, porém, acontecia onde calhava e escolha não faltava.


 
 A qualidade era bastante razoável e os preços acessíveis.
O hotel localizava-se no sul da ilha em Cala'n Bosch - nome estranho ou não fosse ele catalão.
Esta é uma zona bonita, com um porto, marina, muitos hotéis e duas praias.



Um canal permite a entrada do mar até ao chamado Lago onde se situa a marina.
As praias de areia branca e mar de um profundo azul turquesa, não têm, infelizmente, capacidade para acolher tantos turistas, acabando por oferecer uma área excessivamente confusa , tal é a multidão para tão exíguo espaço.






Os hotéis, todos com piscina, acabam por ser a solução para quem pretende apanhar sol e nadar.


 


Apesar do aspecto fantástico, o hotel, Valentin de seu nome, não me convenceu - mais tarde direi porquê.
 Deixo, do primeiro dia, duas imagens da arquitectura local:

Uma ponte que atravessa o canal e ...

... um prédio de apartamentos numa cor ocre que sugere África e achei muito bonito

Amanhã continuaremos a visita guiada à ilha.

Beijo
Nina




terça-feira, 4 de julho de 2017

Tá pronta!



Terminei!
A manta que iniciei com restos de novelos, para esvaziar uma gaveta atravancada e que me obrigou a comprar mais novelos dado que os restos rapidamente se esgotaram, está  pronta.

Ficou engraçada  na sua simples ingenuidade.
Para rematar fui fazendo umas carreiras em ponto baixo - sempre com a intenção  de dar fim aos restos - oh! tarefa impossível!  - e, por fim, apliquei o meu remate favorito - os pompons. 
Fica sempre giro e se alguém quiser explicações detalhadas sobre a técnica ( fácil, fácil  ...) é  só  dizer que tentarei produzir um texto explicando o processo.
















Mais uma manta. Mais uma. A acrescentar às muitas.
Acontece que me agrada um certo aspecto de cama aparentemente desarrumada,  com mantas sobrepostas e muitas almofadas - desde que as cores casem. No caso, gosto de tons pastel que transformam o quarto num espaço tranquilo,  onde brinco com beges, brancos e cores pálidas.
Fica lindo.
Assim será logo que o Inverno chegue.
Desconfio que para acabar com os restos dos restos brevemente nascerá outra.

Beijo
Nina

sábado, 1 de julho de 2017

Mais de 20 anos ...



Gosto (muito) de roupa.
Gosto (muito) de roupa nova.
Portanto ...
Gosto (muito ) de comprar roupa nova.
Uma sequência lógica sem truques.


Porém,  gostando (muito) de roupa, tenho umas tantas peças que duram e perduram.
Sei que sempre assim será. 
Essas, as tais de que gosto particularmente,  são  guardadas (às vezes durante anos) e recuperadas .

É o caso deste vestido, dos sapatos, do cinto e do calor ...














O colete também não é novo, mas é bem mais jovem que o restante.

Só  o saco de ráfia  é  novidade.

Achei graça ao conjunto e fiquei feliz por nele caber.


Li outro dia no Facebook a feliz declaração  de uma pessoa  que se gabava de conseguir , de há  30 anos ... usar os brincos!
Era piada, evidentemente.


Beijo
Nina