segunda-feira, 20 de junho de 2011

Mais almofadas!


Ainda tenho um conjunto de fotos de Lanzarote para postar, mas apeteceu-me interromper a sequência para mostrar a aplicação dos restos do tecido da toalha, em almofadas, que vão surgindo perante os meus olhos incrédulos.

Três estão concluídas

Esta foi a última,

Utilizando um resto de tecido, anteriormente aplicado em abat-jours



O conjunto vai-se compondo


Estes abat-jours estavam a pedir uma intervenção destemida...

Estão neste estado. Se resultar, mostro, se não, paz à sua alma!

Beijos,
Nina

Mais dois selinhos ...

Que recebi da querida Maysa , maysameudocelar.blogspot.com :





À Maysa renovo o meu reconhecimento e manifesto o meu carinho.

Beijos,
Nina


domingo, 19 de junho de 2011

A Casa

Em Tías, uma minúscula povoação de Lanzarote, situada num nível elevado, com vista para o mar, fica 
"A Casa", residência de Pilar del Rio e José Saramago, até à morte deste, ocorrida há, exactamente, um ano









A viúva planeia manter a casa aberta às visitas, mas, pelo menos no dia em que lá estive, encontrei-a assim, encerrada.
A Biblioteca localiza-se no edifício adjacente à residência.

Fiquei com pena.
Gostaria de ter espreitado a intimidade de Saramago, tocado os seus objectos, olhado o seu horizonte...

Beijos,
Nina

sábado, 18 de junho de 2011

E, apesar de tudo, a vida acontece!

Mesmo quando o solo está calcinado, a chuva é diminuta, os ventos de África constantes e as temperaturas médias anuais muito elevadas, contra ventos e marés, a vida acontece.
No centro geográfico de Lanzarote, num importante cruzamento de caminhos, desde o qual se pode aceder a qualquer ponto na ilha, destaca-se uma obra de César Manrique, carregada de referências simbólicas: o conjunto arquitetónico da Casa Museu do Campesino e o monumento da Fecundidade.


Monumento da Fecundidade

Neste solo negro é cultivada, predominantemente, a variedade de Malvasia,
que dará origem ao vinho mais conhecido de Lanzarote.

Pequenos muros circulares, protegem as vinhas dos ventos predominantes.

A vista de conjunto é impressionante.
Poderia, facilmente, sugerir, num filme de ficção científica, o testemunho da intervenção de extra-terrestres.
É ou não mais do que merecida a homenagem prestada ao "Campesino"?

Beijos,
Nina




sexta-feira, 17 de junho de 2011

TIMANFAYA

"Timanfaya ou Montanhas de Fogo fazem parte uma ampla zona afectada pelas erupções vulcânicas ocorridas em Lanzarote, entre 1730 e 1736 e, com subsequentes erupções em 1824.
Este longo processo de erupções mudou drasticamente a morfologia da ilha, ficando praticamente sepultada um quarto da sua superfície, sob um espesso manto de lava e cinza."

São estas as informações contidas no folheto fornecido pelo Centro de Arte, Cultura e Turismo de Lanzarote.
As fotos esclarecem mais que um milhão de palavras.


O trânsito  é interdito  ao público.
Todas as viaturas particulares são obrigadas a aparcar neste local.

Painel informativo.

Até onde a vista alcança, é assim ...

Ao fundo montanhas áridas.
Em primeiro plano, lava solidificada.

Camelos aguardam visitantes que, no seu dorso, fazem um percurso turístico de 20 minutos

Eis um grupo que chega.


A estrela da companhia?

Os turistas são conduzidos num bus do parque, seguindo esta estrada.
De sublinhar que a vida persiste em se manifestar, através de uma incipiente vegetação, mesmo quando tudo indica  a sua impossibilidade.

Fendas no solo expelem fumo.

Mato seco incendeia-se,espontaneamente, face às elevadíssimas temperaturas.

Nichos, na parede rochosa, funcionam como fornos.

Um leitão, quase assado, comprova o calor expelido do interior da terra.

Aviso desnecessário!

Símbolo do Timanfaya!
( Impossível encontrar melhor!)

Tudo negro e calcinado.
Ao fundo o mar de um azul profundo.

A estrada corre entre penhascos de lava, na rota dos vulcões.

Montanha encantada.

Caprichos da natureza!

Fim do percurso.
Uma questão acompanha o visitante durante todo o tempo que dura a viagem:
-Quando acordará de novo o vulcão?
Daqui por um século, amanhã, agora?
Por isso, e não só, ninguém fica indiferente perante esta amostra de pujança da natureza.

Beijos,
Nina

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Selinhos








Acabei de ganhar da Maysa do maysameudocelar.blogspot.com estes 3 selinhos.

À querida Maysa agradeço, reconhecida, o carinho e a amizade.

Tratarei de fazer circular estes símbolos da nossa união e do afecto que nos liga, através da dificílima escolha que terei de realizar.
Tenho tentado distribuir os selinhos, contemplando todas as amigas que têm vindo a tornar a minha vida mais doce e mais rica.
Beijos,
Nina





Hotel Princesa Yaisa




Foi neste hotel que nos instalamos, no sul da ilha, na zona de Playa Blanca.


Em termos de arquitectura, é uma construção impressionante de originalidade e bom gosto, perfeitamente vocacionado para uma região extremamente quente e seca, com amplos corredores abertos, ligando as diferentes áreas do hotel.


Nesses corredores, estão localizados os quartos, rodeados de vegetação exuberante.


 Os bares e restaurantes são, também, na sua maioria, abertos para o exterior.


 Ao fundo, as varandas dos quartos virados sobre as piscinas.


Os jardins continuam nas zonas cobertas, escondendo estátuas entre as plantas.


Topo de um corredor, com a praia ao fundo.


Detalhes da decoração.
Este cadeirão, em madeira e couro pintado, ocupa um recanto junto a um dos restaurantes.
Por trás, vemos uma antiga carroça carregada de flores.


Este é o hall principal, onde se localiza a recepção.
Vê-se, ao fundo uma espécie de mezanino, cujas paredes estão recobertas de quadros com gravuras antigas.



Adoro pinturas murais.
Queria eu ter arte para as realizar, que não hesitaria...
Esta, junto a um restaurante italiano, retrata uma  curiosa cozinheira.


 A porta de um restaurante é disfarçada  simulando uma entrada medieval.


 Aqui, uma falsa videira cresce no teto, deixando ver um céu azul com pequenas nuvens brancas.
Uma maravilha!


Uma das piscinas.
Esta é profunda e com água do mar constantemente renovada.

Em termos arquitetónicos, esta é uma construção fabulosa!
O serviço, inexplicavelmente, fica-se pela mediania, o que é uma enorme pena.
Devemos estar face a uma flagrante falta de quadros.
Não significa isto que não haja qualidade.O que acontece é que, face à construção invulgar, se criam expectativas de um serviço do mesmo nível, o que não ocorre.

Balanço?
Positivíssimo!!!

Se voltaria e/ou recomendaria?
Sem hesitar, de olhos fechados.

Beijos,
Nina