sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Flores em crochet

Para guarnecer e enriquecer almofadas, sacos, toalhas, nada melhor do que estas fabulosas flores.
Absolutamente originais, transformam o mais simples trabalho numa obra de arte.
Permitem, além disso, dar uso aos restos de novelos que atafulham as nossas gavetas.
Estas, encontrei-as na Burda de 08/2011, quando, numa das minhas múltiplas investidas, resolvi relê-la.
Procurei na Burda on line, mas, infelizmente, não encontrei estas páginas.
Fotografei-as, assim como os esquemas correspondentes, que, seguramente, não oferecerão qualquer dificuldade às amigas talentosas.

Eu vou meter mãos à obra, pois o desafio é fascinante.
Vejam:


Lírios,fúcsias, campânulas e outras mais

Os caules recorrem a arames finos que lhe dão firmeza

As cores misturam-se de acordo com a criatividade

Esquemas

Mais esquemas

E ainda mais esquemas
Parece-me tarefa acessível, com resultado, garantidamente, fantástico.
Enquanto, depois de jantar, se assiste a programas televisivos que ameaçam a sanidade mental de qualquer um, esta é uma ocupação escudo contra as agressões que livremente nos assaltam.
Ainda por cima, de resultados incríveis.
Há que meter mãos à obra, de preferência, ainda hoje.

Beijos
Nina

Mais costuras, mais almofadas, mais coisinhas...

Com a aproximação do feriado de hoje ou com a chegada do fim de semana começo a inquietar-me se não tenho tecidos.
É que a costura vicia, toma conta dos nossos tempos livres, afastando as outras vontades.
Ficam desde já avisados os que pretendem iniciar esta atividade.
Mas é um vício bom, muito gratificante.
Dito isto, ontem fui às compras, como que a abastecer-me de mantimentos e comprei um grande retalho de um tecido lindo.
Para quê?
- Logo se vê, respondi a mim mesma.

Na minha sala, uma mesa quadrada separa dois grandes sofás colocados em "L"
Sobre ela, uma tolha que a cobre até ao pavimento e, para terminar, uma menorzinha, em damasco, do mesmo tom.
Assim:




Como descrevi, toalha sobre toalha, tudo no mesmo bege, tudo demasiado monocromático.


Com a nova toalha, confecionada com o novo tecido, o resultado foi um nlovo visual, uma lufada de ar fresco

Sem fugir à paleta de cores existente, ganhou nova vida,


recebendo as coisinhas que nela exponho.


Um dos sofás, bem comportado, não foge aos beges.

Até que resolvi tumultar o conjunto sem quebrar a harmonia.

 Adoro o resultado obtido.
Para incrementar o conjunto preciso de mais tecidos, que o fim de semana está à porta e sábado será chuvoso, com garantida permanência em casa.
Amanhã lá vou eu, de novo, abastecer-me.
Prometo que, depois, mostro.

Beijos
Nina

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Bom, mas mesmo bom ...




é, quando encontramos a versão acessível da moda dos grandes estilistas.
Esta é uma das secções das revistas de atualidades que, a mim, garimpeira de pechinchas, mais me agrada.

Estas sugestões são apresentadas na revista Avantages, deste mês, locais de compra e, o que é de suma importância, preços.

São sugestões vocacionadas para vestuário "festa", adequado à época que atravessamos.
O seu uso transformar-nos-à em BELLES DE NUIT, pormenor a não depreciar.



A página é toda ela brilhos e cores cintilantes.

A versão económica de Maurizio Pecoraro (confesso que nunca antes ouvira este nome ...) é uma T-shirt que se pode comprar no Carrefour por 22€ e uma saia, vendida na Etam  por 39.95€


Inspirado em Dolce&Gabana, encontramos, na Morgan, este vestido por 65€

Clonando Balmain, a saia está à venda na Mango, por 59.95€  e o pull, por 26.95€, na Sisley
Calculo que os preços cobrados por estas peças de criador atinjam um número estratosférico para 99.9% dos mortais.
Logo,a sua aquisição encontra-se fora de qualquer cogitação.
Não sendo , contudo, a raposa de La Fontaine, para quem as uvas inacessíveis "estavam verdes...", há que reconhecer a beleza das criações propostas.
Adquirir versões a preços módicos, é sinal de bom senso e de muito bom gosto.

Beijos
Nina

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Quanto ao tecido verde/azul petróleo...



tal como imediatamente concluira, não dançava com os restantes cortes.
Fugia, não casava.
Comprei-o na loucura da exposição na loja, pura tentação que atordoa.

Calma, em casa, percebi a precipitação.

Havia que dar-lhe destino.

Lembrei-me, de repente, que no hall de entrada de minha casa, se exibe uma cómoda rústica.

Em tempos, a moda da decoração permitia que neste tipo
 de móveis se usassem tecidos, como toalhas ou caminhos.
Depois foram abolidos.
Porque não recuperar esse hábito!?

A cómoda é minha, como meu é o hall, como minha é a casa.
Só de mim depende a decisão.
Logo:



Remetei as bainhas com uma fitinha de veludo.

Parece-me bem!

O quadro na parede tem sugestões do mesmo colorido.



O vaso da Costa Boda, cinza, não destoa no caminho.

E não é que me agrada?

Beijos
Nina

domingo, 4 de dezembro de 2011

Colcha lisa!

 Helena, http://minhaprimeiracostura.blogspot.com/ , uma das responsáveis por eu ter perdido o medo (ódio?) à máquina de costura, verbalizou num comentário ao último post, aquilo que eu, no fundo, sentia:
- A colcha não dançava com as almofadas.
Uma colcha lisa impunha-se.

Assim, fiz algumas alterações:

A colcha, passou a manta.



Durante o dia, fica tapada por esta colcha lisa que não interfere com o estampado das almofadas.
Procurarei outra, noutra tonalidade, possívelmente, mais clara.
Entretanto, este compromisso, agrada-me bem mais.

Obrigada, Helena!
É este o encanto da blogosfera.
Do outro lada do Atlântico, estabelece-se a interação.

Beijos
Nina

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Continuando,


a saga das almofadas ocupou toda a minha tarde.
Confesso que não consigo controlar a urgência, a vontade de concluir o trabalho iniciado.
Assim, com o tecido sobrante, o mais escuro, realizei duas almofadas quadradas, aplicando uma espécie de folho, numa tonalidade de verde bastante escuro.
 Este folho é comprado a metro e quando o vi na feira, pareceu-me que daria uma graça extra a qualquer trabalho. 
E deu.


 Com um pedacinho de tela laranja,  imaginei e confecionei uma almofadinha medindo 45/20 cm.
Nas costuras, apliquei uma renda verde, também ela comprada em Cerveira, na feira.

Ainda bem que comprei, pois o efeito final é muito interessante.

As tonalidades, integram-se harmoniosamente no conjunto

Um primeiro plano das obras mais recentes.

Aqui, sobressaindo, a retangular, feita com sobras.

O tecido azul (verde?) petróleo, como eu suspeitava, não foi utilizado neste conjunto.
Porém, já tem o destino traçado e brevemente estará no lugar que lhe compete.

Conclusão:
Costurar é uma delícia!
É rápido e muito gratificante.
Quanto mais se costura, mais à vontade se está e menos atritos surgem durante o procedimento.
O único senão, é a sujeirada de fios e linhas que se produz, que exige aspirador assim que se dá por terminada a função.
Felizes as que dispõem de um atelier que permite manter a tenda montada, sem um constante arruma/desarruma.
Mesmo sem atelier, vou continuar.

Beijos
Nina

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Duas primeiras de muitas!


Hoje, 1 de Dezembro, quinta-feira, feriado em Portugal.
Dia de frio, ventoso ,  com muitas nuvens, embora nenhuma chuva, até ao momento.
Os planos para sair, com este tempinho cinza , desvaneceram-se.
E a tarde gastou-se em casa.
Foi muito bem gasta.
Fui-me aos tecidos comprados na última terça-feira e, de tesoura em punho, máquina da costura ligada e muitas ideias, dei livre curso à imaginação.
Em 4 horas, surgiram as duas primeiras almofadas.
O resultado é, na minha opinião, muito agradável:



Conjuguei os dois estampados, dando predominância ao laranja.

Na costura de união, apliquei um galão em seda, dentro das mesmas tonalidades.

Duas almofadas retangulares, enormes, com 80/50 cm.
Lado a lado, ocuparão a cabeceira da cama.
Do tecido laranja, sobrou um pedaço com cerca de 20 cm.
Será, portanto, apontamento apenas, nas próximas almofadas que privilegiarão o brique, num jogo de alternância.
O aspeto é semelhante ao do brocado, o que, na minha opinião retirará o ar rústico à colcha para que foram criadas.
Assim, por tentativas, espero atingir a decoração que tenho em mente, criativa, fugindo ao demasiado moderno ou minimalista, não transmitindo, ao mesmo tempo, o ar de casa de campo  que não me agrada.

Modéstia à parte, acho que a primeira abordagem foi bem sucedida.
Amanhã há mais.

Beijos
Nina