quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Mais almofadas!


Esta ideia  não é minha, mas como a  achei muito original e, para descansar da trabalheira que tive ontem, resolvi mostrá-la.
Ora vejam:


Retirei-a  daqui.


É feita utilizando fotografias gravadas em tecido, tarefa para as lojas onde se estampam t-shirts, e o resultado pode ser muito agradável.

Beijos
Nina







terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Finalmente,

... pronta!
Não que fosse particularmente difícil, não.
Tornou-se difícil porque o "software" era inadequado.
A minha máquina de costura não foi talhada para tais empreitadas, coitadinha dela.
Foi uma trabalheira enorme, uma sujeirada sem nome, já que os tecidos desfiavam assim que se lhes tocava e um esforço físico que exige boa forma da costureira.
É que a coisa pesa, pesa muito e exige controlo muscular permanente.


O resultado final, agrada-me!

Prevalece a cor pérola, que exige um up grade das almofadas.
Lá iremos...


A manta acrílica do recheio, deu-lhe corpo e um ar fofo.

Valeu o esforço.
Sobrou bastante tecido pérola que será utilizado em almofadas.
Aí, nesse departamento, não me intimido.
Movimento-me com destreza e será programa para uma tarde do fim de semana.
Então, com o quadro completo, repetirei as fotos.

Beijos
(da muito cansada) Nina

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Um passo maior do que a perna,

foi o que eu dei.
Meti-me numa aventura, aparentemente simples, de costurar uma colcha para a minha cama, tipo, medir, fazer a bainha e já está!
Só que o resultado foi desastroso, muito feio, muito pobre, muito sem graça.


Cortei, então o tecido base, o de cor pérola e encaixei um estampado.
Melhorou!

Mas, continuava, sem graça, sem corpo ...


Percebi que para melhorar, havia que recorrer ao recheio dos édredons.

E, depois, forrá-lo, sem esquecer que as costuras precisavam de um galão que as disfarçasse.
Sabia tudo isso, o que eu não sabia é que era tão difícil, tão pesado de manusear, tão rebelde face à minha maquininha simples e elementar.
Agora, não tenho como voltar atrás.
O pior já está feito, mas falta ainda o remate periférico.
Entretanto, tenho fios e linhas por toda a casa. Um horror!
Pelo trabalho que tem dado, terá, obrigatoriamente, que resultar em grande.
Esperemos.

Beijos
Nina

domingo, 15 de janeiro de 2012

Manga curta/ Manga comprida

Com o frio que faz, resolvi por a uso esta túnica tricotada já há uns meses e que pouca oportunidade tive de vestir.
Porém este Janeiro tem-nos presenteado com temperaturas tão baixas que o vestuário de lã é bem vindo.


Sobre jeans, com botins, é prático, quente e confortável

Acontece que o modelo original é assim, com manga pelo cotovelo, permitindo que se use uma peça de manga comprida, por baixo.
Resolvi, então, com um resto de lã bege que sobrara, tricotar uma espécie de manguitos, que se vêem na primeira foto.
É a solução ideal para esta moda de mangas a 3/4.

Mostro, agora, o detalhe do decote, rematado a "ponto de caranguejo"

Aqui, vê-se a transição do corpo em tranças para a "saia" num ponto de fantasia rendado.

Cheia de sorte, descobri na minha gaveta de écharpes , esta, em azul marinho e castanho.

E o casamento não poderia ser mais harmonioso.

Beijos
Nina

sábado, 14 de janeiro de 2012

Por terras de Cerveira ...

... deparei-me com uma lojinha de artesanato que , na montra, exibia estas gracinhas:




Figuras em barro, coloridas, ingénuas, representando as atividades agrícolas locais.

A última ceia, pormenorizadamente documentada.

Um pouco mais à frente, uma minúscula venda de produtos biológicos, apresenta esta janela:

A renda em croche verde despertou em mim uma enorme vontade de a copiar.
É fácil, muito fácil, e adequada como remate para uma janela de cozinha.

Entrando no recinto da feira, comprei este retalhinho para juntar a muitos outros que esperam destino:
O azul é a cor dominante, com laivos de preto.
Nada de especial, não fosse o caso, de ao mesmo tempo, outra pessoa se ter interessado pelo tecido.
Era um homem, enorme, falando português com forte sotaque inglês.
Com a vendedora trocou ideias sobre a utilização do pano, parecendo-lhe muito adequado para a confeção de uma camisa.
Além deste, de um xadrês em tons cinza, comprou 20 cm para a realização de um papillon ( um lacinho).
As compras tiveram, naturalmente, a benção da vendedora, que, soberana, considerou a conjugação magistral.
Pude observar o cliente, enquanto o negócio se realizava.
Para além do tamanho descomunal em termos de volumetria, o sujeito não passaria despercebido onde quer que fosse.
Vestia calças em tons de verde  e um casacão às riscas de várias cores.
Era muito estranho!
Quando se afastou, depois de pagar, a vendedora confidenciou-me que se tratava de um professor inglês a viver nas imediações, seu fiel e habitual cliente, que confecionava as suas próprias roupas, assim como as da mulher.
Um artista, portanto!
Indiferente às modas e às conveniências, com um pedaço de tecido, deliciava-se a criar!
Achei lindo!
Principalmente porque não sou mulher dele ...

Beijos
Nina

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Patchwork

Achei esta ideia muito interessante, para quem, como eu gosta de costura, mas vai com calma, aprendendo, passo a passo a dominar as técnicas.
São retalhos ligados entre si , num exercício de Ptachwork, posteriormente encaixilhados, constituindo uma sucessão  moderna e original de quadros.



As explicações detalhadas encontram-se  aqui.



Passei a tarde de hoje costurando.
Foi bom, mas cansativo, porque o projeto é talvez megalómano, atendendo à minha (in)competência.
Brevemente, espero ter coragem para divulgar a "obra de arte".

Beijos
Nina

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Detalhes, tendências, must have ...



Desfolhando a VOGUE portuguesa, encantei-me com estes modelos:


Conjunto de blazer, comprido, com cinto, sobre calças (de brocado?), simulando renda.
Acho o casaco elegantíssimo e, seguramente, representa o regresso dos blazers clássicos, destituídos, durante anos, por casaquinhos minúsculos.
Felizmente, eu ( que sou esperta...), guardei os meus belos blazers masculinos, que, está-se mesmo a ver, vão entrar em cena, esta Primavera.
O detalhe da estola em pelo, é uma gracinha opcional.
Já o cinto, não.
O cinto é obrigatório para marcar a cintura e sublinhar as formas (curvas, porque não?) femininas.

Vi, na Zara, umas calças em renda pretas, forradas num tecido coral claro.
A primeira impressão foi de horror.
Agora, nem tanto.
Há que vesti-las.
No conjunto, o que menos me agrada é a blusa, demasiada barroca nos seus laços exuberantes.
Os brincos e o chapéu são, apenas, irresistíveis.

Neste conjunto, gosto de tudo, mas a blusa/body é deslumbrante.
Ninguém sabe como estas peças são confortáveis e vestem bem, antes de experimentar uma.

A mala Gucci é uma jóia.
Enche os olhos, embora seja inacessível à esmagadora maioria das mulheres.
Tenho esperança que a Zara "se inspire" no modelo e o ponha à venda por uma ínfima percentagem do preço atual.
O mesmo raciocínio se aplica aos sapatos.
São lindos, mas escandalosamente caros.
Deponho, de novo, as minhas esperanças, no poder de inspiração da Zara.

Finalmente, as pintas!
Finalmente, as bolas!
O vestidindo Marc Jacobs ´
 facílimo de reproduzir ( acho eu, do alto da minha imensa ignorância...) e resulta em absoluto.
Acho lindo, lindo!

E voltamos , portanto, à velha questão:
-Estar bem, sem cometer loucuras!
É possível, não é?

Beijos
Nina