sábado, 19 de maio de 2012

CIDADE DAS ARTES E DAS CIÊNCIAS


É um dos mais importantes complexos científicos e culturais de toda a Europa, construído, a partir de 1990, no local onde, anteriormente corria o rio Turia, entretanto desviado.
Os seus autores são os arquitetos Santiago Calatrava e Felix Candela.
Informções detalhadas podem ser encontradas em:




O HEMISFERIC serve como planetário.

A sua forma sugere um olho aberto que tudo vê!

As diversas construções sobrepõem-se e entrecruzam-se num  jogo alucinante.
Aqui e ali, um canteiro de flores enfeita as linhas mirabolantes.

Água, muita água em espelhos cristalinos , divide áreas.

E da água plana e lisa emergem formas redondas ...

... que em caprichos inesperados, se articulam.

Painéis fotográficos compõem uma galeria ao ar livre ...

... onde palavras imortais se perpetuam!

E as palavras escapam, incapazes de legendar, tal é o assombro!


Quando o sol se esconde, as referências escapam e a imaginação transporta-nos a um outro mundo ...

... um mundo do futuro, de um longínquo amanhã!

Então, num repente, cansados de curvas, projetaram ângulos, muitos ângulos agudos no Museu das Ciências Príncipe Filipe, cujo lema é.
"PROIBÍDO NÃO TOCAR",
de tal modo os visitantes interagem com o exposto.

Se não fosse pelas dezenas de razões existentes para visitar Valência, se apenas esta existisse, esta seria incontornável para visitar a cidade.

Beijos
Nina

Valência


É um cidade luminosa, situada na costa oriental de Espanha.
Marcada por um passado rico, em que as histórias se enlaçam e entrelaçam, ostenta, orgulhosa , um CASCO ANTIGO interessantíssimo, a par de uma zona costeira moderníssima e (a seu tempo mostrarei) extraordinária.



Junto ao hotel onde me alojo, o PASSEIO MARÍTIMO, imenso, debruado por palmeiras e enfeitado por esculturas.

Lagos azuis, fontes e chafarizes cantando, criam um clima de frescura que atenua os ardores do Verão.


Na parte antiga, é Espanha! São pessoas nas ruas, esplanadas cheias, vibração e alegria.

Ao fim do dia, um ventinho fresco, forçou este visual "cebola", peça sobre peça.


Em todo o lado, em cada canto e recanto, uma surpresa!

A catedral, linda por fora, maravilhosa por dentro, na Praça da Virgem.




A cúpula, sugere um bolo de noiva, branco, elegante, original.

Este texto está a ser escrito num intervalinho que roubei ao programa. Mais tarde, com a calma que o assunto exige, darei outros detalhes e aguçarei outros apetites.

Beijos
Nina

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Não gosto de hoteis ...



... estranho as camas, embirro com as almofadas, acho-os barulhentos, ou escuros, ou quentes, ou frios ... desconfio da sua higiene e, quando todos os meus "mas" são derrotados, disparo o argumento final imbatível:
-A minha casa é melhor!
Para quem muito viaja, como é o meu caso, a adaptação é sempre dolorosa e a primeira impressão determinante.
Há, contudo, excepções, que ocorrem quando, ao abrir a porta do quarto, um ambiente como este se apresenta:



Tudo  em bege e branco, tudo luminoso, tudo imaculado!

As madeiras, num tom natural, tratadas com cuidados que exibem as nervuras, são um pano de fundo que, só por si, acalmam os espíritos mais relutantes ( como o meu...)

A iluminação é garantida por luminárias elegantes estrategicamente colocadas...

... e o quarto, de dimensão ampla, ostenta os móveis apenas necessários, sem excessos, num comedimento muito tranquilo.

Na cabeceira da cama, nada de complicar! Um entrançado na mesma madeira configura um acabamento simples e elegante.

A prova de fogo é, sempre é, a casa de banho.
Esta é perfeita, no rosado das paredes e na imaculada brancura de louças e atoalhados.

Neste saquinho precioso, em alvo algodão rematado com fita de seda, os mimos: champô, gel de banho, creme hidratante, sabonetes e tudo o mais que transforma este quarto no "meu" quarto.

Na bancada, maravilha das maravilhas!!! Flores frescas!

Detalhes, pormenores que fazem a diferença.

E, para além da banheira, esta box de filme, de Hollywood!
Muito, muito bom!
Muito, muito lindo!
É o Hotel LAS ARENAS e fica em Valência, Espanha!

Beijo
Nina

terça-feira, 15 de maio de 2012

Tecidos, mais tecidos ...




Aqui, http://www.marthastewart.com/277001/diy-decorating#/272002, na fabulosa Martha Stweart, encontrei esta sugestão absolutamente fascinante, um estore estampado, teatral, que transformará a mais insignificante janela, num palco sobre o mundo.

Uma vez que o DIY é fornecido, não há que temer. É meter as mãos na massa que o resultado promete.

Na próxima semana, tenciono fazer uma incursão de caçadora, no meu território favorito, um armazém de tecidos, com este projeto na manga  e, presumo, então,  tudo pode acontecer.

Beijos
Nina


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Tecidos, almofadas, almofadas ...


sofa with paper art

Quando publiquei este post,repeti, uma e outra vez, as potencialidades dos tecidos, na decoração. 
É que um apontamento muda tudo, inclusivamente, o ar tristonho do sofá de todos os dias.
Este conjunto de almofadas, pareceu-me esplendoroso, particularmente a que ostenta uma capa presa com lacinhos.
A página, pode ser vista aqui:

Ficou,portanto, arquivado na minha cabeça, que copiaria o modelo e, ontem, domingo, dia de costura, lancei-me ao projeto, utilizando os derradeiros retalhos verdes que casam harmoniosamente com o cenário de fundo.

Forrei, então uma almofada quadrada.

Queria, contudo, por em prática o método que aprendi com a Helena Compagno http://minhaprimeiracostura.blogspot.pt/
e, no blog   fabuloso da Re Batista,  onde aprendi a confecionar almofadas tipo envelope que dispensam o (tormento) do fecho.
É  um método extremamente simples e que funciona na perfeição.

E cá está a parte de trás da almofada!

Seguidamente, sem PAP, a olho, copiei o modelo da Martha Stewart e, ousadia das ousadias, ainda o incrementei com uma rendinha.

Cá estão os laçarotes ...

... e a almofada, catita, no meu sofá branco.
Ainda vou forrar outra, utilizando o mesmo modelo, mas aplicando tecidos diferentes, porque a graça da costura reside na liberdade absoluta de inovar.
Quando a irmãzinha  desta nascer, creio que farei uma pausa em termos de almofadas. Só não sei ainda em que direção irei disparar.
Tenho a certeza que, entretanto, algo me ocorrerá, graças a este pensamento que( tanto) viaja.

Se quiserem copiar o modelito, sentir-me-ei muito honrada por ter sido fonte de inspiração.

Beijo
Nina

domingo, 13 de maio de 2012

Este ...


... é o vale dos fetos, mas parece muito mais ser o vale das fadas.
Localiza-se  no   Bussaco (Buçaco) e configura um mundo à parte, dentro do mundo em que nos movemos.
Tudo quanto o olhar alcança é verde; tudo quanto o ouvido capta é murmúrio, murmúrio de vento entre os ramos, murmúrio de asas que batem algures, murmúrio de água deslizando. Os próprios visitantes, intimidados, neste templo verde, murmuram.
O ar adoça-se e o peso da atmosfera ameaçando tormenta, dissipa-se. O ar é leve e fresco e ameno e suave.
Estamos no Buçaco (ou Bussaco).
Estamos fora do mundo.
Estamos noutro mundo!



Imponentes, as árvores elevam-se, crescem em direção ao céu.
Por nesgas, a luz do sol penetra, risca o verde e em riscos retos atinge o solo.

Fetos gigantes imperam...

... e, de quando em quando, a ramaria tinge-se de amarelo.

O solo é um imenso tapete verde ...


... caprichosamente rasgado por relâmpagos de cor, laranja ...

... roxo e ainda todas quantas  irrompem de combinações misteriosas.


Este é todo o céu que é possível observar...

... enquanto, cá em baixo, serpenteiam caminhos!
Ontem, sábado, voltei ao Buçaco!
Foi destino repetido uma e outra vez, quando criança.
Deve ser por isso, pela força das minhas memórias de menina, que continuo, expectante, esperando que um bando de fadas me acolha, neste palácio verde onde, tenho a certeza absoluta, habitam.
É o vale das Fadas.

Beijos
Nina


sábado, 12 de maio de 2012

Agora ...

... que dei por terminada a saia e o top de crochê, neste cantinho, no meu sofá em frente à televisão, dei início a um novo desafio.
Lá ao fundo, A anatomia de Gray, desenrola-se  à volta de um episódio repetido até à exaustão.



Feito o novelo, desfolhadas revistas, escolhido um modelo, há que começar.

Um fio de algodão mesclado em tons de branco e azul, vai ganhando forma.
Também este é um projeto fácil, que não requer conhecimentos para além do básico e pouca concentração.

A minha mesa de centro é, com toda a propriedade, uma mesa de apoio, uma mesa viva, onde a beleza das flores, os jornais diários, as revistas de tricô, o trabalho recém iniciado e tudo o mais que a rotina diária exija, convivem pacificamente.

Nesta página, no canto superior esquerdo, espreita uma túnica castanha que me serviu de inspiração.
Vamos ver como resulta neste fio diferente.

Para já, o trabalho é muito agradável, cresce sem dificuldade e parece corresponder ao conceito do modelo.
Evidentemente que fornecerei todos os pormenores às interessadas.
Com o entusiasmo dos primeiros pontos, não me apetece parar e vou, portanto, fazer que assisto à televisão, enquanto crocheto umas voltinhas mais e, se o entusiasmo não decrescer, terei rapidamente que encontrar outra ocupação para estas horas mortas.

Beijo
Nina