sexta-feira, 17 de outubro de 2014

1223 - Bolinho para o fim de semana

Bolo enrolado, torta, rocambole, chame-se-lhe o que se quiser. Continua sendo uma excelente opção.


Já no tabuleiro. Previamente untado e polvilhado com farinha, entrará no forno aquecido a 180°

Precisamos:
- 180 g acúcar
- 5 ovos
- 90 g farinha
- 1 colher de chá de fermento

Fazemos assim:
- batemos as gemas + 2 claras com o açúcar.
-acrescentamos a farinha com o fermento, continuando a bater.
- finalmente, envolve-se, gentilmente, a massa nas restantes 3 claras batidas em castelo firme.

Assa em 20, 25 minutos.

Cobre-se a superfície com uma compota ou geleia.
Utilizei esta, de marmelo, sobrevivente do ano papassado

Assim!
Enrola-se, ainda quente, se não, parte!



Já no prato de seviço ...
Polvilhado com icing sugar ...






Sucesso!

Beijo
Nina

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

1222 - Botas

Está oficialmente aberta a época das botas!



Dos casacos, das parkas e das gabardines.

Com leggings ...


... E uma blusa de seda velhinha, animal print, escolha discutível, mas que, ainda assim, me agrada, se em pequenos apontamentos.


Refiro que tudo o que visto é veeeeeeelho!
Velho, não! Que não sou pessoa para vestir - nem para doar - velho.
O que acontece é serem, todas elas, peças de invernos passados.


E assim se inicia um novo ciclo.




Beijo
Nina

terça-feira, 14 de outubro de 2014

1221 - AZUL PETRÓLEO

Acho que é o nome desta cor que nem é verde nem azul!
É, decididamente uma cor outonal que combina  muito bem com castanhos, cor de vinho, azul turquesa e alguns amarelos.
Procurei nos "guardados" dos outonos/invernos passados e encontrei um número considerável de peças que casarão lindamente entre si..


Foi a primeira compra!
É um casaco/camisa comprida - chega quase ao joelho - em camurça.
"Cai" solto e veste muito bem, combinando com vestidos, saias, calças e até jeans!
O lenço em seda é muito bonito e, só por si, completa um conjunto, dando-lhe um ar requintado e moderno.

Encontrei-o na Uterque, onde, por norma, apenas compro sapatos, carteiras e malas.
Desta vez, porém, não resisti à tentação.

Estou focada em comprar pouco, apenas me deixando arrebatar por peças que valham a pena, que sejam de qualidade, que sejam diferentes, que combinem com o que já possuo dando-lhe um ar atualizado.
Acho que este é um bom critério de compra, privilegiar a qualidade, desprezando a quantidade.
Não quero com isto dizer que não vá entrar na Zara! Entrarei, seguramente! Mas apenas para procurar detalhes que completem outros conjuntos ... sei lá! Camisas brancas, por exemplo, nunca são de mais, e será por aí, que poderei vacilar.
De resto, prometi a mim mesma respeitar estes critérios.
E eu sou boa a cumprir promessas.

Beijo
Nina

domingo, 12 de outubro de 2014

1220 - Sou tão chique!


Chique e inventiva!
Que isto impressiona, mas é "chiquismo" ( será que existe a palavra?) de pobre, vá, de remediado!

Umas folhas de alface, que, feita grilo, como em quantidade, umas rodelas de tomate, algumas azeitonas sem caroço e ~o toque chique! - peras cortadas em quartos.
Tempera-se a gosto com um fio de azeite e umas gotas de vinagre balsâmico!
Ficou chique!
Acompanhando um peixe grelhado e um arroz branco!
Chique e barato, como convem.

Beijo
Nina

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

1218 - Sapatos


Rebobinando o percurso do Homem, desde o seu aparecimento na terra, vários marcos são considerados marcantes:
- A descoberta do fogo e a invenção da roda são dois que de momento me ocorrem!

O fogo deixou de ser ameaça divina que se abatia sobre pobres e trémulos seres indefesos, geralmente na sequência de trovoadas que, com os seus raios tudo consumiam.
Presumo que por puro acaso, os nossos antepassados tenham constatado  que o choque entre duas pedras provocava a faísca, antecessora dos atuais isqueiros, passo a maluquice da comparação.

Com a invenção da roda, processo bem mais elaborado, tudo se terá simplificado em termos de movimento, o que, numa cadeia ininterrupta de consequências, se terá refletido nos mais simples atos do quotidiano, levando ao paradigma dos nossos dias em que a roda - 4 rodas, bem entendido - são inegável símbolo de status.

Sinto que me alongo em considerações que se afastam do tema deste texto:
- Os sapatos!
É que a invenção dos mesmos não foi coisa pouca, coisa leviana de quem os venera e por eles tem fixação - falo no geral, no abstrato, em ninguém em particular, muito menos na minha pessoa ...
Temos, portanto, os nossos antepassados correndo descalços.
 E como, e quanto deveriam ser obrigados a correr!
Até que, um belo dia, descobriram que se protegessem os delicados pezinhos ganhariam, além de vantagem sobre os perseguidos/perseguidores, ganhariam também asas!
Assim nasceram os sapatos!
Assim nasceu a perdição!


Confesso, reconheço, penalizo-me:
Sou louca por sapatos!

Tenho muitos, das mais variadas cores, dos mais variados feitios, para todas as circunstâncias, nunca me achando desprevenida.

Estes foram os últimos que comprei.
Vieram da Uterque e são irresistíveis!
Acontece, porém, que a seguir aos meses de verão, em que os pés apenas calçam sandálias, tudo me dói!
Tal como a MONTANA , minha amiga algarvia muito querida, passado o verão, chegado o outono, a sensação dominante no momento de calçar sapatos fechados, ainda que inocentes sabrinas, é que os pés cresceram, que os sapatos encolheram e que o desconforto é garantido.

Estes sapatinhos em verniz preto, com laçarote de veludo e salto incrivelmente baixo, completam muito bem o look quando se pretende um "acabamento" refinado.
Porém, servem apenas para ir jantar, quando se sai do carro, se entra no restaurante, se desfila da porta até à mesa e, horas depois se faz o percurso inverso (sob o atento escrutínio das impiedosas mulheres presentes).  
Não me deixam ficar mal!
Mas deixam-me os pés latejando de dor!
É o preço!

Beijo
Nina


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

1216 - Risotto

Salivo, só com o nome.
Gosto muito de risotto, de todos os risottos, que mais não são que um arrozinho incrementado.
No caso, tinha sobras de salmão e de pescada.
Sobras de peixe não admitem espera. Ou se comem no dia seguinte, ou lixo com elas.
Tratei, pois de as libertar de peles e espinhas, deixando que aguardassem a hora de entrarem em cena.



Fritei cebola, meio pimento vermelho e igual quantidade de verde, cortados em pedacinhos bem miúdos,num pouco de azeite.
Juntei  alho picado, bem atenta, que o dito tem tendência a esturricar face à menor distração e, nesse caso, o infeliz não só muda de cor, como transmite um gosto desagradável ao prato. Olho nele, portanto, seja qual for a preparação em que entre.
Já agora relembro que as propriedades do alho são extraordinárias para a saúde e bem estar. Pode, por isso, exigir ser tratado com pinças, o príncipe!

Aos poucos, acrescentei um copo de vinho branco, mexendo sempre e, quando do dito não restava vestígio, juntei o arroz, sempre atenta, sempre vigilante, não deixando de mexer, até fritar e absorver toda a gordura da mistura.

Fritou!
E, para completar o procedimento, recebeu o dobro da quantidade do arroz em caldo de peixe.
Paramos de mexer!
Ufa!
É bom, mas exige permanente atenção!
Retificam-se os temperos.
Coze em lume brando até que o líquido quase desapareça.


Recebe então  o peixe - o que sobrou do jantar de ontem - e, para parecer chique ...

Meia embalagem de camarão descascado  e uns quantos raminhos de brócolos ... já que estamos na onda "saudável" não esqueçamos o rei dos verdes, o imperador dos antioxidantes!



Esta, a paisagem!


Tapa-se o tacho.
Desliga-se o fogão.
Espera-se um pouco (quanto? Não sei! Tudo na base do improviso!)
Polvilha-se com queijo ralado.
Come-se!
Vale repetir.
E suspirar.
Escusado será dizer que os comensais não precisam nem devem ser informados que o opíparo almoço resulta das sobras do jantar anterior - garanto que são muito mais felizes assim!
(A minha avozinha não parava de garantir - para que eu não esquecesse - que "aos homens, é muito a comer e pouco ou nada a saber!)

Beijo
Nina

sábado, 4 de outubro de 2014

1215 - Uvas com queijos ...

... são como beijos!




A frase é do Miguel, do restaurante  O LAGAR EN EIRAS, um dos meus restaurantes preferidos.

Existe comparação mais perfeita?


Ele há beijos e beijos, já se sabe!
Mas a combinação de uvas muito doces com o ligeiro travor de queijo em minúsculos cubinhos, é algo que transcende a imaginação!
Com vinho branco, por favor! Estupidamente gelado, obrigatoriamente!
Só experimentando!

Beijo
Nina