domingo, 2 de agosto de 2015

Férias versus blog


Garanto é uma combinaçao impossível, por muitos assuntos interessantes que surjam para publicar - e surgem ...- o casamento continua sendo muito, muito difícil ou porque o tempo é escasso ou porque a net  invibializa a operação.
 Neste momento, por exemplo, tento descarregar algumas fotos que gostaria de partilhar, só que duvido do sucesso. Nunca mais se conclui a operação .. Oh! Vida.
Seria interessante publicar diariamente um resumo das atividades, uma coisa tipo diário, mas, como disse o projeto apresenta-se difícil.
Gostaria de deixar sugestões, de aconselhar atividades, mas - de novo - a eletrónica não ajuda.
Vou, portanto, aparecendo apenas, com vontade de aparecer muito.
Adio o projeto.
Vou contar tudo.
Tudo tenho fotografado.
Tudo merece ser visto.
Fica para depois.
Fica para mais tarde.
Será tipo diário de bordo.
Lido no futuro.

Tenham muito boas férias.
E arrumem o chato do computador.
Como eu!

Beijo
Nina

sábado, 1 de agosto de 2015

BOUCHON /ENGARRAFAMENTO!


Viajar pelas excelentes estradas francesas no fim de Julho,começo de Agosto é ... pesadelo, inferno, suplício, filme de terror.
Por quê?

Porque, do sul, vêm todos os que acabaram as férias a 30 ou a 31 de Julho!
Do norte, partem os que iniciam as férias a 1 de Agosto, nas praias do sul.

Seguindo para Paris, ali perto de Bordeaux, encontram-se as duas correntes. É o pandemónio absoluto!
Ouvi, pela rádio, que o tráfego era NEGRO - a pior das classificaçõres - e que as filas paradas - os assustadores "bouchons" - somavam 400Km!
Não sei que diga!
Sei que cheguei ao destino com 3 horas de atraso e que a viagem prevista de 4, se transformou em 7.
Foi mau!
Foi tão mau!
Muito cansativo!
Um horror!

O bom destas viagens de carro - e sim! tem muitas coisas boas, únicas, delicosas - é que se pode mudar o trajeto todos os dias.
Assim, a estadia em Tours prevista para uma noite, foi alterada. Ficamos duas. Estamos a gostar muito.

Da cidade, algumas imagens:


A bela estação central dos caminhos de ferro

e ...

Uma praça refrescante  ... que estas cidades do interior ou são geladas ou  infernalmente quentes.
A manhã foi ocupada com um programa soberbo! tão fantástico que será só por si motivo para outro post.

Aconselho a que, visitados os locais imperdíveis, nos percamos pelas ruas peatonais onde se sente verdadeiramente o palpitar do coração da cidade.

As esplanadas, bares, confeitarias e restauurantes são os melhores locais para passar alguns momentos vendo a vida a passar.

Compras também as há  ... as lojas internacionais que estão em todo o planeta - e que, naturalmente, evito - e as outras.

Gosto de trazer um ( ou vários ...) presentes para a minha casa, para o meu mundo.
Achei uma MAISONS DU MONDE e , felizmente, orgulhosamente, convictamente, não resisti.

Mostrarei os tesouros mais tarde, quando em casa os desembrulhar.


Beijo
Nina

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Meus amores!

Só para dizer que, quando em casa, em breve, responderei a todos , todos, todos os  comentários.


Entretanto ...

... aqui e ali ...

... como!


... passeio, arejo e guardo novidades para depois  partilhar.

Mais beijos
Nina

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Bonjour!

Queridas, queridos, não poderei, pr muito que queira,  responder aos vossos lindos, doces, maravilhosos comentários!
Quase sem rede, digo, BONJOUR, aqui, daqui,  em Biarritz!



Sim,  Biarritz, aquela praia no sul de França, refúgio de aristocratas perseguidos, no início do século passado.


Aristocratas, não vi, mas os vestígios perduram.


São palácios e palácios e jardins e puro luxo



O céu, o mar e a areia são os mesmos.
 Iguaizinhos aos olhados e tocados pelos príncipes sem trono.
Não foi por acaso que aqui fizeram ninho!
É perfeito.


É a GRANDE PLAGE ...
... um baia branca debruada por palácios.

Pena que a ligação à rede seja quase nula!
Conclusão:
Já não se fazem paraísos como antigamente.

Beijo
Nina

quarta-feira, 29 de julho de 2015

O que fazer à comida?


Refiro-me aos frescos - fruta e vegetais - que sobram em vésperas de partida para férias.
A resposta parece ser evidente - congelam-se!

Só que, às vezes não é possível, pela mais prosaica das razões:
- Congelador e a arca estão abarrotando!
Não cabe mesmo mais nada.

Nesse caso é necessário por a imaginação a trabalhar para encontrar resposta à urgência.

Tinha 1 couve roxa, cebolas,  muitas maçãs e um melão! 

Como otimizar a situação?

Lembrei-me do CHUTNEY para a couve e da COMPOTA para o  melão e, devo dizer, que não me saí nada mal.


Começando pelo CHUTNEY, cortei a couve roxa muito finamente e juntei-lhe 6 cebolas em rodelas, 5 dentes de alho, alguns cubos de gengibre cristalizado, e 3 maçãs em cubos. 


Coloquei num tacho. Reguei com um fio de azeite, um pouco de vinagre e 4 colheres de sopa de mel.

Tapei. Deixe que cozesse em fogo muito lento ...



... até a couve estar bem cozida e o líquido muito reduzido.

Agora, é só guardar em frascos esterilizados. Fechar bem. Conservar no frio. E ir gastando como acompanhamento de carnes. Pessoalmente, adoro combinado com caril (curry).


O melão foi cortado em cubos, sem pevides nem cascas e misturado com 6 maçãs também elas em cubos.


Pesei.
Tinha cerca de 1,5Kg. Acrescentei 1 Kg de açúcar e 4 paus de canela.

Levei a lume brando, mexendo de vez em quando.


Esperei que a calda engrossasse e despejei em frascos esterilizados.

Fechei imediatamente.
A compota está pronta para ser comida.
Não agora que estamos em plena contenção alimentar.
Lá para os dias frios de outono. Que não perde por esperar.

Foi bom, não foi?

Beijo
Nina

terça-feira, 28 de julho de 2015

Unhas, manicure e outras coisas mais ...



Eu própria trato das minhas unhas. Uso-as bem curtinhas, sempre lixadas, e quase sempre pintadas.
Não retito as cutículas, porque, por nunca o ter feito, são quase invisíveis. Limito-me a afastá-as. Depois dou uma base protetora, o verniz - duas vezes - e uma capa de secante finalizador.
Tudo muito simples, tudo muito fácil.
Só que, gostando de cores escuras, o menor toque corresponde a "amolgadela" intolerável e, por isso, praticamente cada dois dias, removo o verniz e volto a pintar.
Nessas alturas, aproveito para adiantar tarefas no computador, sendo esse o processo mais eficaz para permitir que tudo seque convenientemente ... ainda assim, vou tendo alguns desgostos.

Pronto! Dito isto, fica claro que sou autónoma em termos de manicure, o mesmo não podendo dizer em relação ao cabeleireiro, que esta minha trunfa exige mãos de profissional!

Em vésperas de iniciar um curto período de férias, passei pelas mãos da Márcia, a minha atual cabeleireira, que lavou, hidratou, secou e penteou o meu cabelinho .
No final, perguntou:
- E as unhas?
Tratamos delas?

Sem refletir, concordei, com a advertência de que não queria alicates nem remoção de cutículas.
OK!

Depois de uma lixadela, de uma pincelada com um produto que endureceu sujeito a umas luzes estranhas, escolhi a cor, mais uma pinceladas, mais uma sessão de luzes e mais pinceladfas ainda.

Ficou assim:





Gostei!
Um laranja fluorescente, engraçado.

 A garantia - que se aplica ao gel, nome deste procedimento - é que resistirá a tudo, à agua, ao calor, ao choque ... a tudo!

Exigirá retoque à medida que a unha cresça, mas, durante duas semanas, estou garantida.


Serão duas semanas em que darei férias às unhas.

Não fiz nos pés, mas já me arrependi!

Na praia, com a areia e com a água, os pés apresentam um aspeto tão infeliz que prefiro não pintar as unhas.
Porém, com este processo não haverá areia nem água que estrague a pintura.
Vou, portanto, alargar o tratamento aos pezinhos.

E assim se derrubam preconceitos!
Apregoava (tolamente) que nas minhas unhas, gel, jamais!
E agora, olhem para este infantil entusiamo!

Beijo
Nina



.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Sandálias, tantas sandálias!

 
 
Quando no sábado pela manhã passei pela Feira de Cerveira tencionava escolher mais um ou dois pares de sandálias, porque, o que lá não falta são ofertas e tentações.
 
Quando cheguei e pretendi estacionar no parque, desconfiei de uma invasão espanhola, já que os carros de nuestros hermanos eram muitos, eram mutíssimos.
 
Lá me dirigi para o recinto da feira e ... até me assustei! Uma multidão compacta que não andava, intransponível,  e se limitava a mover-se na correnteza das gentes.
 
Ainda tentei!
Ainda comprei uns metros de pompons em azul clarinho para rematar umas almofadas que tenho andado a congeminar ... e só! Desisti, recuei, voltei para o carro.
Ainda por cima, nestes ajuntamentos, abunda uma espécie maligna chamada "carteirista" que atuam com o maior à vontade e impunidade.
 
Portanto, de sandálias, estamos conversados!
Nada, nem consegui aproximar-me da ala dos sapatos.
 
É por estas e por outras que prefiro a tranquilidade de todos os outros meses. Julho e Agosto são de facto os piores para o que quer que seja.
 
Informaram-me que para piorar ainda mais a situação, era feriado na Galiza.
 
Temos portanto que vim de mãos abanando!
E, agora que começarei a temporada balnear, gostava muito de renovar o stock.
Na impossibilidade, decidi-me pelo inventário das existentes ...
 

Apenas 6 pares de outros tantos  ...
 
 Afinal, não preciso de chinelas nem de sandálias novas!
O que significa que a multidão enfurecida de sábado passado contribuiu para a contenção de gastos!



Estas prateadas, combinam com tudo ...

... as brancas também!

As chinelas são muito confortáveis e maravilhosas para a areia da praia.

Estas, têm uma certa graça ...

Com vestido ou saia compridos ficam a matar ...

Enquanto estas - já antigas, compradas no Brasil - terão oportunidade de brilhar.

As mais velhotas são estas:
Usei-as muito, muito!
Comprei-as há anos em NY e até já me tinha esquecido delas.

Fui ao armário dos sapatos e desalojei-as dos seus esconderijos, para serem calçadas sem tréguas durante os próximos dois meses.

E assim acaba a história da compra das sandálias que (felizmente) não se concretizou!

Um conselho?
Espreitem bem nos armários. São bem capazes de se surpreenderem com as descobertas.
Como eu!

Beijo
Nina