terça-feira, 25 de agosto de 2015

Compras









Entre outras inúmeras vantagens, viajar de carro tem uma acrescida - o peso da bagagem não conta, ao contrário das viagens de avião, em que é relmente importante estar atento ao  peso das malas

Por isso, nas chamadas Road Trip, para minha imensa alegria,  a liberdade para comprar é quase total.
E, desta vez, não fugiu à regra!
Entre outras inúmeras vantagens, viajar de carro tem uma acrescida - o peso da bagagem não conta, ao contrário das viagens de avião, em que é relmente importante estar atento ao  peso das malas
Por isso, nas chamadas Road Trip, para minha imensa alegria,  a liberdade para comprar é quase total.
E, desta vez, não fugiu à regra!
Comprei! Não comprei muito, mas comprei o que me apeteceu.
Comprei, principalmente, na Alemanha!
Roupa, não!
Que não me apaixona o designe. Mas comprei utilidades para casa. Principalmente na loja Tschibo, minha paixão desde sempre, desde a minha primeira ida à Alemanha.
Organizei os armários com cabides multifunções, a cozinha, com frigideiras hiper eficientes no que ao antiaderente diz respeito, roupões de banho maravilhosamente brancos e maravilhosamente fofos, enfim, compras maravilhosamente irresistíveis.
- E roupa, roupinha, não compraste? - perguntarão vocês, incrédulas e mortas de curiosidade.
- É claro que sim! Comprei, pouca, mas boa, daquela categoria que não tem defeito, que nos enche as medidas! Em Andorra, o melhor local do mundo para esse tipo de compras. Para o Outono estou servida!
De lá vieram também perfumes e cosméticos e frascos e frasquinhos de mezinhas que garantem a eterna juventude e que - nunca se sabe ... - até pode ser que funcionem.

Vou fotografar e, depois, prometo mostrar.

Beijo
Nina

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O Passadiço do Rio Paiva


Ainda oficialmente em férias, embora em casa, aproveitei para ver e sentir o que, de momento, faz furor:

- O Passadiço do Rio Paiva.

No GPS determinei o percurso, cerca de 60 Km, a partir do Porto, até atingir a meta- o tal passadiço, que se desenrola na margem do Rio Paiva, num total de 8 ou 9 quilómetros, entre Espiunca e Areinho.

Fiz pontaria para Espiunca e pus-me a caminho.
Obedecendo ao GPS, segui até Entre-os-Rios, uma etapa lindíssima, na margem direita do rio Douro.
Depois, atravessei a ponte e, prossegui na margem esquerda, até Espiunca.
A estrada ( estradeca) de montanha, estreitíssima, encostada a precipícios e cheia de curvas é, no mínimo, assustadora.

Por isso, desaconselho vivamente essa opção.
O melhor é apontar para Arouca e daí para Espiunca - foi o trajeto que fiz no regresso e, realmente, não tem comparação.

Tirando o facto de que o dito Passadiço fica muito, muito longe do Porto - tirando esse facto, repito - a viagem compensa porque o local é deslumbrante!

À chegada, espantada, confrontei-me com uma verdadeira multidão e, para conseguir estacionamento, vi-me obrigada a adeixar o carro, lá no alto, bem longe do destino.
Estava um calor de assar, aquele tipo de calor que apenas se sente no interior, longe do mar.
 Pois bem, estava esse calor!
E a caminhada foi dolorosa:


Do parque de estacionamento, fotografei o rio, lá em baixo e a ponte que o cruza.
Desci a encosta e cheguei ...


... aqui - À Falha de Espiunca!

Seguindo as indicações, atravessei a ponte:


... e cheguei!

No Passadiço, muita gente!
Una cansados ...



... outros, não!



Sendo, realmente uma experiência interessante~.
 Haja pernas!



Apesar do imenso calor, a caminhada faz-se sem grande sacrifício, porque a sombra das árvores é quase constante.


Lá em baixo, corre o Paiva que, seguramente, nunca "pensou" vir a ser tão visitado.




É um rio pouco profundo ...


... pelo menos, agora, época sem chuva ..


... e muitos caminhantes "incompetentes", optam por fazer "praia" em vez de caminhar.

Gostei imenso da experiência e, confesso, fiquei orgulhosa face ao trabalho dos autarcas que se desenvolveram este projeto ...



... contribuindo para a educação e respeito pela natureza.

Então, é assim:

- Vão ao Passadiço do Rio Paiva!
Se puderem, evitem o fim de semana e o mês de Agosto.

É quase, quase perfeito!

Beijo
Nina

domingo, 23 de agosto de 2015

Cebolas



Passeando pelo Pinterest encontrei este apaixonante tema -  CEBOLAS




Apaixonante, repito, porque como boa cozinheira portuguesa não sei cozinhar sem elas.
 Acho até que só não as incluo (para já) nas sobremesas.
 De resto, em sopas, arrozes, massas, assados, saladas, fritos ... entram em tudo!

Este amor sem tamanho só não é de corpo e alma porque detesto descascá-las. Choro como uma Madalena e abomino o perfume que deixam nas mãos.
Para as lágrimas, depois de ter testado o truque de as manipular mergulhadas em água, sem sucesso, já recorri a óculos de natação - e, se calha, alguém me surpreender nesses preparos, julgará que na cozinha se encontra uma réplica do ET!

Luvas de latex, evitam que o odor se impregne na pele, mas dificultam a tarefa.

Só dificuldades!

Por isso, pago para que as minhas cebolas e os meus alhos sejam descascados e guardados no frio em caixas herméticas.

Porém,
AQUI ,
encontrei um upgrade muito convincente e estas são as diversas fases do procedimento:

- Descascam-se as ditas;
- Picam-se - à mão ou na picadora;
- Congelam-se porções em formas de silicone;
- Guardam-se as "bolinhas" depois de congeladas, em recipiente fechado, ou envolvendo com película, cada uma delas.

Achei genial!

Agora, não só terei cebolas descascadas, mas cebolas prontas a serem utilizadas, sem a premência do tempo, já que, uma vez congeladas, duram uma eternidade.




À AUTORA da ideia todos os créditos e o meu agradecimento.


Beijo
Nina



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

( Às vezes... ) Come-se muito bem em França!



Para os mais sensíveis, este título pode provocar sérios conflitos éticos!
"Às vezes ..." ????
Como, "Às vezes"????

Na pátria da alta cozinha? "Às vezes ... ?
Não há "Às vezes ..."! Retire-se o "às vezes ..."
Era o que faltava!
Já a formiga tem catarro ...

Pois, meus amigos purista, tenho muita pena, mas mantenho e reafirmo o "Às vezes ..."

É que na França para turistas, na França da cozinha massificada, na França - por exemplo ...- dos Campoe Elíseos, come-se mesmo muito mal.

Bem, muito bem, divinalmente,  come-se nos pequenos restaurantes frequentados pelos locais e são esses que procuro descobrir.

No regresso a casa, numa das últimas etapas, em Perpignan, descobri.
 Descobri um dos legítimos restaurantes franceses, com excelente comida a preços absolutamente comparáveis com os que aqui pagamos.
Tive sorte!

Comi:


Uma espécie de crepe preparado conforme a receita a que o link nos remete.
É só "linkar" e a tradução  surge, automática, para quem dela necessitar.

A minha galette estava divina, recheada com cogumelos, queijo, fiambre  e ovo.
Oh! É ver o aspeto e salivar!



Com muita pena, conclui não ser possível comê-la na totalidade, o que foi um desperdício imperdoável


Acompanhei com uma salada magnífica:



Com beringela grelhada, queijo feta, tomate, azeitonas e folhas de alface.

Adorei a inclusão da beringela grelhada e, na primeira oportunidade, repetirei o esquema na minha cozinha.

É favor experimentarem!

Tenham um feliz fim de semana.

Beijo
Nina

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Mónaco


Na fase final da viagem, rumando ao sul, em direção a Génova e depois a oeste, rumo a França, passa-se ao largo de Mónaco, o principado das princesas badaladas, refúgio de milionários.

Aqui, como aliás em toda a Europa, Agosto é o pior mês para uma visita.
Ainda assim, deixámos a autoestrada e rumámos ao principado, o que se revelou vir a ser uma muito má ideia.
É que se conviver com multidões em grandes cidades não é agradável, aqui, num espaço restrito, é trágico.
Só que, depois de entrar, impõe-se o trajeto inverso, com compactas filas de tráfego.
Má ideia, repito.

Ainda assim, aparcámos, dando uma volta pela marginal e no porto, lá estava, o iate do meu jardineiro: 



Fotografei apenas um, mas, barquinhos como este eram muitos!

Quem os ocupará?
A outra fração da população que vive noutro universo!

Registei ainda a encosta onde cada centímetro quadrado é pago ao preço da grama de ouro, se não for mais!


De novo:
Quem habitará estes espaços?


E estes?

Sinceramente! Não trocava, em hipótese alguma, a minha casa, a minha cidade, o meu país, por este onde me parece que a vida é uma coisa assim a modos que virtual!

Ainda vi uns automóveis estranhos, com aspeto de Fórmula 1 e muitos Ferraris  com cavalos a mais para tão pequeno território.

Enfim! A fiscalidade, ou ausência dela, estará por trás das opções de quem aqui habita, o que me leva a concluir que ser milionário dá imenso trabalho! Demasiado, para o meu padrão de vida!

Beijo
Mónaco

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

No topo do topo ... quase no céu!


Estou em casa há 3 dias e, aos poucos, muito lentamente, vou organizando a desordem - é espantoso o que duas semanas fora de casa provocam nas rotinas diárias.

Cheguei e vi-me a braços com 1000 tarefas!
Eram tantas e tão prementes que receei nunca conseguir dar conta do recado.
Puro engano!
As tarefas vão sendo cumpridas e, sem ajuda, vejo que a rotina doméstica  se restabeleceu ( sem contar  com as grandes limpezas que ficarão para Setembro - já com ajuda!).
Abasteci-me no supermercado, tenho preparado as refeições - e hoje, até fiz um bolo, para aproveitar um frasco de claras congeladas.
Dei-me ainda ao luxo de arranjar as unhas, como mostrtei no post de ONTEM!
Continuo lavando máquinas de roupa, mas, felizmente, a "montanha" quase desapareceu.
Necessário será, ainda, passar a ferro, mas, para tal tarefa não me disponibilizo, tanto mais que, na próxima semana, já terei a minha preciosa ajudante.

Da viagem, guardo ainda algumas imagens que me parecem merecer ser expostas.
As de hoje, referem-se a uma fuga à multidão, que, como já mencionei, durante o mês de Agosto, se torna incomodativa.

Por isso, ainda no norte de Itália, nos arredores de VIPITENO , decidimos aventurar-nos por uma estrada de montanha que, no inverno, conduz a uma estação de sky.
Valeu muito a pena, pois a vista é verdadeiramente aérea!





A paz impera!
Não que não haja pessoas - há, há muitas, do tipo que prefere a natureza em estado puro a qualquer cidade.
Mas, na imensidão da montanha, o conceito de multidão não existe.

Muito céu, muito verde, muito silêncio!

Aqui, já bem alto, subindo sempre, rumo ao céu!

São verdes vales, rodeados por cordilheiras.
São os Alpes em toda a sua imponência.


Aqui almoçámos!
Uma pasta despretenciosa!
Depois, mais vistas de avião:


O mundo é lindo ...

... em estado puro ...

... intocado!

Lá ao fundo, o restaurante da pasta!

Adoro este tipo de desvio e a escolha de atalhos não formatados.
Adoro o ar selvagem destas paragens.
Oxalá assim permaneçam para sempre.

Beijo
Nina

terça-feira, 18 de agosto de 2015

As minhas (medonhas) unhas


Mostrei AQUI, a consequência de uma impensada e repentina decisão - fazer manicure com gel:




Sem refletir, pareceu-me que daqui não viria mal ao mundo - pelo contrário, teria pelo menos duas semanas de sossego com as unhas apresentáveis.

E tive!

Só que a partir dessa altura, a coisa descambou. As unhas cresciam como garras e, junto à cutília, via-se uma meia lua descorada, uma coisa indescritivelmente feia .
Tenho provas:


OK?

Estava eu, então,  longe, lá pelas Europas e a coisa parecia-me insolúvel - como foi!
Tratei de limar "as garras", mas, a meia lua, continuava lá, medonha!
Aguentei!
E só hoje, há exatamemnte 3 semanas, resolvi o problema.



Continuando com as cores de férias!


Informei-me:
- Como remediar, ou melhor, remendar os estragos do tempo?
- Fácil! Com umas pinceladas na mesma cor.


Acontece que, por coincidência, tenho um frasquinho que resolverá a urgência.


Foi uma excelente dica!

Decidi aplicar a mesma cor nos pés e gostei do efeito - digamos - festivo:


Aproveito para exibir as sandálias novas ...

... também elas hiper  festivas, compradas na viagem.
Tão festivas que não destoariam no desfile de uma escola de samba!


Estou, portanto, pronta para enfrentar areias da praia e ondas do mar, sem perder a compustura das unhas!

Não sei, mas desconfio, que este método terá os seus inconvenientes para a saúde das unhas, uma vez que o verniz é retirado através de lima. Ainda assim, para os meses de Verão, parece-me que as unhas de gel são a verdadeira resposta às nossas preces - mãos e pés duradouramente impecáveis!

E as meninas, o que opinam?

Beijo
Nina