quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Franjas


Esta é uma tendência que me agrada de tal modo que este ano repeti as compras neste detalhe, como já tinha exibido AQUI,

Depois, fartei-me de ver botas com franjas e, gostando de todas,  decidi comprar umas.



Estas!
São muito confortáveis, a pele é macia e o salto grosso e baixo.


Uso-as com túnicas e leggings.
Continuo sem me arrepender de as ter comprado.

Há uns anos, entusiasmei-me também com umas botas acima do joelho, como estas.
Eram em pele preta e tinham salto alto.
Foi isso mesmo, um entusiasmo!
Nunca as usei e despachei-as novas, conformr timham vindo da loja.




Com estas, tudo é diferente.

Calço-as pela manhã e só as tiro à noite, de tão confortáveis que são - uma espécie de segunda pele.

Comprei-as online, correndo o risco de ter que as devolver.
Felizmente, tal não foi o caso. Acertei na mouche e transformei as franjinhas no meu uniforme de quase todos os dias.
Só não dão para a chuva, visto que sendo em camurça, não aguentam a água.
Última informação:
- Vieram da Zara, da abençoada Zara!

Beijo
Nina


terça-feira, 24 de novembro de 2015

Batatas assadas


Gosto muito de batatas e, se assadas, ainda gosto mais!
O único senão é que exigem muito tempo no forno para ficarem no ponto, tanto mais que, avessa às altas temperaturas e , ainda mais avessa, às pressas,  usando os meus constantes 180 graus, para conseguir batatas assadas com a qualidade que espero, há que contar com 2 horas de forno!

Acho que são o acompanhamento perfeito para peixe, aves e carne assadas!

A carne as aves aguentam e agradecem as 2 horas de cozedura ... já o peixe, não! O peixe assa em meia hora para atingir o ponto de maior suculência!
Um problema, pois,  harmonizar esta combinação, logo hoje que tinha programado robalo assado para o almoço.

Por acaso, ontem, recebi a newsletter de um blog que acompanho e que foi a resposta às minhas preces:



Em Espanha, dão este nome a umas excelentes batatas assadas - só não sabia que podiam ser preparadas no microondas.
Agora sei!
Podem!
Ficam excelentes e preparam-se muito rapidamente.

Segui as indicações da receita, mas, fui testando os tempos - é só ir picando com um garfo para comprovar o grau de cozedura. 



Comecei por cortar em fatias finíssimas uma cebola.

Fiz o mesmo a 2 batatas grandes!
- Como?

Usando este cortador!
Sou, fui, presa fácil para tudo quanto fosse engenhoca para utilizar na cozinha.
Reconheço que comprei imensas inutilidades.



Não é, porém, o caso deste cortador fantástico.
FGacílimo de utilizar, facílimo de lavar, facílimo de arrumar na sua caixinha original.


Bem sei que existem avançadíssimos robots de cozinha!
Bem sei!
Mas, como não possuo nenhum deles ... adoro o meu cortador.

Cortadas as batatas, a cebola e 2 dentes de alho, regando a mistura com azeite, tapei o recipiente e deixei que cozesse por períodos de 5 minutos, findos os quais, retirava do forno, misturava os ingredientes e repunha para continuar a operação.

Ao fim de 15 minutos, estava pronto!


Poderia ter deixado que tostasse um pouco mais ...

... é à vontade do freguês!

Ficaram excelentes! Com consistência de pudim, desfazendo-se ao toque, numa mistura deliciosa de sabores.

E, como sou uma mãos largas no que ao partilhar truques diz respeito, deixo o segredo!
E não! Não têm nada que agradecer! Foi um prazer!

Beijo
Nina

domingo, 22 de novembro de 2015

Poncho/ Capa/ Xaile ...



Tenho visto muito poncho, muita capa muito xaile ...

Numa primeira avaliação nunca foi peça que me tentasse. Achava que ficava demasiado solta, desobediente, escorregando para onde calhava, dando um ar um tanto ou quanto desleixado.
Preferia casacos, gabardines e parkas ...
Até que, subitamente, num repente, tive uma espécie de epifania ... fui, por assim dizer,  iluminada.

Descobri que o dito poncho/ capa/ xaile, poderia ser até bastante confortável se vestido sobre peças mais grossas, como são as camisolas/ blusas de lã.

Essas, entra ano, sai ano, que não as visto para sair à rua, porque, só por si não agasalham e com casaco me deixam apertada, atada,  enchouriçada.

Descobri - a tal epifania - que o poncho/ capa/ xaile, poderia ser a resposta às minhas preces - vestir a bela da camisola/ blusa de lã e sair , "bela e amarela", sem tiritar de frio, desde que recorresse ao poncho/ capa/ xaile.




E, brincando de novo às fashionistas, apresento a combinação de hoje, toda ela dentro da paleta dos tons outonais

Camisa de seda, echarpe e casaco de lã ...

... comprado nuns saldos, lá atrás! Já perdi a conta de quando.
Sei que foi no Corte Inglês de Vigo, por metade, de metade do preço.
Uma excelente compra, um ótimo negócio que, de vez em quando, ainda ocorrem.

As calças antigas da Zara, numa fazenda seca, têm a cor das folhas outonais, não têm?

Os sapatos castanhos com um salto decente, no que à altitude diz respeito ...

... são também da classe dos intemporais.
Confortáveis q.b. vão saindo e circulando de vez em quando.


E o poncho/ capa/ xaile? - perguntarão as minhas (meus) amigas (os) - cadê o poncho?

Pois bem, ei-lo:

Em toda a sua plenitude!

Gosto imenso das cores, também elas outonais ...

... gosto do tecido, uma fazenda fininha que não me aumenta o perímetro ...

E um preço que não dá para nele acreditar, principalmente se comparado com um "irmãozinho" que vi na Uterque e que exibia o simpático e redondo número de 100€.
Este?
Custou metade, de metade, de metade ...
A sério que não sei a quantia exata.
É que a obra de arte veio comigo da Feira de Cerveira onde, assídua, tenho os meus contactos, os meus conhecimentos, onde, em suma,  domino!
Por isso, pago sempre um preço especial, sussurrado no meu ouvido, inacessível às compradoras espanholas, que, mesmo sendo barato, pagam um pouco mais!
Vantagens de ser quase feirante!
Ser colega tens os seus privilégios.

Bom domingo.

Beijo
Nina

sábado, 21 de novembro de 2015

Muito frio!



Acordamos com muito frio e muito vento!
Mas com sol!
Com sol tudo é suportável, não é?

Sobre o vestido hippie fininho, um casquinho quente - é sintético, sim, para quem se interrogar

O vento - juro! - é o responsável por certas curvaturas que se vislumbram.


Em Cerveira, um mundo de gente.
Diria que a Galiza em peso para ali se mudou esta manhã.
Assim é chato! Muito encontrão, muito "com licença", muita vontade de fugir da confusão.
Fugi!
Almocei em Esposende, lugar de todas as tranquilidades, no Hotel Suave Mar, onde me recebem como se da casa fosse. Na verdade, quase sou, de tantas as vezes que lá vou.


É comida simples, mas de qualidade, pouco habitual nos restaurantes de hotel.
Enquanto se espera, petisca-se ou "pica-se" como dizem os muitos espanhóis que aí se encontram.

A sala é ampla, toda envidraçada, clara e luminosa.

A disposição espaçada das mesas, garante privacidade, coisa rara, um luxo, nos restaurantes, nos dias que correm.

Pela parede/janela envidraçada, esta a vista ...

... e no prato, esta:
- Arroz de robalo e camarão.

Claro que estava bom! Só podia estar muito bom!
Pois se foi preparado na hora com ingredientes de primeira qualidade...

E pronto!
Mais uma sugestão fabulosa!
A custo zero!
Que sou assim, uma mãos largas :-))

Tenham um bom resto de sábado.

Beijo
Nina

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Se isto não é anos 70 ...

Se isto não é anos 70, então não sei o que seja!

É favor reparar na altura da saia!
E no estampado florido!
E no ar hippie!
(só não tenho flores no cabelo ... )

Relembro:

If you come to San Francisco, be sure to wear flowers in your hair ...



E assim, simplesmente, se prova e comprova a rotatividade, o ciclo da moda.
Por acaso, no caso, agrada-me o visual - um vestido bem levezinho para usar com frio, sob um casco quente.


Em casa, aqueço-me com o meu PONTO DE ESTRELA, cuja realização me acompanhou em muitos serões televisivos.

É confortável q.b.

Nos pés, botins, a cujo uso me rendi relutantemente - parecem-me sempre sapatos de bruxa para usar em pleno Halloween ...
Gostos não se discutem, pois não?

Além do casaco branco, que dá com tudo, um verdadeiro multitasking, tenho outro, muito fofo, muito bonito e muito muito ... que comprei na Zara e ...



... é adorável, um must, o rei dos casacos!
(Como não sou a autora posso ser tão exagerada nos elogios, quanto me apetecer!)

E continua a realizar com o vestido, o verdadeiro casamento perfeito - se é que isso existe ...

Um último grande plano!

E é o que temos, por hoje, quanto a novidades!
Na verdade, tenho mais, mas não posso dizer TUDO de uma vez, pois não!?

Tenham um muito feliz fim de semana.

Beijo
Nina


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Saia de pregas


Comprei uma saia de pregas em "polipele", um material sintético que imita na perfeição a pele verdadeira, com a vantagem de, sendo muito fino, se adaptar a modelos impensáveis - quem é que imaginaria uma saia de pregas em pele?
A ideia que imediatamente, na minha mente surge, é de uma estrutura tipo balão, um andor, um ovo com pernas!

No caso, nada disso ocorre.
O material é finíssimo e cai lindamente.

Hoje - de manhã estava imenso frio - vesti a minha saia de pregas, com uma blusa/ camisola de cachemira.
Fiquei assim:






Muito retro, com saia midi, que, como se confirma, tem um caimento de tecido fino.

Combinei com a tal blusa/camisola de cachemira bege, a minha lã favorita, porque não pica.
 

Nos pés, sapatos de verniz enfeitados com laço de veludo preto - tudo na "onda" retro.

O tacão é o que se vê - uma amostra ... quase nada!

E, embora bicudos, são bem confortáveis.


Ouvi dizer que a altura "midi" regressou em força.
Gosto!
Acho elegante e com um não sei quê de DOWNTON ABBEY!

Contem, lá:
- Já aderiram à altura midi?
- Gostam?
- Detestam?
- Não fazem ideia do que estou para aqui a falar?

Contem-me tudo!

Beijo
Nina 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Um quadradinho, dois quadradinhos ...

 
 
 
Um quadradinho, dois quadradinhos, três quadradinhos ... dez quadradinhos, bem costurados - nada de aldrabices ... tem que ser mesmo bem, muito bem ... - e atinge-se o comprimento necessário para cobrir a cama.
Esclareço que não pretendo costurar uma manta com o tamanho de uma colcha convencional - nesse caso teria de cobrir a cama  e bater no soalho.
Não é isso que quero!
Não é disso que gosto!
Prefiro a ideia da sobreposição em camadas, isto é, uma colcha convencional e, sobre ela, mas bem menor, a manta de patchwork.
 
No caso, terá 10 retalhos ligados entre si e, no final, crescerá um pouco mais com a moldura que irei aplicar.
 
 
Esta, "uma vista aérea" da primeira tira.
Os tons pálidos, tão do meu agrado, casam com a tonalidade dominante neste quarto . 

Mais  perto!
Os retalhos têm exatamente a mesma dimensão, o que é determinante para o aspeto bem acabado que pretendo.
 
É que o patchwork é, desde há muito, uma falsa arte de aproveitamento de sobras de tecidos.
É, antes,  na minha opinião, uma arte exigente - rigor e harmonia são imprescindíveis.

Sou uma mera aprendiz, avançando a medo.
Ainda assim, esforço-me para dar o meu melhor.
E este é o meu melhor!

Na continuação do trabalho, isto é, na próxima tira, serei obrigada a observar esta, de modo a evitar o casamento de retalhos iguais - o que não será tarefa impossível.
Assim, devagarinho, avança o projeto!

O avesso.
Depois de cosido, há que passar a ferro, muito, muito bem.
Desta vez, decidi-me por vincar as costuras todas para o mesmo lado, sem as abrir.
Segui o conselho de uma especialista que garante ser este o procedimento indicado, porque confere maior resistência à costura.

Mais perto - bem passado e com as costuras rigorosamente vincadas.


Esta tarde pouco ou nada adiantei, obrigada a outros compromissos.
Agora que a noite caiu, a tarefa é impensável - há que observar com olhos de águia cada pontinho!
Mas que me apetecia perder-me do mundo no meio dos meus paninhos, lá isso apetecia!

Beijo
Nina