quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Foi aqui ...

 Tenho muito que contar, muito para comentar e partilhar, mas não hoje, dia de todas as tarefas, de variados afazeres.  Nada de novo. É o costume, obrigatório quando se regressa a casa.


Deixo as imagens ...


Aqui me desliguei do mundo.

Internet,apenas para uma ou outra postagem ...

Tudo na maior leveza. Sem obrigações nem horários.

Recarreguei baterias.
Estou nova e pronta.
Cheia de ideias, pujante de projetos.
Um entusiasmo quase de novo ano.

Beijo
Nina

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Descanso

Por uns dias, desligo-me da Net.
Descanso.
Recarrego pilhas.
Mas vou deixando um ou outro recadinho.

Beijinhos
Nina 

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Viana do Castelo




Em Viana do Castelo, no Rio, encontra-se ancorado o Navio Hospital Gil Eanes que, além de museu funciona também como Pousada da Juventude.
A visita é interessante e a criançada aprecia.

Esta é mais uma sugestão a juntar às muitas maravilhas que Viana oferece.
É uma cidade verdadeiramente adorável.
Imperdoável não conhecer.

Quanto à mim, sou repetente, tantas e tantas às vezes que por lá ando.








domingo, 1 de setembro de 2019

Noguera Pallaresa




Seguimos para Andorra, saindo de Gerona e, a dada altura, cruzámos uma povoação a que o rio
dava vida, que é o que os lagos ou cursos de água fazem às terrinhas mais recônditas e insignificantes - dão-lhes vida.

O rio é o maior atrativo da povoação. É praia, local de convívio, de competições náuticas e, este ano mesmo, seria palco de uma dessas competições desportivas.

Não é manso! É bravio e caudaloso, chegando ao vale vindo lá dos altos dos Pirinéus. Presta-se à canoagem, ao rafting, à pesca desportiva e também é praia fluvial.
Além disso, ainda encanta os olhos e refresca o ar nos dias calorosos de Agosto.

Descoberto e desfrutado por espanhóis e estrangeiros que fogem das multidões balneares, aí me quedei para um almoço tranquilo.
















,
Foi aqui, neste hotelzinho simpático que buscamos abrigo e conforto para o estômago.
Correu muito bem.








Estamos num buraco, numa cova, num vale. À volta as montanhas.
No Inverno será um espetáculo branco, com uma beleza diferente.











Foi puro acaso!
Descobrir, este local, sem programação, sem previsão.
Foi um fantástico acaso.

Viajando de carro, tudo pode acontecer. Há que ter um certo espírito de aventura e grande capacidade de adaptação - nem sempre tudo são rosas.
Às vezes, sim. Rosas e mais rosas.

Beijo
Nina

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Ainda em Gerona



Nas minhas andanças prezo tanto o as ruas, as pessoas, os hábitos e costumes, quanto prezo monumentos e museus.
Acho que é nas ruas que mais apreendo o clima do local, que mais me é permitido mergulhar num mundo diferente do meu.
Por isso ...


... mais ou menos ao acaso, fotografo gente, gente anónima que de importante tem o facto de pertencer àquele espaço.
... e, em calhando ...

... bichinhos lindos, como este "perrito" simpático, pronto para comigo trocar um "hola! qué tal?".



Em Gerona, pulsa forte o coração indomável da independência. Querem a todo o custo separar-se de Espanha. Que seja a bem, desejo eu, que muito tenho lido sobre a guerra civil espanhola.
Sei bem que os tempos e as circunstâncias são outros, mas ... acredito e receio que um fósforo possa acordar monstros adormecidos.
Que sei eu?


Sei que o desejo de independência paira no ar, se sente, se respira, sendo a língua o agregador por excelência.
Quanto a este símbolo - um laço amarelo - cobre paredes, portas e janelas.

Tudo ´transformado em suporte desse desejo - até t-shirts!


Continuando pelas ruas - caminhei muitos quilómetros - deitei um olho às montras .
Roupa não quero, nem faria sentido que a quisesse, porque o senhor Zara se encarregou há muito de globalizar a oferta, mas outras minudências captaram o meu interesse:


Leques, não!
Mas novelos, esses nunca são demais!
É assim uma espécie de "panca" - gosto de me abastecer de lãs, não vá dar-se o caso de ocorrer uma crise e eu, tricotadeira de mão cheia, ver-me-ia desprovida de munições.
Isso nunca!
Jamais (jamé, em francês))!

Um galinheiro!
Gosto de galinhas. Acho-as extremamente decorativas. Seria o paraíso para uma amiga que as coleciona e possui centenas.Limitei-me a olhar e a fotografar.
(tralha, não! Mais tralha, dispenso)
Comer!
Isso sim!
Gosto de comer o local.
É cultura.
E se for delícia, melhor ainda.

Como esta salada!
Oh! coisa dos deuses!
Com queijo de cabra, mel e frutos secos!
(neste preciso momento - confesso - salivo abundantemente.)
Quase me babo, a dizer a verdade!


Almoço ingerido havia que tratar da digestão.
Nada melhor que subir a íngreme encosta que conduz à catedral e à zona monumental da cidade.





Dizer que é linda é dizer o óbvio.
É fantástica na sua imponência em pedra.
Todas as vezes que passo por Gerona, subo esta encosta feita de rampas e escadarias. E sempre reajo com um suspiro de espanto e reverência.

O ambiente tem o seu quê de mágico, na sua tonalidade rosada que envolve edifícios e pessoas.
Tudo é rosa, como em certas cidades italianas.
Azul, só o céu.








De Gerona é tudo. É nada face ao que essa linda tem para oferecer.
É tomar a decisão e rumar até lá.
Como eu. Que não me canso de voltar.

Beijo
Nina

Gerona, tão linda, tão diferente



Gerona, na Catalunha foi uma cidade que aprendi a descobrir e a gostar.
Com situação estratégica privilegiada para quem entra ou sai de França, transformou-se no local de pausa onde dormimos e passamos algumas horas.

Nesta última saída em Agosto, repetimos o esquema - depois de 3 dias em Salamanca, segui-se Zaragoza (igualmente fascinante) e depois Gerona.

Estava um calor infernal.
Instalámo-nos num hotel relativamente central, com possibilidade de chegar ao centro caminhando, agradavelmente moderno e confortável:





Da cadeia AC, que conheço por repetidas experiências, oferece garantia de qualidade.

No dia de chegada, a meio da tarde, aproveitámos a piscina e o terraço para descontrair, só depois seguindo para o centro da cidade.

A parte histórica- uma área enorme - é exclusivamente peatonal, dispondo de parques de estacionamento que descomplicam a visita.
Encontra-se religiosamente preservada em termos arquitetónicos e aos transeuntes não faltam locais de interesse.

Recorrentes são estas arcadas - protegem do calor e do frio neste local de extremos climáticos





Das artérias principais derivam ruelas estreitíssimas ...





De momento, o grito independentista catalão está, orgulhosa, ferozmente,  por toda a parte...


Apetece parar, sentar, beber, refrescar. Apetece muito. Apetece a toda a hora.
Então, sentem-se:























Depois, há o rio. E as pontes. Tantas pontes ...



Nas margens o casario. Verdadeiro. Sem arrebiques...








No rio, inacreditavelmente cristalino, patos, patos felizes ... e peixes e vegetação.


Amanhã, continuo.
Se me acompanharem, vou apreciar a companhia.

Beijo
Nina