sábado, 30 de julho de 2011

Laranja ...


Menos agressiva que o vermelho, mais vibrante que o amarelo é, decididamente, a cor do verão.

Ainda na MARIE FRANCE foram oferecidas estas propostas que, em conjunto, ou combinando com tonalidades mais sóbrias, darão um brilho especialíssimo a quem as adotar.
Eu gosto, gosto muito, de cada uma em particular, ou num jogo de mil combinações possíveis.
É, definitivamente, uma questão de atitude, que arrasa qualquer vestígio de nostalgia



Ousem, ousem usar!
Beijos,
Nina

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Se eu fosse disciplinada,

... que não sou, não cedia a impulsos e seria capaz de fazer opções com é sugerido nesta página da Marie France.
A coisa funcionaria deste modo:
No início da estação, saberia qual o orçamento de que poderia dispor para vestuário e, então, decidiria se o iria empregar numa peça para a vida, ou em várias para a estação.
Neste caso, poderia gastar 785€, numa mala/carteira/bolsa, como lhe queiram chamar, da Maxmara, ou, dividir a importância por uma saia, uma blusa, um par de sandálias, uns óculos, um alfinete , uma clutch , umas socas e uma echarpe.

Opção irrealizável para mim. 
Primeiro, nunca seria capaz de antecipar um orçamento e, mesmo que fosse, a carne é fraca e, na primeira tentação irresistível, lá estaria eu em pleno incumprimento.
Depois, porque não há nada melhor no mundo do que encontrar uma coisinha irresistível e ter um dinheirinho para a comprar.

Claro que não tenho nada contra projetos.
Uma amiga minha quer uma mala Channel que custa um balúrdio e anda a aforrar há anos, sem, que isso signifique que se priva das paixões arrebatadoras que surgem no Shopping, a preços razoáveis.

Cá para mim, disciplina em excesso está bem para o exército, não para nós, doces, lindas e louras mulherzinhas.



Beijos,
Nina

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Moody's

 A agência de rating Moody's considerou a dívida portuguesa a nível de lixo.
Depois de desacreditada pelas mais altas instâncias internacionais, para a Moody's vai mais esta prendinha, porque a vingança serve-se fria, bem geladinha.
Ora vejam:

http://youtu.be/eJMLn-SxJvI

Beijo,
Nina


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Gestão do tempo ...




... esse bem precioso e limitado que, inexoravelmente se esgota.

Não gosto de perder tempo,  tendo absoluta consciência do seu valor, mas gosto de lazer, de me perder por aqui, na blogosfera, de não usar relógio.

Sou uma privilegiada, já sei, mesmo assim imponho-me limites, prazos que voluntariamente estabeleço e que cumpro com a agradável sensação de dever cumprido.
Não sou barata tonta, não faço  apenas vento, como dizia uma pessoa minha amiga, quando procurava acusar alguém de falta de real produtividade.
O tempo bem gerido, rende, multiplica-se.

De um especialista ouvi um conselho interessante:
Sempre que alguém te interrompa a meio de uma tarefa, informa que, de momento, não podes ser interrompido, mas que dentro de 30 minutos estarás disponível para ajudar.
Na esmagadora maioria dos casos, passada que foi essa meia hora, o problema foi solucionado por quem procurava ajuda, que, durante o tempo de espera tratou de se desenvencilhar sozinho.

Estamos sempre a aprender, assim queiramos.

Beijo,
Nina



terça-feira, 26 de julho de 2011

O Poder dos Media ou a lavagem de cérebro.

Cedo aprendi que os Media constituem , literalmente, o quarto poder, se considerarmos como, através deles se constroem e desconstroem opiniões, se modificam hábitos enraizados e se aderem às mais diferentes correntes, desde as políticas, às sociais, estéticas e todas as outras vertentes que seria fastidioso enumerar.
Relativamente às estéticas, considero-me moderadamente imune, abolindo sugestões que não me agradam.
Uma delas, referia-se à cor do esmalte das unhas.
Já vi de tudo, desde as garras de gel com bandeiras e estrelas, às unhas negras da chamada corrente gótica.
Tinha a certeza absoluta que o meu leque de cores passava do pastel ao vermelho sangue, que nos dias em que me sentia mais extravagante, poderia cair num carmim intenso.
Ponto final.
Até que a semana passada me pus neste estado, pés e mãos:




Li umas coisas nuns blogues, vi umas sugestões na Vogue e, oh!  pobreza de espírito declarada, observei uma qualquer estrela exibindo tonalidades inesperadas no topo das falangetas e este foi o resultado, que felizmente pode ser retirado na hora que me apetecer.

Tudo isto para concluir que não devemos levar-nos demasiado a sério e que os desvarios ocorrem na mais empertigada das criaturas que, acreditem, não sou eu.
E, agora que vejo a foto, nem me parece assim tão mal, aliás, lembro-me agora, que também comprei um amarelo canário...

Beijos,
Nina



segunda-feira, 25 de julho de 2011

Feiras, mercados de rua, vendedores ambulantes, etc.

Adoro!
Acho irresistível e sempre que posso, lá vou eu.
Sempre sem descurar o look, que mesmo no ambiente de feira, tem que ser, no mínimo, despojado, mas interessante, como este, acho eu  pedindo, desde já perdão pela imodéstia.
Local: Vila Nova de Cerveira, onde já tenho feirantes amigos e confidentes a quem faço encomendas especiais.


Nos bancos, ao fundo, as nossas vizinhas galegas, derrotadas pelo ambiente frenético da feira.

É uma festa que não esquece a miudagem.


O biquini foi rei, ocupando uma posição de destaque.

Ténis para todos os gostos.
Preço?
10€

Túnicas, blusas, tops, a oferta é imensa.

Malas, bolsas e carteiras, Dior, DG, CH e por aí fora.
Aqui não alinho.
É uma limitação absoluta.
Não compro cópias, mas já comprei e conclui que o crime não compensa.
É preferível ter apenas uma boa do que 10 falsas.

Adoro, sou dependente do chapéu.
Há-os para todos os gostos e estilos.

Galinhas. São os bichos mais fotogénicos que conheço.
Comprei panos de prato.

Observem a majestade deste galo. Há lá ave mais imponente?

Paraíso!
Lãs, algodões, botões. fitas e fitinhas.
Um mundo.
A metade da metade do preço das lojas.
Assim me perco e atafulho gavetas com todas as cores e todas as variedades de materiais.


Praia de Espinho.
Esta cidade a 20 Km ao sul do Porto, realiza, à segunda-feira, a maior feira de todo o país.
Começa às 7 e termina às 19 horas.
Estive lá esta tarde, uma tarde de ventania feroz que expulsou os banhistas da praia e os transferiu para a feira.
Uma multidão enlouquecida que impedia a passagem, empurrava, negociava preços aos gritos...Até fiquei com dores de cabeça!
Prefiro o sossego de Vª Nª de Cerveira
Apesar de tudo, ainda comprei 10 novelos de lã, porque resisto a tudo, menos às tentações.

Beijo,
Nina



domingo, 24 de julho de 2011

Torre dos Clérigos

Embora possa parecer inacreditável, eu, que nasci e cresci no Porto, nunca tinha entrado na igreja e muito menos subido ao alto da torre, que é o ex-libris da cidade.

Fi-lo ontem.

Fiquei a saber que é a torre mais alta de Portugal, com 6 andares e 225 degraus, que se desenrolam por uma escada de degraus íngremes , apertados entre paredes que, entre si, não distam mais de 50 cm.
Com pessoas a subir e a descer pelo mesmo percurso, a dificuldade da coisa não é pequena, não senhor.
Cheguei ao meu destino, ao topo, a arfar e a transpirar de cansaço e aflição, mas cheguei.

Como informação complementar, registei que mede 76 metros de altura, tendo sido iniciada em 1754 e concluída em 1763, sob a direção do arquiteto italiano Nicolau Nasoni.

Ei-la, em todo o seu esplendor!

Em seu redor, cruzam-se ruelas estreitas, com um casario quase medieval.


Esta é a Rua dos Clérigos que, antes da multiplicação dos modernos Shoppings foi uma artéria comercial importante.
Desce até à Avenida dos Aliados, a sala de visitas da cidade, onde se situa a Câmara Municipal. 


Da Igreja dos Clérigos, avista-se a de Santo Ildefonso, revestida parcialmente com azulejos, situado no ponto mais alto da Rua 31 de Janeiro.

As árvores marcam o início da Avenida dos Aliados.

Subindo a torre, diversas aberturas gradeadas permitem este tipo de perspetiva.

Em primeiro plano, edifícios antigos e, mais ao longe, uma das zonas modernas da cidade.

O Douro dividindo as duas cidades vizinhas: o Porto e Vila Nova de Gaia, mais  ao longe.
Se não pretendesse mostrar este cantinho da minha cidade ( a mais maravilhosa do universo ...), continuaria, ignorante, distraída, a adiar a aventura que descrevi.

Cruzei-me com uma multidão de visitantes.
Eu era a única portuguesa!
Imperdoável!

Beijos,
Nina