sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Mais costuras, mais almofadas, mais coisinhas...

Com a aproximação do feriado de hoje ou com a chegada do fim de semana começo a inquietar-me se não tenho tecidos.
É que a costura vicia, toma conta dos nossos tempos livres, afastando as outras vontades.
Ficam desde já avisados os que pretendem iniciar esta atividade.
Mas é um vício bom, muito gratificante.
Dito isto, ontem fui às compras, como que a abastecer-me de mantimentos e comprei um grande retalho de um tecido lindo.
Para quê?
- Logo se vê, respondi a mim mesma.

Na minha sala, uma mesa quadrada separa dois grandes sofás colocados em "L"
Sobre ela, uma tolha que a cobre até ao pavimento e, para terminar, uma menorzinha, em damasco, do mesmo tom.
Assim:




Como descrevi, toalha sobre toalha, tudo no mesmo bege, tudo demasiado monocromático.


Com a nova toalha, confecionada com o novo tecido, o resultado foi um nlovo visual, uma lufada de ar fresco

Sem fugir à paleta de cores existente, ganhou nova vida,


recebendo as coisinhas que nela exponho.


Um dos sofás, bem comportado, não foge aos beges.

Até que resolvi tumultar o conjunto sem quebrar a harmonia.

 Adoro o resultado obtido.
Para incrementar o conjunto preciso de mais tecidos, que o fim de semana está à porta e sábado será chuvoso, com garantida permanência em casa.
Amanhã lá vou eu, de novo, abastecer-me.
Prometo que, depois, mostro.

Beijos
Nina

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Bom, mas mesmo bom ...




é, quando encontramos a versão acessível da moda dos grandes estilistas.
Esta é uma das secções das revistas de atualidades que, a mim, garimpeira de pechinchas, mais me agrada.

Estas sugestões são apresentadas na revista Avantages, deste mês, locais de compra e, o que é de suma importância, preços.

São sugestões vocacionadas para vestuário "festa", adequado à época que atravessamos.
O seu uso transformar-nos-à em BELLES DE NUIT, pormenor a não depreciar.



A página é toda ela brilhos e cores cintilantes.

A versão económica de Maurizio Pecoraro (confesso que nunca antes ouvira este nome ...) é uma T-shirt que se pode comprar no Carrefour por 22€ e uma saia, vendida na Etam  por 39.95€


Inspirado em Dolce&Gabana, encontramos, na Morgan, este vestido por 65€

Clonando Balmain, a saia está à venda na Mango, por 59.95€  e o pull, por 26.95€, na Sisley
Calculo que os preços cobrados por estas peças de criador atinjam um número estratosférico para 99.9% dos mortais.
Logo,a sua aquisição encontra-se fora de qualquer cogitação.
Não sendo , contudo, a raposa de La Fontaine, para quem as uvas inacessíveis "estavam verdes...", há que reconhecer a beleza das criações propostas.
Adquirir versões a preços módicos, é sinal de bom senso e de muito bom gosto.

Beijos
Nina

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Quanto ao tecido verde/azul petróleo...



tal como imediatamente concluira, não dançava com os restantes cortes.
Fugia, não casava.
Comprei-o na loucura da exposição na loja, pura tentação que atordoa.

Calma, em casa, percebi a precipitação.

Havia que dar-lhe destino.

Lembrei-me, de repente, que no hall de entrada de minha casa, se exibe uma cómoda rústica.

Em tempos, a moda da decoração permitia que neste tipo
 de móveis se usassem tecidos, como toalhas ou caminhos.
Depois foram abolidos.
Porque não recuperar esse hábito!?

A cómoda é minha, como meu é o hall, como minha é a casa.
Só de mim depende a decisão.
Logo:



Remetei as bainhas com uma fitinha de veludo.

Parece-me bem!

O quadro na parede tem sugestões do mesmo colorido.



O vaso da Costa Boda, cinza, não destoa no caminho.

E não é que me agrada?

Beijos
Nina

domingo, 4 de dezembro de 2011

Colcha lisa!

 Helena, http://minhaprimeiracostura.blogspot.com/ , uma das responsáveis por eu ter perdido o medo (ódio?) à máquina de costura, verbalizou num comentário ao último post, aquilo que eu, no fundo, sentia:
- A colcha não dançava com as almofadas.
Uma colcha lisa impunha-se.

Assim, fiz algumas alterações:

A colcha, passou a manta.



Durante o dia, fica tapada por esta colcha lisa que não interfere com o estampado das almofadas.
Procurarei outra, noutra tonalidade, possívelmente, mais clara.
Entretanto, este compromisso, agrada-me bem mais.

Obrigada, Helena!
É este o encanto da blogosfera.
Do outro lada do Atlântico, estabelece-se a interação.

Beijos
Nina

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Continuando,


a saga das almofadas ocupou toda a minha tarde.
Confesso que não consigo controlar a urgência, a vontade de concluir o trabalho iniciado.
Assim, com o tecido sobrante, o mais escuro, realizei duas almofadas quadradas, aplicando uma espécie de folho, numa tonalidade de verde bastante escuro.
 Este folho é comprado a metro e quando o vi na feira, pareceu-me que daria uma graça extra a qualquer trabalho. 
E deu.


 Com um pedacinho de tela laranja,  imaginei e confecionei uma almofadinha medindo 45/20 cm.
Nas costuras, apliquei uma renda verde, também ela comprada em Cerveira, na feira.

Ainda bem que comprei, pois o efeito final é muito interessante.

As tonalidades, integram-se harmoniosamente no conjunto

Um primeiro plano das obras mais recentes.

Aqui, sobressaindo, a retangular, feita com sobras.

O tecido azul (verde?) petróleo, como eu suspeitava, não foi utilizado neste conjunto.
Porém, já tem o destino traçado e brevemente estará no lugar que lhe compete.

Conclusão:
Costurar é uma delícia!
É rápido e muito gratificante.
Quanto mais se costura, mais à vontade se está e menos atritos surgem durante o procedimento.
O único senão, é a sujeirada de fios e linhas que se produz, que exige aspirador assim que se dá por terminada a função.
Felizes as que dispõem de um atelier que permite manter a tenda montada, sem um constante arruma/desarruma.
Mesmo sem atelier, vou continuar.

Beijos
Nina

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Duas primeiras de muitas!


Hoje, 1 de Dezembro, quinta-feira, feriado em Portugal.
Dia de frio, ventoso ,  com muitas nuvens, embora nenhuma chuva, até ao momento.
Os planos para sair, com este tempinho cinza , desvaneceram-se.
E a tarde gastou-se em casa.
Foi muito bem gasta.
Fui-me aos tecidos comprados na última terça-feira e, de tesoura em punho, máquina da costura ligada e muitas ideias, dei livre curso à imaginação.
Em 4 horas, surgiram as duas primeiras almofadas.
O resultado é, na minha opinião, muito agradável:



Conjuguei os dois estampados, dando predominância ao laranja.

Na costura de união, apliquei um galão em seda, dentro das mesmas tonalidades.

Duas almofadas retangulares, enormes, com 80/50 cm.
Lado a lado, ocuparão a cabeceira da cama.
Do tecido laranja, sobrou um pedaço com cerca de 20 cm.
Será, portanto, apontamento apenas, nas próximas almofadas que privilegiarão o brique, num jogo de alternância.
O aspeto é semelhante ao do brocado, o que, na minha opinião retirará o ar rústico à colcha para que foram criadas.
Assim, por tentativas, espero atingir a decoração que tenho em mente, criativa, fugindo ao demasiado moderno ou minimalista, não transmitindo, ao mesmo tempo, o ar de casa de campo  que não me agrada.

Modéstia à parte, acho que a primeira abordagem foi bem sucedida.
Amanhã há mais.

Beijos
Nina

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Almofadas


Vou mudar a colcha da minha cama.
É uma necessidade imperiosa que, de vez em quando, me assalta e à qual não posso nem quero fugir.


Feita, tenho desde há meses, uma colcha, que nunca usei.




Nunca a utilizei porque o resultado final me parecia excessivamente rústico.
Certo, certo é que não me agradava.
Guardei-a esperando inspiração que sabia, acabaria por chegar.
Parece-me que, finalmente, chegou.
Precisa de almofadas.

Posto isto, fui às compras.
Arranjei, na Feira dos Tecidos, três retalhos que poderão funcionar ... só vendo.
Vou, pois, meter as mãos na massa e, por tentativas,  chegar a uma conclusão  feliz.


Não tenho dúvidas quanto aos dois estampados cor de telha.
Já o verde petróleo, não me convence e, quando assim é, quando a empatia não é imediata, raramente vem a sê-lo.


A loja está repleta de  opções e de tentações.
Se tiver que lá voltar, será um enorme prazer.

Beijos
Nina