quinta-feira, 7 de julho de 2011

Finalmente, os abat-jours!



Estavam assim, imperfeitos, tristinhos...

Ficaram assim!
Com um remate feito utilizando um galão largo, que me satisfaz muito mais.
A responsabilidade do up-grade é da Cá-Cá,  que me ajudou a ultrapassar o remate mal acabado.
Obrigada, Cá-cá!

Beijo,
Nina

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Narcisismo, q.b.




Nunca me passou pela cabeça usar, ao mesmo tempo, esta mistura de cores.
É uma tendência ditada pela marca Gucci.
No último sábado, num jantar de amigos, ousei a a moda "block" .
Senti-me bem e achei que resultou.
Já se atreveram?

Beijos,
Nina

terça-feira, 5 de julho de 2011

Coisas...

Resolvi incluir vários temas nesta postagem. São fotos tiradas e ainda não descarregadas.
É uma tentativa de arrumar a casa.
Comecemos, pois, pelas mesinhas inacabadas.


Estas mesinhas foram pintadas, mas não tinham puxadores, já que os originais eram hediondos.
Passei pela zarahome , já em saldos, e comprei um par de florzinhas.
Não está lindo?

Os mais-que-imperfeitos abat-jours.
Estão condenados à reciclagem!


Os tomates, quilos e quilos deles, amadureceram e estão assim, luzidios, apetitosos, carnudos.
Acho que os melros têm a mesma opinião. Vou, por isso apanhá-los , mas fiz questão de os eternizar,  fotograficamente falando.

O Figo.
Já foi comido.
Pingo-de-mel, na sua mais pura estirpe.

Os figuinhos (18, para ser precisa), ainda verdes.

Tomate cherry, prometendo alegrar a mais insípida salada.

O pimento.
De momento, é filho único, mas tenho esperanças fundamentadas , que mais irmãozinhos em breve chegarão.

Finalmente, recebi da Liliane de Paula, paulamar.blogspot.com, um pedido de esclarecimento sobre a fita com a qual se fazem bainhas, que se aplicam com o ferro quente, excluindo a necessidade de coser.
Ei-las, ainda na embalagem original que encontrei no Lidl, com três larguras diferentes de acordo com o tecido em que serão aplicadas.

Embaladas...


A fita, desempacotada e pronta para ser aplicada, depois de se remover o papel que surge  em primeiro plano.
Quanto às minhas costuras, que passavam por projetos de calças e túnicas, estão em stand-by e, suspeito que estarão.
Tudo é tão novo, tão incompreensível, que, neste momento, continuar, seria um suplício e a forma mais fácil de criar uma aversão mortal a esta actividade.
Desistir, nem me passa pela cabeça.
Sei, no entanto, que preciso de apoio e vou procurá-lo.
Me aguardem.
Beijos,
Nina

domingo, 3 de julho de 2011

Algarve II

Até onde a vista alcança, estende-se este areal rosado.
Neste dia, informaram-me uns pescadores, o mar estava "levante", traduzindo, com ondas inusitadas, provocadas pelo vento que soprava de Espanha.
Deve ser por isso que, reza um velho provérbio:
"De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento!"
(Perdoem-me os espanhóis, entre quem conto inúmeros e fiéis amigos)





Ao fundo, a língua de areia separa o mar da laguna ou ria.

Cacela-a- Velha, numa visão de conjunto de toda a aldeia

Um tapete de conchas de todos as cores, tamanhos e formatos, marca um corredor ao longo do areal.

Este casal prevenido contra os ardores do sol interpelou-me, de mapa em punho, num inglês mal  articulado:
"Onde estamos?"
Esclareci-os e indaguei  a sua origem.
-Polacos, somos polacos e viemos a pé desde o hotel.
Este distava, à vontade, 10 Kms do local onde nos encontrávamos.
Cansados, já um pouco escaldados, mas felizes, seguiram o seu caminho de regresso à base.
Na aldeia de pescadores, junto à praia, há vários restaurantes.
O peixe é o prato forte.
Qual gato esfaimado, devorei este prato de sardinhas assadas no carvão.
Só no Algarve o peixe tem este sabor!

Vista da ria ou laguna com pequenos barcos de recreio e de pescadores.


Este transporta pessoas de e para a praia, ao fundo, para lá da vegetação.

A doçaria algarvia é, merecidamente reconhecida, como única.
Estes bolinhos coloridos são realizados com massa de amêndoa (massapão), ganhando formas e feitios determinados pela imaginação dos artesãos.
São, normalmente, recheados com fios de ovos ou doce de figo.
Comentários para quê?

Beijos,
Nina

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Algarve

Aproveitando os feriados e o fim de semana , passei os últimos dias no Algarve, como indiciavam as receitas algarvias publicadas, com um tempo maravilhoso, um mar calmo e quente, pouca gente, belíssima instalação.
Da janela do meu quarto via  o mar ao fundo  e, num plano mais próximo, um teto de pinheiros mansos, de onde irrompiam estas "casinhas".





Na praia, o mar mistura-se com a ria e, ao fundo, a aldeia de Cacela, com muralha e igreja visíveis.


A cor é fiel e se isto não é o paraíso, não sei o que será!

O mar estava assim, mais lago que mar ...
Vale a pena mostrar as restantes fotos.
É o que farei logo que possível.

Beijos,
Nina

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Rosa Kube,

Arte a 4, é uma lojinha deliciosa que encontrei hoje, por puro acaso, num centro comercial que, ao contrário da maioria, tem lojas efectivamente úteis.
Só retrosarias (armarinhos, para as amigas brasileiras ), são duas.
Voltando, então, à Rosa Kube, além dos trabalhos artesanais que vende, proporciona ainda workshops variados, " Découpage, pintura em tecido, Patchwork, etc".
À frente da loja, encontrei duas senhoras extremamente simpáticas e solicitas, que resolveram, por puro gosto, abraçar este projeto.

Há de tudo um pouco, tudo confecionado manualmente por quatro artesãs.

Um exército em biscuit.

Gaiola realizada por um familiar das proprietárias. Uma beleza!

Outro agrupamento de personagens de sonho, de faz de conta.
Aprovei  com o maior entusiasmo este projeto que apaga preconceitos agarrados às artes manuais, conferindo o estatuto de arte a estas manifestações.
Alguma coisa está a mudar , socialmente falando.
A mudar para melhor, garanto.
A loja merece uma visita!

Beijos,
Nina

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Montanhas de revistas ...

... cada uma delas, mil desafios!


Irresistíveis propostas em ponto de cruz.

Este quadro, quase monocromático, é muito inspirador, um verdadeiro desafio.

Ingénuo, com o seu fundo de florinhas, este saco vira obra-prima com a aplicação bordada.

E o que dizer deste mimo de almofada, com borboletas e lacinhos?

Outro departamento, outro grau de dificuldade, eis o Patchwork em todo o seu esplendor.

Aparentemente ingénuo, mas, aconselham, só peritas devem encarar o desafio.

Adoro a colcha com ovelhinhas.
Mas, convenhamos, quando falo nesta técnica, situo-me no domínio dos sonhos.
Não deixa, contudo, de ser, um regalo para os olhos.


Beijos,
Nina