quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Vi em montras,

... na rua, peças caras, caríssimas , e gostava de as copiar.



A mala é espantosamente elegante.
Alguém se atreve a reproduzi-la?
E a dar-me umas dicas?
Deve ser desafio super acessível para muitas das meninas.
A essas deixo o desafio!

Esta blusa é maravilhosa!
Não me parece tão inacessível como a mala, mas, mesmo assim, não será para principiantes.
As cores outonais, para a estação que se avizinha, são, na minha opinião, divinas, mas nada impede que sejam alteradas.
A quem matar a charada, dedicarei eterna devoção e gratidão.

Beijos,
Nina

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Foram cardos, foram prosas...


Com a melodia no ouvido e o desejo  de iniciar um trabalho em ponto de cruz, "tão relaxante, tão gratificante ...", bati de frente com este esquema e a empolgação foi imediata, tal como o foi o desastre absoluto que a seu tempo tornei público.



As meninas entendidas, verdadeiras experts, deram-me dicas, avançaram com sugestões que, no fundo, se resumiam a aconselhar-me a voar mais baixo.


Encontrei, então, este esquema, que se adequa ao espaço a que se destina e, acima de tudo, à minha perícia, ou falta dela.


Encontra-se nesta fase e constitui a minha segunda frente de batalha que, com já referi, se desdobra em três, para já, atendendo a que moderação  "é uma cena
 que não me assiste" (perdão, não resisti ao plágio)

Deixo o poema de Ricardo Soler que, não sei porquê, me ficou no ouvido. Acho as palavras com uma envolvência bucólica e eu gosto do campo.
Só pode ser por isso.

Foram Cardos Foram Prosas

Ricardo Soler

Há luz sem lume aceso
Mas sem amar o calor
À flor de um fogo preso
À luz do meu claro amor
Há madressilvas aos pés
E águas lavam o rosto
A morte é uma maré
Olho o teu amado corpo
Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será no alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim
Não foram poemas nem rosas
Que colheste no meu colo
Foram cardos foram prosas
Arrancados do meu solo
Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será no alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim
Beijos,
Nina

domingo, 31 de julho de 2011

Quadrados de crochet.

Nos saldos do Corte Inglês, em Vigo, os meus preferidos, comprei um monte novelos de lã, nas mais diversas e alegres cores, em quantidades pequenas, com a intenção de realizar mais uma manta de lã, inspirada pela Deise , cujo talento, juntamente com o de tantas outras meninas, me inspira.
No caso concreto, é justamente obrigatório que mencione o nome dela, uma artista inspirada, perfeccionista  em cada detalhe e uma pessoa absolutamente inspiradora.
Obrigada por tudo, Deise.

Cá estão, então, os meus quadradinhos ( ou squares, se preferirem...), numa fase incipiente, que pretendo ligar com uma cor invulgar, que, a seu tempo, apresentarei.






Intervalo este trabalho com mais dois, eu, que sempre tive dificuldade em trabalhar deste modo, estou a achar divertido, a desfrutar o prazer de cada avanço.
A conclusão será mais demorada, mas o importante, dizem, é a viagem, não o destino.

Beijo,
Nina

sábado, 30 de julho de 2011

Laranja ...


Menos agressiva que o vermelho, mais vibrante que o amarelo é, decididamente, a cor do verão.

Ainda na MARIE FRANCE foram oferecidas estas propostas que, em conjunto, ou combinando com tonalidades mais sóbrias, darão um brilho especialíssimo a quem as adotar.
Eu gosto, gosto muito, de cada uma em particular, ou num jogo de mil combinações possíveis.
É, definitivamente, uma questão de atitude, que arrasa qualquer vestígio de nostalgia



Ousem, ousem usar!
Beijos,
Nina

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Se eu fosse disciplinada,

... que não sou, não cedia a impulsos e seria capaz de fazer opções com é sugerido nesta página da Marie France.
A coisa funcionaria deste modo:
No início da estação, saberia qual o orçamento de que poderia dispor para vestuário e, então, decidiria se o iria empregar numa peça para a vida, ou em várias para a estação.
Neste caso, poderia gastar 785€, numa mala/carteira/bolsa, como lhe queiram chamar, da Maxmara, ou, dividir a importância por uma saia, uma blusa, um par de sandálias, uns óculos, um alfinete , uma clutch , umas socas e uma echarpe.

Opção irrealizável para mim. 
Primeiro, nunca seria capaz de antecipar um orçamento e, mesmo que fosse, a carne é fraca e, na primeira tentação irresistível, lá estaria eu em pleno incumprimento.
Depois, porque não há nada melhor no mundo do que encontrar uma coisinha irresistível e ter um dinheirinho para a comprar.

Claro que não tenho nada contra projetos.
Uma amiga minha quer uma mala Channel que custa um balúrdio e anda a aforrar há anos, sem, que isso signifique que se priva das paixões arrebatadoras que surgem no Shopping, a preços razoáveis.

Cá para mim, disciplina em excesso está bem para o exército, não para nós, doces, lindas e louras mulherzinhas.



Beijos,
Nina

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Moody's

 A agência de rating Moody's considerou a dívida portuguesa a nível de lixo.
Depois de desacreditada pelas mais altas instâncias internacionais, para a Moody's vai mais esta prendinha, porque a vingança serve-se fria, bem geladinha.
Ora vejam:

http://youtu.be/eJMLn-SxJvI

Beijo,
Nina


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Gestão do tempo ...




... esse bem precioso e limitado que, inexoravelmente se esgota.

Não gosto de perder tempo,  tendo absoluta consciência do seu valor, mas gosto de lazer, de me perder por aqui, na blogosfera, de não usar relógio.

Sou uma privilegiada, já sei, mesmo assim imponho-me limites, prazos que voluntariamente estabeleço e que cumpro com a agradável sensação de dever cumprido.
Não sou barata tonta, não faço  apenas vento, como dizia uma pessoa minha amiga, quando procurava acusar alguém de falta de real produtividade.
O tempo bem gerido, rende, multiplica-se.

De um especialista ouvi um conselho interessante:
Sempre que alguém te interrompa a meio de uma tarefa, informa que, de momento, não podes ser interrompido, mas que dentro de 30 minutos estarás disponível para ajudar.
Na esmagadora maioria dos casos, passada que foi essa meia hora, o problema foi solucionado por quem procurava ajuda, que, durante o tempo de espera tratou de se desenvencilhar sozinho.

Estamos sempre a aprender, assim queiramos.

Beijo,
Nina