segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Quanto ao tecido verde/azul petróleo...



tal como imediatamente concluira, não dançava com os restantes cortes.
Fugia, não casava.
Comprei-o na loucura da exposição na loja, pura tentação que atordoa.

Calma, em casa, percebi a precipitação.

Havia que dar-lhe destino.

Lembrei-me, de repente, que no hall de entrada de minha casa, se exibe uma cómoda rústica.

Em tempos, a moda da decoração permitia que neste tipo
 de móveis se usassem tecidos, como toalhas ou caminhos.
Depois foram abolidos.
Porque não recuperar esse hábito!?

A cómoda é minha, como meu é o hall, como minha é a casa.
Só de mim depende a decisão.
Logo:



Remetei as bainhas com uma fitinha de veludo.

Parece-me bem!

O quadro na parede tem sugestões do mesmo colorido.



O vaso da Costa Boda, cinza, não destoa no caminho.

E não é que me agrada?

Beijos
Nina

domingo, 4 de dezembro de 2011

Colcha lisa!

 Helena, http://minhaprimeiracostura.blogspot.com/ , uma das responsáveis por eu ter perdido o medo (ódio?) à máquina de costura, verbalizou num comentário ao último post, aquilo que eu, no fundo, sentia:
- A colcha não dançava com as almofadas.
Uma colcha lisa impunha-se.

Assim, fiz algumas alterações:

A colcha, passou a manta.



Durante o dia, fica tapada por esta colcha lisa que não interfere com o estampado das almofadas.
Procurarei outra, noutra tonalidade, possívelmente, mais clara.
Entretanto, este compromisso, agrada-me bem mais.

Obrigada, Helena!
É este o encanto da blogosfera.
Do outro lada do Atlântico, estabelece-se a interação.

Beijos
Nina

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Continuando,


a saga das almofadas ocupou toda a minha tarde.
Confesso que não consigo controlar a urgência, a vontade de concluir o trabalho iniciado.
Assim, com o tecido sobrante, o mais escuro, realizei duas almofadas quadradas, aplicando uma espécie de folho, numa tonalidade de verde bastante escuro.
 Este folho é comprado a metro e quando o vi na feira, pareceu-me que daria uma graça extra a qualquer trabalho. 
E deu.


 Com um pedacinho de tela laranja,  imaginei e confecionei uma almofadinha medindo 45/20 cm.
Nas costuras, apliquei uma renda verde, também ela comprada em Cerveira, na feira.

Ainda bem que comprei, pois o efeito final é muito interessante.

As tonalidades, integram-se harmoniosamente no conjunto

Um primeiro plano das obras mais recentes.

Aqui, sobressaindo, a retangular, feita com sobras.

O tecido azul (verde?) petróleo, como eu suspeitava, não foi utilizado neste conjunto.
Porém, já tem o destino traçado e brevemente estará no lugar que lhe compete.

Conclusão:
Costurar é uma delícia!
É rápido e muito gratificante.
Quanto mais se costura, mais à vontade se está e menos atritos surgem durante o procedimento.
O único senão, é a sujeirada de fios e linhas que se produz, que exige aspirador assim que se dá por terminada a função.
Felizes as que dispõem de um atelier que permite manter a tenda montada, sem um constante arruma/desarruma.
Mesmo sem atelier, vou continuar.

Beijos
Nina

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Duas primeiras de muitas!


Hoje, 1 de Dezembro, quinta-feira, feriado em Portugal.
Dia de frio, ventoso ,  com muitas nuvens, embora nenhuma chuva, até ao momento.
Os planos para sair, com este tempinho cinza , desvaneceram-se.
E a tarde gastou-se em casa.
Foi muito bem gasta.
Fui-me aos tecidos comprados na última terça-feira e, de tesoura em punho, máquina da costura ligada e muitas ideias, dei livre curso à imaginação.
Em 4 horas, surgiram as duas primeiras almofadas.
O resultado é, na minha opinião, muito agradável:



Conjuguei os dois estampados, dando predominância ao laranja.

Na costura de união, apliquei um galão em seda, dentro das mesmas tonalidades.

Duas almofadas retangulares, enormes, com 80/50 cm.
Lado a lado, ocuparão a cabeceira da cama.
Do tecido laranja, sobrou um pedaço com cerca de 20 cm.
Será, portanto, apontamento apenas, nas próximas almofadas que privilegiarão o brique, num jogo de alternância.
O aspeto é semelhante ao do brocado, o que, na minha opinião retirará o ar rústico à colcha para que foram criadas.
Assim, por tentativas, espero atingir a decoração que tenho em mente, criativa, fugindo ao demasiado moderno ou minimalista, não transmitindo, ao mesmo tempo, o ar de casa de campo  que não me agrada.

Modéstia à parte, acho que a primeira abordagem foi bem sucedida.
Amanhã há mais.

Beijos
Nina

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Almofadas


Vou mudar a colcha da minha cama.
É uma necessidade imperiosa que, de vez em quando, me assalta e à qual não posso nem quero fugir.


Feita, tenho desde há meses, uma colcha, que nunca usei.




Nunca a utilizei porque o resultado final me parecia excessivamente rústico.
Certo, certo é que não me agradava.
Guardei-a esperando inspiração que sabia, acabaria por chegar.
Parece-me que, finalmente, chegou.
Precisa de almofadas.

Posto isto, fui às compras.
Arranjei, na Feira dos Tecidos, três retalhos que poderão funcionar ... só vendo.
Vou, pois, meter as mãos na massa e, por tentativas,  chegar a uma conclusão  feliz.


Não tenho dúvidas quanto aos dois estampados cor de telha.
Já o verde petróleo, não me convence e, quando assim é, quando a empatia não é imediata, raramente vem a sê-lo.


A loja está repleta de  opções e de tentações.
Se tiver que lá voltar, será um enorme prazer.

Beijos
Nina

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Globos de neve

Vejam que lindos!
O "como fazer", está aqui .
Não pude deixar de compartilhar esta sugestão magnífica.





Eu vou fazer.

Beijos
Nina

domingo, 27 de novembro de 2011

Tarde de costura

Desta vez, lancei-me num projeto bem simples:
Dar nova vida e nova cara a uma banal toalha branca.
Outras se seguirão.
Tecido já eu tinha, o estampado rosa que apliquei na toalhinda feita há duas semanas.
Comprei 1 metro de bordado inglês para rematar a junção e estou muito satisfeita com o resultado.



Aqui está ela!

Em pormenor, o remate com o bordado inglês.


Ao lado de uma toalha de linho antiga, não faz má figura.

Particularmente orgulhosa fiquei com o remate, certinho, certíssimo, em zig-zag!

Ei-la, enroladinha sobre o balcão do lavatório.

Aqui, em todo o seu esplendor.
Vou fazer mais.
Vou fazer muitas.
Foi muito divertido, muito gratificante.

Beijos
Nina