quinta-feira, 11 de julho de 2019

De ananases !

Ultrapassado que foi - sempre é - o teste burocrático da manhã, em casa, descomprimo.
Lá fora,um calor de ananases, mesmo aqui, pertinho do Atlântico. Imagino quão penoso será viver no interior.
Depois de um Junho quase outonal e de um início de Julho igualmente frio, o calor chegou.
Que bom é ficar em casa, numa casa fresca.
Privilegiada, sei que sou.
Dolente após almoço, preparo uma pausa entregue à leitura.
Depois, ultrapassado o rigor inclemente do sol, tratarei das regas, refrescando plantas e plantações.
Para já, entrego-me à “siesta”, instituição espanhola.
Interrogo- me inconformada:
Por quê também não nossa?
Proponho reivindicativo abaixo-assinado.
Quem me acompanha?

Beijo
Nina

11h 10m

Aleluia! Aleluia! Aleluuuuuuia!
Já está!

Beijo
Nina 

Espero






Espero. Sentada.
Cheguei antes da hora agendada. Prefiro assim, sem aflições desnecessárias.
O ambiente é calmo.
Nada de filas e muitas cadeiras vagas.
Está quase.
Espero.

Beijo
Nina

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Cartão do Cidadão

O prazo de validade do meu CC termina no próximo mês de Outubro, mas, como prefiro tratar dos meus assuntos atempadamente, agendei há dois meses a renovação. Será amanhã, às 11 horas, na mesa 3, assim reza o agendamento.
Face ao que tem vindo a ser divulgado, esta tão simples operação pode transformar-se num calvário, numa descida aos infernos.
Temo o pior.
Sem escapatória, vou apresentar-me 15 minutos antes da hora marcada para que não me seja atribuída responsabilidade se a coisa der para o torto.
Entretanto li a notícia divulgando já ser possível tratar do assunto online. Será o meu plano B - o diabo seja surdo.
Depois conto como correu ou não correu.

Beijo
Nina

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Por aqui ...

Diz-se que santos da casa não fazem milagres e, com boa vontade e elasticidade mental, aplico a máxima à minha ignorância e desconhecimento de  edifícios, museus e outros chamativos locais para forasteiros, que aqui ao lado, eu não conheço, nunca visitei, nunca me apeteceu e sempre vou adiando. O importante é tomar conhecimento da imperdoável lacuna e remediá-la , coisa que paulatinamente tenho tentado fazer.

Aqui bem perto, na Maia, existe um Zoo, o Zoo da Maia. Estou farta de ouvir falar acerca dele, mas visitá-lo que é bom, nunca o fizera.
Pois tratei de remediar a situação. Pus pés ao caminho e lá fui. Não que goste particularmente de Jardins Zoológicos. Não gosto. A ideia de ver animais enjaulados não me seduz. Porém, já que existe, tratei de observar ao vivo o espaço que  é agradavelmente arborizado e onde  os animais se encontram  dignamente instalados .
Check! Portanto ...

Para não perder a "embalagem" hoje mesmo tratei de visitar o Aquário da Aguda, uma praia a sul do Porto, que hoje estava um paraíso. Disso falarei a seguir.




O aquário é pequeno, mas interessante. Uma boa proposta para entreter a criançada.



 A variedade de espécies é razoável, com exemplares de água salgada e de água doce.
A miudagem vai entender que os "douradinhos" são bem mais que um pacote trazido da área dos congelados.





Esta criatura foi quem mais suscitou a curiosidade da miudagem  - quase um monstro!










Explorado o aquário, esta era a praia que nos esperava. Um paraíso, com mar calmíssimo, areal a perder de vista e nem ponta de vento.
Que pena não termos fato de banho!


Depois de uma triste manhã cinzenta em que até choveu, não seria de esperar que a tarde fosse assim...

Quente, calma, azul ...

Uma tarde de Verão
 
À cautela, durante o fim de semana, é bom estar preparado para uma tarde de sol e - na loucura - para um mergulho gelado.
Pode ser que tenhamos sorte.

Beijo
Nina

segunda-feira, 1 de julho de 2019









A CASA DE SERRALVES, é incontornável para quem visita o Porto.
 Que o digam as permanentes filas de turistas na entrada.
Eu que vivo aqui tão perto, tenho fases, impulsos que me conduzem a Serralves, às vezes com curtos intervalos, outras, imperdoavelmente, de longe a longe.
Na última sexta-feira, num repente, lembrei-me que lá se encontrava uma exposição de Joana Vasconcelos, pretexto mais que válido para uma visita.

Fui no princípio da manhã. Estacionei no exterior sem dificuldade. A fila de turistas era ainda pequena. Dirigi.--me à receção declarando ao que ia.
-Que não! Que pena! A exposição terminara três dias antes!
Nada feito!
Mas já que ali me encontrava, já que o dia era de sol pleno e céu azul, comprei o ingresso para os jardins e para visitar a casa. Deles trago imagens.



Assim, de chofre esta aparição!


Uma combinação mais que perfeita de cores e de formas

Interior amplo, de um luxo despojado...

Harmonia, é a palavra ...


Harmonia em cada detalhe



Num espelho , eu

Pelas amplas janelas, os jardins, o silêncio, e o piar constante das aves.





Numa clareira, sem palavras ...

... o convite.
Apetece mexer na terra, apetece mergulhar no verde dos prados ...

Perdi-me, esqueci as horas, junto ao lago.











Deixei-me estar

Foi bom.
Qualquer dia volto.

Beijo
Nina

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Virei-me para o crochê

Terminei uma camisola/ blusa, em algodão, azul-marinho. Um clássico apenas com três riscas em branco e vermelho no canelado do início do corpo e mangas e a mesma fantasia no decote. Como disse é um clássico que espero vestir nas noites mais frescas de Verão, combinando com calças e camisa brancas. Sendo simples não passa de moda e tenciono usá-la por muitas estações.


Já a experimentei e gostei.

Sempre a direito com mangas raglan - o modelo de cava em que me sinto mais à vontade e cujo resultado me agrada.

Acho que chegou a altura de por um ponto final no tricô, muito embora seja o meu entretenimento preferido, mas com calor, eu que tricoto com o fio à volta do pescoço - o único processo que domino -  deixa de ser agradável. Impossível tricotar.

Acontece que preciso desesperadamente de algo que me ocupe as mãos quando, depois de jantar, me sento em frente à tv. Se não é soneca garantida.
Ponderei possibilidades e decidi aumentar uma manta que, desde que nasceu, se mostrou pequenina, acanhada, insignificante. O problema era arranjar fio na mesma cor.
Fui à loja onde geralmente me abasteço e, depois de muito comparar, ver à luz natural, hesitar, voltar a comparar, decidi-me.
Trouxe os fios e já comecei a empreitada que ocupa o meu serão. É coisa para levar o seu tempo, mas não tenho pressa e desta vez ficará com tamanho decente.

Não sei se existe algum nome próprio para este efeito. Eu chamo-lhe ziguezague.
As cores são as mesmas das almofadas, cores suaves como me parece adequado para um quarto.

Sendo extremamente simples, sem exigência de contagem e atenção apurada, é muito indicado para ser tecido com um olho na tv, outro no trabalho. E, no final, é bonito. Muito bonito.

Bom fim de semana com o calor que finalmente se anuncia. Se calhar bem, ainda vou à praia trabalhar para o bronze.

Beijo
Nina