quarta-feira, 4 de julho de 2018

Momentos


Caipirinha ao pôr do sol.





Fresca.
Quase gelada.
Acre.
Doce.
Com forte sabor a limão.

No silêncio dos momentos em que o tempo para.

Tão bom.
Roçando a perfeição .


Beijo
Nina

terça-feira, 3 de julho de 2018

Despedida


Não gosto de despedidas e evito-as a todo o custo.
Porém,  quando não consigo escapar-lhes, trato de tornar o acto rápido,  quase instantâneo   assim como quando se arranca um penso, em que o puxão fulminante é  a melhor opção. 

Se a despedida é  lenta, sofre-se a dobrar, pelo que mais vale praticar a técnica  do "puxão ".  

Isto com pessoas.

Deus me livre e proteja de despedidas.

Já  com "as coisas", com as situações,  o problema não  se põe,  ou põe -se de modo completamente diferente.
Aí,  é  sensato prolongar a rutura, adiar o adeus, fomentar o desmame.

Falo de tricô  ... de que mais falaria?

Ando há  meses ameaçando  que vou parar, que é  a última  peça,  a última  compra de fio, porque está  calor e que tricotar se torna incompativel, que é  mesmo a última  das últimas  peças,  que vou arrumar as chuteiras ( clima futebolístico  no ar), que só  para o ano,  lá  para o Outono, retomo, que sim, que definitivamente é  uma despedida, um até  logo, um até  qualquer dia.

No entanto ...






Pleno Julho ...


... e eu aqui ...


... tricotando!


Bem sei que o fio é  algodão!
Bem sei que assim o processo é  menos penoso ...

Ainda assim, transgrido todas as promessas., porque me sabe bem a transgressão  e prolongar a despedida traz apenas doces momentos.
Não é uma despedida a sério.
Pois não!

Na imagem a ultima manga de uma camisola/blusa no (único ) ponto de fantasia que domino.

Tenho para mim que, ainda este Verão  mentiroso e falso, a vou vestir.
Será combinada com branco e sinto que será uma feliz opção.

Beijo
Nina

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Cebola crua com sal e broa




Eu vi. Vi que se come cebola crua com sal e broa.
Gosto de cebola, crua nas saladas e multiplamente cozinhada, gosto de broa nas suas diversas variantes, recorro moderadamente ao sal. Por partes. Isoladamente. Nunca em casamento a três.  Mas isso sou eu, manietada por tolos hábitos urbanos.

Mas, repito, testemunhei a festa a três. 

Agora, num escaparate da Fnac, confontei-me com a santa aliança. 





Em letras de forma, recuperei a memória da "merenda" estranha a que, muda, assisti.
Foi ha muito tempo, numa aldeia transmontana ...


Memória concretizada em livro escrito por Miguel Sousa Tavares

Foi apelo irresistível,  instantâneo.



Já  iniciei a leitura e dela espero que seja tão surpreendente como para mim foi, há muitos anos, o testemunho de tão inesperada  merenda.

Beijo
Nina

domingo, 1 de julho de 2018

Julho???




Tal como já aconteceu no ano passado, o Verão  insiste em não  aparecer.
Já  deu um ar da sua graça , mas foi muito esporadicamente. 
Ainda esta manhã,  junto à  praia, a paisagem era outonal.



 


Muito vento e nuvens escuras, ameaçando chuva.



Barcos ancorados e passadiços desertos.




Banco vazios,  o símbolo perfeito  deste Verão que não é .

Hoje, ressaca da derrota que ainda não digerimos.
Será também  por isso que o Verão parece ainda mais cinzento?

Bom domingo, ainda assim.

Beijo
Nina

sábado, 30 de junho de 2018

Buááá ...

😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥😥

Sniff, sniff, sniff ...

💔💔💔💔


Quase a começar. ..

Quase, quase a começar  o decisivo Portugal  - Uruguai!
Eu que não percebo nada de futebol, reconheço que estou ansiosa.


E, convencidíssima que dou azar, que o resultado é influenciado pela minha  presença,  muito logica e racional, não vou assistir - nada de facilitar!


Para já procuro relaxar, assim:




Daqui por cerca de 2 horas, tudo estará decidido

Vamos lá,  Portugal!

Beijo
Nina

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Dos saldos ...

Este ano não me "esbaldei" nos saldos.
Não!
Fui o que se chama uma consumidora criteriosa.

Para ser rigorosamente exata, não me desloquei "aos saldos". O pouco que comprei, fi-lo online. E foi o que fiz melhor, sem confusões nem filas para pagar.



Este casaco!
Diria, O casaco, de tanto que gosto dele.

Em linho, num tecido rústico, rematado com uma inesperada carreira de lantejoulas e galão dourado, apresenta um irresistível forro às pintinhinhas.

Acho que vou usá-lo nas saídas noturnas, já que o tempo continua instável e mesmo frio, combinado com branco, preto ou vermelho - agrada-me a ideia.

E sapatos!
Mais sapatos ...


Não resisto ao amarelo!
 Este num tom ligeiramente torrado.

Combina com branco, com jeans, com azul marinho e com todos os tons queimados 

Ambas as peças vieram da Zara.
Tinha encomendado ainda outras, mas não me convenceram. Limitei-me a devolvê-las, sem qualquer constrangimento.

O ambiente "dos saldos" é assustador, de uma urgência , uma confusão que em mim (ser delicado e indefeso ...)  provoca verdadeira angústia. Não sei, nem quero comprar nesse clima. Por isso aposto (sempre, sempre, sempre ...) na modalidade online.
"Os saldos" são um acontecimento terrível que cria verdadeiros monstros, que alucina os mais pacatos e enfurece os mais pacíficos. Foi assim ...
Tive que ir ao Shopping logo a seguir ao almoço, apenas para passar pela farmácia.
No parque de estacionamento presenciei o que poderia ter-se tornado uma cena de pugilato entre duas senhoras que disputavam o mesmo lugar. Tive medo ...Acho - tenho a certeza -  que por trás de toda aquela ferocidade estava uma ida "aos saldos".
Não quero!
Não compensa!

De modo que, do nada, me tornei "perita" em compras online - tão bom, tão prático, tão tranquilo.

Aliás, acabo de fazer uma nova investida/compra, desta vez na Zara Home, esse paraíso de bom gosto, que peca pelos precinhos carotes. Há que aproveitar as promoçoes. Foi o que fiz. Aqui, na paz do meu lar.

Beijo
Nina