quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Ainda cá estou

... mas com uma gripe que me aniquila.
Começou pela garganta, depois com febre, sentia dor em todos os músculos.
A seguir evoluiu para uma tosse cavernosa, com nariz entupido e respiração sibilante.
Deixei de comer, de dormir e (quase) de viver.
Uma semana de tormento.
Hoje, pela primeira vez, sinto- me melhor, reagindo.
Acrescento que “o bicho” correu a casa toda e todos ficamos de quarentena.
Fui a última a ser atacada. Sou a mais forte. Imagina que não era!

Beijo
Nina

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Xadrez, de novo ...












Voltando (uma vez mais e sempre) ao xadrez, desta vez com o casaquinho que mostrei AQUI e que foi um flagrante caso de amor à primeira vista.
Hoje combinei-o  com calças pretas e uma camisola de gola alta, também preta.
Dado que, apesar do sol brilhar, está um frio polar, acrescentei está echarpe  camel.
Acabei de concluir que tenho, obrigatoriamente,  de comprar uma em preto e outra em branco.
Vou tratar do assunto.

Tenham uma boa semana.

Beijo
Nina

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Xadrez II


Gosto mesmo de xadrez! 
Se calhar, lá atrás, nos meus antepassados, existe algum escocês, ou não - o mais certo.
Acho que são mesmo reminiscências da infância que condicionam esta predileção. Recordo, em particular, dois padrões, um em bege e branco e outro em vermelho, verde e preto.
Era muito novinha, nos primeiros anos do liceu. Dessa altura guardo algumas fotografias em que apareço, com os dentes tortos, tranças e orgulhosa na vestimenta axadrezada.


Este casaco tem um padrão bastante  ao  outro que usei com 10 anos.

Combinei com branco, refém das minhas memórias

Se o frio apertar, é só acrescentar um echarpe e estou pronta.

Veio da Sfera, se a alguém interessar ...

... é confortável e quente.

Não fiquei por aqui, informo ...
Comprei ainda umas calças de xadrez e assim espero ter completado as aquisições neste capítulo.

Beijo
Nina

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Xadrez

Em criança, todos os inícios de novo ano letivo eram marcados pela aquisição de  todo o material escolar e pela reposição de roupa, já que a criançada cresce desmesuradamente e, de um ano para o outro, tudo deixa de servir.
Obrigatória era a inclusão de uma saia quilt  em xadrez de cores mais ou menos garridas.
Dei-me tão bem com o esquema que, já crescidota, com possibilidade de escolha, mantinha o xadrez nas minhas opções. 



Este ano, impossível se torna não reparar na invasão axadrezada. Por isso, mais uma vez, aderi ao padrão.

Não me limitei a esta saia. Comprei ainda um casaco bem bonito e umas calças.
Estou muito feliz com o meu xadrez.


Dizem que as modas são cíclicas. E são. Tudo está já inventado e portanto inevitável se torna a repetição.

No caso do xadrez, acho-o tradicional, confiável, sem riscos. Não uma invenção estafúrdia e disparatada.
Usei (e uso) xadrez, vesti a minha filha com xadrez persistiria na aposta para novas gerações.
Porque é intemporal e de toda a confiança. Certo?

Beijo
Nina

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Botas



Acabei de receber da Zara umas BOTAS compradas online.
Pareceram-me bonitas na sua cor verde caqui e confortáveis, com um fecho na zona do tornozelo que facilita (viabiliza) o ato de as calçar - já me vi obrigada a mandar botas para o sapateiro a fim de ser colocado o tal fecho. Sem ele, calçava as ditas, mas ficava refém deles, já que descalçá-las era uma perfeita impossibilidade.
Então, esperava ajuda/socorro e sentada, levantava uma perna para que o ajudante removesse uma bota de cada vez. Era horrível até para o ajudante que quase me arrancava a perna e a maldita bota mal se mexia. Portanto, botas só com fecho.
Certificando-me que estas correspondiam aos requisitos, encomendei-as.
Chegaram hoje.
Olhei e gostei da cor, já que  a altura das mesmas  me pareceu excessiva. Ninguém tem pernas tão altas.
Calcei a primeira. Uma dificuldade medonha. Na zona do pé, de tão apertadas, exigiam acrobacia. Lá consegui enfiar a primeira. Mas, o cano da bota batia no joelho e sobrava bota ou faltava perna. Só enrugadas assentavam. Mas de tão duras, não enrugavam.
Quem terá engendrado tal modelo?


Imagem 1 de BOTA TACÃO PELE CANO ALTO da Zara

Já estão na caixa, lindas, brilhantes, hirtas e  impossíveis de calçar.
Amanhã devolvo-as.
Sem pena.
Com um bocadinho de raiva. Até!

Nina

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Vestir o quê?

Quem me conhece sabe que dou (imensa) importância à roupa. Gosto. Gosto mesmo muito.
Não é de admirar, por isso, que tenha uma considerável quantidade de peças, sendo que a maior parte delas não é sequer atual, porque me contenho nas aquisições.
 São peças de outras estações que conservo em bom estado e que faço questão de usar.
 Comigo a teoria da Mary Kondo não funciona.
 Guardo, mas procuro não acumular, no sentido em que, só guardo aquilo de que gosto e que se encontra em bom estado.
Vem esta introdução a propósito do conjunto que hoje estou a vestir.
É um vestido de malha (Zara) - adoro malhas - relativamente recente.
Preto com bolas bege.


Decidi combinar com estas botas vermelhas que têm mais de 10 anos.
Guardei-as porque estão em perfeito estado e foram caras.
Já não as calçava há imenso tempo, mas hoje, saíram à baila.

O vestido é daquelas peças intemporais que conviverá comigo sem prazo de validade

Completei o conjunto com uma echarpe colorida e agasalhei-me num eterno casaco preto, também ele em malha.

Recorri a um cinto (Zara) para conferir um brilhozinho extra ao "boneco"

Descobri recentemente a importância dos detalhes - refiro-me principalmente a colares e outros acessórios que, só por si atualizam o mais veterano dos elementos.

Os acessórios custam pouco e são versáteis, combinando e dando vida a múltiplos conjuntos.
Tenho descoberto na Zara, verdadeiras preciosidades - brincos, colares e pulseiras a bom preço e com retorno garantido.


Amanhã - e todos os dias - procuro resgatar o que quer que seja, dentro do meu vasto(íssimo) espólio, de modo a sentir-me confortável e bem na minha pele. Para mim é importante. É imprescindível. Bom para começar bem um novo dia que pretendo seja feliz.

Beijo
Nina

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Praia das Catedrais


Há muito que ouvira falar da PRAIA DAS CATEDRAIS e até já tinha tentado uma visita. Foi há 3 anos no mês de Junho. Sabia ser imprescindível que a maré estivesse baixa e assim programei. Acontece que, tendo chegado de véspera, quase à noite, informada que a maré baixa aconteceria bem cedo, na manhã seguinte, preparei-me para a madrugada. Só que, inesperadamente, caiu intensa chuvada e foi impossível concretizar o projeto.

No último fim de semana, consultada a tábua das marés e a previsão metereológica, dirigi-me para Ribadeo, a cidade mais próxima, e, na manhã seguinte, concretizei o sonho.



Exigiu madrugar e às 9 da manhã, o sol mal rompera.
A vista do quarto do hotel, sobre a Ria e sobre o povoado mais próximo, era linda.

Percorridos 10 Km, chegámos.
Uma praia branca, imensa, apresentava as catedrais, blocos imensos, trespassados pela força do mar

Na praia, uma quase multidão.
 Nos meses de julho e Agosto é obrigatório agendar a visita, tal o afluxo de visitantes.
Não é de admirar - o espetáculo é realmente incrível.


Caminha-se ao longo da praia, sobre uma areia compacta.
O choque do primeiro contacto é avassalador, o espanto preenche-nos.

Tantas catedrais!
Só com a maré baixa é possível vê-las.

Quando a maré sobe, é possível percorrer a praia em toda a sua extensão, ao longo de um passadiço.
 Mas, nada que se compare a esta proximidade.







PRAIA DAS CATEDRAIS, imprescindível guardar esta referência.
É dos locais mais bonitos que até agora visitei.

Boa semana.

Beijo
Nina