sábado, 30 de junho de 2018

Buááá ...

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Sniff, sniff, sniff ...

💔💔💔💔


Quase a começar. ..

Quase, quase a começar  o decisivo Portugal  - Uruguai!
Eu que não percebo nada de futebol, reconheço que estou ansiosa.


E, convencidíssima que dou azar, que o resultado é influenciado pela minha  presença,  muito logica e racional, não vou assistir - nada de facilitar!


Para já procuro relaxar, assim:




Daqui por cerca de 2 horas, tudo estará decidido

Vamos lá,  Portugal!

Beijo
Nina

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Dos saldos ...

Este ano não me "esbaldei" nos saldos.
Não!
Fui o que se chama uma consumidora criteriosa.

Para ser rigorosamente exata, não me desloquei "aos saldos". O pouco que comprei, fi-lo online. E foi o que fiz melhor, sem confusões nem filas para pagar.



Este casaco!
Diria, O casaco, de tanto que gosto dele.

Em linho, num tecido rústico, rematado com uma inesperada carreira de lantejoulas e galão dourado, apresenta um irresistível forro às pintinhinhas.

Acho que vou usá-lo nas saídas noturnas, já que o tempo continua instável e mesmo frio, combinado com branco, preto ou vermelho - agrada-me a ideia.

E sapatos!
Mais sapatos ...


Não resisto ao amarelo!
 Este num tom ligeiramente torrado.

Combina com branco, com jeans, com azul marinho e com todos os tons queimados 

Ambas as peças vieram da Zara.
Tinha encomendado ainda outras, mas não me convenceram. Limitei-me a devolvê-las, sem qualquer constrangimento.

O ambiente "dos saldos" é assustador, de uma urgência , uma confusão que em mim (ser delicado e indefeso ...)  provoca verdadeira angústia. Não sei, nem quero comprar nesse clima. Por isso aposto (sempre, sempre, sempre ...) na modalidade online.
"Os saldos" são um acontecimento terrível que cria verdadeiros monstros, que alucina os mais pacatos e enfurece os mais pacíficos. Foi assim ...
Tive que ir ao Shopping logo a seguir ao almoço, apenas para passar pela farmácia.
No parque de estacionamento presenciei o que poderia ter-se tornado uma cena de pugilato entre duas senhoras que disputavam o mesmo lugar. Tive medo ...Acho - tenho a certeza -  que por trás de toda aquela ferocidade estava uma ida "aos saldos".
Não quero!
Não compensa!

De modo que, do nada, me tornei "perita" em compras online - tão bom, tão prático, tão tranquilo.

Aliás, acabo de fazer uma nova investida/compra, desta vez na Zara Home, esse paraíso de bom gosto, que peca pelos precinhos carotes. Há que aproveitar as promoçoes. Foi o que fiz. Aqui, na paz do meu lar.

Beijo
Nina

domingo, 24 de junho de 2018

Mais flores ...

Continuo a cobrir-me com flores, uma tendência recente que assumi nem sei como, porque, na verdade, nunca foi minha.

Este ano, porém, deu-me p'ra isto e cubro-me com flores.

No caso é um macacão, fresquinho, que já provei e comprovei ontem, dia de verdadeira canícula.
O decote é (demasiado) generoso e impõe um púdico top.
 Tirando isso , acrescentado ao pequeno detalhe de obrigar a que nos (praticamente) dispamos de cada vez que precisamos de ir à casa de banho ... coisa de menor importância, mas incontornável , o dito macacão é cómodo, fresco e, com o seu estampado alegre, anima o visual e o dia.





Combinei com colares pretos

... bolsa verde ...

... chapéu preto e sandálias douradas.








Esta foi a minha segunda investida em padrões florais e, tenho para mim, que será a última.
Encontro-me assim apta para enfrentar o Verão tórrido que acabará por chegar, simulando - à falta de melhor - uma espécie de estadia nas Caraíbas, sem sair da Europa.

Tenham um bom domingo - por aqui um tempo xoxinho, bem diferente de ontem.

Beijo
Nina

terça-feira, 19 de junho de 2018

O paraíso é aqui

O paraíso - pelo menos o meu - é aqui!







Um areal imenso e quase deserto, uma mar tranquilo e calor, muito calor - finalmente!

Foi uma caminhada de 1 hora, abençoada, deliciosa.

Depois, de regresso à realidade, vesti de branco e enfeitei-me com contas.








Estamos no Verão!
Assim, de repente, quando menos se esperava, ei-lo que chega!

Beijo
Nina

domingo, 17 de junho de 2018

Fui ali a Bristol

Fui ali a Bristol, mas já cá estou!

Foi uma viagem curta, mas muito importante, como são todas as viagens de afetos.
Três dias quase reduzidos a um e meio, dado que as vigens de avião impõem uma logística severa.

Da cidade, que conheço razoavelmente dadas as repetidas incursões, aprecio principalmente a calma e o ritmo lento de arredores aprazíveis, verdes até ao infinito e deliciosamente antiquados, com comércio tradicional, cafés e casas de chá como só existem em Inglaterra.


Aqui, o ritual do café a meio da manhã, num desses locais únicos e tão especiais

Aproveito para praticar a minha atividade preferida - visitar as lojas de caridade, abastecidas pelos locais, com finalidade altruísta - e lá, onde se encontra um pouco de tudo, com particular abundância de vestuário, resgato tesouros, como ...


... esta  cesta, tipo bandeja, em metal branco - perfeita para uma cómoda onde depositar relógio, aneis e o que mais calhar

No tampo da mesma cómoda, uma coleção de caixas em porcelana, que, noutras viagens, descobri. A coleção não para de crescer - desta vez, infelizmente, não encontrei nenhuma que me agradasse.


Outra cesta ...

... no mesmo material. Esta mais bonita que a anterior

... e ainda outra.
Acrescento que os preços, de tão baixos, acabam por ser simbólicos.

Precisaria de muito mais tempo para aprofundar a pesquisa, ainda mais porque tenho companhia - uma doce companhia - com quem partilho este e muitos outros gostos.
Ainda assim, ainda que  com tempo escasso, trouxe comigo, além das compras,  pedaços de momentos deliciosos.
Qualquer dia volto.
Um destes dias.
Brevemente.
Para mais compras, para mais abraços, muitos beijos, muito riso e malas e malas de afagos.

Beijo
Nina

terça-feira, 12 de junho de 2018

Conforto




Conforto é - como a beleza - fundamental.
O busílis da questão é conseguir associar os dois conceitos, porque estar / ser confortável e estar / ser um horror é o que há de mais fácil, como perfeitamente se sabe.
Genial é estar / ser confortável e, ao mesmo tempo, bem, bonito(a), harmonioso(a).

Na decoração aplica-se o mesmo princípio e deve ser por isso que não me atrai a chamada decoração minimalista, a tal muito prática, muito "confortável", mas fria. Do mesmo modo e com igual convicção detesto amontoados de tralha, excesso de informação.
Tudo se quer na medida certa, e, reconheço, que essa medida para mim é uma, enquanto que para outra pessoa é outra.

A minha medida certa é a que convive harmoniosamente comigo, que é bonita e ao mesmo tempo confortável.

Com o tempo bipolar que nos tem calhado, quando o frio polar e a chuva diluviana alternam com dias e noites quentes (sim, sim, tem acontecido) aplico o infalível método da "cebola" que, tanto no vestuário como na decoração tem prestado provas e sido muito bem sucedido.

Esta cama, por exemplo, não parece, mas é de facto uma cebola. Às camadas ... 



Manta, sobre manta, sobre manta para garantir o conforto, mas sem desprezar a beleza (que, como já referi, é fundamental)

Vê-se uma colcha branca e sobre ela, esta manta de que muito me orgulho, porque , numa palvra, acho LINDA!


Tirei a ideia da net - de onde mais?

Sem seguir esquemas fui combinando cores, inventando motivos.
Para o Inverno é fria já que é tecida em algodão, mas, quando o tempo indeciso começa a aquecer, ela brilha em todo o seu colorido esplendor.


Se tecida em lã, dará uma manta de Inverno de "se lhe tirar o chapéu"!

Entretanto, esta compõe a dita cebola.

Beijo
Nina