sábado, 2 de março de 2019

Palácio do Freixo




É uma vergonha!
Como é possível que, aqui tão perto, exista uma tal maravilha e eu nunca, até hoje, a  tenha visitado?

O Palácio do Freixo já me tinha chamado a atenção quando passava na estrada que 
conduz a Entre-os-Rios, mas, inexplicavelmente nunca até hoje lá tinha entrado.
É uma maravilha!
É uma vergonha, repito,  que nós, portugueses, desconheçamos esta e outras maravilhas!



No Palácio funciona a área social de um hotel - o Hotel Vila Galé. Aí se encontra a recepção e diversos salões, sendo que os quartos se situam num edifício adjacente.

O interior é de um requinte absoluto e uma das salas ...

... com as paredes revestidas a espelho, faz lembrar o Palácio de Versailles, em França

Queríamos tomar café, mas, estando ainda a decorrer o pequeno-almoço, não foi possível ...

Mas, não demos por mal empregue o nosso tempo.

Aqui, um tos tectos!

Pelas imensas janelas, avista-se todo um exterior fantástico.

Ao fundo o rio Douro - que a localização não poderia ser mais feliz. O edifício rosa alberga os quartos.

O exterior é magnífico







Junto ao rio SDouro, um extenso passadiço, uma maravilha num dia ameno como o de hoje.





Acabamos por tomar café noutro local - esse sem graça nenhuma, mas a visita ao Palácio salvou a manhã.
Há que voltar, para almoçar ou jantar.
Volveremos!

Beijo
Nina

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Na minha janela ...


Na minha janela virada a sul vivem suculentas.



Foi uma experiência, uma tentativa ...

... que está a correr lindamente.


Logo eu que tinha o trauma de matar suculentas - dava-lhes amor demais, isto é , afogava-as com regas e as pobres amareleciam, definhavam, perdiam o viço e morriam.

Agora, controlo-me!
Nada de água diária. Uma vez por semana e já é muito.
Acho que acertei.
Acho que se confirma que amor demais não faz bem a nada nem a ninguém.

Beijo
Nina

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Oficina da Formiga - Compras

Só para que não morram de curiosidade, mostro as compras que fiz na Oficina da Formiga:

Um prato para servir bolo ...

... com pé! São muito mais elegantes.

Um tabuleiro próprio para torta ... Até o doce sabe melhor se for servido assim.

Uma malga linda.
Foi presente da Milu que me pediu que escolhesse uma. Escolhi esta entre uma multidão de irmãzinhas. Foi uma escolha difícil.


Por fim, encantei-me por esta jarra, ainda ela estava no forno:


Tem umas cores incríveis com predominância do azul.

Pousei-a sobre uma cómoda que tenho no hall de entrada. Vou enchê-la com ramos dos que apanho durante os meus passeios a pé.


Foram estas as escolhas. Difíceis escolhas. Hesitantes escolhas. Que a oferta enlouquece o mais sensato.

Beijo
Nina

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Oficina da Formiga




A Oficina da Formiga chegou-me aos ouvidos através da  ALDINA GUIMARÃES, uma amiga com quem converso neste espaço. Fiquei muito interessada em conhecer ao vivo o local e, esta sexta-feira, foi o dia de concretizar o projeto.
Seguindo o conselho da Aldina, telefonei antecipadamente  a informar-me da possibilidade da visita.
Que sim, que estavam abertos e tinham muito gosto em receber-nos, responderam-me.

Procurei a morada, introduzi-a no GPS chegando sem qualquer dificuldade.

Uma casa cor de rosa acolhe os visitantes


Atendeu-nos a dona, uma senhora extremamente simpática, a Milú.

E começou o deslumbramento.


São peças de faiança nas mais diversas formas e com as amais diversas finalidades.

Os expositores cobrem completamente as paredes

Apetece ter tudo, comprar tudo, desde pratos a serviços de chá e café, passando por travessas ...

Esta chávena com o respetivo pires ganha graça extra devido à pequena bandeja que a completa

Neste cesto (também ele em louça) um serviço de jantar delicado

Este mais rústico, mas igualmente interessante

E este? Um conjunto de malguinhas, pratos e jarra? Não é lindo?

Aviso já que a grande dificuldade é escolher!


A seguir visitámos a oficina onde o proprietário, Jorge Saraiva, nos proporcionou uma aula de pintura interessantíssima - tão interessante que até quase  conclui (tolamente) que era fácil pintar.

Seguem-se algumas das etapas da operação.

















A dada altura vimos o forno - a etapa final do procedimento.
A louça "cantava", isto é emitia sons próprios do arrefecimento

Não podia partir sem comigo trazer umas coisinhas - muito menos do que me apetecia ... - e que mostrarei num próximo post.


Gostei tanto do local que seguramente voltarei.

Beijo
Nina

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

O "meu" método topdown"


 Chamo "meu" indevidamente a este método. É meu apenas porque me apropriei dele , tendo sido inventando por alguém (tenho muita pena, mas não sei identificar o (a) autor(a)), tendo vindo a dar provas de que corre sempre bem - 120 malhas em agulha circular, dividas em - 40 para a frente, 40 para as costas e 20 para cada manga.
Depois, feitas as marcações, aumenta-se 1 malha cada 2 carreiras, aumento esse feito por meio de 1 laça.

Neste momento, prescindo já dos marcadores, fazendo a contagem apenas na primeira carreira, depois de tricotadas umas voltinhas em canelado (será o remate do decote).

A seguir, é tricotar até à altura em que se continua apenas com a frente e as costas, deixando as mangas em suspenso para no final serem retomadas.


Desta vez, optei por um cós alto, em canelado 2/2, que tem a vantagem de obrigar a peça a adaptar-se ao corpo, tornando -se mais elegante se usada com casaco - não gosto de me sentir "enchouriçada"!
No INSTAGRAM já tinha apresentado umas "selfies" (de qualidade duvidosa ...).
Estão  para quem quiser verificar,

Dado que a tendência dos últimos Invernos tem sido exageradamente volumosa, em termos de malhas, quase não comprei nada, porque os ditos "camisolões" me transformam num gigantesco boneco Michelin.

Não me canso de aconselhar este método para tricotar. É rápido, simples e evita as costuras, as terríveis costuras, que apesar dos generosos ensinamentos que já recebi, continuam a não me convencer.

A parte deste método que menos me agrada é a tarefa das mangas, que, à medida que vão estreitando, se transformam num cilindro difícil de tricotar - recorro ao "magic loop", mas continua sendo bem chato.

A solução para as mangas chama-se 4 agulhas!
Bem sei!
É como se tricotam meias ... que eu , definitivamente, não sei tricotar!
Ou melhor, saber até sei, mas o resultado é uma tristeza de trabalho, um horror.


Se calhar - não (me) prometo - se calhar - dizia - passada que seja a época das blusas/camisolas, vou investir o meu tempo treinando a execução de meias.
Se calhar, repito!

Entretanto, tricotei uma gola para esta camisola/ blusa. Usei as agulhas circulares e criei um cilindro em canelado 2/2 que visto ou não, conforme o apetite.
Estas golas separadas têm a vantagem de assentarem muitíssimo bem e ainda a de poderem ou não ser usadas.
Quando não, gosto de rematar o decote com uma echarpe , com um lenço, ou mesmo usando um body fininho.

Pressinto que estou quase a despedir-me do tricô, porque não tarda o tempo aquece e a tarefa torna-se penosa.
Entretanto encomendei e já recebi um lote de algodão que hoje mesmo - ao serão - irei inaugurar (com muito entusiasmo, como se fosse a primeira peça da minha vida, porque é sempre assim, com este estado de espírito, que inicio um novo projeto)
Tricotar é bom!
É muito, muito bom!

Beijo
Nina