quinta-feira, 30 de julho de 2015

Bonjour!

Queridas, queridos, não poderei, pr muito que queira,  responder aos vossos lindos, doces, maravilhosos comentários!
Quase sem rede, digo, BONJOUR, aqui, daqui,  em Biarritz!



Sim,  Biarritz, aquela praia no sul de França, refúgio de aristocratas perseguidos, no início do século passado.


Aristocratas, não vi, mas os vestígios perduram.


São palácios e palácios e jardins e puro luxo



O céu, o mar e a areia são os mesmos.
 Iguaizinhos aos olhados e tocados pelos príncipes sem trono.
Não foi por acaso que aqui fizeram ninho!
É perfeito.


É a GRANDE PLAGE ...
... um baia branca debruada por palácios.

Pena que a ligação à rede seja quase nula!
Conclusão:
Já não se fazem paraísos como antigamente.

Beijo
Nina

quarta-feira, 29 de julho de 2015

O que fazer à comida?


Refiro-me aos frescos - fruta e vegetais - que sobram em vésperas de partida para férias.
A resposta parece ser evidente - congelam-se!

Só que, às vezes não é possível, pela mais prosaica das razões:
- Congelador e a arca estão abarrotando!
Não cabe mesmo mais nada.

Nesse caso é necessário por a imaginação a trabalhar para encontrar resposta à urgência.

Tinha 1 couve roxa, cebolas,  muitas maçãs e um melão! 

Como otimizar a situação?

Lembrei-me do CHUTNEY para a couve e da COMPOTA para o  melão e, devo dizer, que não me saí nada mal.


Começando pelo CHUTNEY, cortei a couve roxa muito finamente e juntei-lhe 6 cebolas em rodelas, 5 dentes de alho, alguns cubos de gengibre cristalizado, e 3 maçãs em cubos. 


Coloquei num tacho. Reguei com um fio de azeite, um pouco de vinagre e 4 colheres de sopa de mel.

Tapei. Deixe que cozesse em fogo muito lento ...



... até a couve estar bem cozida e o líquido muito reduzido.

Agora, é só guardar em frascos esterilizados. Fechar bem. Conservar no frio. E ir gastando como acompanhamento de carnes. Pessoalmente, adoro combinado com caril (curry).


O melão foi cortado em cubos, sem pevides nem cascas e misturado com 6 maçãs também elas em cubos.


Pesei.
Tinha cerca de 1,5Kg. Acrescentei 1 Kg de açúcar e 4 paus de canela.

Levei a lume brando, mexendo de vez em quando.


Esperei que a calda engrossasse e despejei em frascos esterilizados.

Fechei imediatamente.
A compota está pronta para ser comida.
Não agora que estamos em plena contenção alimentar.
Lá para os dias frios de outono. Que não perde por esperar.

Foi bom, não foi?

Beijo
Nina

terça-feira, 28 de julho de 2015

Unhas, manicure e outras coisas mais ...



Eu própria trato das minhas unhas. Uso-as bem curtinhas, sempre lixadas, e quase sempre pintadas.
Não retito as cutículas, porque, por nunca o ter feito, são quase invisíveis. Limito-me a afastá-as. Depois dou uma base protetora, o verniz - duas vezes - e uma capa de secante finalizador.
Tudo muito simples, tudo muito fácil.
Só que, gostando de cores escuras, o menor toque corresponde a "amolgadela" intolerável e, por isso, praticamente cada dois dias, removo o verniz e volto a pintar.
Nessas alturas, aproveito para adiantar tarefas no computador, sendo esse o processo mais eficaz para permitir que tudo seque convenientemente ... ainda assim, vou tendo alguns desgostos.

Pronto! Dito isto, fica claro que sou autónoma em termos de manicure, o mesmo não podendo dizer em relação ao cabeleireiro, que esta minha trunfa exige mãos de profissional!

Em vésperas de iniciar um curto período de férias, passei pelas mãos da Márcia, a minha atual cabeleireira, que lavou, hidratou, secou e penteou o meu cabelinho .
No final, perguntou:
- E as unhas?
Tratamos delas?

Sem refletir, concordei, com a advertência de que não queria alicates nem remoção de cutículas.
OK!

Depois de uma lixadela, de uma pincelada com um produto que endureceu sujeito a umas luzes estranhas, escolhi a cor, mais uma pinceladas, mais uma sessão de luzes e mais pinceladfas ainda.

Ficou assim:





Gostei!
Um laranja fluorescente, engraçado.

 A garantia - que se aplica ao gel, nome deste procedimento - é que resistirá a tudo, à agua, ao calor, ao choque ... a tudo!

Exigirá retoque à medida que a unha cresça, mas, durante duas semanas, estou garantida.


Serão duas semanas em que darei férias às unhas.

Não fiz nos pés, mas já me arrependi!

Na praia, com a areia e com a água, os pés apresentam um aspeto tão infeliz que prefiro não pintar as unhas.
Porém, com este processo não haverá areia nem água que estrague a pintura.
Vou, portanto, alargar o tratamento aos pezinhos.

E assim se derrubam preconceitos!
Apregoava (tolamente) que nas minhas unhas, gel, jamais!
E agora, olhem para este infantil entusiamo!

Beijo
Nina



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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Sandálias, tantas sandálias!

 
 
Quando no sábado pela manhã passei pela Feira de Cerveira tencionava escolher mais um ou dois pares de sandálias, porque, o que lá não falta são ofertas e tentações.
 
Quando cheguei e pretendi estacionar no parque, desconfiei de uma invasão espanhola, já que os carros de nuestros hermanos eram muitos, eram mutíssimos.
 
Lá me dirigi para o recinto da feira e ... até me assustei! Uma multidão compacta que não andava, intransponível,  e se limitava a mover-se na correnteza das gentes.
 
Ainda tentei!
Ainda comprei uns metros de pompons em azul clarinho para rematar umas almofadas que tenho andado a congeminar ... e só! Desisti, recuei, voltei para o carro.
Ainda por cima, nestes ajuntamentos, abunda uma espécie maligna chamada "carteirista" que atuam com o maior à vontade e impunidade.
 
Portanto, de sandálias, estamos conversados!
Nada, nem consegui aproximar-me da ala dos sapatos.
 
É por estas e por outras que prefiro a tranquilidade de todos os outros meses. Julho e Agosto são de facto os piores para o que quer que seja.
 
Informaram-me que para piorar ainda mais a situação, era feriado na Galiza.
 
Temos portanto que vim de mãos abanando!
E, agora que começarei a temporada balnear, gostava muito de renovar o stock.
Na impossibilidade, decidi-me pelo inventário das existentes ...
 

Apenas 6 pares de outros tantos  ...
 
 Afinal, não preciso de chinelas nem de sandálias novas!
O que significa que a multidão enfurecida de sábado passado contribuiu para a contenção de gastos!



Estas prateadas, combinam com tudo ...

... as brancas também!

As chinelas são muito confortáveis e maravilhosas para a areia da praia.

Estas, têm uma certa graça ...

Com vestido ou saia compridos ficam a matar ...

Enquanto estas - já antigas, compradas no Brasil - terão oportunidade de brilhar.

As mais velhotas são estas:
Usei-as muito, muito!
Comprei-as há anos em NY e até já me tinha esquecido delas.

Fui ao armário dos sapatos e desalojei-as dos seus esconderijos, para serem calçadas sem tréguas durante os próximos dois meses.

E assim acaba a história da compra das sandálias que (felizmente) não se concretizou!

Um conselho?
Espreitem bem nos armários. São bem capazes de se surpreenderem com as descobertas.
Como eu!

Beijo
Nina

domingo, 26 de julho de 2015

QUICHE DE COURGETTE



Há que comer vegetais!
Ainda que não abracemos a causa do vegetarianismo - repito - há que comer vegetais. Muitos. Cada vez mais. Na proporção inversa da carne. Isto é, cada vez menos carne, cada vez mais vegetais.
Isto, sem que se adopte a atitude um tanto ou quanto sádica de encher o prato- o nosso e o das crianças - com montanhas verdes. É que, está cientificamentecomprovado ser contraproducente e provocar acessos de profundo ódio face às verduras.
Em criança - lembro bem - odiava. Até a sopa tinha que ser passada, reduzida a creme, tal a minha aversão.
Depois, ouvia piadinhas que me apoiavam:
- Verdura é a comida que a comida come!

Infame, reconheço.

Com o tempo, à medida que criei juízo, eduquei-me e aos poucos deixei de recusar "a comida que a comida come"!

Felizmente, a culinária evoluiu, cresceu, alindou-se, aperaltou-se em combinações que definitivamente promoveram "a comida que a comida come".
Nasceram, cresceram, multiplicaram-se sob a forma de "Quiches".


Tão bons, tão bonitos, tão irresistíveis, tão ativos no consumo de vegetais.
Esta receita que repito incessantemente, publiquei-a nos primórdios deste blogue.
Outro dia, por acaso, saltou-me aos olhos e decidi reeditá-la, até porque, na sua primeira aparição, teve p'rá aí 2 ou 3 leituras - que era a minha média diária, em dias bons!
Assunto daria para outro post, que não este.

Neste vamos cozinhar Quiche de courgettes que mais não é que a abobrinha brasileira.

Precisamos de:

1 em balagem de massa folhada
20 g de manteiga
2 courgettes grandes
1/2 pimento vermelho
3 cebolas
bacon fatiado
3 colheres de sopa  de azeite
salsa picada
2 ovos
30 cl de nata
50 g de queijo Gruyére ralado
sal e pimenta


Preparamos assim:

Forrar uma forma de fivela, untada com manteiga,  com a massa, que picamos com um garfo, dando-lhe uma p´re cozedura a 200 graus, durante 10 minutos.

Lavar e cortar em rodelas finas a courgette e o pimento.

Cortar as cebolas finamente. 

Num tacho, fritar o bacon e os legumes regados com o azeite durante 10 minutos - temperados com sal e  pimenta.

Polvilhar com a salsa.

Colocar os legumes sobre a massa folhada e regar com os ovos batidos e a nata.
Polvilhar com o queijo ralado.

Assar durante 30 minutos.

Em vez da sopa, como acompanhamento, como prato principal - decidam!
É sempre ótimo. E saudável!

Se ao menos, quando eu era pequena, cozinhassem quiche em vez de brócolos ...  ter-se-iam evitado cenas lamentáveis - de que ainda hoje me envergonho!


Beijo
Nina

sábado, 25 de julho de 2015

Flor! (continuação)


Esta florzinha linda que ontem mostrei ...



E que, reproduzindo a amostra, acabou compondo uma pega ...

... hoje, por puro acaso, reencontrei-a, reinterpretada no Pinterest:



Crochet Inspiracion ༺✿Teresa Restegui http://www.pinterest.com/teretegui/✿༻
... assim!
Absolutamente irresistível, forrando o assento de um banquinho!



Esta, a autora do projeto:
Crochet Inspiracion ༺✿Teresa Restegui www.pinterest.com...

Atribuídos que são os devidos créditos, assim, tudo limpinho, tudo o "preto no branco", sem rodriguinhos, sem  distrações nem enganos, sugiro que metam mãos à  obra!

Há lá coisa mais linda do que um banquinho pintado de branco ou em cores pastel, com uma capa de flores em relevo, lacinho em cada perna, enfeitando um canto da casa de banho?
Não há, não!
Ao trabalho!
Este é fácil, rápido e de resultado "TCHAM!!!!"

Bom fim de semana.

Beijo
Nina


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Flor!

Correndo embora o risco de me repetir - vá! sejam pacientes que a idade não perdoa! - correndo portanto esse risco, reafirmo que na net tenho recebido o ensinamento de quase tudo o que sei no mundo das manualidades, apenas porque é possível aprender o que quer que seja, desde que se queira.
Acontece que eu quero, acontece que eu me interesso por esse mundo de fios, agulhas, tecidos e tudo o mais que o compõe. Aliás, em crinça, segura de mim, apregoava que quando fosse grande queria ser costureira ( ou florista ou locutora - vá lá a gente saber porquê ).
A vida (os meus pais ...) trocou-me as voltas e até a hipótese relacionada de ingressar nas Belas Artes  me foi negada.
Paciência! Não me sinto traumatizada, recalcada, contrariada, revoltada, infeliz!
Nada disso. Estou muito bem na minha pele e continuo aprendendo umas coisinhas muito giras, muito irresistíveis que acho porque procuro.

Assim, no blog de uma amiga brasileira que a companho religiosamente - ROSE OLIVEIRA - achei uma irresistível  FLOR - com PAP, que a Rose generosamente elaborou.

O blog em causa - TECENDO ARTES - é um compnêdio, uma enciclopédia! Tem tudo! Tudo lindo! Tudo inspirador.
Escusado será portanto dizer que merece uma, merece muitas, muitas visitas!

Pergunto:
- O que esperam?
- Toca a visitar a Rose!

Foi pois dali que trouxe a inspiração para esta pega:


Uma flor gigantesca que teci com sobras de lã.
Em algodão resultará bem melhor  ... mas lã era o que havia! Portanto ...

Na parte de trás, um quadrado simplezinho ...

E a pega já se encontra alindando a minha cozinha ...

... num trio de cores de que muito gosto - turqueza, branco e vermelho.

Com o mesmo motivo, preferencialmente em algodão, tenho a certeza que se tecerão lindíssimas almofadas.

Dada a diminuta dimensão, é possível ir crochetando aos pouquinhos ...
... sem pressa, sem stress, como convem.

Gostaram da florzinha?
Então!
Vamos começar?
Hoje mesmo. À noite. Olhando a estupidificante TV.
Vamos?

Beijo
Nina