domingo, 16 de setembro de 2018

Restaurante Fonte Férrea

Fazemos  normalmente a viagem Porto/ Algarve/ Porto, seguindo a lei da geometria - isto é, a recta é a distância mais curta entre dois pontos.
Assim, começámos por “engolir” a Via do Infante, até ao desvio para Lisboa. Depois é sempre em frente, sempre para norte até chegarmos a casa. São 600 km que se fazem em cerca de 5 horas.

Desta vez, porém, inovámos. Viemos por Odemira.
Valeu a pena o desvio, seguindo uma estrada secundária, no meio da floresta.

Por quê Odemira?

Porque queríamos almoçar/ testar o RESTAURANTE FONTE FÉRREA.





Valeu!

Situado num belo parque, acolhe os comensais com flores aos montes:






Local agradável, simpatia, excelente acolhimento, comida de primeiríssima qualidade.













Pedro, o proprietário fez as honras da casa.
Um senhor!
Nem de mais, nem de menos. Presente sem incomodar. Presente para que nada falhasse.
Nada falhou.



Parabéns!




Desde as entradas, ao prato principal, acabando nesta memorável sobremesa, tudo impecável!

Recomendo o mais possível.

A seguir um novo desvio para visitar a PRAIA DE ALMOGRAVE.
Linda, selvagem, extensa.
Sujeita aos humores do Oceano Atlântico.






Maravilhosa para visitar.
Para ficar, para estar, não!
Prefiro a calmaria do Algarve, eternamente fiel ao meu Algarve,  com água morna e sol único.

E foi assim, aos ziguezagues - esquecendo as rectas -  que regressámos a casa.

Beijo
Nina


domingo, 9 de setembro de 2018

Saarburg


Trier localiza-se numa área abençoada, pela sua própria beleza natural, mas também pela proximidade a várias pequenas cidades verdadeiramente deslumbrantes, como é o caso de Saarburg.

Depois de, durante a manhã termos percorrido a pé e de autocarro tudo o que havia para ver em Trier, depois de um almoço ligeiro numa pizzaria, metemo-nos no carro ( estacionado no parque do hotel) ligámos o GPS e, seguindo o rio Mosela , por uma estradinha que cruzava aldeias e bosques, chegámos a Saarburg, uma beleza aninhada junto ao rio.

No cais vários barcos de cruzeiros percorrendo o rio, pontes, muitas pontes que permitiam passar de uma margem para outra, esplanadas, bares, restaurantes e sempre muito verde, sempre uma paisagem de calendário.

Por puro acaso descobrimos um teleférico que subia até ao cume de uma montanha.

Sem hesitar, comprámos os bilhetes e sentámo-nos.

A viagem é curta, mas a vista deslumbrante.

Senti-me uma criança a quem ofereceram a oportunidade de voar.

De regresso à base, dirigimo-nos para a Altstadt, a cidade velha, sempre a parte mais interessante das 
cidades alemãs, sempre uma zona histórica vedada ao trânsito.





Está não foi excepção. Eram ruelas atravessaras por cursos de água, pontes peatonais carregadas de 
flores , a paisagem certa para ocorrerem espantos e maravilhas.
O certo é que me cruzei com um casal de felizes noivos que não poderiam ter encontrado lugar mais perfeito.
Que sejam felizes - murmurei - também eu feliz por eles.
Cruzei-me ainda com uma numerosa família portuguesa, assim provando que nós “somos um povo cigano, anda sempre alguém por fora ...”

Vejam as fotografias, sem legenda, que o meu temperamental novo IPad tem-me posto a cabeça em água ... depois conto, se entretanto não destruir o zangarelho.

















































































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Beijo 
Nina 

Trier - a catedral, as ruas, as pessoas, o rio



Um dia é  tempo suficiente para visitar Trier, vaguear pelas suas ruas, parar numa esplanada para tomar um cafezinho  ou um gelado, espantar-se com os detalhes arquitetónicos, fazer uma ou outra compra e, para passar em revista toda a cidade, entrar num daqueles autocarros panorâmicos, com guia em várias línguas,  de onde, durante um dia, se pode sair e entrar de novo, para continuar a visita.





Plantas e decoração  ... irresistíveis! 
Na Alemanha,  perco-me com "coisas" para casa.
Vestuário,  não! 
Sou demasiado poquena e, a dizer a verdade, o estilo não  é  o meu.

Tudo em branco. Muito lindo!




Passear junto ao rio Mosela, merece o passeio ao longo das suas margens, para olhar a água,  os barcos e as casas que se debruçam  sobre a água. 


Admirar as construções 



De novo no centro ...
Ao lado da praça  central, localiza-se o Dom, a catedral.
Desde sempre, todas as catedrais atraem uma imensa variedade de atividades, vendedores de souvenirs, artistas,  músicos, venda  de petiscos ... compradores não  faltam.




A Catedral!









A entrada é  livre e os visitantes são  muitos.
Fotografei varios ângulos,todos muito bonitos, mas, infelizmente,  como acontece vom a fotografia, não  chegam a revelar a verdadeira grandeza do local.
Sendo-se ou não  crente, não é possível ficar indiferente perante esta majestosa obra humana edificada comolouvor




Magnifica !




Por trás do altar mor sitau-se uma espécie  de relicário  onde - dizem - está  guardada a túnica deJesus Cristo


Adorei.
Não  sou particularmente  inclinada para visitas e maisvisitas a igrejas, porque, a dada altura, tenho a certeza que voubaralhar a informação .
Não,  seguramente, neste caso.
Foi uma visita verdadeiramente marcante.

Não  me canso de agradecer à  querida Patrícia,  da Maison du chocolat, responsável  por esta tão bem sucedida aventura.
Oxalá  o meu testemunho cumpra igualmente esse papel, que seja inspirador, que implante curiosidade e interesseno espirito de quem me lê.
Para isso servem, no meu entender, os blogues.
Servem para nos ajudara crescer - para lá do divertimento  implícito .
Por mim - asseguro - não tenho parado de crescer, desde que iniciei esta aventura na  blogosfera.


Beijo
Nina