sexta-feira, 29 de maio de 2015

Camisola / blusa / túnica em tricô.



Aqui está!



Prontinha!

Concluída!
Confortável!
Elegante!
Linda!





Tudo começou AQUI !
( Consultando o link, encontra-se todos os passos do ponto, vistoso e muito fácil de executar).


Remate do decote - 4 carreiras em liga / tricô!

Comprei 6 novelos e iniciei o trabalho, decidindo não fazer  "cavas" nem "decote", contornando assim a dificuldade que daí poderia surgir.
O trabalho resulta , pois, de 4 retângulos, 2 maiores, correspondentes às frentes e costas e 2 menores, que são as mangas.


Esta mistura de beges, combina muito bem com branco, cru, caqui!
Todas cores da minha preferência - já testei combinações!

Utilizei agulhas 5.5 e montei 94 malhas (frente e costas).
Em cada uma dessas partes, gastei e novelos.
Terminei com 4 carreiras em liga / tricô.


A manga caída dá um ar ligeiro e veste muito, muito bem!
Para as mangas, montei 66 malhas, gastando um novelo em cada uma.
Mais fácil, impossível!

A minha única pena é que esteja tanto calor! Terei que aguardar temperaturas mais amenas para inaugurar a obra (prima).

Gosto tanto do resultado que provavelmente repetirei o projeto com outra cor, embora utilizando o mesmo fio, muito agradável ao toque e muito adequado para as noites de Verão.


Tenham um feliz fim de semana e tricotem!

Beijo
Nina

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Panelas

 
Repetidamente tenho afirmado o quanto gosto de panelas!
A sério!
Entre os sapatos e uma panela, escolho a panela, e, olha que gosto muito de sapatos.
 
Às panelas tenho dedicado textos, poemas, louvores, como se pode ver
 
AQUI
 
 
 
AQUI ,
 
onde falei de panelas de alta gama.
 
Hoje, porém, mostrarei uma simplesinha, acessível, linda e de uma utilidade incrível.
 
 
 
A esta me refiro.
Na verdade, estamos face a um 2 em 1! É uma panela para cozer ao vapor.
No fundo, 2 ou 3 dedos de água e no recipiente perfurado, os legumes que pretendemos cozinhar, preservando todo o seu valor nutritivo.

Cozendo feijão verde, que com este método se mantem bem verdinho e firme.

Cozinheira despachada que, ainda por cima, procura sujar pouca louça, nesta operação, utilizo a água do recipiente exterior e, ao mesmo tempo, cozo batatas.


Bastante desfocadas devido ao fumo da fervura!
Batatas cozidas e feijão verde, acompanhariam salmão grelhado.

Retirei os legumes e, na mesma panela, aqueci sopa.

Sou um génio - vá ... - um pequeno génio!

Voltando à panela, foi comprada no Lidl e estou atenta - quando reaparecerem, comprarei outra.

Relembro que a água da cozedura dos legumes, pode e deve ser utilizada noutros pratos.
Se não for oportuno, é um excelente adubo para as plantas. É só deixar arrefecer e regar o vasinho que, infeliz, ameaça finar-se e que, com o tónico, recupera!

Beijo
Nina



 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Cores

 
Circula por aí - nomeadamente, em grande número de blogs de decoração - uma lista  de mandamentos que estipulam as cores adequadas a todo e qualquer ambiente das nossas casas, sendo mais ou menos consensual que, nos quartos se deve utilizar cores suaves, próprias para induzir o sono e a tranquilidade.
Não poderia estar mais de acordo e privilegio as chamadas cores "pastel" para vestir o ambiente em que dormimos.
 
É muito fácil combinar entre si essas tonalidades e, assim sendo, mudo constantemente o figurino, tendo como fundamental, como elemento de ligação entre as várias nuances., o branco - que combina bem com tudo e confere um aspeto "clean" muito simpático.
 
Mostro aqui combinações prováveis que resultam muito bem, conferindo ao espaço o ar de ambiente vivido, ocupado por pessoas, muito distante de outros que, de tão arranjados e tão perfeitinhos, se mostram como frias páginas de revista.
 
 
Por exemplo, esta cama, vestida ao sabor do impulso.
A manta de patchwork - que pode ser vista AQUI! - tem a dimensão do colhão, muito pequena para servir de manta. A solução foi recorrer à sobreposição, sendo, no caso, colocada sobre uma colcha de crochê muito antiga, que cobre a cama e toca no chão - para mim a dimensão que se de exigir a uma colcha - detesto ver um túnel negro sob a cama, de onde, imagino, poderão sair malfeitores e assaltantes ... delírios de terrores infantis que não superei!
Temos, portanto, que o espaço sob a cama - a existir - deve ser tapado.
Sei por experiência própria que as atuais camas kingsize inviabilizaram muitos enxovais. Repito, a sobreposição resolverá o drama.


Almofadas aos montes!
A branca - sempre o branco - foi reaproveitada AQUI!
 
Acho que, também elas mais ou menos sobrepostas, transformam a cama em ninho, um ninho fofo para onde apetece saltar.


Estas - em tons pastel - foram realizadas num fio de algodão sedoso que, nos calores em que começamos a viver, se tornam mais agradáveis do que em lã.
 

Para completar, uma  MANTINHA!
O ponto,  "Crochet Ripple Afghan" é do mais divertido, do mais viciante que se pode imaginar.
Existem inúmeros sites que explicam como o fazer.
Apenas por acaso, escolhi  ESTE!, que, com imagens é de uma clareza e simplicidade totais.

Este o aspeto geral.

As paredes estão pintadas em bege, da mesma cor dos tapetes.
O pavimento é em madeira clara.
Estofos, cortinas e reposteiros, seguem a mesma tonalidade, permitindo que toda a cor se concentre no vestuário da cama.

Sendo um ambiente clássico - com móveis antigos, muitos deles de família, com o recurso a "truques" simples, exclui-se o ambiente de museu.

As portas e rodapés são lacados em branco, assim como a estante que se adivinha ao fundo.
Frequentemente, alguns anos passados sobre os móveis da "fundação", ocorre um enjoo, uma náusea, um total desencanto e uma irreprimível vontade de mudar tudo.
Também o sinto!
Porém, sem me meter em loucuras dispendiosas, consigo, assim, aplacar a minha ânsia de mudança. É que, o que é moderno hoje, estará fora de moda amanhã, pelo que, bom mesmo é transformar sempre.
O mesmo é dizer, que na próxima estação, tudo será mudado, para alegria minha e felicidade geral da nação!

Beijo
Nina


terça-feira, 26 de maio de 2015

Socorro!

Sem internet, penando, esperando, desesperando!
Só amanhã, prometeram!
O que é que eu faço? O quê? Prisioneira da falta de rede!
Cheira-me a dependência!
Assumo! Sou dependente!
Até amanhã ... Se a ZON quiser!

Beijo
Nina

domingo, 24 de maio de 2015

Moda

 
Fomos abençoados com um domingo de sol radioso e quase sem vento, convidando a longos passeios, a pé.
Foi o que fiz na margem esquerda do meu rio Douro, partindo do cais de embarque e seguindo até à Afurada. Depois, o mesmo percurso em sentido inverso.
 5Km de puro prazer.
 
A seguir ao  almoço tranquilo  (e delicioso), em casa,seguiu-se uma preguiça tão intensa, tão boa, que a vista do sofá se tornou quase irresistível.
Quase, disse eu, que não cedi à tentação e me obriguei a agir, a produzir.
Andando numa onda de reorganização, por aí fiquei e daí surgiu o tema "MODA" para quem como eu - repito, uma vez mais! - não percebe nada do assunto, desatualizadíssima, movida apenas pelo gosto pessoal.
 
Tenho despachado, destralhado, com grande vigor e maior entusiasmo.
Há, porém itens sagrados, intocáveis, peças de que jamais me separarei, seja porque foram muito caros, seja porque os meus laços afetivos com eles são incontornáveis.
 
No caso, como agir, para que a mim não se cole um ar demasiado retro, demasiado conservador, demasiado antigo?
 
À minha custa aprendi que o problema se soluciona com toques modernos que - e aí é que reside a vantagem ... - não precisam nem devem ser caros, porque, sendo modernos hoje, estarão ultrapassados amanhã.
 
A propósito, mostro alguns exemplos:
 
 
Carteiras, bolsas, malas - chame-se-lhes o que se chamar - são um bom investimento, se de qualidade.
Esta, em bege com apontamentos em azul bebé, foi comprada há muitos anos, foi muito cara e foi uma excelente compra.
O modelo é intemporal - uma Kelly - e o material de primeiríssima qualidade.
Nem me passa pela cabeça despachá-la, mas, para aliviar o ar muito clássico, combino-a com jeans ou com outras peças tendência.
O lenço que surge em primeiro plano, é uma beleza e acompanha camisas ou t-shirts brancas promovendo-as a um grau superior.

Este casaco é parte de um fato de que jamais me separarei.
Em azul acinzentado, combina muito bem com a Kelly e o lenço.



Com um top e jeans, compõe um conjunto agradável.

As calças que completam o fato são vestidas separadamente, combinadas com peças ligeiras,.
No caso, prefiro evitar o conjunto completo que, se vestido, confere um ar cerimonioso, de quem vai a um casamento.


Este blazer de linho é também um dos meus queridos, sempre atual e versátil.

Ao contrário do que atrás mostrei, comprei uma bolsa engraçada ( e barata) que funciona como alavanca para conjuntos mais passados.


Falo desta!
Num lindo rosa, jogando com o lenço nos mesmos tons.
Irá acompanhar este casaco - parte de um fato com calças.

Foi caro e continua , felizmente, atual.


A qualidade e a marca pagam-se e por isso se transforma em investimento a rentabilizar.

Tal como com o fato azul, este rosa acompanha-me também há anos e, sendo absolutamente sincera, não me parece que vá fazer parte do destralhamento, nunca!

Uma das minhas ferramentas preferidas, ingrediente de atualidade, são os lenços


Tenho muitos, em todas as cores ...


... Bem como as écharpes!
Estes acessórios, de vez em quando são reciclados - lá está:
- Investindo pouco dinheiro de modo a repaginar tudo o que não é passível de doar.

Tenho uma amiga que costura incessantemente lenços e echarpes, com resultados fantásticos.
Ainda não me dispus a tal aventura que, à partida, me parece ser de uma simplicidade absoluta.
Um dia destes, começo!
É que lenços e echarpes ficam sempre bem, de Verão ou de Inverno, valorizando sempre, mas sempre, o conjunto.

Diz quem não percebe nada de moda!

Beijo
Nina

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Jeans, bainhas e coisas assim...

Tenho muito boa relação com os jeans e possuo-os de todas as formas e feitios:
 
- Semibaggy, com a cintura no lugar e perna ligeiramente afunilada;
- Boyfriend, o jeans bem folgado;
- Cargo, amplos, com muitos bolsos na lateral da perna;
-Boca de sino, com pernas ajustadas e bainha bastante ampla;
- Capri, termina logo abaixo do joelho, bem justos;
- Alfaiataria, que são jeans com corte clássico, bolsos e pregas;
- Skinny, com elasticidade, vestem - como o nome indica - como uma segunda pele.
 
Os meus preferidos, são os que têm a cintura no lugar, podendo ser "semibaggy", "boca de sino" ou "skinny".
 
Descobri uma marca que me assenta como uma luva, mas não digo o nome - oh! que pena! - porque não merece publicidade gratuita!
 
Normalmente, quando os compro, vêm com a bainha cosida na altura certa e não tenho que me preocupar com arranjos.
Acontece, porém, que alguns, mais antigos que vestia com saltos altos, agora, que privilegio mais o conforto, vestem mesmo mal, porque, demasiado compridos, fazem umas dobras horrorosas no tornozelo.
 
Isto parece não incomodar muitas mulheres que, alegremente, usam as calças "enfoladas" junto ao sapato, pensando, se calhar, que ainda vão crescer ...
 


          
Com calças justas, para mim, está é a altura perfeita.
As calças terminam direitinhas, sem foles.



É assim que eu gosto e é assim que uso.
 
Pelo contrário, se as calças são "boca de sino", então aí, o caso muda figura e o sapato tem obrigatoriamente que ficar tapado. Chego a deixar que as extremidades toquem ligeiramente o solo.
São estes os meus princípios básicos, dos quais não abro mão.

Tendo, como disse, alguns jeans programados apenas para saltos altos, eu própria lhes trato da saúde porque não me apetece dar 5€ na costureira do shopping - sou um nadinha forreta!


Começo por marcar com alfinetes a quantidade de tecido a dobrar.
Depois, com giz de alfaiate traço a linha que vou seguir para cortar.



E corto, sem medo.

A mesma quantidade de tecido nas duas pernas,
A seguir recorro à minha Singer inglesa - I love you, my precious! - que cose que é uma beleza, ao contrário de outra que já tive. Essa infeliz partia as agulhas quando o assunto era jeans. Adiante ...


Na orla do tecido cortado, um zig-zag fininho ...
E depois ...
É dobrar pela marca e alfinetar muito bem.

Vamos, agora, por a Singer à prova ...


Retira-se parte da "mesa" ...

... assim ...

... para que a perna da calça caiba e encaixe ..

E pronto!
Bainha cosida sem problema.

Na operação terei gasto 20 minutos, não mais.
Calças prontas, com a altura desejada.

Sem que o pesponto me envergonhe.
Sei que existem técnicas que preservam a bainha original.
Sei, mas não me apeteceu ir por aí!
Assim está ótimo e se melhorar ainda estraga.

Satisfaçam a minha curiosidade:
- Fazem ou mandam fazer as bainhas?
Eu prefiro guardar os meus 5€.

Beijo
Nina


 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Arroz

 
O arroz é um alimento carregado de simbolismo.
 Para muitos povos representa a abundância.
Para outros a felicidade e a fertilidade e daí a chuva de arroz nos casamentos.
 
 
Simbolismo à parte, gosto muito de arroz, simples, com verduras, com peixe, marisco, carne ou aves. Também do Arroz doce, mas menos, que não sou  dada a grandes  doçuras.
 
Temos pois que esta que agora escreve é arrozeira!
 
E de tanto gostar de arroz, fui aprimorando e diversificando as minhas escolhas.
Longe vai o tempo em que me circunscrevia aos triviais :
 
 
Arroz agulha, de grão longo,  indicado para arrozes "secos" e soltos,
e
 
 
... o arroz carolino, com resultado final mais cremoso, indispensável na preparação do arroz caldoso, vulgarmente conhecido por "arroz malandro", de tomate, feijão, grelos, de marisco - enfim, de uma enorme variedade de pratos em que o arroz "nada" em calda perfumada.
Com a mesma variedade se prepara o Arroz Doce.
 
 
Curiosa ( e estudiosa) de arrozes, sempre me detive, enlevada, na respetiva secção, no supermercado, percorrendo prateleiras com atenção e interesse, trazendo ora uma marca, ora outra, a fim de apurar o critério de escolha.
 
Assim cheguei às variedades que, pouco a pouco, inundaram o mercado.
Delas destaco:
 
 
O Basmati!
Maravilhoso, com um sabor único, um fundo em que se misturam sugestões do oriente.
Muito bom cozinhado a solo, frito numa cama de cebola picada, como acompanhamento.
 Nunca cola, nunca pega, nunca deixa mal a cozinheira e combina bem com tudo.
 
 
O mesmo a dizer deste - o arroz de jasmim.
Com um ténue perfume, acompanha maravilhosamente  os ardores dos pratos de caril!
 

  
Finalmente, o arroz selvagem!
Magnífico e exótico, casa na perfeição com grelhados.
É o meu eleito para acompanhar salmão!
 

Estes chegaram hoje e, numa perspetiva gourmet,  serão, um a um, testados.
 
Hoje, para o jantar, teremos arroz de jasmim acompanhando caril e, como sugestão para as cozinheiras indecisas, deixo 
AQUI, um fantástico arroz de cenoura e alho francês e AQUI um irresistível arroz de tomate, qualquer deles uma deliciosa possibilidade ( ou não fosse eu apaixonada por arroz!)

Beijo
Nina